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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

25
Jun22

O Banco Solidário está aí. Vá ao hipermercado e ajude 65 mil animais em risco

Niel Tomodachi

Este fim de semana pode ajudar, nos hipermercados Continente, os animais das associações e de famílias carenciadas.

O Banco Solidário Animal (BSA) regressa às lojas neste fim de semana de 25 e 26 de junho para uma campanha nacional de alimentos e de outros bens de primeira necessidade para animais de companhia em risco. A campanha física vai decorrer nos hipermercados Continente e supermercados Continente Bom Dia no sábado e domingo. E regressa nos dias 2 e 3 de julho, desta vez às lojas Continente Modelo de todo o país.

Ração seca e húmida para cão e gato, areia, produtos de higiene e limpeza, trelas, coleiras ou comedouros são alguns dos produtos mais necessários.

Os bens angariados vão ajudar os cerca de 65 mil animais em risco apoiados pelo BSA e serão distribuídos por mais de 600 associações e grupos informais de apoio animal de todo o país.

Os vales solidários são outra forma de ajudar e já estão operacionais desde ontem. Estão disponíveis não só nas lojas mas também no website do Continente e em www.mercadao.pt. Pode escolher doar 1€, 2€, 3€ ou 5€ e fazer a diferença.

 

Maior campanha nacional

A Animalife é a entidade criadora e organizadora do Banco Solidário Animal, que é a maior campanha nacional de recolha de alimentos e outros bens essenciais para animais, que acontece três vezes por ano em hipermercados e supermercados de todo o país, incluindo ilhas.

O BSA, reconhecido como uma das iniciativas mais importantes da causa animal em Portugal, foi criado para ajudar o maior número possível de animais em risco.

O seu objetivo é providenciar alimento: a animais que vivem à guarda de associações, grupos e protetores individuais; a animais errantes; e a animais pertencentes a famílias em situação de carência económica e a pessoas em situação de sem-abrigo. “Procura, deste modo, contribuir para evitar o abandono e a consequente sobrepopulação de animais, quer na rua quer nos abrigos”, refere a associação no seu website.

As associações e grupos de apoio animal beneficiam e armazenam a totalidade da ração angariada nas lojas que lhes são atribuídas, sendo responsáveis por fazer chegar os bens a quem mais necessita nas localidades onde estão inseridas, para além de salvaguardarem a alimentação dos animais que têm a cargo nos seus abrigos.

A Animalife é, além de promotora, uma das entidades beneficiárias da campanha. Participa ativamente na recolha de bens em algumas lojas de Lisboa e do Porto. Esses donativos são armazenados e distribuídos diretamente a famílias em situação de carência económica comprovada e a pessoas em situação de sem-abrigo, inscritas nos programas de apoio social da associação.

 

22
Jun22

PAN quer que animais de companhia tenham acesso a todas as praias

Niel Tomodachi

O partido defende que é uma medida importante para as famílias, especialmente quando nas férias se abandonam mais animais.

E se pudesse levar o seu animal de companhia a todas as praias? É esta a proposta apresentada pelo PAN — Pessoas, Animais, Natureza e que visa permitir o acesso de animais de companhia nas praias.

Trata-se de “uma medida a pensar nas famílias que querem usufruir da companhia dos seus animais de companhia no dia-a-dia e que promove também o combate ao abandono nesta altura do ano tão crítica”, refere o partido numa publicação na sua página oficial do Facebook.

Inês de Sousa Real, porta-voz do PAN, sublinha que “os animais de companhia fazem cada vez mais parte integrante das famílias”.

Por isso, “toda e qualquer medida que promova e facilite a integração dos animais na vida dos seus detentores, em particular numa época em que sabemos que existe a necessidade de deslocarem com o agregado familiar, promove, consequentemente, o combate ao abandono, que continua a ser um flagelo no nosso país, que se agrava especialmente no período de verão”, acrescenta.

