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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

19
Nov22

"Strange World" apresenta o 1º personagem adolescente abertamente gay

Niel Tomodachi

Com lançamento previsto para novembro, “Strange World” será o primeiro filme da Disney que abordará um romance abertamente gay entre adolescentes. O cartaz de divulgação foi apresentado durante a divulgação oficial da animação, que aconteceu no Instagram oficial da Walt Disney Animation Studios.

“A cena mostra o filho sendo muito tímido na frente do garoto que ele gosta, e seu pai entra e diz: ‘Prazer em conhecê-lo! Meu filho fala de você o tempo todo’ e envergonha ainda mais o filho. Muito lindo”, descreveu o desenhista de Strange World, Matthieu Saghezchi, no Twitter.

Recentemente, a Disney lançou “Lightyear”, um spin-off de “Toy Story”. A animação exibe um beijo lésbico. Proibido em 14 países de maioria muçulmana, além da China, o filme teve bilheteria abaixo do esperado.

 

18
Nov22

Fogo, água, terra e ar convivem no novo filme da Pixar: o primeiro trailer de "Elemental"

Niel Tomodachi

Filme de animação do estúdio é a grande aposta para os cinemas no verão de 2023.

Fogo, água, terra e ar convivem no novo filme da Pixar: o primeiro trailer de

A Pixar divulgou o primeiro trailer de "Elemental", o seu grande lançamento para os cinemas no verão de 2023.

O 27.º filme de animação do emblemático estúdio passa-se em Element City, onde os moradores de fogo, água, terra e ar vivem em conjunto.

Segundo a sinopse oficial, a história apresenta Ember, uma jovem perspicaz e impetuosa, cuja amizade com um rapaz divertido, sentimental e descontraído chamado Wade desafia as suas crenças sobre o mundo em que vivem.

Apresentando as vozes na versão original de Leah Lewis e Mamoudou Athie como Ember e Wade respectivamente, "Elemental" é realizado por Peter Sohn, um veterano com muitos anos na Pixar, onde já dirigiu "A Viagem de Arlo" (2015).

 

20
Jul22

Galilebre, o super-herói que te vai fazer rir às gargalhadas

Niel Tomodachi

Alguma vez viste um super-herói metade galinha metade lebre? Então, aproveita a oportunidade e aponta a data de estreia de “Galilebre e o templo perdido” na tua agenda. O filme de animação chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira, 21 de julho, e conta com as vozes da apresentadora Carolina Patrocínio e do ator Tiago Teotónio Pereira.

Galilebre e o Templo Perdido (VP) - Cinemas NOS

A narrativa baseia-se num jovem super-herói, bastante peculiar, que nasceu metade galinha metade lebre e que foi adotado pelo Rei Pedro, uma lebre aventureira. Apesar de ser destemido e gostar de uma boa aventura, Galilebre tem um desafio difícil pela frente: enfrentar o vilão do reino, o seu próprio tio, que fugiu da prisão e ameaça derrubar o seu pai.

O jovem Galilebre, na voz de Tiago Teotónio Pereira, junta-se aos amigos Abel (uma tartaruga sarcástica) e Mena (uma doninha especialista em artes marciais) e todos embarcam numa aventura para impedir um desfecho trágico. Mas será que vão conseguir? Apesar da sua condição especial, a personagem vai provar que é um verdadeiro herói e que são as diferenças que nos tornam especiais.

Podes espreitar o trailer aqui:

 

15
Jul22

Vem aí um novo filme de animação em que cães e gatos são estrelas. E dão-se bem

Niel Tomodachi

Michael Cera, Ricky Gervais e Samuel L. Jackson dão voz a algumas das personagens de "Paws of Fury: The Legend of Hank".

Em “Paws of Fury: The Legend of Hank”, cães e gatos juntam-se com o objetivo de salvar uma aldeia em perigo. O novo filme de animação que estreia esta sexta-feira, dia 15, nos Estados Unidos da América (mas que ainda não tem prevista data de chegada a Portugal) tem por base a ideia de diversidade e recorre aos patudos para passar essa mensagem.

Do mesmo realizador de o “O Rei Leão” ou “O Pequeno Stuart Little”, o filme de Rob Minkoff conta as aventuras de Hank, um subestimado Beagle que sonha tornar-se um samurai e que, para isso, vai até Kakamucho, uma aldeia de gatos onde se formam samurais.

Apesar das suas carências físicas, Hank mostra-se persistente, a começar pela primeira luta que se atravessa no seu caminho: conquistar a confiança dos gatos de Kakamucho e provar que, mesmo diferente, não deixa de ser um deles. Mas não há história sem vilão e nesta é Ricky Gervais quem o interpreta: o gato Somali Ika Chu usa o preconceito como arma para conquistar a população de Kakamucho.

