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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

15
Ago21

Abrigo alemão cria perfis de Tinder para animais abandonados

Niel Tomodachi

O Munich Animal Welfare Association tem esperança de encontrar os humanos perfeitos para fazerem companhia a estes cães e gatos.

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Chama-se Munich Animal Welfare Association e é um abrigo alemão que está a ser notícia em todo o mundo graças a uma iniciativa original. Para tentar encontrar uma casa permanente para os animais abandonados, a associação está a criar perfis de Tinder de cães e gatos, à procura de donos solitários que possam querer a sua companhia.

O abrigo contratou uma agência de publicidade para tirar fotografias profissionais a 15 animais, incluindo um gato preto e branco chamado Captain Kirk, que colocaram em perfis da famosa aplicação de encontros.

Jillian Moss, uma representante da associação, disse ao jornal “Economic Times” que as reações têm sido “uma loucura” e que a iniciativa está “a explodir em todo o lado”. 

O confinamento imposto pela pandemia levou a um aumento na procura de animais de estimação. Agora, alguns especialistas dizem que os casos de abandono poderão aumentar, à medida que a Covid-19 abranda e as populações iniciam processos de desconfinamento.

“Esperamos que estes animais encontrem realmente um novo parceiro perfeito a longo-prazo e não apenas por algumas semanas”, acrescentou Benjamin Beilke, que está a coordenar a comunicação no Tinder. “Não há apenas almas solitárias entre os humanos, mas há também muitas almas solitárias entre os animais.”

 

03
Ago21

Cada uma destas fotografias quer proteger a vida selvagem em África

Niel Tomodachi

Dois fotógrafos europeus estão pela segunda vez a angariar fundos para doar à African Parks, organização não-governamental que gere 19 parques e reservas naturais em 11 países africanos.

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São impressões da vida selvagem em todo o seu fulgor — e querem ser um rugido visual da importância de conservar os animais, habitats e as pessoas que todos os dias os protegem e deles dependem. Mais de 170 fotógrafos doaram imagens que podem ser compradas online no site do projecto Prints For Wildlife, que na segunda edição da venda solidária está a recolher fundos para a African Parks

O objectivo dos fotógrafos Pie Aerts e Marion Payr é ultrapassar o valor que angariaram em 2020 e entregar um milhão de dólares norte-americanos (cerca de 841 mil euros) à organização não-governamental que gere 19 parques e reservas naturais em 11 países africanos. 

Já altamente ameaçado antes das restrições para travar a pandemia de covid-19, o sector da conservação da vida selvagem, muito dependente das receitas do turismo internacional, ficou ainda mais vulnerável. Os fotógrafos acreditam que a pandemia exacerbou a importância de uma gestão sustentável das áreas protegidas e querem mostrar que “só porque não podemos viajar para estes parques não significa que não os possamos apoiar”. “Onde a vida selvagem prospera, as pessoas prosperam”, escrevem, no site do projecto que reúne impressões de fotógrafos de 30 países, incluindo “talentos locais” do Ruanda, Quénia e Botswana. 

Cada fotografia, como as que estão nesta fotogaleria, custa 84 euros e está à venda até 11 de Agosto.

 

14
Jul21

Mais de 10 mil espécies estão em risco de extinção na Amazónia

Niel Tomodachi

Relatório elaborado por painel de cientistas destaca que é "crítico" reduzir a desflorestação e a degradação da floresta para zero em menos de uma década.

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Mais de 10 mil espécies de animais e plantas correm risco de extinção devido à destruição da floresta tropical na Amazónia, adverte um relatório publicado esta quarta-feira pelo Science Panel for the Amazon (SPA) citado pela Reuters.

A contínua destruição causada pela interferência humana coloca mais de oito mil espécies de plantas endémicas e de 2.300 animais em risco elevado de extinção.

Este relatório, que agrega as pesquisas de 200 cientistas de todo o mundo, representa a avaliação mais detalhada do estado da floresta tropical na Amazónia até hoje.

O relatório divulgado pela SPA salienta que é “crítico” reduzir a desflorestação e a degradação da floresta para zero em menos de uma década. O estudo pede ainda a reflorestação massiva de áreas que já foram destruídas.

Cerca de 35% da floresta tropical na Amazónia já foi destruída.