O PAN propõe assim que as praias tenham zonas específicas onde os animais de companhia possam estar com seus detentores, desde que cumpram com as obrigações legais em vigor.

O partido apresentou um projeto de lei.
 
 

Na exposição de motivos do projeto de lei, o partido recorda que “em Portugal há cerca de três milhões de animais de companhia registados no Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC), sendo que se estima que cerca de metade dos lares têm, pelo menos, um animal de companhia”.

“A tendência indica que esse valor tem vindo a aumentar, de acordo com o estudo realizado pela GFK — Growth for Knowledge, demonstrativa da importância que os animais de companhia e o seu bem-estar têm nos agregados familiares portugueses”, refere.

O mesmo estudo dá nota de que os animais de estimação são percecionados como contribuindo para o bem-estar físico e psicológico dos seus tutores, sendo esta uma das razões apontadas para justificar o seu crescente aumento. “E, naturalmente, sendo entendidos como parte integrante da família deverão, igualmente, estar habilitados a acompanhar a sua família nas suas atividades, como as praticadas ao ar livre, como a ida à praia, como já acontece em diversos países europeus”, defende o PAN.

O partido justifica a sua proposta com o exemplo de Espanha, Itália e Grécia. “Em Espanha, por exemplo, toda a costa tem praias disponíveis para que os detentores e os seus animais possam circular e permanecer. Em Itália, os cães podem estar em todas as áreas públicas desde que de trela, com identificação eletrónica e desde que os detentores possuam na sua posse a documentação dos animais. Na Grécia, por seu turno, os cães são admitidos em todas as praias desde que estejam de trela”.

“Ainda que as normas para permanência dos animais possam divergir, no essencial — nomeadamente a permissão de permanência — está prevista em todos estes países. Acresce também que cada vez mais pessoas que visitam o nosso país se fazem acompanhar dos seus animais de companhia, apesar das limitações existentes”, aponta o projeto de lei.

O PAN diz ainda ser importante relembrar que os Centros de Recolha Oficial de Norte a Sul do país alertaram para o aumento dos números de abandono de animais de companhia desde o início da pandemia. “Por conseguinte, toda e qualquer medida que promova e facilite a integração dos animais na vida dos seus detentores, promove, consequentemente, o combate à prática de crime de abandono, que continua a ser um flagelo no nosso país, o qual se agrava especialmente no período de verão, com as férias dos detentores”, defende.

Agora que a época balnear de 2022 já arrancou em Portugal, é proibida a permanência de cães nas praias concessionadas (à exceção dos cães de assistência). Atualmente, existem em Portugal oito praias pet friendly: quatro na região norte, duas no centro do país, uma na região de Lisboa e outra a sul da capital.

 

21
Jun22

Investigadores lançam plataforma para tutores de animais com cancro

Niel Tomodachi

O objetivo é criar uma comunidade que estude e partilhe informação sobre a oncologia veterinária em todos os aspetos.

Investigadores do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) lançaram uma plataforma online, a Pet-OncoNet, destinada a proprietários de animais de companhia com cancro com o objetivo de facultar informação “credível, rigorosa e útil” e caracterizar fatores de risco associados ao desenvolvimento da doença.

A plataforma surge da lógica One Health (uma abordagem que exige os esforços colaborativos de várias disciplinas trabalhando local, nacional e globalmente, para alcançar a saúde ideal para pessoas, animais e  meio ambiente) e da necessidade de preencher “uma lacuna de conhecimento nesta área”, explicou Kátia Pinello, investigadora do ISPUP e professora no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), à agência Lusa.

“Sentimos que os tutores se sentem perdidos ao lidar com o diagnóstico de cancro nos companheiros de quatro patas”, afirmou a investigadora, que é uma das coordenadoras do projeto.