“Acredito que seja uma mensagem sempre relevante e necessária”, declarou Michael Cera sobre a animação, ele que dá voz ao determinado Hank. “Acho bem trazer estas mensagens pela arte, não é apenas dizer aos outros o que se pensa, ou acompanhar esta personagem e ver o que enfrenta e as emoções que vive, especialmente para que as crianças possam digerir isso e ter empatia”, acrescentou.

“Paws of Fury: The Legend of Hank” teve como inspiração a sátira racial “Balbúrdia no Oeste” (1974), com Mel Brooks (que também dá voz a uma personagem), e utiliza humor para abordar os preconceitos sociais.

 

 

 

15
Abr22

“Os Mauzões” já estão nos cinemas

Niel Tomodachi

Sai da frente, porque os “Mauzões” chegaram às salas de cinema. Nunca houve cinco amigos tão infames como o gangue destes Mauzões: o Sr. Lobo, um carteirista descarado, o Sr. Cobra, arrombador de cofres, o Sr. Tubarão, mestre do disfarce, o Sr. Piranha, o lado da força e a Sra. Tarântula, uma hacker conhecida como Webs.

O grupo é famoso em todo o mundo pelos seus assaltos, que levam a polícia internacional a andar no seu encalce. Até ao dia em que são capturados, fazendo um acordo que é a sua única hipótese de saírem da prisão: tornarem-se bonzinhos, em vez de mauzões… mas será que conseguirão? E que são mesmo renovados cidadãos exemplares?

O novo filme da Dreamworks estreou em Portugal neste 14 de abril e é a adaptação de uma série de livros que se tornaram sucessos mundiais. A obra é realizada por Pierre Perifel e produzida por Damon Ross, das sagas “Trolls” e “Boss Baby”.

 

04
Abr22

Os Mínimos regressam no Verão

Niel Tomodachi

Chegou a hora de mostrar ao mundo quem é o mini chefe.

Minions_RiseofGru_eng_poster.jpg

Neste verão, a maior franquia de animação da história, revela a história da origem de como o pior supervilão do mundo conheceu os seus icónimos Mínimos, planeou a equipa mais desprezível do cinema e enfrentou a força criminosa mais imparável em Mínimos 2: A Ascenção de Gru.

Muito antes de se tornar o mestre do mal, nos anos ’70, Gru era apenas um míudo dos subúrbios que planeava dominar o mundo desde a cave. Mas as coisas não correm bem!

Quando Gru cruza o caminho dos Mínimos, incluindo Kevin, Stuart, Bob e Otto – um novo Mínimo desportivo e uma necessidade desesperada de agradar – essa família inesperada une forças. Juntos, eles constroem o primeiro covil, projetam as primeiras armas e esforçam-se para executar as primeiras missões.

Quando o infame supergrupo de supervilões, o Vicious 6, expulsa o líder – lendário lutador de artes marciais Wild Knuckles – Gru, o seu fã mais dedicado, faz tudo para se tornar no mais novo membro. O Vicious 6 não está impressionado com o pequeno aspirante a vilão, mas então Gru supera-os (e enfurece-os), e de repente ele torna-se no o inimigo mortal. Com Gru em fuga, os Mínimos tentam dominar a arte do kung fu para ajudar a salvá-lo, e Gru descobre que até os bandidos precisam de uma ajudinha dos seus amigos.

Apresentando acção mais espetacular do que qualquer filme na história dos estúdios Illumination e repleto do humor subversivo característico da franquia, Mínimos 2: A Ascenção de Gru conta, na versão original em inglês com novo elenco emocionante, incluindo: Taraji P. Henson como líder do Vicious 6, Belle Bottom, cuja cinto funciona como uma bola letal; Jean-Claude Van Damme como Jean Clawed, que está armado (literalmente) com uma garra robótica gigante; Lucy Lawless como Nunchuck, cujo hábito de freira tradicional esconde armas mortais; Dolph Lundgren como o campeão sueco de patins Svengeance, que elimina os inimigos com pontapés giratórios dos seus patins; e Danny Trejo como Stronghold, cujas mãos de ferro gigantes são uma ameaça para os outros e um fardo para ele.

Steve Carell é novamente Gru. O filme também conta com as vozes de Russell Brand como o jovem Dr. Nefario, um aspirante a cientista maluco, Michelle Yeoh como Master Chow, uma acupunturista com habilidades loucas de kung fu, e a vencedora do Oscar® Julie Andrews como a mãe enlouquecedoramente egocêntrica de Gru.

