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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

13
Jan22

Começar o ano a apadrinhar um animal

Niel Tomodachi

Janeiro, mês de recomeços e novos projetos, é altura ideal para apadrinhar um animal. Por todo o país, há associações, abrigos e santuários que acolhem bichos resgatados da rua, vítimas de maus-tratos ou negligência, que precisam de ajuda financeira para cumprir a sua missão. Uma forma de os apoiar é tornar-se padrinho ou madrinha dos bichos residentes.

Predominam os cães e os gatos, mas também há cavalos, coelhos, porcos, cabras, ovelhas, porquinhos-da-índia, coelhos, patos ou tartarugas disponíveis para apadrinhamento, como provam os exemplos seguintes.

Abrigo de Carinho (Mira)

Abrigo de Carinho, numa zona florestal na Praia de Mira, resgata cães da rua, proporciona-lhes cuidados veterinários e uma adoção responsável. Quem ainda não se sente preparado ou não pode adotar, mas ainda assim pretende ajudar, pode passear os patudos na área envolvente, ao sábado de manhã, entre as 09h e as 12h. Normalmente, as voltas demoram meia hora e, se os cães se derem bem, podem ir dois ao cuidado da mesma pessoa.

Essas alturas podem ser aproveitadas, também, para entregar donativos (ração, mantas ou brinquedos) à associação; e para virar padrinho/madrinha de algum dos animais, de forma pontual ou continuada, por valores que variam consoante o apoio que se pretenda dar. Uma possibilidade é contribuir para desparasitar ou alimentar o “afilhado” durante um período determinado de tempo. A casa chega, mais tarde, um íman de frigorífico com a fotografia dele. Para agendar, basta contactar a associação.


Animais sem Fronteiras (Alcochete)

Cães, cavalos, cabras, ovelhas e porcos, recolhidos após terem sido vítimas de abandono, negligência ou de maus-tratos, vivem com espaço para brincar entre a Natureza, nos quinze hectares do santuário Animais sem Fronteiras, em Alcochete, Setúbal. Esta associação para a defesa dos direitos dos animais, criada há três anos por Graça Almeida e Marina de Praetere, desdobra-se em hotel, ATL e santuário, com vários animais residentes, sendo que para adoção – com critérios rigorosos – apenas estão alguns cães.

A ajuda-se oferece em forma de voluntariado, tornando-se sócio, com donativos, sendo cuidador ou apadrinhando uma animal, como a ovelha Biscoito ou a cadela Clarinha. Há dois escalões de apoio – o “1” arranca em 5 euros e o “2” em 10 euros -, com diferentes valores para apadrinhar cães; suínos, cabras e ovelhas; e bovinos e equinos. Os valores podem ser pagos mensal ou anualmente, e em ambos os escalões estão garantidas fotografias mensais e visitas a combinar. No escalão 2, os padrinhos e madrinhas recebem ainda uma t-shirt e um calendário personalizado.

(Fotografia: Animais sem Fronteiras)


Burricadas (Mafra)

Proteger e preservar o burro em Portugal é a missão da associação Burricadas, em Mafra, que criou, em 2019, o Abrigo do Jumento, para acolher burricos idosos e/ou maltratados. Os animais chegam ao abrigo, vindos de todo o país, sobretudo pela idade avançada, por maus-tratos ou por impossibilidade de os seus donos os manterem, e ali vivem felizes, em liberdade, aguardando mimos de quem os visita.

A principal fonte de receita do abrigo são os apadrinhamentos, que têm o valor simbólico de 25 euros, e dão direito a receber um certificado e a visitar o “afilhado”, num encontro marcado, onde também se dá a conhecer os fatores de ameaça dos animais e o historial de cada um. Os padrinhos e as madrinhas podem ainda alimentar e escovar os bichos.