A Pet-OncoNet apresenta informação sobre os conceitos básicos do cancro, os tipos de tumores, as raças de cães com maior predisposição para o desenvolvimento de tumores, formas de detetar precocemente o cancro no animal de estimação, informação sobre os ensaios clínicos que estão a decorrer em vários países, e o apoio ao fim de vida.

“O nosso objetivo é criar uma comunidade que estude e partilhe informação sobre a oncologia veterinária em todos os aspetos”, sublinhou a investigadora à Lusa.

No website encontramos também um questionário epidemiológico que a equipa de investigadores convida a que seja preenchido pelos tutores. “A Vet-OncoNet também precisa da vossa participação, partilhando informação sobre os hábitos do seu animal de companhia. Só com a vossa participação é que conseguiremos dar resposta às questões sobre o cancro nos animais de companhia. Participem”, desafia.

Nesse questionário são feitas perguntas sobre o nosso animal, já que é importante saber a espécie, raça, sexo, idade e até mesmo personalidade do nosso melhor amigo. Há também perguntas sobre os seus hábitos alimentares, a zona onde vivem e com quem convivem, sem esquecer a referência a outros problemas de saúde que possam ter.

Os investigadores querem também criar um “grupo de apoio psicológico” para ajudar os tutores a lidarem com o luto animal, questão que “ainda não é muito bem aceite”, afirmou Kátia Pinello à Lusa. “O luto animal tem implicações ao nível da saúde pública” e “é importante saber enfrentar o luto animal”.

Para poderem dar seguimento ao projeto, os investigadores necessitam de ajuda financeira, estando por isso prevista a abertura de uma campanha de crowdfunding no website Pet-OncoNet.

A plataforma, desenvolvida em parceria com a Oncowaf — que é financiada pelo Fundo Belga para Cancro em Animais (BKFD) —, é uma das interfaces da rede Vet-OncoNet, lançada em dezembro de 2019 com o objetivo de reunir informação sobre neoplasias presentes em animais de companhia e criar um registo oncológico animal a nível nacional.

 

16
Jun22

Já conhece a areia de tofu para o seu gato? É biodegradável e sai mais barata

Niel Tomodachi

Marca portuguesa Doggato foi "umas primeiras a exportar para a Europa esta nova areia". E garante: "tem cada vez mais adeptos".

Num tempo em que a proteção do ambiente é cada vez mais importante, também os nossos pequenos gestos do dia a dia podem contribuir para isso. E o mercado, percebendo a tendência, vai também trabalhando nesse sentido. Haverá leitores que conhecem a areia de tofu, mas, estamos certos, este texto será uma novidade para a maioria dos tutores de gatos.

“É um produto inovador porque é 100% biodegradável, ou seja, é possível retirar os aglomerados de fezes e urina, deitar na sanita e despejar diretamente o autoclismo“, explica à PiT João Pinto, sócio-gerente da Doggato, a loja portuguesa online que foi “das primeiras a trazer para a Europa” esta areia de origem asiática.

Até aqui, quem tem gatos em casa conhece o processo de cor e salteado: limpa-se a areia, retiram-se os cocós e as bolas de areia aglomerada, mete-se tudo num saco, põe-se no cantinho da cozinha, e quando se for ao lixo leva-se tudo. “É um processo simples mas chato, que por vezes acumula maus odores em casa”, acrescenta João Pinto.

“Esta areia , “além de ter um cheirinho agradável”, tem um poder de aglomeração muito maior, que chega a ser de 400% em relação à areia tradicional. O que significa que, para lá da comodidade de poder deitar tudo pela sanita e saber que é 100% biodegradável, tem também uma componente económica simpática”.

A areia de tofu é 100% natural e, portanto, biodegradável.
 
 

O empresário dá o exemplo: um saco de 5kg de areia de tofu, como é mais aglomerante, “dá para dois meses”, enquanto que “quem usa a areia tradicional sabe que em média precisa de gastar cerca de 15kg em cada dois meses”. João Pinto explica que esta areia comercializada pela Doggato “tem vindo a ter cada vez mais procura, porque, apesar de um saco ser um pouco mais caro, ela rende muito mais, é mais prática e cómoda e protege o ambiente.

