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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

23
Abr22

Diz-me que doces que comes, dir-te-ei quem és

Niel Tomodachi

Gosta de doces? Mais amargos? Ou prefere chocolates? Não são perguntas vagas. Esta escolha pode dizer muito sobre a sua personalidade.

sabor favorito personalidade corpo e mente estudo alimento doce

De acordo com um estudo da Jelly Belly Candy Company, 59% das pessoas que preferem os doces mais azedos e fortes são extrovertidas e 56% dos que gostam dos açúcarados são mais excêntricas.

Prefere chocolates? A mesma pesquisa revelou que os fãs de chocolate são otimistas (76%) e tímidos (67%). Por sua vez, quem gosta de hortelã é mais pensativo (78%).

69% das pessoas que gosta de gomas de limão assume ser “honesta”, enquanto os que gostam do sabor a cereja têm maior tendência a ter cães em casa (38%).

Já os que fãs de gomas de laranja são pessoas que fazem mais voluntariando (67%).

As pessoas que comem mais doces por norma gosta mais de fazer vida de noite, segundo estudo. Três em cada quatro comem doces uma vez por semana e 42% dos inquiridos partilha dos doces com amigos ou familiares.

 

23
Abr22

Estes alimentos que comunicam entre si são bons para quem quem quer perder peso

Niel Tomodachi

Com um baixo valor calórico e pouca gordura, estes fungos são ricos em vitaminas e ajudam a regular o trânsito intestinal.

Os cogumelos fazem parte daquela lista de ingredientes sobre os quais existem profundas divergências. Uns adoram, outros odeiam, outros apenas os consideram insípidos e põem-nos de lado. Porém, ao lerem sobre a quantidade de benefícios que têm, é provável que os que não os apreciam por aí além façam o sacrifício de os incluir na sua alimentação.

Em Portugal estão identificadas mais de 300 espécies de cogumelos, mas estima-se que existam milhares em todo o mundo. No entanto, nem todos são comestíveis — e alguns são altamente tóxicos.

Os tipos mais comuns de cogumelos comestíveis vendidos nos supermercados portugueses — os Champignon (ou cogumelos Paris), os Portobello, os Porcinei, os shiitake e os shimeji — podem ser encontrados nas secções dos frescos, enlatados ou congelados, em misturas ou de apenas um tipo. Ao escolher cogumelos frescos, certifique-se que estão firmes e secos ao toque. Podem ser armazenados em sacos de papel, no frigorífico, até cinco dias. Quando frescos, antes de consumidos, devem ser lavados e enxaguados.

Segundo a nutricionista Bárbara Araújo de Almeida, os cogumelos são excelentes do ponto de vista nutricional visto que são maioritariamente constituídos por água. São também fonte de proteína, fibra, selénio, potássio, vitamina D e antioxidantes. 

“Pelas suas características nutricionais os cogumelos protegem contra os danos causados pelos radicais livres, reforçam o sistema imunitário, ajudam a regular a pressão arterial e o trânsito intestinal. Podem ainda ajudar a reduzir os níveis de colesterol e contribuir para a saúde óssea.”

Benefícios não faltam: também podem ser excelentes aliados da perda de peso porque promovem a saciedade e contêm poucas calorias. Os cogumelos Paris são os menos calóricos, com apenas 22 calorias por cada 100 gramas. Em termos de hidratos de carbono, os cogumelos shittake apresentam os valores mais baixos com apenas 2,4 gramas pela mesma quantidade.

 

Os cogumelos comunicam entre si e têm uma linguagem própria

Estes fungos são complexos e surpreendentes e, por isso, são alvo de muitas investigações. A mais recente conclui que os cogumelos podem comunicar uns com os outros através de padrões e sinais elétricos.

O cientista informático Andrew Adamatzky, da Universidade do Oeste de Inglaterra, analisou a atividade elétrica de quatro espécies destes fungos e publicou as suas descobertas no início de abril na revista “Royal Society Open Science”. Adamatzky descobriu que os picos de atividade elétrica eram utilizados por certos fungos para comunicar e transmitir informação a outros fungos da sua rede.

A investigação concluiu que os picos nos sinais elétricos gerados pelos fungos se assemelham a uma linguagem. Os picos podem ser agrupados em “palavras” e “frases”, e, de acordo com a pesquisa, “os cogumelos podem ter um vocabulário até 50 palavras”.