Outro dos benefícios do apadrinhamento é ter acesso a descontos em atividades, como a pernoita num bungalow em madeira e a participação no dia-a-dia do abrigo, que fica próximo de pontos turísticos como as cascatas de Anços e do Penedo de Lexim, uma antiga chaminé vulcânica.

(Fotografia: DR)


Quinta das Águias (Paredes de Coura)

São vários os mimos que se recebem quando se apadrinha um animal da Quinta das Águias, com morada em Rubiães, Paredes de Coura. Além da garantia de melhores condições de vida para os bichos, os padrinhos e as madrinhas recebem uma fotografia do “afilhado”, direito a participar gratuitamente nos Quinta Open Day, com almoço vegetariano incluído, 10% de desconto em estadias na Casa de Hóspedes e na Casa do Pavão, e um presente surpresa no Natal.

Foi assim que Ivone e Joep Ingen Housz decidiram recompensar a ajuda, que também se faz com doações, voluntariado, ou comprando o livro “Semear o Futuro”, publicado depois de muitos pedidos a Joep para partilhar as receitas de base vegetal que confeciona na quinta, que é também santuário animal para mais de 130 seres, quinta biológico e um projeto educativo focado na sustentabilidade.

Neste momento, há 21 animais à espera de apadrinhamento – cães, gatos, cavalos, porquinhos-da-Índia, tartarugas, pavões e mais -, tendo cada um deles direito a uma descrição sobre a sua personalidade e história de vida no site da quinta. A ajuda faz-se mensalmente (a partir de três euros) ou anualmente (a partir de 36 euros).

(Fotografia: Rui Manuel Fonseca/GI)

 

27
Dez21

Esta nova marca faz pendentes personalizados super fofinhos para os patudos

Niel Tomodachi

A TICHA nasceu no dia 26 de novembro e tem uma coleção tipo Pandora para os animais de estimação.

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Os patudos são os nossos companheiros e melhores amigos e, por esse motivo, também merecem ser mimados a toda a hora. Ultimamente têm surgido todo o tipo de acessórios para os animais de estimação que os deixam ainda mais adoráveis, como roupa quentinha para os dias mais frios ou coleiras originais. 

Com a nova loja online TICHA pode tornar essas coleiras ainda mais bonitas com pendentes personalizados com o nome do seu animal e o número de telemóvel do dono. Além de fazerem sucesso quando vai passear na rua, as coleiras permitem que o animal esteja sempre identificado para o caso de se perder. 

A ideia surgiu pela mão de Rita Narciso, 26 anos, que vive na Quinta do Anjo em Palmela. A jovem adora tudo o que está relacionado com animais. Trabalha como business manager na LCG, uma empresa de consultoria na área das tecnologias de informação, mas este ano sentiu que era o momento certo para criar a sua própria marca.

“Há muito tempo que tinha a ideia de criar de uma marca própria. No entanto nunca soube realmente onde poderia apostar porque a verdade é que o mercado já está um pouco explorado em todas as áreas e torna-se cada vez mais difícil a criação de novos negócios”, explica à NiS. Ainda assim, a responsável nunca teve dúvidas de que seria algo relacionado com animais, mas só este ano é que surgiu a ideia final. Pôs então mãos à obra e criou a TICHA Pet Jewelry and Accessories, no passado dia 26 de novembro, sexta-feira.

Além do nome da marca, Ticha é também o nome de uma gatinha muito especial, que perdeu a mãe quando ainda era bebé. “Foi a minha fiel companheira durante 14 anos. A Ticha era branca, tinha olhos azuis e nariz rosado, dormia encostada ao vidro da lareira em noites frias, bebia água diretamente da torneira, adorava polpa de tomate e não trocava o meu colo por nada”, recorda Rita Narciso.

Ticha combateu uma leucemia durante cinco anos com muita força de vontade. Lutadora e guerreira, tornou-se uma inspiração para a dona, que decidiu “homenageá-la dando o seu nome à marca para que se mantenha mais próxima de mim”.