E há ainda uma vantagem adicional: a areia de tofu é isenta de pó, tornando-se a escolha ideal para gatos com problemas respiratórios ou alergias.

A Doggato é uma empresa portuguesa, lançada no Norte do país em 2016, que comercializa mais de 60 marcas de alimentação e todos os acessórios imprescindíveis para gosta de cães, gatos ou outros pets.

 

09
Jun22

A caverna do seu gato onde também pode repousar os pés

Niel Tomodachi

Prática e confortável, é a toca perfeita para o seu felino e foi feita a pensar também em si.

Cada vez mais precisamos de soluções simples e práticas para o nosso dia a dia. E isso inclui os nossos animais de companhia. Por isso mesmo, as marcas que desenvolvem acessórios, brinquedos e mobiliário para pets têm-se focado também em produtos dois em um, que atendam às necessidades de donos e animais.

Foi nessa lógica que a PawHut criou uma otomana — que funciona também como banqueta repousa-pés — para o seu gato e para si.

Este artigo multifuncional não é apenas uma caverna para gatos, mas também um prático poiso para os pés. Sendo capaz de suportar até 30 kg na parte superior, poderá usá-lo como apoio para os pés quando estiver deitado no sofá.

Além disso, inclui uma almofada de pelúcia macia — que é lavável — para que seu gato possa descansar confortavelmente dentro da caverna.  Pode comprá-la por 41,99€ na Aosom.

Por possuir pés, a base desta caverna fica levemente elevada, protegendo os seus animais de estimação da humidade e reduzindo o impacto do solo nas articulações do seu pet.

A abertura frontal permite que o seu gato entre e saia facilmente do “condomínio”, além de que pode remover a parte superior, oferecendo assim um espaço mais ventilado.

Adequado para gatos que tenham até 5 kg, vai ser uma peça imprescindível na sua sala. Ele vai gostar da nova toca, onde poderá fazer umas sonecas e espreitar o que o rodeia – porque gato que é gato também é cusco.

 

09
Jun22

Puppr: Esta app vai ajudá-lo a treinar o seu cão

Niel Tomodachi

Dos mais básicos aos mais complexos, ensine ao seu cão todos os truques que conseguir e partilhe na app os resultados do treino

Se tem um cão, certamente já gastou muito do seu tempo a tentar ensiná-lo. Seja um simples “senta” ou um “fica”. A verdade é que nem sempre é tarefa fácil, seja porque nem todos os cães aprendem comandos com a mesma facilidade, seja porque nem todos somos especialistas em treino canino.

A Puppr, uma aplicação para telemóveis, existe para o ajudar nesta tarefa que tanta paciência requer. A ideia nasceu com a colaboração entre um casal de programadores, Michael e Alice, e uma das mais cobiçadas treinadoras de cães do mundo, Sara Carson.

Michael e Alice contam que, quando arranjaram o seu primeiro cão, procuraram online como o ensinar, e depararam-se com os vídeos virais de Sara Carson com os seus Border Collies a fazer todo o tipo de acrobacias. “O mais impressionante foi ver a capacidade da Sara de explicar os passos todos daqueles truques tão complexos e apenas usando técnicas de treino de reforço positivo”, explica Alice.

O casal entrou em contacto com a treinadora através do Instagram na tentativa de perceber se estaria interessada em criar uma app em conjunto e partilhar os seus treinos com todos os donos de cães pelo mundo fora. Assim nasceu a Puppr.

Na Puppr vai encontrar vídeos-aula com explicações passo a passo de mais de 100 truques diferentes, desde ensinar a fazer as necessidades no sítio certo até acrobacias complexas como o pino ou saltos 360º.