 

29
Jun21

Há uma nova esperança para salvar gorilas em África

Niel Tomodachi

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Pela primeira vez, um bebé gorila filho de pais que cresceram em cativeiro nasceu em pleno meio natural.

Aconteceu no Gabão (África) e dá novas esperanças a esta e outras espécies ameaçadas de extinção.

O parto inédito teve lugar no Parque Nacional do Planalto Bateke. Mayombe, a mãe, 13 anos, nasceu no ZooParc de Beauval, em França, enquanto Djongo, o pai, de 15 anos, no Port Lympne Safari Park, em Inglaterra. Ambos foram posteriormente introduzidos na natureza.

“É uma notícia extraordinária, uma inovação mundial muito significativa para a conservação desta espécie, que corre sério risco de se extinguir”, disse à agência AFP Delphine Delord, diretora assistente do zoológico de Beauval.

A Fundação Aspinall, que administra o Port Lympne Safari Park, informou que o gorila bebé se encontra bem de saúde, apesar de requerer ainda alguns cuidados. “Está frágil, muito embora se alimente bem”, assinalou.

Quase 80% do Gabão é coberto por florestas. Programas de proteção e habitação de primatas foram estabelecidos ao longo dos últimos anos nos parques do país para impulsionar o turismo.

Segundo dados da Fundação Aspinall, o número de gorilas das planícies ocidentais encontrados no Gabão diminuiu 60% nos últimos 25 anos.

No ano passado, as autoridades gabonesas proibíram que os visitantes observassem os primatas que habitam as florestas locais, por receio que os humanos pudessem transmitir o novo coronavírus aos animais.

 

29
Jun21

Vai de férias? Há um novo serviço para deixar o seu cão na melhor companhia

Niel Tomodachi

O serviço de pet sitting da plataforma 55+ está disponível em várias zonas do País, como Porto e grande Lisboa.

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Com a chegada do verão e da época de férias chegam também as inseguranças e dificuldades de muitos donos em encontrar um serviço de confiança onde deixar os seus animais de estimação durante o seu período fora de casa. Algumas pessoas preferem deixar os animais em hotéis próprios, enquanto outras os deixam nos canis. A plataforma 55+ trouxe uma solução que dará ao seu companheiro uma estadia mais segura e intimista.

A oferta da plataforma é nada mais, nada menos, do que um serviço de pet sitting. Mas não é um serviço qualquer. Com o objetivo de ajudar as pessoas com mais de 55 anos — que possam estar desempregadas ou já reformadas — a sentirem-se úteis e valorizadas, o serviço oferece exclusivamente a companhia destes cidadãos ao seu canino.

Caso queira solicitar o serviço de pet sitting, basta escolher a opção na plataforma, definir os detalhes da reserva e de seguida será contactado pela equipa onde será atribuído o especialista 55+ mais perto e adequado a si. Depois, apenas necessita de se deslocar com o seu patudo à casa escolhida e pode ir de férias descansado sabendo que o mesmo está em boas mãos.

Além do pet sitting, o projeto 55+ ajuda pessoas com mais de 55 anos, através da realização de serviços como babysitting, pequenos arranjos, comida ao domicílio, jardinagem, entre outros.

Atualmente, o serviço de pet sitting está disponível nos concelhos do Porto, Matosinhos, Maia, Paredes e Valongo, assim como em Aveiro e na grande Lisboa.

 

09
Jun21

Israel é o primeiro país a proibir o comércio de peles de animais para moda

Niel Tomodachi

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Israel proibiu esta quarta-feira por decreto ministerial o comércio de peles de animais para a moda, tornando-se no primeiro país a aprovar essa estrita legislação, anunciou o Ministério do Ambiente.

"O comércio de peles de animais, importação e exportação, vai ser proibido, exceto para as necessidades de investigação, educação e certas tradições religiosas", indicou o ministério em comunicado, especificando que a proibição vai entrar em vigor dentro de seis meses.

O uso de pele, ritualmente utilizado para o "Shtreimel", um chapéu de pele verdadeira usado por alguns judeus ultraortodoxos, permanece então autorizado.

"A indústria do comércio de peles causa um sofrimento inimaginável aos animais e este decreto transformará o mercado de moda israelita tornando-o melhor no cumprimento das normas ambientais", afirmou a ministra do Ambiente, Gila Gamliel.