A loja online foca-se sobretudo na criação e venda de pendentes para coleiras de gatos e cães e o que mais se destaca são as Tags. Podem ser personalizáveis com o nome do animal, contacto telefónico do dono e ainda é possível escolher entre os vários modelos disponíveis: nature; tutti-frutti; blue lagoon; candy; pawprints; smiley; popstar; e glamour.

As peças podem ser criadas em formato de osso, cabeça de gato ou peixe e os valores variam entre os 12€ e os 15€, dependendo do tamanho. As Tags são feitas pela setubalense com Resina Epóxi, “um material que se trabalha sob a forma líquida e que juntamente a um endurecedor, após uma secagem de cerca de dois dias, consegue alcançar a forma que pretendemos através de vários moldes”. Além de ser muito resistente, o material destes pendentes também é impermeável. 

Uma das mais recentes novidades na Ticha é a coleção Charms, que é basicamente uma coleção do género da Pandora, em que se coloca várias peças numa pulseira. Neste caso, a coleção é destinada aos patudos e as peças colocam-se nas coleiras. Há 12 Charms disponíveis e cada um custa 10€. Pode escolher entre o formato de coração, patinhas, trevos da sorte, peixes, coroas, cães e gatos. Estas peças também podem ser adquiridas com uma meia argola para encaixar na coleira ou com um fecho para pendurar junto à Tag. 

 

13
Nov21

Primeiro parque canino de Gaia é inaugurado no sábado

Niel Tomodachi

O projeto do parque canino, agora implementado, venceu o programa de Orçamento Participativo Jovem de 2019.

O Park’Animal conta com uma área de 800 metros quadrados e é o primeiro do género em Vila Nova de Gaia. Foi Mariana Carvalho que apresentou a ideia de criar um espaço de lazer onde os cães se pudessem “divertir e praticar algum exercício, livres de trelas”. Esta jovem idealizou uma área vedada para evitar fugas, com colocação de “itens de entretenimento para os animais”. A Câmara investiu 20 mil euros na execução do projeto, que contou com o apoio da Junta de Freguesia de Arcozelo.

“Renovar um espaço que se encontra disfuncional (Circuito de Manutenção de Arcozelo), dar aos animais um local adequado para os seus passeios, onde não tenham restrições e, com isso, dar aos seus donos menos preocupações, reduzir a quantidade de dejetos animais espalhados pelas ruas e jardins públicos e diminuir as fugas e acidentes durante os passeios na via pública” foram os objetivos do projeto. Em suma, foi criado um espaço amplo, repleto de equipamentos caninos que formam um circuito e onde é mantida uma zona central de clareira para que possam exercer a atividade física sem obstáculos e em segurança.

O espaço é inaugurado oficialmente no sábado, às 15h, na rua Caminho do Ribeiro, em Arcozelo.

 

05
Nov21

Ruff Dog: dieta natural para cães e gatos

Niel Tomodachi

Rita Nova é veterinária, Joana Carido é nutricionista, e juntas criaram a Ruff Dog, comida saudável para animais de companhia. Os alimentos são cozinhados a baixa temperatura e com o máximo aproveitamento de cada ingrediente.

Começou como um blogue, tornou-se marca de comida saudável para cães e gatos, ganhou forma com loja aberta em Queijas, Oeiras. Rita Nova, veterinária, e Joana Carido, nutricionista, conheceram-se, por acaso, num seminário de treino de cães. Tornaram-se amigas, perceberam que pensavam da mesma maneira sobre nutrição e saúde dos animais, juntaram ideias e construíram um espaço dedicado ao bem-estar físico e mental do cão e do gato.