Em qualquer página vai encontrar um botão que, quando pressionado, emite o som de um clicker, um aparelho muito utilizado no treino de reforço positivo que habitua os cães a ouvir um som específico quando cumprem alguma tarefa que lhes é proposta. Habituando-os a ouvir esse som no momento em que recebem um biscoito acaba por se tornar numa recompensa, mesmo quando deixa de haver biscoito.

A aplicação é gratuita mas, aqueles que optarem pela subscrição mensal de 13,99€ ou a anual de 69,99€, têm direito a chat ao vivo com a equipa de treinadores certificados da Puppr.

Existe também a possibilidade de partilhar fotografias do seu cão a mostrar os truques que aprendeu com a comunidade Puppr, registar o progresso do patudo através de medalhas obtidas à medida que vai progredindo e ainda ativar alarmes para o relembrar de quando tem que ir à rua ou começar mais uma sessão de treino.

 

Treine com uma das melhores do mundo

Imediatamente após lançar a Puppr, Sara Carson participou no America’s Got Talent com um dos seus cães, o Hero. As incríveis exibições de ambos valeram-lhes o 5º lugar no maior concurso de talentos do mundo. Acrescentando ao palmarés desta equipa, está o recorde do Guinness para mais truques realizados em apenas 1 minuto, uns impressionantes 49.

 

31
Mai22

“Animais e Pessoas” – lançamento do livro é no sábado e evento é pet friendly

Niel Tomodachi

A obra aborda os maus-tratos a animais como um link para a violência contra pessoas, e a intervenção necessária.

Todos os amantes de animais estão ligados por valores comuns, que passam por dar aos seus amores de quatro patas um lar onde sejam acarinhados, cuidados e respeitados. Em Portugal, apesar dos avanços na causa animal, há ainda um longo caminho a percorrer no que diz respeito à defesa e promoção dos seus direitos.

Foi a pensar nessa caminhada que há ainda a fazer que o psicólogo forense Mauro Paulino, a advogada Sandra Horta e o especialista em comportamento canino Pedro Emanuel Paiva — que é também o Provedor do Animal da Câmara Municipal de Lisboa — se juntaram para coordenar uma obra de leitura indispensável: “Animais e Pessoas: Maus-tratos a Animais, Link para a Violência contra Pessoas e Intervenção”, da editora Pactor.

O livro conta com a participação de uma equipa multidisciplinar de mais de 20 autores e é prefaciado pela jornalista Clara de Sousa — com uma partilha muito emotiva do que é ter animais de companhia e lidar com a sua perda —, sendo o posfácio assinado pelo juiz desembargador Edgar Taborda Lopes.

Em abril, perto de uma dezena de figuras públicas deu a cara por esta obra, que tem o apoio da CML, numa iniciativa integrada numa campanha de sensibilização em que se fizeram acompanhar pelos seus animais de estimação. A PiT esteve lá e contou como foi.

Agora é chegada a data do lançamento do livro, que custa 26,96€. É já no dia 4 de junho, às 15h30, na Estufa Fria, em Lisboa. E, como não podia deixar de ser, o evento é pet friendly. Se estiver interessado em ir, confirme a sua presença.

“Este evento, em que os fiéis companheiros de quatro patas estão também convidados, realiza-se no âmbito da campanha de sensibilização contra maus-tratos de animais e pessoas, que resulta de uma parceria entre a Casa dos Animais de Lisboa e a Mind | Instituto de Psicologia Clínica e Forense”, explica a CML em comunicado.

Além do município lisboeta, da Casa dos Animais de Lisboa e das figuras públicas que se uniram para fazer a campanha, a obra “Animais e Pessoas” conta ainda com o apoio da Santogal Mini, Shots&Cuts, BIG IDEA, Observatório Nacional para a Defesa dos Animais e Interesses Difusos, Casinha do Monte, Pactor Editora e Lola Make Up.