O ministério publicou também uma carta enviada por Jane Halevy-Moreno, diretora da Coligação Internacional Anti-Pele (IAFC, na sigla em inglês), saudando este decreto que descreveu como "gesto histórico".

"Israel é o primeiro país do mundo a fechar as portas a esta indústria cruel", escreveu Halevy-Moreno.

Em 1976, o país já tinha proibido a criação de animais para o aproveitamento das peles.

Vários países em todo o mundo introduziram proibições parciais ao comércio de peles, particularmente para espécies em vias de extinção, como as focas.

A proibição total do comércio de peles está em vigor apenas em algumas cidades, como São Paulo, no Brasil, ou no estado norte-americano da Califórnia.

A Índia já aprovou regulamentações semelhantes em todo o país, mas apenas para peles de visons, martas, raposas e chinchilas.

 

29
Mai21

“Bookings” para férias dos animais

Niel Tomodachi

Para quem quer levar consigo os amigos de quatro patas ou procura um lugar para os deixar enquanto está fora, já há plataformas que simplificam a vida aos donos e poupam horas de busca.

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Com as férias à vista e a procura por destinos de verão, surgem as dúvidas sobre hotéis que aceitem animais de estimação ou lugares para os deixar enquanto estamos fora. Estas plataformas são autênticos “Bookings” para animais que juntam, num só site, alojamentos e restaurantes pet friendly, hotéis, famílias solidárias, serviços veterinários ou atividades turísticas que abrem a porta a cães e gatos.

Foi já este ano, em março, que surgiu a Tails Travel, a plataforma de viagens pet friendly, pelas mãos de Sara Bastos, 28 anos, que se juntou a três amigas para fazer o projeto acontecer. Tem seis cães e seis gatos, gosta de viajar. “Sempre que ia de férias em grupo, era um sarilho para encontrar casa. Nas plataformas de reserva, muitos alojamentos dizem que são pet friendly mas não dizem quantos animais aceitam. Se fôssemos quatro amigos e 15 cães, já não dava.” As taxas também estão, muitas vezes, ocultas. Sara perdia horas à procura e decidiu começar a anotar serviços e alojamentos amigos dos animais.

Num só site, decidiu agregar todos os serviços pelo país. Alojamentos e restaurantes pet friendly, hotéis para animais, serviços de dog walker, lojas, veterinários. Basta usar o filtro para pesquisar por local, número de animais, tipo de alojamento (hotel, casa rural, etc.). “E mostrámos todas as taxas associadas. Às vezes, fica 50 ou cem euros mais caro.” A plataforma também permite procurar atividades turísticas, praias, parques, shoppings pet friendly.

A Tails Travel organiza roteiros para fazer com os animais a partir de 20 euros. E ainda disponibiliza um serviço veterinário online e gratuito, 24 horas por dia. “Para situações em que o cão vomita ou está apático. Para a pessoa não entrar em pânico e não ter que cancelar as férias.” O site está em português, inglês, espanhol, francês e alemão. Segundo Sara, “57% dos donos de animais planeiam fazer uma a duas viagens com cão por ano”. Há cerca de três mil alojamentos pet friendly em Portugal.

Pouco mais antiga é a Pet B Home, que tem um conceito comunitário. Junta famílias disponíveis para receber em sua casa, gratuitamente, cães e gatos durante as férias dos donos. Pedro Paiva é treinador de cães há duas décadas e lançou a plataforma há um ano. “Muita gente recorria a mim para encontrar um sítio para os animais quando ia de férias. Uma das principais causas de abandono é a época sazonal. Senti que faltava uma alternativa.” Não só por questões financeiras, mas também porque nem todos ficam confortáveis em deixar o companheiro de quatro patas fechado numa box durante 15 dias.

A plataforma funciona na base de troca: as famílias registam-se e disponibilizam-se para receber um animal em casa. Como contrapartida, também podem pedir a outra família que tome conta do seu animal quando estiverem fora. No final, avaliam-se.

Mas a Pet B Home também ajuda quem não tem disponibilidade para receber um animal em sua casa. Redireciona para hotéis, quintas ou famílias de pet sitting a baixo custo (desde cinco euros por dia). O algoritmo, que Pedro levou três anos a criar, trata de tudo.

Em 2019, a Pet B Home tinha perto de duas mil famílias ativas. E não tem só alojamento. Também inclui serviços de banhos e tosquias, clínicas e hospitais veterinários. Basta introduzir o código postal e o que procura.

