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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

08
Mai22

Portugal consome recursos a um ritmo alarmante, alertam organizações ambientais

Niel Tomodachi

Um novo estudo revela que se a Terra consumisse recursos como Portugal, os deste ano esgotar-se-iam já este sábado.

É uma constatação preocupante: se todos os países do planeta consumissem recursos como Portugal, os recursos para o ano estariam esgotados já a partir deste sábado, 7 de maio. Esta crescente “dívida ambiental” preocupa as organizações ambientais, que apelam a um maior cuidado.

Este dado, calculado pela organização internacional Global Footprint Network, revela que para satisfazer as necessidades dos portugueses, seriam necessários 2,5 planetas.

“Tal implicaria que a área produtiva disponível para regenerar recursos e absorver resíduos a nível mundial esgotar-se-ia no dia 7 de maio, seis dias mais cedo do que em 2021, cuja data foi a 13 de maio. A partir daí seria necessário começar a usar recursos naturais que só deveriam ser utilizados a partir de 1 de janeiro de 2023″, explica em comunicado a associação ambientalista Zero.

“Portugal é, há já muitos anos, deficitário na sua capacidade para fornecer os recursos naturais necessários às atividades desenvolvidas (produção e consumo). O mais preocupante é que dívida ambiental portuguesa tem vindo a aumentar”, acrescenta a Zero.

Há, no entanto, formas de pagarmos essa dívida, sobretudo olhando para os consumos mais significativos na pegada ecológica, o consumo de alimentos que corresponde a 32 por cento e a mobilidade, correspondente a 18 por cento.

Nesse sentido, a Zero apela à mudança de políticas como a da agricultura, na promoção do teletrabalho e na promoção de mercados sustentáveis. A nível individual, apelam a que seja possível reduzir a proteína animal na alimentação, bem como ao uso de meios de transporte sustentáveis.

 

31
Mar22

Imprensa da UC planta árvores pelo papel usado nos livros que edita

Niel Tomodachi

O número de árvores a plantar será equivalente aos livros editados pela instituição.

Imprensa da UC planta árvores pelo papel usado nos livros que edita

No âmbito da iniciativa ‘Árvores que dão frutos’, a Imprensa da Universidade de Coimbra (IUC) promove amanhã, quarta-feira, a plantação de 100 árvores no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra (JBUC), comprometendo-se a “compensar o impacto ambiental resultante da produção de livros impressos”.

Intitulada e integrada nas comemorações dos 250 anos das Reformas Pombalinas da UC, a ação, que terá lugar a partir das 14h00, é o primeiro passo do organismo para a neutralidade carbónica, garantindo que reporá “anualmente o número de árvores correspondente ao papel usado nas impressões das obras que edita”, avança a entidade, em comunicado enviado às redações.

Juntando a Imprensa e o Jardim Botânico, duas unidades criadas no âmbito das Reformas Pombalinas da Universidade de Coimbra e que celebram o 250.º aniversário em 2022, o programa tem como objetivo a plantação de 250 árvores até ao final do ano, com o apoio da comunidade estudantil.

A ação de quarta-feira, por sua vez, “contempla a plantação de árvores de fruto e de árvores autóctones, no pomar e na mata do Jardim Botânico, como contribuição para o núcleo de espécies integrantes da biosfera nacional”, contando com a participação do vice-reitor da UC para a Cultura e a Ciência Aberta, Delfim Leão, do diretor (e da equipa) da IUC, Alexandre Dias Pereira, da diretora (e da equipa) do JBUC, Teresa Girão, e de alunos do Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra.

A IUC informa ainda que, após esta iniciativa, seguir-se-ão outras ações similares, no sentido de garantir a neutralidade carbónica, ainda que, nos últimos anos, o organismo tenha “adotado outras medidas para a diminuição da pegada ambiental, como o ajuste das tiragens das suas publicações às efetivas solicitações do mercado”. Foi, também, “a primeira editora universitária portuguesa a adotar em pleno as políticas de acesso aberto” à comunidade estudantil e à sociedade em geral.

 

24
Mar22

As temperaturas da Antártida estão 40 graus acima da média

Niel Tomodachi

A região está a passar por uma onda de calor que leva os termómetros a atingirem valores inéditos.

A Antártida registou na passada sexta-feira, 18 de março, um novo recorde de temperaturas, devido a uma onda de calor que afeta atualmente a região. Na estação de investigação Concordia, os termómetros atingiram os 11,8 graus negativo. Normalmente, por esta altura do ano, a temperatura média é de 55 graus negativos.

Na base de pesquisa russa Vostok verificaram-se temperaturas de 17,7 graus negativos, o que é extremamente alto quando comparado com a média habitual de menos 53 graus. Este é, na verdade, o valor mais alto alguma vez verificado naquela base desde que começaram a medir as temperaturas há 65 anos. O recorde anterior mais alto de março, alcançado em 1967, foi de 32 graus negativos.