Este fungo é apenas um dos muitos alimentos que devem ser incluídos nos pratos que cozinha habitualmente, de forma a manter uma dieta nutritiva e equilibrada. Se pretende eliminar o açúcar do sangue de forma natural e saudável descubra como a batata pode ajudar. Já para manter uma aparência mais jovem e cuidada, saiba como o alho francês pode ser seu aliado. Se tem problemas com o sono, uma das frutas exóticas mais comuns em Portugal pode ajudar.

 

16
Abr22

Estudo indica que alimentos para cão vegan são mais saudáveis

Niel Tomodachi

A preocupação com os patudos é crescente, pois estes são considerados membros da família e não apenas um animal de estimação. Saber qual a melhor alimentação é uma dessas preocupações. Sendo assim descubra quais os benefícios da dieta vegana

cão

Quem tem animais de companhia sabe que o melhor alimento para os nossos amigos de quatro patas é a ração seca. No entanto, surgiu recentemente um estudo que indica que os animais com uma dieta vegana poderão ser mais saudáveis.

O estudo foi conduzido pelo professor Andrew Knight, da Universidade de Winchester, e a sua equipa e publicado na PLOS One, e debruçou-se sobre a correlação entre alimentação e bem-estar de 2.500 cães.

As conclusões indicam que as dietas veganas são mais saudáveis e menos perigosas que as convencionais ou à base de carne crua.

Andrew Knight e a sua equipa analisaram dados de pesquisas de tutores de 2.536 cães alimentados com carne e com uma dieta vegana. O estudo incluía questões sobre a saúde do animal, o número de consultas veterinárias e o uso de medicamentos e distúrbios.

O responsável pelo estudo explica que, em geral, os patudos com dietas convencionais são menos saudáveis que os que comem carne crua ou têm uma dieta vegana. Porém, os cães que consomem carne crua aparentavam ser mais saudáveis que os veganos.

No entanto, existem variantes como a idade dos animais. Os cães que tinham uma dieta à base de carne crua eram mais jovens que os veganos. Estes também eram menos propensos a ir ao veterinário. Mas a equipa alerta para o facto que pesquisas anteriores indicam que os donos de cães com dietas de carne crua têm menos tendência a procurar aconselhamento veterinário. Knight refere assim que é necessário realizar mais pesquisas para confirmar qual a melhor opção, a carne crua ou a dieta vegana

Pesquisas anteriores apontam ainda para ligações entre dietas de carne crua e o aumento de risco de patógenos e deficiências nutricionais. Tendo isso em conta e a as novas descobertas, a equipa sugere que a dieta vegana nutricionalmente saudável pode ser a melhor escolha e a menos perigosa para os cães.

 

26
Mar22

Apps para bem comer, crescer ou encolher

Niel Tomodachi

Ter uma alimentação equilibrada pode ser uma tarefa mais fácil com a ajuda de aplicações. Recursos e ferramentas à mão para quem quer gerir o peso ou simplesmente ter uma vida mais saudável.

Sabemos que comer de forma saudável não é fácil. Sabemos que o que comemos influencia a forma como nos sentimos. E sabemos também que, na hora de cozinhar, o cansaço manifesta-se e as opções são quase sempre as mesmas. E nem sempre as melhores. Os resultados estão à vista: dois terços dos portugueses têm excesso de peso ou obesidade.

Agora, as boas notícias. Há aplicações (apps) que ajudam a ter, e a manter, uma alimentação saudável. Disponibilizam ferramentas e recursos, como receitas saudáveis carregadas de valor nutricional, capazes de nos ajudar a atingir as metas de forma mais fácil e rápida e a manter o corpo mais saudável.

Na escolha da aplicação, é importante ter em conta os objetivos. Perda de peso ou contagem de calorias são dois dos grandes focos da maior parte das aplicações, mas também há recursos para quem precisa aumentar de peso. Outras, por sua vez, focam-se mais na educação para uma alimentação nutricionalmente mais consciente. Há, também, apps para quem tem condições particulares, como alergias alimentares ou necessidade de uma dieta específica e/ou restritiva, grávidas ou até mesmo pessoas que têm as suas preferências e não querem abdicar delas.