Na Ruff Dog, as dietas são pensadas ao grama, sem farinhas ou açúcares, sem aditivos nem conservantes, feitas numa cozinha profissional. “É um alimento minimamente processado, passa apenas por um processo de congelação e cozedura (no caso da cozinhada), são utilizados alimentos aptos para consumo humano e não subprodutos, frescos e não desidratados (como as rações secas), podem ser adaptados às necessidades de cada cão”, adianta a nutricionista.

Os ingredientes são exclusivamente portugueses, de produtores locais, para uma alimentação equilibrada na proporção certa de proteínas, gorduras, hidratos de carbono, fibras, vitaminas e minerais. Orelha de ovelha, peixinhos, salsicha de borrego, patas de galinha, nariz de porco, rabo de vaca, pata de peru, peito de pato, entre outras opções e a partir de 50 cêntimos. Alimentos cozinhados a baixa temperatura, sem adição de água, congelamento rápido no abatedor. Tudo pensado para combater intolerâncias e alergias e desenvolver o sistema imunitário dos animais de companhia. E não só. Rita Nova descreve os benefícios. “Aumento da energia e vitalidade. Diminuição do mau hálito causado pelo tártaro. Aumento da massa muscular. Diminuição ou desaparecimento de intolerâncias alimentares, muitas vezes causadas pelo processamento das rações. Melhora a saúde articular através do controlo do excesso de peso. Pelo e pele mais saudáveis.” Joana Carido lembra ainda que “muitas doenças dos nossos animais (e nossas) surgem pelo consumo excessivo de alimentos altamente processados”.

A Ruff Dog não tem apenas snacks naturais, disponibiliza também objetos para interação com os donos, coisas para roer, jogos de enriquecimento e estimulação mental, artigos de treino e de desporto, além de suplementos alimentares. “Acreditamos que o conhecimento veterinário de cada patologia, de alguém que trabalhou ativamente em clínica, associado ao conhecimento mais profundo da nutrição e do benefício de cada alimento, torna a nossa abordagem única no mercado”, sublinha a veterinária.

As amigas têm ideias e têm sonhos. “Nada de concreto ainda, mas podemos garantir que o nosso foco se vai manter sempre na saúde dos animais dos nossos clientes, em proporcionar, através da alimentação, uma melhor qualidade de vida”, realça Joana Carido. Por agora, os planos passam por continuar a crescer, manter a qualidade, aumentar a variedade.

 

15
Ago21

Abrigo alemão cria perfis de Tinder para animais abandonados

Niel Tomodachi

O Munich Animal Welfare Association tem esperança de encontrar os humanos perfeitos para fazerem companhia a estes cães e gatos.

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Chama-se Munich Animal Welfare Association e é um abrigo alemão que está a ser notícia em todo o mundo graças a uma iniciativa original. Para tentar encontrar uma casa permanente para os animais abandonados, a associação está a criar perfis de Tinder de cães e gatos, à procura de donos solitários que possam querer a sua companhia.

O abrigo contratou uma agência de publicidade para tirar fotografias profissionais a 15 animais, incluindo um gato preto e branco chamado Captain Kirk, que colocaram em perfis da famosa aplicação de encontros.

Jillian Moss, uma representante da associação, disse ao jornal “Economic Times” que as reações têm sido “uma loucura” e que a iniciativa está “a explodir em todo o lado”. 

O confinamento imposto pela pandemia levou a um aumento na procura de animais de estimação. Agora, alguns especialistas dizem que os casos de abandono poderão aumentar, à medida que a Covid-19 abranda e as populações iniciam processos de desconfinamento.

“Esperamos que estes animais encontrem realmente um novo parceiro perfeito a longo-prazo e não apenas por algumas semanas”, acrescentou Benjamin Beilke, que está a coordenar a comunicação no Tinder. “Não há apenas almas solitárias entre os humanos, mas há também muitas almas solitárias entre os animais.”

 

03
Ago21

Cada uma destas fotografias quer proteger a vida selvagem em África

Niel Tomodachi

Dois fotógrafos europeus estão pela segunda vez a angariar fundos para doar à African Parks, organização não-governamental que gere 19 parques e reservas naturais em 11 países africanos.