 

21
Mai21

Parte dos cães adotados no Porto adoeceu quando confinamento acabou

Niel Tomodachi

O confinamento em 2020 trouxe associado um 'boom' de pedidos de adoção de animais na região do Porto, uma solução que associações contactadas pela Lusa revelaram ter causado problemas de saúde, sobretudo aos cães, assim que o país desconfinou.

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Os efeitos colaterais da chegada da covid-19 pesaram também na vida dos animais adotados no primeiro trimestre de 2020, depressa passando das 24 horas de companhia humana durante o confinamento para 12 horas de solidão assim que as pessoas retomaram as suas rotinas profissionais e escolares, situação que segundo Lígia Andrade, da Associação Midas, "traumatizou os animais".

"A partir de março de 2020, houve um 'boom' de pedidos de animais para adoção e, no nosso caso, porque já tínhamos confinado, apenas tratamos as adoções que haviam chegado antes do país fechar", explicou à Lusa a responsável da associação de Matosinhos.

Nesse contexto, criaram a campanha "O animal não é apenas para confinar", sensibilizando as pessoas para a "responsabilidade que é adotar um animal", disse Lígia Andrade.

"Atualmente, estamos a receber muitos pedidos para entregar animais, alegando as pessoas que os encontraram, recolheram ou adotaram, sendo que esses animais nem sequer têm um ano de idade, ou seja, foram para as famílias após a chegada da pandemia e agora as pessoas querem entregá-los", observou.

Entre os motivos invocados, descreveu, estão o "mudar de casa, foram despejados ou que vão emigrar", contou a responsável da associação que anualmente entrega "300 animais para adoção" e apresenta uma "taxa de devolução inferior a 1%".

"São muitos por dia, muitos pedidos de ajuda da mais variada ordem. Até houve casos de cães cujos donos tinham morrido por causa da covid-19, como aconteceu em março e abril deste ano", acrescentou.

Conclui Lígia Andrade que "a covid-19 ajudou a inflacionar o problema".

"Findo o confinamento, as pessoas retomaram os seus ritmos normais, indo trabalhar ou para a escola e o animal passa a ser um empecilho, passando de um cenário de 24 horas na companhia dos humanos para 12 horas de solidão, o que os faz entrar em depressão, sendo que não têm a nossa capacidade para o manifestar", disse.

Ângela Lima, do Cantinho do Tareco, um gatil na Maia, viveu em dobro o aumento da realidade em 2020, confirmando à Lusa ter aumentado o número de gatos adotados, mas também de animais recolhidos, uma missão para a qual a associação que integra contou com uma ajuda extra.

"Tivemos muitas adoções de gatos em 2020, mas também acolhemos mais gatos que o normal, pois conseguimos arranjar famílias de acolhimento temporário para ficarem com as ninhadas", explicou.

Questionada sobre se tinha recebido pedidos de devolução de gatos alegando que estes passaram a estar sozinhos em casa, a responsável minimizou a questão.

"A solidão nos gatos não se manifesta da maneira agressiva como a que é descrita no caso dos cães. Os gatos são mais independentes e, ao mesmo tempo, mais reservados", sublinhou.

A Cerca - Abrigo dos animais abandonados, na Póvoa de Varzim, segundo a responsável Raquel Nobre, optou por antecipar o problema e não entregou nenhum animal para a adoção assim que o país fechou.

"Apercebemo-nos que, como as pessoas estavam em casa, ter um animal por perto fazia-lhes bem para ultrapassar o confinamento. O problema é que o regresso à normalidade iria fazer com que o animal acabasse por ficar sozinho e desatasse a roer, a fazer asneiras, a fazer barulho e acabaria por ser devolvido", disse à Lusa a diretora.

20
Mai21

Eis o local do carro onde o seu cão se sente mais confortável

Niel Tomodachi

Dê um passeio de carro com o seu cão em segurança, garantido o conforto do patudo.

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Vai fazer uma viagem com o seu melhor amigo de quatro patas? Se é o caso, apostamos que quer fazê-la em segurança garantindo que tudo corra tudo bem.

Para os donos de cães, as viagens de carro podem ser uma experiência agradável ou uma que preferem não lembrar. O seu cão não deve mesmo andar à solta no automóvel. Porquê? Porque ter um animal solto no carro pode significar distrações e, portanto, provocar situações de perigo.