“Animais e Pessoas” é uma obra pioneira, que procura captar a atenção da sociedade para problemas estruturais como os maus-tratos a animais e a violência contra as pessoas, “e que dá o devido reconhecimento da mais-valia das intervenções assistidas por animais, em particular por cães, nos mais diversos contextos, como nas perturbações do neuro-desenvolvimento ou na justiça”, acrescenta a Câmara Municipal de Lisboa.

Os direitos de autor deste livro revertem a favor da AVA — Associação Vida Autónoma, uma instituição que acolhe pessoas sem abrigo juntamente com os seus animais de companhia.

 

30
Mai22

Pet Vacuum — o aspirador que suga os pelos e massaja o seu cão e gato

Niel Tomodachi

Se recebe pessoas alergicas, tem um bebé que começa a gatinhar ou simplesmente não quer pelos em casa, tem de experimentar.

Quem tem animais cães e gatos em casa sabe que é difícil mantê-la sempre sem pelos. Já existem aspiradores próprios para quem os nossos amigos que largam pelo, como o Bissel Pet Hair Eraser, e até esfregonas que fazem maravilhas. Mas sabia que há aspiradores que funcionam no próprio animal?

É isso mesmo. Existe e com um preço muito em conta. O aspirador Pet Vacuum, à venda por 9,95€ na Insania, é ideal para manter o seu animal sempre impecável, impedindo assim a queda do pelo no chão. E vai ter a casa muito mais limpa.

A presença de pelos e ácaros pode provocar sintomas alérgicos em alguns dos seus familiares e amigos. Também pode ter um bebé em casa que começa a gatinhar, e vai querer o chão o mais asseado possível. Com o Pet Vacuum, resolve esses problemas — basta passar o aspirador sempre que necessário.

Este aspirador também melhora bastante o bem-estar do seu animal, sobretudo nas estações mais quentes do ano. Isto porque a remoção dos pelos mortos permite que o seu cão ou gato não tenha tanto calor – acabando por ser uma forma de os refrescar.

Com o Pet Vaccum, acabou o trabalho penoso de limpar o chão, a roupa e o sofá vezes sem conta durante o dia. Como o pelo morto é apanhado ainda quando se encontra agarrado ao pelo restante, tudo se torna mais fácil.

É ideal para cães e gatos, não devendo ser usado em animais mais pequenos, como hamsters.

Feito em ABS e borracha, é fácil de utilizar e a aspiração é suave, para não magoar o seu amigo peludo. A cabeça de borracha é macia e acaba, também, por ser uma forma de lhe fazer uma massagem.

Não possui fios, o que significa que pode usá-lo em qualquer lado. Funciona a pilhas, sendo necessárias três pilhas AA (que não vêm incluídas).

Além disso, este aspirador é muito fácil de limpar: tem um reservatório onde se acumulam os pelos aspirados, que pode ser esvaziado para o lixo diretamente. Simples e prático.

 

24
Mai22

Varíola dos macacos: quem estiver infetado deve afastar-se dos animais

Niel Tomodachi

A transmissão entre humanos e animais é "muito reduzida", mas "teoricamente possível". Não há casos conhecidos entre pets.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) alerta que quem estiver infetado com Monkeypox — conhecida como a varíola dos macacos — não deve manter contacto com animais de estimação. A probabilidade da transmissão do vírus de humanos para animais é muito baixa, mas “teoricamente possível”, justifica.

A recomendação inclui um documento divulgado nesta segunda-feira, 23 de maio, pela ECDC, no qual o organismo explica que a informação sobre um animal doméstico ser hospedeiro do vírus da varíola dos macacos ainda é diminuta. Por isso, o melhor é a precaução. “A probabilidade deste evento acontecer [a transmissão de homem para animal] é muito reduzida”, garante. 

Até à data não há conhecimento de animais de estimação ou selvagens infetados. “Os roedores, particularmente os da espécies da família Sciuridae, são, provavelmente, hospedeiros adequados, mais do que os humanos”, diz o documento. Por isso, pessoas infetadas devem ter especial cuidado com o contacto com hamsters, gerbos, porquinhos-da-índia e esquilos.