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São impressões da vida selvagem em todo o seu fulgor — e querem ser um rugido visual da importância de conservar os animais, habitats e as pessoas que todos os dias os protegem e deles dependem. Mais de 170 fotógrafos doaram imagens que podem ser compradas online no site do projecto Prints For Wildlife, que na segunda edição da venda solidária está a recolher fundos para a African Parks

O objectivo dos fotógrafos Pie Aerts e Marion Payr é ultrapassar o valor que angariaram em 2020 e entregar um milhão de dólares norte-americanos (cerca de 841 mil euros) à organização não-governamental que gere 19 parques e reservas naturais em 11 países africanos. 

Já altamente ameaçado antes das restrições para travar a pandemia de covid-19, o sector da conservação da vida selvagem, muito dependente das receitas do turismo internacional, ficou ainda mais vulnerável. Os fotógrafos acreditam que a pandemia exacerbou a importância de uma gestão sustentável das áreas protegidas e querem mostrar que “só porque não podemos viajar para estes parques não significa que não os possamos apoiar”. “Onde a vida selvagem prospera, as pessoas prosperam”, escrevem, no site do projecto que reúne impressões de fotógrafos de 30 países, incluindo “talentos locais” do Ruanda, Quénia e Botswana. 

Cada fotografia, como as que estão nesta fotogaleria, custa 84 euros e está à venda até 11 de Agosto.

 

14
Jul21

Mais de 10 mil espécies estão em risco de extinção na Amazónia

Niel Tomodachi

Relatório elaborado por painel de cientistas destaca que é "crítico" reduzir a desflorestação e a degradação da floresta para zero em menos de uma década.

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Mais de 10 mil espécies de animais e plantas correm risco de extinção devido à destruição da floresta tropical na Amazónia, adverte um relatório publicado esta quarta-feira pelo Science Panel for the Amazon (SPA) citado pela Reuters.

A contínua destruição causada pela interferência humana coloca mais de oito mil espécies de plantas endémicas e de 2.300 animais em risco elevado de extinção.

Este relatório, que agrega as pesquisas de 200 cientistas de todo o mundo, representa a avaliação mais detalhada do estado da floresta tropical na Amazónia até hoje.

O relatório divulgado pela SPA salienta que é “crítico” reduzir a desflorestação e a degradação da floresta para zero em menos de uma década. O estudo pede ainda a reflorestação massiva de áreas que já foram destruídas.

Cerca de 35% da floresta tropical na Amazónia já foi destruída.

 

29
Jun21

Há uma nova esperança para salvar gorilas em África

Niel Tomodachi

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Pela primeira vez, um bebé gorila filho de pais que cresceram em cativeiro nasceu em pleno meio natural.

Aconteceu no Gabão (África) e dá novas esperanças a esta e outras espécies ameaçadas de extinção.

O parto inédito teve lugar no Parque Nacional do Planalto Bateke. Mayombe, a mãe, 13 anos, nasceu no ZooParc de Beauval, em França, enquanto Djongo, o pai, de 15 anos, no Port Lympne Safari Park, em Inglaterra. Ambos foram posteriormente introduzidos na natureza.

“É uma notícia extraordinária, uma inovação mundial muito significativa para a conservação desta espécie, que corre sério risco de se extinguir”, disse à agência AFP Delphine Delord, diretora assistente do zoológico de Beauval.

A Fundação Aspinall, que administra o Port Lympne Safari Park, informou que o gorila bebé se encontra bem de saúde, apesar de requerer ainda alguns cuidados. “Está frágil, muito embora se alimente bem”, assinalou.

Quase 80% do Gabão é coberto por florestas. Programas de proteção e habitação de primatas foram estabelecidos ao longo dos últimos anos nos parques do país para impulsionar o turismo.

