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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

14
Jul21

Mais de 10 mil espécies estão em risco de extinção na Amazónia

Niel Tomodachi

Relatório elaborado por painel de cientistas destaca que é "crítico" reduzir a desflorestação e a degradação da floresta para zero em menos de uma década.

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Mais de 10 mil espécies de animais e plantas correm risco de extinção devido à destruição da floresta tropical na Amazónia, adverte um relatório publicado esta quarta-feira pelo Science Panel for the Amazon (SPA) citado pela Reuters.

A contínua destruição causada pela interferência humana coloca mais de oito mil espécies de plantas endémicas e de 2.300 animais em risco elevado de extinção.

Este relatório, que agrega as pesquisas de 200 cientistas de todo o mundo, representa a avaliação mais detalhada do estado da floresta tropical na Amazónia até hoje.

O relatório divulgado pela SPA salienta que é “crítico” reduzir a desflorestação e a degradação da floresta para zero em menos de uma década. O estudo pede ainda a reflorestação massiva de áreas que já foram destruídas.

Cerca de 35% da floresta tropical na Amazónia já foi destruída.

 

26
Mar21

Elefantes africanos sob ameaça de extinção

Niel Tomodachi

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Os elefantes africanos encontram-se em risco crescente de extinção devido à caça ilegal de marfim e à perda do seu habitat, aponta o relatório da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) divulgado na quinta-feira.

As últimas avaliações da organização sublinham uma redução de mais de 86% na população de elefantes africanos das florestas nas últimas três décadas e de uma queda de pelo menos 60% nos últimos 50 anos entre os elefantes da savana, de acordo com o documento.

O relatório estima a existência de 415 mil elefantes nas savanas e florestas africanas que foram previamente avaliados como uma única espécie na Lista Vermelha da IUCN e classificados como "vulneráveis". Contudo, a organização decidiu tratá-los de forma separada após evidência genética de que são espécies distintas.

Os elefantes africanos sofrem quedas acentuadas em número desde 2008 devido a um aumento significativo da caça furtiva para recolher marfim, que atingiu o pico em 2011, mas continua a ameaçar as populações. A conversão contínua de habitats, principalmente para agricultura e outros usos da terra, também representa uma ameaça significativa para o maior animal terrestre do mundo, adverte a avaliação.

"Oitenta a 90% do nosso marfim vai para a Nigéria e acaba por financiar o Boko Haram, por isso esta é mesmo uma guerra transfronteiriça contra o crime organizado e até contra o terrorismo", afirma Lee White, o ministro da Água e Florestas do Gabão.

No entanto, medidas de conservação das espécies foram tomadas. "Transformámos biólogos em guerreiros, transformámos pessoas que se juntaram para observar os elefantes e trabalhar na natureza, nos parques nacionais, em soldados que foram para a guerra para garantir a sobrevivência dos elefantes", adiantou o ministro.

Além disso, a República do Congo também implementou medidas e, tal com no Gabão, verificaram-se resultados positivos. Na Área de Conservação Transfronteiriça do Okavango-Zambeze, na África Austral, o número de elefantes da savana também se mostrou estável ou em crescimento, salienta a União Internacional para a Conservação da Natureza.

"Os elefantes africanos desempenham um papel fundamental nos ecossistemas, nas economias e na nossa imaginação coletiva em todo o mundo", disse o diretor-geral da UICN, Bruno Oberle. "Precisamos de acabar urgentemente com a caça furtiva e garantir que habitat adequado suficiente para os elefantes da floresta e da savana seja conservado. Vários países africanos lideraram o caminho nos últimos anos, provando que podemos reverter o declínio dos elefantes, e devemos trabalhar juntos para garantir que o seu exemplo possa ser seguido", acrescentou.

A última avaliação da IUCN - a primeira de três atualizações anuais - avaliou 134.425 espécies de plantas, fungos e animais, dos quais mais de um quarto estão em perigo de extinção.

 

26
Dez20

Morreu Xin Xing, a panda gigante mais velha do mundo

Niel Tomodachi

Tinha 38 anos e comia mais de 30 quilos de comida por dia. Estava no jardim zoológico de Chongqing, na China.

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Xin Xing era a panda gigante mais velha do mundo a viver em cativeiro. Em agosto de 2020 celebrou 38 anos, altura em que recebeu de presente um grande cubo de gelo com fatias de melancia, maçã e muitas folhas de bambu. Era conhecida pelo grande apetite: por dia conseguia comer mais de 30 quilos de comida, espalhadas por cinco refeições. Morreu a 8 de dezembro no jardim zoológico de Chongqing, na China, onde estava desde o primeiro ano em que nasceu. Só esta quarta-feira, 23 de dezembro, é que a morte foi revelada.

Segundo o jornal norte-americano, “The New York Times”, morreu devido à falência de vários órgãos e a outras doenças que a levaram a algumas infeções. Xin tinha mau humor, segundo os tratadores, mas a boa disposição tendia a voltar depois de alguns quilos de alimentação.

Nasceu na província chinesa de Sichuan e apenas com um ano de idade foi transferida para este zoológico. Chegou a ter mais de 150 descendentes um pouco por todo o mundo, fruto dos 10 filhos que teve ao longo da vida.

São poucos os pandas que conseguem viver tantos anos em cativeiro. Segundo o mesmo jornal norte-americano, foram contabilizados menos de 30 os sobreviveram em zoológicos por mais de 30 anos. A taxa de reprodução destes animais em cativeiro também é baixa, uma vez que apenas ovulam uma vez por ano, por altura da primavera. Ficam férteis entre um a três dias durante esse período. 

 Chuan Chuan era o companheiro da panda gigante, que morreu em 2010 no mesmo zoo.

 

21
Mai20

Street artist português cria máscaras solidárias que apoiam animais em extinção

Niel Tomodachi

1€ de cada acessório de Edis One reverte para a Associação Natureza Portugal, que trabalha com a World Wide Fund for Nature.

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Edis One nasceu em Lisboa em 1990. Ligado há muitos anos à arte do graffiti, já pintou em cidades como Madrid, Barcelona, Vienna, Amesterdão, Liubliana, Praga, Zagreb, Miamiou Bali. Em 2016, inclusive, entrou para o recorde do Guiness, depois de ter participado no maior muro pintado do mundo com luz negra, nos Emirados Árabes Unidos.

No site, este street artist dá a conhecer não só todo o seu percurso profissional, como tem uma secção dedicada à venda dos seus trabalhos. A grande novidade surgiu depois de a pandemia de Covid-19 se instalar em Portugal.

Edis One tem uma nova coleção de máscaras sociais, que pertencem ao Original Extinction Art Project — um projeto criado há dois anos que tem como objetivo sensibilizar as pessoas através de murais pintados, para uma das maiores extinções do nosso planeta.

Estes acessórios custam entre 11,90€ e 12,90€ e são solidárias — 1€ de cada venda é doado à Associação Natureza Portugal, que trabalha com a World Wide Fund for Nature, e da qual o artista é embaixador.

As máscaras, produzidas em Portugal, têm padrões de vários animais e são feitas com matéria prima certificada pelo Citeve. São antibacterianas e podem ser lavadas a temperaturas de 60 graus. Cada uma traz um postal com cinco curiosidades sobre a espécie representada.

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