Porém, não foram apenas aquelas regiões que verificaram temperaturas mais elevadas do que o habitual. Segundo a agência “Associated Press”, todo o continente estava, pelo menos, 4,8 graus acima da média.

“Mesmo que as condições de vento indiquem que a verdadeira temperatura seja de menos alguns graus Celsius, esta é uma temperatura extrema, com mais de 40 graus Celsius acima do que é normal para a época”, diz a página oficial da Expedição Italiana na Antártida.

Os cientistas, preocupados, adiantam que as alterações surgem devido a uma massa de ar quente e húmida proveniente do oceano. A situação vai continuar a ser monitorizada nos próximos dias.

 

20
Mar22

Água: um mar de desafios e preocupações

Niel Tomodachi

Indispensável a atividades cruciais para a nossa sobrevivência – desde logo a agricultura e a pecuária -, é um recurso valiosíssimo e finito que obriga a mobilização urgente para que se evite um ponto de rutura.

Sabias que apenas 3% da água é doce e disponível para consumo humano? Que a água é um recurso fundamental para o desenvolvimento sustentável? E que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a falta de água pode afetar cinco mil milhões de pessoas até 2050? É pois deste recurso valiosíssimo que te queremos falar. Até porque, ao longo da próxima semana, de 21 a 26 de março, decorre no Senegal, o 9.º Fórum Mundial da Água, iniciativa que, desde 1997, acontece a cada três anos em diferentes países, com o objetivo de propor soluções para problemas relacionados com a água. Este ano, o evento está subordinado ao tema “Segurança hídrica para a paz e o desenvolvimento” e terá quatro assuntos prioritários: segurança hídrica e saneamento, necessidade da água para o desenvolvimento rural, cooperação entre países, meios e ferramentas como o financiamento, a inovação e a gestão do conhecimento.

 

Um recurso finito e essencial

Mas então, perguntas tu, com tanta água no nosso Planeta, com tantos mares e rios e lagoas, como pode haver escassez de água, com tendência para se agravar? Desde logo porque, como chamámos à atenção logo no início do texto, a grande maior parte das reservas hídricas da Terra são compostas por água salgada e portanto não estão disponíveis para consumo.

Depois, porque a água é estruturante para vários setores fundamentais à nossa vida em sociedade, desde uma parte considerável das indústrias até, claro, à agricultura. Daí que as necessidades sejam cada vez maiores. A juntar a isso, há ainda a questão da poluição, que insiste em reduzir as reservas disponíveis. Daí que preservar este recurso valioso seja um vetor fundamental numa perspetiva de desenvolvimento sustentável – que é a capacidade de dar resposta às necessidades atuais sem que isso prejudique a capacidade de as novas gerações satisfazerem as suas necessidades. O que implica políticas públicas que apostem na gestão sustentável da água (nomeadamente em atividades como a agricultura e a pecuária, responsáveis por 70% do consumo mundial deste recurso) e em saneamento básico para todos. Mas também atitudes de responsabilidade individual. Por exemplo: tomar banhos mais rápidos, lavar os dentes sem deixar a torneira aberta, reaproveitar água para limpeza de quintais e calçadas, reutilizar e reciclar. E a lista está longe de terminar por aqui.

(S)

17
Mar22

Parque da Asprela: Porto inaugura novo “pulmão verde da cidade” a 20 de março

Niel Tomodachi

O espaço de cerca de seis hectares dispõe de espelhos de água, ribeiras a correr a céu aberto e percursos pedonais e cicláveis.

Em julho de 2020 os terrenos da Universidade do Porto, abandonados há décadas, começaram a ser recuperados para se transformarem no que a autarquia local definiu como um “pulmão verde” que viria fazer a diferença na cidade. Falava do Parque Central da Asprela que vai ser inaugurado no próximo domingo, dia 20 de março, às 11 horas.

Já vai poder explorar uma área de seis hectares, onde o verde do espaço e o azul das águas coabitam em harmonia. Ao percorrê-la vai deparar-se com “650 novas árvores e arbustos, espelhos de água, ribeiras a correr a céu aberto e percursos pedonais e cicláveis, acessíveis também a pessoas com mobilidade reduzida”, adiantou o município em comunicado partilhado com a NiT.

O “espaço paisagístico único, especialmente pensado para a circulação (a pé ou de bicicleta) das dezenas de milhares de pessoas que, diariamente, estudam e trabalham nesta zona da cidade”, funcionará “como um ponto de ligação de todo o campus universitário da Asprela”, unindo várias faculdades e institutos da universidade e do politécnico do Porto.