Depois de escolher a aplicação mais adequada ao perfil e necessidades, é importante verificar quanto custa. Enquanto algumas apps são totalmente gratuitas, outras há que, para desbloquear algumas funcionalidades, necessitam de pagamento. Se possui um smartwatch desportivo, convém também confirmar a compatibilidade com a app escolhida. E bom apetite!


Aplicações:

 

Lifesum

Recursos gratuitos: um plano de refeição, calculadora de calorias, diário de refeições.
Mais-valia: fácil de usar, excelente suporte para restrições alimentares, preço baixo.
Versão premium: Doze receitas, informação nutricional incluída.
(5,49 euros/mês)

 


MyFitnessPal

Recursos gratuitos: registo de refeições e atividades, definição de metas, acompanhamento do progresso, calculadora de calorias.
Mais-valia: permite definir metas diferentes com base no dia da semana e ter objetivos personalizados de ingestão de calorias para cada refeição.
Versão premium: Conteúdos exclusivos, como vídeos motivacionais curtos e exemplos de exercícios. (9,99 euros/mês)

 

 

HealthifyMe

Recursos gratuitos: gestão diária de calorias, exercícios, rastreador de lavagem das mãos, monitorização do sono, contador de passos.
Mais-valia: vídeos de exercícios em casa sem equipamento, ioga.
Versão premium: planos personalizados por treinadores especializados e treinos adaptados. (9,04 euros/mês)

 


Lose it! Calorie Counter

Recursos gratuitos: planeamento de refeições, planos de treino.
Mais-valia: monitorização do sono, percentagem de gordura corporal, glicemia.
Versão premium: monitorização de macronutrientes, ingestão de água, pressão arterial.
(7 euros/mês durante três meses)

 

20
Mar22

O legume que ajuda a reduzir o apetite e que deve incluir já na sua alimentação

Niel Tomodachi

Nem todos o apreciam. Porém, o nabo é dos vegetais menos calóricos e tem muitos benefícios para o organismo.

É um dos alimentos que mais opiniões divide. O nabo é assim, ou se ama ou odeia. O sabor amargo não é para todos. Porém, se está num processo de perda de peso, este é um dos legumes que deve incluir nas suas refeições. Quem o diz é a nutricionista Carolina Pinto.

O nabo tem cerca de 94,5 por cento de água, o que significa que é um dos alimentos menos calóricos que pode incluir na sua dieta. Por 100 gramas de nabo cozido, está a consumir 14 calorias e mais de 2 gramas de fibra. Os números não enganam. “O nabo reduz o apetite, ajuda no controlo da glicémia e na regulação do trânsito intestinal”, explica Carolina Pinto.

E é uma boa fonte de vitamina C, acrescenta a especialista em nutrição — “pois contém, quando cozido, 15 por cento da dose diária de referência para adultos desta vitamina”. Esta quantidade significativa, “facilita a absorção do ferro presente em produtos de origem vegetal, nomeadamente nas leguminosas”, revela. Adicionar nabo às sopas com feijão, grão ou lentilhas, por exemplo, vai contribuir para uma melhor absorção do ferro presente nestes alimentos. Se tem anemia (deficiência de ferro) ou má circulação nas extremidades, deve privilegiar este alimento.

 

“A vitamina C, devido à sua função antioxidante, vai também ajudar na proteção das células e na prevenção de doenças crónicas”, afirma Carolina Pinto. E ainda estimula a produção de glóbulos brancos e anticorpos que ajudam a combater infeções, tais como as constipações, e pode aliviar os sintomas da asma.

A água presente no nabo contribuir para manter a hidratação, o que se traduz numa derme mais bonita e cuidada. E também ajuda a contrariar a formação de rugas e previne o aparecimento de manchas escuras e inestéticas na pele. O elevado teor de fibra faz com que este legume seja importante para regular o trânsito intestinal, prevenindo a prisão de ventre. 