Segundo dados da Fundação Aspinall, o número de gorilas das planícies ocidentais encontrados no Gabão diminuiu 60% nos últimos 25 anos.

No ano passado, as autoridades gabonesas proibíram que os visitantes observassem os primatas que habitam as florestas locais, por receio que os humanos pudessem transmitir o novo coronavírus aos animais.

 

29
Jun21

Vai de férias? Há um novo serviço para deixar o seu cão na melhor companhia

Niel Tomodachi

O serviço de pet sitting da plataforma 55+ está disponível em várias zonas do País, como Porto e grande Lisboa.

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Com a chegada do verão e da época de férias chegam também as inseguranças e dificuldades de muitos donos em encontrar um serviço de confiança onde deixar os seus animais de estimação durante o seu período fora de casa. Algumas pessoas preferem deixar os animais em hotéis próprios, enquanto outras os deixam nos canis. A plataforma 55+ trouxe uma solução que dará ao seu companheiro uma estadia mais segura e intimista.

A oferta da plataforma é nada mais, nada menos, do que um serviço de pet sitting. Mas não é um serviço qualquer. Com o objetivo de ajudar as pessoas com mais de 55 anos — que possam estar desempregadas ou já reformadas — a sentirem-se úteis e valorizadas, o serviço oferece exclusivamente a companhia destes cidadãos ao seu canino.

Caso queira solicitar o serviço de pet sitting, basta escolher a opção na plataforma, definir os detalhes da reserva e de seguida será contactado pela equipa onde será atribuído o especialista 55+ mais perto e adequado a si. Depois, apenas necessita de se deslocar com o seu patudo à casa escolhida e pode ir de férias descansado sabendo que o mesmo está em boas mãos.

Além do pet sitting, o projeto 55+ ajuda pessoas com mais de 55 anos, através da realização de serviços como babysitting, pequenos arranjos, comida ao domicílio, jardinagem, entre outros.

Atualmente, o serviço de pet sitting está disponível nos concelhos do Porto, Matosinhos, Maia, Paredes e Valongo, assim como em Aveiro e na grande Lisboa.

 

09
Jun21

Israel é o primeiro país a proibir o comércio de peles de animais para moda

Niel Tomodachi

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Israel proibiu esta quarta-feira por decreto ministerial o comércio de peles de animais para a moda, tornando-se no primeiro país a aprovar essa estrita legislação, anunciou o Ministério do Ambiente.

"O comércio de peles de animais, importação e exportação, vai ser proibido, exceto para as necessidades de investigação, educação e certas tradições religiosas", indicou o ministério em comunicado, especificando que a proibição vai entrar em vigor dentro de seis meses.

O uso de pele, ritualmente utilizado para o "Shtreimel", um chapéu de pele verdadeira usado por alguns judeus ultraortodoxos, permanece então autorizado.

"A indústria do comércio de peles causa um sofrimento inimaginável aos animais e este decreto transformará o mercado de moda israelita tornando-o melhor no cumprimento das normas ambientais", afirmou a ministra do Ambiente, Gila Gamliel.

O ministério publicou também uma carta enviada por Jane Halevy-Moreno, diretora da Coligação Internacional Anti-Pele (IAFC, na sigla em inglês), saudando este decreto que descreveu como "gesto histórico".

"Israel é o primeiro país do mundo a fechar as portas a esta indústria cruel", escreveu Halevy-Moreno.

Em 1976, o país já tinha proibido a criação de animais para o aproveitamento das peles.

Vários países em todo o mundo introduziram proibições parciais ao comércio de peles, particularmente para espécies em vias de extinção, como as focas.

A proibição total do comércio de peles está em vigor apenas em algumas cidades, como São Paulo, no Brasil, ou no estado norte-americano da Califórnia.

A Índia já aprovou regulamentações semelhantes em todo o país, mas apenas para peles de visons, martas, raposas e chinchilas.

 

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