Mas, ao que parece, onde o seu cão se senta durante os passeios de carro desempenha um papel importante no seu nível de conforto. E a música que passa na rádio durante a viagem também é importante!

Ao usar monitores de batimentos cardíacos, a empresa Compare The Market realizou um estudo com quatro raças diferentes de cães de diferentes tamanhos (Jack Russel, Poochon, Cocker Spaniel e Red Fox Labrador) para determinar quais os locais do carro que fizeram com que os cães abanassem as suas caudas e quais as áreas que mais aumentaram as suas taxas cardíacas.

A pesquisa revelou que os cães se sentiram mais confortáveis quando o seu dono estava à vista, com os seus batimentos cardíacos a diminuir em -6,8% no banco da frente (sendo a raça Jack Russel a que fica mais relaxada neste local) e -9,5% no banco de trás (sendo a raça Poochon a que fica mais relaxada nesta área), quando comparados com a frequência cardíaca média.

Em contraste, os cães ficaram mais desconfortáveis quando o seu dono estava completamente fora de vista – sendo a raça Red Fox Labrador a que fica mais stressada nesta situação. O lugar atrás dos condutores também deve ser evitado, sendo a raça Cocker Spaniel a que fica mais ansiosa nesta área.

A opinião dos especialistas sugere que, para os nossos patudos, os seus seres humanos são muitas vezes a sua principal ligação social e, por isso, estar separado deles durante uma viagem de carro, especialmente na mala, pode resultar em sentimentos de ansiedade.

Stephen Zeller, diretor geral de seguros gerais da Compare The Market, disse em comunicado: “Se está a planear uma viagem de carro, não se esqueça de considerar a segurança e o bem-estar do seu cão, que se estende até onde estão seguros no seu carro, que tipo de música ouve e a que temperatura deve estar o interior do veículo“.

Se o seu cão tende a sentir-se desconfortável nos veículos, o estudo sugere que a música com 50 ou 60 batimentos por minuto é melhor para manter o seu cão relaxado. A Compare The Market criou uma playlist – ‘Pooch Perfect Cars’ no Spotify – com canções como Ronan de Taylor Swift e Hallelujah de Leonard Cohen para ajudar o seu cão a sentir-se à vontade na sua próxima viagem.

Para fazer download da playlist visite: https://www.comparethemarket.com.au/car-insurance/pooch-perfect-cars/.

 

20
Mai21

Leonardo DiCaprio doou 35 milhões de euros para ajudar a salvar as ilhas Galápagos

Niel Tomodachi

A doação ajudará a renaturalizar a ilha e a salvar diferentes espécies em perigo.

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O ator e ambientalista Leonardo DiCaprio anunciou uma doação de 43 milhões de dólares (aproximadamente 35 milhões de euros) para o começo de operações de conservação ambiental e animal nas ilhas Galápagos, no Equador.

Esta iniciativa é em parceria com a Re:wild, organização fundada por DiCaprio juntamente com cientistas de conservação e em conjunto com a diretoria do Parque Nacional de Galápagos, a organização Island Conservation e comunidades locais. O projeto é também apoiado por Marcelo Mata Guerrero, ministro do ambiente e da água do Equador. O objetivo da intervenção é renaturalizar as ilhas de Galápagos e também todos os arquipélagos do Pacífico na América Latina. 

A doação de Leonardo DiCaprio vai ajudar a financiar projetos que restaurarão a Ilha Floreana, onde habitam 54 espécies em vias de extinção. O projeto pretende também reintroduzir na ilha 13 espécies já localmente extintas, como é o caso do pássaro de Floreana. Estes 43 milhões de dólares financiarão também um programa de reprodução em cativeiro e outro projetos, para prevenir a extinção da iguana-rosa.

Paula Castaño, ambientalista que trabalhará ao pé de DiCaprio diz que “o tempo está a acabar para muitas espécies, especialmente em ilhas onde as suas pequenas populações estão vulneráveis e ameaçadas.”

Já há muitos anos que DiCaprio tem mostrado a sua face mais ambientalista, e já doou mais de 100 milhões de dólares  (aproximadamente 82 milhões de euros) com o objetivo de apoiar diferentes programas e projetos ambientais.

 

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