Na gastronomia tipicamente portuguesa, abundam as receitas com este legume. Prepara-se tão facilmente, como as batatas: pode ser cozido, frito ou salteado, transformado em purés, ou incluído em sopas. Para obter todos os nutrientes do nabo, pode também misturá-lo com frutas e bebê-lo em sumos detox. É um ingrediente muito versátil, que se adapta à criatividade do cozinheiro. A nossa sugestão é que escolha um nabo com cores vivas e pesado. Se não gosta do sabor intenso, opte pelos menos maduros ou cozinhe-os para aligeirar o amargo e picante.

 

05
Mar22

Novo jogo tipo Pokémon Go põe os miúdos à procura de baús cheios de alimentos saudáveis

Niel Tomodachi

O jogador que ficar em primeiro lugar recebe o prémio mais desejado: a visita dos personagens Heróis da Fruta à sua escola.

A obesidade infantil tem vindo a diminuir na última década, mas continua a atingir um em cada três miúdos portugueses. Quase 30 por cento dos menores entre os seis e os oito anos sofrem de excesso de peso em Portugal. Em apenas 10 anos, deixámos de ser o segundo País europeu com maior prevalência de excesso de peso infantil e passámos a ser 14.º — o que representa uma grande melhoria na saúde infantil portuguesa.

Os dados são de um estudo realizado pelo COSI Portugal publicado em outubro de 2021. Este documento afirma ainda que a “evolução positiva [de Portugal], ainda pouco frequente em outras regiões internacionais, pode resultar de várias iniciativas conduzidas pelo estado português, pelos profissionais do Serviço Nacional de Saúde e outras partes interessadas.”

Tanto as escolas como os pais têm incentivado os miúdos a praticarem exercício físico, quer através do desporto escolar ou em atividades extracurriculares. E agora foi lançada uma nova aplicação que promete tirar os miúdos do sofá e pô-los a aprender mais sobre a alimentação saudável: os Heróis da Fruta.

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) lança esta sexta-feira, 4 de março, Dia Mundial da Obesidade, a aplicação Heróis da Fruta, um jogo gratuito de realidade aumentada para telemóveis, inspirado numa popular série de animação televisiva.

O jogo Heróis da Fruta é uma caça ao tesouro ao estilo Pokémon Go, que incentiva as famílias a sair de casa e caminhar ao ar livre, de telemóvel na mão, à procura dos 500 baús à solta pelas ruas de mais de 100 municípios portugueses.

Cartas encontradas
 
 

Cada baú contém uma saqueta de cartas escondida, que é revelada quando lhe é apontada a câmara do telemóvel. Existem centenas de cartas para colecionar e segredos para descobrir sobre alimentação saudável, mas também missões para completar ou até pontos que valem prémios.

As recompensas são bilhetes de cinema para os primeiros 100 classificados no ranking nacional, mas existem ainda brindes exclusivos, como vouchers para parques temáticos, zoológicos ou aquários. Para o jogador que ficar em primeiro lugar está reservada a distinção mais desejada por todos: a visita dos personagens Heróis da Fruta à sua escola.

Depois do sucesso da iniciativa ‘Heróis da Fruta’ nas escolas e série infantil, foi fundamental para a APCOI conseguir montar um projeto capaz de envolver ao mesmo tempo crianças e respetivas famílias numa maior consciencialização da sociedade para a obesidade infantil e, consequentemente, na adoção de hábitos de vida que contribuam para a prevenção desta doença, que afeta atualmente uma em cada três crianças”, destaca Mário Silva, presidente da APCOI.

Para descobrir o mapa com a localização de todos os baús basta aceder ao site. A aplicação Hérois da Fruta é gratuita e encontra-se já disponível nas app stores dos sistemas operativos iOS e Android.

 

19
Jan22

Vem aí um congresso gratuito para aprender tudo sobre alimentação e nutrição

Niel Tomodachi

Entre as várias temáticas, destacam-se a perda de peso, saúde mental e populações especiais. Saiba como pode participar

Se a nutrição e a alimentação são áreas que lhe despertam curiosidade, temos boas notícias. Já se pode inscrever, gratuitamente, para assistir ao I Congresso Internacional Online para Nutricionistas. Acontece nos dias 25, 27 e 29 de janeiro.

Nutrição desportiva, perda de peso, populações especiais, futuro da profissão, saúde mental e à volta do mundo são algumas das temáticas que mais de 30 especialistas vão explorar em masterclasses e debates no decorrer da iniciativa. Para participar, precisa apenas de smartphone, tablet ou computador, além de uma boa ligação à Internet.