O equipamento destaca-se ainda pelo recurso às soluções de base natural que permitem, por exemplo, que este se transforme, em períodos de chuvas intensas, numa “bacia de retenção com capacidade para 10 mil metros cúbicos de águas pluviais, impedindo inundações na linha de metro”. Assume-se, assim, como “um projeto icónico de adaptação às alterações climáticas” na cidade.

A obra, com um orçamento de cerca de dois milhões de euros, obteve financiamento do Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente.

 

17
Mar22

Dar a mão ao ambiente e à poesia dia 21 de março

Niel Tomodachi

No dia 21 de março assinala-se o Dia Mundial da Árvore e o Dia Mundial da Poesia. Para celebrar esse dia, aqui vai uma proposta musical diferente, com rimas pelo meio. É que neste dia será publicada a segunda edição do livro-disco Mão Verde de Capicua.

A primeira edição data de 2016 e juntou lengalengas da rapper à música de Pedro Geraldes. Mão Verde (que vem da expressão francesa “ avoir la main verte”, que quer dizer ter jeito para cuidar das plantas) tem, além das lengalengas escritas no papel, ilustrações e explicações sobre as letras.

A mensagem parece óbvia: pela mão da poesia, celebrar o gosto pelo verde, pela ecologia, defender o nosso planeta, apelar a práticas sustentáveis e saudáveis. São 12 canções bem-dispostas no ritmo e sonoridades e que tratam de temas como agricultura, natureza, alimentação e ecologia.

Espreita aqui esse trabalho.

Mão Verde II repete a fórmula da primeira edição: tem rimas e lengalengas para os mais novos, sobre a relação dos humanos com a natureza. Junta a poesia de Capicua, música e ilustrações de vários autores.

Terá 10 canções mais dois poemas musicados “sobre plantas, animais, pessoas, insetos, flores, frutos, coisas sérias e coisas boas; conteúdos em torno da natureza, da alimentação, do consumo consciente e das boas práticas ecológicas”, segundo a rapper. Eis alguns títulos sugestivos: “Framboesas, escavadoras e dinossauros”, “Plástico não é plâncton” e “Guacamole”.

Mão Verde II foi gravado no Porto em 2021 e terá direito a concerto ao vivo nos dias 2 e 3 de abril, no auditório do espaço multicultural M.Ou.Co., Porto.

 

17
Fev22

Pinhal de Leiria vai ser reflorestado com a plantação de 3.500 árvores

Niel Tomodachi

O objetivo da campanha é trazer nova vida à área devastada pelo incêndio de 2017. As árvores serão plantadas por voluntários.

Nos próximos dias 18 e 19 de fevereiro, a Assistência Médica Internacional (AMI) vai levar a cabo uma ação de reflorestação no Pinhal de Leiria, com a plantação de 3.500 árvores de espécies autóctones, no âmbito da campanha “Vamos todos ser Dinis”, promovida pelo projeto Ecoética.

O mote da campanha tem como inspiração o papel fundamental que o teve Rei D. Dinis na plantação do Pinhal de Leiria no século XIII. Com esta ação, a AMI pretende assumir uma responsabilidade ambiental e ajudar a mitigar os efeitos do incêndio que destruiu 80 por cento do pinhal em 2017.

O projeto irá decorrer numa área selecionada pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e envolverá a participação de voluntários na plantação das árvores.

Recorde-se de que, face à necessidade de recuperar os terrenos florestais devastados pelos incêndios de 2017 e 2018 em Portugal, a AMI direcionou o projeto Ecoética, em curso desde 2011, para a reflorestação de áreas destruídas pelos incêndios em diversas regiões do País. Esta iniciativa da AMI já reabilitou mais de 200.000 metros quadrados de terreno, contribuindo para resgatar e fixar aproximadamente 150 toneladas de dióxido de carbono por ano.

 

03
Fev22

A população de tigres selvagens está a crescer, algo que não acontecia há décadas

Niel Tomodachi

Butão, Nepal e Índia são alguns dos países em que o número destes animais selvagens aumentou. Nem tudo é positivo.

Por estes dias, a entrada no Novo Ano Lunar (também conhecido como o Ano Novo Chinês) definido como o Ano Tigre em 2022, celebra-se um pouco por todo o mundo. A WWF — World Wide Fund for Nature não quis ficar de fora dos festejos e assinalou a data (2 de fevereiro) com a publicação de um relatório sobre os recentes progressos de conservação desta espécie. Embora ainda haja muito a fazer, as notícias são animadoras. Nos últimos 12 anos, a tendência de declínio da população do tigre foi revertida e esta está a recuperar.

Desde o início do século 20, a quantidade de tigres selvagens diminuiu em cerca de 95 por cento. Estima-se que há 100 anos que o número destes mamíferos rondava os 100 mil — em 2010, superava por pouco os três mil. Foi nesse ano que 13 países — Índia, Nepal, Tailândia, Camboja, Laos, Rússia, Indonésia, China, Malásia, Myanmar, Vietname, Butão e Bangladesh —, para reverter a situação, se uniram na Iniciativa Global do Tigre. O compromisso era claro: duplicar o número de espécimes vivos até 2022.