O objetivo final será sempre evitar que o Monkeypox se dissemine na vida selvagem.

De recordar que a doença é de contágio difícil, sendo transmitida entre humanos através do contacto com as erupções cutâneas ou pela via sexual. Os infetados devem manter-se em isolamento.

Em Portugal, existem, até esta segunda-feira, 37 casos confirmados em laboratório. Os sintomas da varíola dos macacos passam por lesões ulcerativas, erupção cutânea, gânglios palpáveis, febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço.

 

23
Mai22

Gosta de correr com o seu cão? Isso tem um nome

Niel Tomodachi

Chama-se canicross e é uma modalidade que está a registar um grande crescimento em Portugal.

Quem tem um cão, sabe que a hora do passeio é a loucura. Saltos entusiasmados com um ‘vamos à rua?’ e corridas até à porta quando se pega na trela são imagens que lhe devem ser familiares. Mas há cada vez mais adeptos de algo mais do que um simples passeio. Já ouviu falar do canicross? Talvez até já o pratique, mas não sabia o nome.

O canicross é uma modalidade que está a crescer em Portugal e que consiste em correr por trilhos e caminhos com o seu cão — o que traz imensos benefícios, para si e para ele, especialmente em três vertentes: comportamento, saúde e diversão. 

A nível comportamental, “as atividades ao ar livre com seus donos, como corrida (canicross), ciclismo (bikejoring) e trotinete (scootering) permitem que o seu cão gaste a energia que, de outra forma, poderia ser usada em comportamentos destrutivos/indesejados em casa e/ou no jardim”, sublinha a Espaço Animal, uma loja portuguesa que vende o material essencial para estes desportos.

Por outro lado, “estudos recentes estimam que até um terço dos cães em todo o país estão acima do peso e esse número tende a continuar aumentar. A obesidade está relacionada com diabetes, doenças ortopédicas, doenças cardíacas, problemas respiratórios, etc.. Assim, está a melhorar a sua vida e a dos seus cães devido ao facto de praticarem atividade física regularmente”, refere a Espaço Animal, que também tem apoiado a modalidade através de workshops e treinos.

A diversão também faz parte.
 
 

Também a diversão é notória. Ao praticarem desporto juntos, reforçam os vossos laços e podem juntar-se a outras pessoas adeptas das mesmas modalidades, o que tornará estas saídas ainda mais animadas.

 

De que preciso para fazer canicross?

Se ainda não pratica a modalidade, saiba que há um kit básico para o canicross. E a Espaço Animal explica qual é, sendo composto por três elementos principais: um arnês adequado e bem ajustado para o cão; uma linha de tração para absorver o choque de qualquer puxão; e um cinto de canicross para que tenha o máximo de conforto ao correr.

Além do canicross, há também a modalidade de mushing, um desporto ou meio de transporte de tracção canina, que implica o uso de um ou mais cães para puxar bicicletas, triciletas, trotinetes ou trenós.

Já existem em Portugal competições a este nível — a última das quais realizada a 13 de março em Torres Vedras, com organização da Espaço Animal, que envolveu canicross, mushing, scootering e bikejoring.

Se quiser saber mais sobre estas modalidades e encontrar praticantes em Portugal, pode começar por visitar algumas páginas no Facebook, como a Canicross Espaço Animal, a Canicross.pt, a Associação Portuguesa de Mantrailing e Canicross, a Canitrail Portugal, a BushiWay Mushing Team ou a Mushing Portugal, bem como aderir a grupos dedicados a estes desportos, como por exemplo o Canicross & Canitrail Portugal.

Mesmo que não queira ainda experimentar alguma destas modalidades, poder ter as mãos livres é útil quando está com o seu cão fora de casa e já existem muitas trelas especialmente concebidas para esse efeito.

 

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