Pedro Meirinhos, nutricionista desportivo no Futebol Clube do Porto; Margarida Beja, nutricionista especialista nos cuidados intermédios e intensivos no Universitary Hospital Southampton NHS Foundation Trust; e Noélia Arruda, nutricionista clínica e autora do livro “Manual para a Fertilidade, Gravidez e Amamentação”, são alguns dos profissionais confirmados no cartaz do evento.

Durante o congresso, haverá ainda um momento em que o público pode esclarecer todas e quaisquer questões, assim como fazer sugestões ou outro tipo de partilha, garantem. A programação, em atualização, está disponível no site da Nutrition Academy. A mais recente escola do Grupo Academy é a responsável pela organização do encontro virtual.

 

10
Nov21

Perder peso sem deixar de comer arroz, massa e batatas também é possível

Niel Tomodachi

É possível emagrecer mesmo que coma hidratos de carbono ao almoço e jantar — mas é preciso seguir algumas regras.

A palavra dieta é muitas vezes associada à restrição alimentar e à eliminação dos hidratos de carbono do prato. A maioria dos nutricionistas recomenda a diminuição do consumo de arroz, massa ou batatas para conseguir perder peso. No entanto, é possível continuar a incluí-los nas suas refeições — com algumas regras.

Os hidratos de carbono são fundamentais para o nosso organismo e são a nossa principal fonte de energia diária –  seja para respirar ou fazer uma corrida. Devemos ingerir hidratos de carbono complexos (massa, arroz, batata, feijão, grão, cereais) porque são de absorção lenta e fazem-nos sentir saciados durante mais tempo.

nutricionista Maria Gama, autora do blogue “Põe-te na linha” explica que podemos perder peso sem ter de deixar de parte os hidratos de carbono (como o arroz, massa ou batata). No entanto, tem de ter atenção a algumas regras para conseguir emagrecer e manter-se saudável, sem restrições alimentares:

 

Comece pelos legumes

A maioria das vezes, temos mais olhos que barriga e ao começar pelo arroz, massa ou batata, a probabilidade de ainda querermos mais pode ser maior.

Se, no entanto, começarmos a refeição pelos legumes, preenchendo logo uma parte do estômago, a quantidade de hidratos de carbono que ingerimos irá será menor. Por isso, é muito importante nunca esquecer de inclui hortícolas no prato — que muitas vezes não são incluídos — e, isso sim, é um erro.

Normalmente, encontramos sempre forma de ter carne/peixe/ovos, a acompanhar arroz, batata ou massa e acabamos por pensar que já não temos tempo para acrescentar verduras. Na verdade, se tivermos pouco tempo e tivermos alguns legumes congelados, cozem até mais rápido do que fazer um arroz. Umas folhas de alface (ou folhas de espinafre ou agrião cruas) também podem ser uma forma rápida e fácil de acrescentar verde ao seu prato.

 

Escolha os alimentos certos

Comer arroz, massa, ou batata cozidos apenas em água é muito diferente de optar por umas batatas-fritas ou por um esparguete à carbonara com natas. Atenção: este tipo de refeições têm o seu lugar no cardápio de um estilo de vida saudável.  O importante é que seja feito de forma equilibrada. 

É importante perceber que é possível comer hidratos de carbono, sem aumentar de peso, desde que faça as escolhas mais adequadas. Optar por uma massa com natas, bacon ou chouriço é bem diferente do que consumir um arroz branco ou de cenoura, por exemplo.

Prefira, por exemplo, arroz, esparguete ou batata-doce sem molhos de adição. “O que engorda não é comer uma batata, são as 10 batatas que comemos ou o pãozinho no molho”,  indica a nutricionista.

 

Valorize o que come

Os hidratos de carbono não são todos iguais. A maioria das bolachas — na sua maioria feitas com farinha de trigo — acabam por ter na sua composição nutricional uma elevada quantidade de gordura e de açúcar. Se comer, opte por bolachas de arroz ou milho, por exemplo.

É frequente evitar comer arroz ou massa ao almoço ou ao jantar e depois terminar o dia a comer umas bolachas antes de ir dormir. “Mais vale comer o arroz ou a massa na refeição principal”, explica Maria Gama.