De acordo com o documento agora divulgado, os esforços têm dado resultados, com registo de alguns casos de sucesso. Um deles foi a transformação da Área de Conservação da Floresta Khata, entre a Índia e o Nepal, que permitiu a 46 tigres utilizarem os seus 3.800 hectares de floresta nos últimos cinco anos. Também no Parque Nacional Land of the Leopard, na Rússia, e no Parque Nacional Royal Manas, no Butão, as populações triplicaram e duplicaram, respetivamente. Em 2018, na Índia, registavam-se 2.967 felinos, quando em 2006 havia apenas 1.411.

Nem tudo é positivo. A WWF nota que, apesar dos progressos, o alcance territorial deste animal continua a diminuir e a sua recuperação não ocorreu em todas as regiões asiáticas. Na Malásia houve mesmo redução da população e no Camboja, Laos e Vietname fala-se em possível extinção. 

“Neste início do Ano Lunar do Tigre assinalamos a necessidade premente de continuar os esforços globais de recuperação do tigre e fortalecer todas as ações necessárias para alcançar um futuro sustentável para a espécie”, explica a organização em comunicado. Acrescenta: “A WWF continuará a apoiar as principais atividades de conservação de tigres, incluindo a gestão eficaz de áreas protegidas, a interrupção do comércio ilegal de vida selvagem e a redução da procura por tigres e pelas suas partes do corpo e produtos”.

A segunda Cúpula Global do Tigre está agendada para 5 de setembro e vai ter lugar na cidade de Vladivostock, na Rússia.

 

04
Dez21

E que tal fazer um filme sobre boas práticas ambientais?

Niel Tomodachi

Se tens entre 14 e 18 anos e te interessas por questões ambientais e por cinema, este desafio é para ti. Está aberto o Concurso Nacional de Curtas-Metragens “Há Rio e Mar, Há Lixo para Transformar” com candidaturas até 31 de dezembro.

De modo a sensibilizar para a redução no lixo dos rios e dos oceanos, o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) criou este concurso a pensar nos jovens, que poderão participar individualmente ou em pares. Os participantes devem apresentar a concurso uma curta-metragem inovadora sobre a Literacia, a Proteção e Preservação do Oceano, enquadrada pelo menos numa destas temáticas:

a) A importância do Oceano e sua Preservação

b) Impacto do Lixo Marinho na Economia Azul (pesca, turismo, transportes, energia)

c) O contributo da deposição indevida de resíduos para a problemática do Lixo Marinho

Os trabalhos devem ser submetidos através de um link de YouTube. Caso não seja cedido um link YouTube com as curtas-metragens, estas não serão excluídas do concurso e poderão ser enviadas, através de link de uma outra plataforma (Vimeo, etc), até às 23.59 horas do dia 31 de dezembro de 2021 para o endereço eletrónico mailporto@ipdj.pt, com o assunto “Concurso nacional de Curtas-Metragens”, acompanhadas do preenchimento do formulário de inscrição, autorização para participação, (no caso dos/as menores) e declaração de cedência de direitos autorais.

Consulta mais informação sobre o regulamento aqui.

Nota: este concurso surge no âmbito do projeto “Há Rio e Mar, Há Lixo para Transformar”, financiado pelo Programa Ambiente, Alterações Climáticas e Economia de Baixo Carbono “Programa Ambiente”, do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu 2014-2021 – Small Grants Scheme #1 – Projetos para a prevenção e sensibilização para a redução do lixo marinho.

 

18
Nov21

"Faz pelo Planeta"

Apanhar lixo, um gesto de amor que foi premiado

Niel Tomodachi

O percurso de Lídia Nascimento, que hoje se sagra vencedora da primeira edição do "Faz pelo Planeta" do Electrão, pelo seu esforço de limpeza das praias e consciencialização da comunidade para o problema do lixo marinho, é uma história de amor e perseverança.

A tradutora de Torres Vedras começou a apanhar lixo ainda criança e manteve o gesto ao longo da vida. Aos 50 anos, tem no currículo centenas de ações que permitiram a recolha de toneladas de resíduos, palestras, alertas nas redes sociais, obras de arte feitas com objetos que dão à costa e um livro, porque é preciso mudar de rumo, a bem do planeta.

Lídia lembra-se de, aos nove anos, já recolher lixo quando passeava na praia. Era pouco e geralmente surgia apenas "após tempestades e mar revolto". Mas nos últimos anos, conta, tem aparecido no areal "muito mais lixo, sobretudo restos de artes de pesca, feitos em plástico".

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