Realizado pelos criadores originais da franquia, Mínimos 2: A Ascenção de Gru é produzido pelo visionário fundador e CEO da Illumination, Chris Meledandri, e os seus colaboradores de longa data Janet Healy e Chris Renaud. O filme é realizado pelo cineasta da franquia Kyle Balda (Gru – O Maldisposto 3, Mínimos), co-realizado por Brad Ableson (Os Simpsons) e Jonathan del Val (A Vida Secreta dos Nossos Bichos), e apresenta a voz icónica de Pierre Coffin como os Mínimos e uma banda sonora cheia de anos 70, cortesia do lendário produtor musical vencedor do Grammy, Jack Antonoff.

Mínimos 2: A Ascenção de Gru, uma comédia de acção, para ver nos cinemas a 30 de junho.

 

17
Mar22

“As Aventuras de Lia”: esta princesa é diferente de todas as outras

Niel Tomodachi

as-aventuras-de-lia_1050.jpgEstreia esta quinta-feira, 17 de março, nas salas de cinema todo o país, um filme com muita emoção e uma narrativa surpreendente. “As Aventuras de Lia” é uma produção originária de França e conta a história de uma pequena órfã que mora originalmente nas ruas da Cidade da Névoa.

Lia encontra conforto e apoio em três amigos que, na verdade, são três doninhas domesticadas: a Dentuça, o Fofo e o Gordo. Juntos, os quatro sobrevivem roubando comida do castelo do assustador regente Tristão, que quer na verdade usurpar o trono.

Um dia, para escapar dos guardas que a perseguem, Lia disfarça-se vestindo-se como princesa e começa uma aventura incrível, divertida e cheia de surpresas, que inclui um GaliGato: Metade Galinha, Metade Gato.

cartaz92890_grande.jpg

Os horários e bilhetes já podem ser encontrados online  e também podes também espreitar o trailer aqui:

 

11
Mar22

Turning Red: Como lidar com as emoções da pré-adolescência

Niel Tomodachi

Turning Red é a nova aventura da Disney e da Pixar que estreia no dia 11 de Março na Disney+. Mas se esperam ver neste filme a mesma fórmula e temas de outros filmes a serem abordados, esqueçam. Estranhamente Vermelho, o seu título em português, vem como uma onda de frescura para falar de vários temas, mas em especial da puberdade.

Turning Red: O novo filme da Pixar passará directamente para o Disney+

Somos apresentados a Mei Li, uma menina de 13 anos, que nos conquista logo com a sua confiança e maneira de falar. Ela não tem medo de ser ela própria, excepto quando está perto da sua mãe. Aí torna-se a menina perfeita dos olhos da mãe protetora (um pouco autoritária) e na filha exemplar que ajuda a tratar do templo de família.

Mas como qualquer pré-adolescente a passar pela puberdade, há coisas que Mei Li vai passando durante o filme, seja o relacionamento com o seu corpo, os seus interesses em rapazes e também o fortalecimento da sua amizade com um grupo de meninas que é fã de uma boys band chamada 4Town. Só que com isto tudo a acontecer, vem o maior senão: sempre que ela sente emoções fortes, transforma-se num panda vermelho, devido a um gene da sua família.

É interessante ver finalmente ver como é que Mei Li vai lidando com todos estes sentimentos ao mesmo tempo que tem de lidar com a sua mãe que nunca esperou que ela se transformasse… tão cedo. Sendo que o panda vermelho funciona muito como uma metáfora ao longo do filme, a representar essencialmente o crescimento e uma nova fase na vida de Mei Li.

Turning Red: Como lidar com as emoções da puberdade - The Golden Take

E é aqui que entra a frescura deste filme porque acabamos por ver personagens que não só nos confrontam verbalmente, como também fisicamente, com temas como a menstruação, a atração física por alguém e ainda da própria puberdade e relacionamento normal de pré-adolescentes com os seus pais, com aquela “vergonha” típica.

E quando eu digo que se nota fisicamente, é realmente porque as personagens estão tão bem conseguidas a nível de expressões (aliado com uma poderosa representação vocal) que nós vemos todas as expressões faciais mas também corporais das nossas personagens quando elas sentem, por exemplo, as chamadas borboletas na barriga ou quando ficam entusiasmadas ou envergonhadas com algo.

Olhamos para aquele grupo de meninas e vemos cada uma à sua maneira e com a sua personalidade, que rapidamente nos conquistam com a sua ligação e por acima de tudo, aceitarem a amiga tal como ela é, seja um panda gigante vermelho ou não, e claro, metaforicamente ou não tendo em conta os outros temas.

E claro que a versão panda vermelho da Mei Li é adorável e até as próprias expressões dele se tornam deliciosas de se ver, fazendo com que este seja mesmo daqueles filmes que os adultos vão gostar, as pessoas da mesma idade vão-se identificar e as crianças, embora não percebam, também vão ver e  gostar. E não podemos ser muito críticos com os temas escolhidos porque efetivamente tem de deixar de ser um tabu: todas as raparigas têm o período e todos nós em pré-adolescentes passámos por emoções igualmente fortes como a Mei Li passou.

Turning Red consegue captar esta puberdade de uma forma leve e com a qual facilmente nos identificamos, uma altura onde não sabemos bem o que sentimos, que nos começamos a descobrir a nível de sentimentos mas temos aquela vergonha de falar com os nossos pais sobre isso e contamos com o nosso grupo de amigos para tal. Claro que Mei Li tinha um fator extra que era não se poder transformar num panda vermelho no meio da escola, mas até mesmo nisso ela encontra maneira de contornar as suas emoções e canalizá-las de forma a crescer com elas. 

Turning Red da Pixar será lançado no Disney Plus em 11 de março

A animação está muito bem conseguida a nível de personagens, mas o facto de termos muitas cores vibrantes durante todo o filme e algum contraste com tons mais escuros para o final, é o que faz do filme também visualmente divertido e cativante.

A banda sonora do filme é super agradável e acompanha muito bem esta aventura, ao som do fantástico Ludwig Göransson (Tenet e Black Panther) e também com músicas de Billie Eilish e Chris O’Connell que tornaram a banda dos 4Town super realista e uma banda com a qual talvez nos identificássemos com a idade de Mei Li.

Se os pais virem com os filhos mais novos, se calhar preparem-se para ter algumas perguntas daquelas conversas que tão cedo não esperavam ter. Apesar de não estrear nos cinemas, devido a uma decisão recente de apenas estrear no streaming, acho que é mesmo daqueles filmes divertidos para se ver num belo sábado à noite para um pouco de diversão e uma viagem nostálgica aos nossos tempos de puberdade!

Turning Red: Como lidar com as emoções da puberdade - The Golden Take

 

10
Fev22

Flee, filme sobre um refugiado afegão gay, fez história ao ser nomeado para animação, documentário e filme internacional nos Óscares

Texto by esqrever

Niel Tomodachi

O filme dinamarquês Flee fez história nos Óscares ao ser a primeira produção a ser nomeada nas categorias de melhor filme de animação, melhor documentário e melhor filme internacional.

Flee (A Fuga) tem direção de Jonas Poher Rasmussen que criou a animação após uma entrevista com um amigo afegão de longa data identificado como Amin Nawabi. Este contou-lhe como chegou à Dinamarca e foi “duplamente marginalizado, sendo gay e refugiado”. Foram precisos quase 20 anos para Nawabi , hoje um académico, se sentir preparado para contar a sua história.

Sempre estive curioso sobre como é que ele tinha chegado aqui e porquê, mas ele não queria falar sobre isso. E eu, claro, respeitei. Mas a nossa amizade cresceu e esta coisa, esta história, foi uma espécie de caixa-negra na nossa amizade”, disse Rasmussen.

Flee conta a história de Amin Nawabi enquanto ele lida com um segredo doloroso que manteve escondido por 20 anos, um que ameaça descarrilar a vida que construiu para si mesmo e o seu futuro marido. Narrado principalmente através da animação ao diretor Jonas Poher Rasmussen, ele conta pela primeira vez a história da sua extraordinária jornada como uma criança refugiada do Afeganistão.”

Sinopse de Flee

A 94ª edição do Óscares acontece a 27 de março e em Portugal, a estreia de Flee está prevista para o dia 7 de abril.

 

(S)

17
Out21

“Ron Dá Erro”: há mais um filme de animação nos cinemas

Niel Tomodachi

Há um novo filme de animação para aproveitar, rir e sonhar, neste regresso às salas de cinema. “Ron Dá Erro”, da 20th Century Studios e da Locksmith Animation, é a história de Barney, um aluno do ensino básico, e Ron, o seu dispositivo digitalmente conectado que anda e fala. Com um pequeno detalhe: ele foi pensado para “ser o seu melhor amigo”.

Os problemas de funcionamento de Ron, em alusão à era das redes sociais, são hilariantes e lançam os dois amigos numa viagem cheia de ação, em que ambos vão descobrir a verdadeira amizade.

Ron Dá Erro (VP) - Cinemas NOS

“Ron Dá Erro” tem, na versão original, as vozes de Zach Galifianakis como Ron, Jack Dylan Grazer como Barney, Olivia Colman como Donka.

Na versão dobrada, Francisco Fonseca dá voz a Barney, Sabri Lucas a Ron e Maria de Aires é a voz de Donka.

O filme foi realizado pelo veterano da Pixar, Jean-Philippe Vine (responsável por “Carros 3” e “A Viagem de Arlo”) e pela co-fundadora do estúdio de animação Locksmith Animation, Sarah Smith (“Operação Presente”), com Octavio Rodriguez (artista da história de “Coco” e “The Incredibles 2: Os Super-Heróis”) como co-realizador.

A história divertida e atual de Ron e Barney estreou nas salas de cinema de todo o país a 14 de outubro.

 

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