 

Não se esqueça do acompanhamento fundamental

Uma refeição completa deve ser constituída por uma sopa de legumes, proteína, hidratos de carbono e legumes (regra geral, que deve ser adaptada a cada pessoa).

“Ao deixarmos de lado a sopa ou os legumes, podemos exagerar no prato principal. Se não começar a refeição com sopa ou não acompanhar o prato principal com legumes a probabilidade de exagerar no prato principal é muito maior”, admite a nutricionista.

Além disso, sendo o arroz ou as batatas alimentos saborosos (e com açúcares naturalmente presentes) que nos sabem bem, é muito fácil abusar, mesmo quando não queremos simplesmente porque não nos apercebemos.

“Passei muitos anos sem comer hidratos de carbono e era mais pesada. Hoje em dia como-os a todas as refeições e tenho menos peso”, explica Maria. O que mudou? Tudo o resto: deixou de comer bolachas, snacks, passou a comer sopa, legumes, deixou de beber refrigerantes e evita passar demasiadas horas consecutivas sem comer.

 

05
Nov21

Ruff Dog: dieta natural para cães e gatos

Niel Tomodachi

Rita Nova é veterinária, Joana Carido é nutricionista, e juntas criaram a Ruff Dog, comida saudável para animais de companhia. Os alimentos são cozinhados a baixa temperatura e com o máximo aproveitamento de cada ingrediente.

Começou como um blogue, tornou-se marca de comida saudável para cães e gatos, ganhou forma com loja aberta em Queijas, Oeiras. Rita Nova, veterinária, e Joana Carido, nutricionista, conheceram-se, por acaso, num seminário de treino de cães. Tornaram-se amigas, perceberam que pensavam da mesma maneira sobre nutrição e saúde dos animais, juntaram ideias e construíram um espaço dedicado ao bem-estar físico e mental do cão e do gato.

Na Ruff Dog, as dietas são pensadas ao grama, sem farinhas ou açúcares, sem aditivos nem conservantes, feitas numa cozinha profissional. “É um alimento minimamente processado, passa apenas por um processo de congelação e cozedura (no caso da cozinhada), são utilizados alimentos aptos para consumo humano e não subprodutos, frescos e não desidratados (como as rações secas), podem ser adaptados às necessidades de cada cão”, adianta a nutricionista.

Os ingredientes são exclusivamente portugueses, de produtores locais, para uma alimentação equilibrada na proporção certa de proteínas, gorduras, hidratos de carbono, fibras, vitaminas e minerais. Orelha de ovelha, peixinhos, salsicha de borrego, patas de galinha, nariz de porco, rabo de vaca, pata de peru, peito de pato, entre outras opções e a partir de 50 cêntimos. Alimentos cozinhados a baixa temperatura, sem adição de água, congelamento rápido no abatedor. Tudo pensado para combater intolerâncias e alergias e desenvolver o sistema imunitário dos animais de companhia. E não só. Rita Nova descreve os benefícios. “Aumento da energia e vitalidade. Diminuição do mau hálito causado pelo tártaro. Aumento da massa muscular. Diminuição ou desaparecimento de intolerâncias alimentares, muitas vezes causadas pelo processamento das rações. Melhora a saúde articular através do controlo do excesso de peso. Pelo e pele mais saudáveis.” Joana Carido lembra ainda que “muitas doenças dos nossos animais (e nossas) surgem pelo consumo excessivo de alimentos altamente processados”.

A Ruff Dog não tem apenas snacks naturais, disponibiliza também objetos para interação com os donos, coisas para roer, jogos de enriquecimento e estimulação mental, artigos de treino e de desporto, além de suplementos alimentares. “Acreditamos que o conhecimento veterinário de cada patologia, de alguém que trabalhou ativamente em clínica, associado ao conhecimento mais profundo da nutrição e do benefício de cada alimento, torna a nossa abordagem única no mercado”, sublinha a veterinária.

As amigas têm ideias e têm sonhos. “Nada de concreto ainda, mas podemos garantir que o nosso foco se vai manter sempre na saúde dos animais dos nossos clientes, em proporcionar, através da alimentação, uma melhor qualidade de vida”, realça Joana Carido. Por agora, os planos passam por continuar a crescer, manter a qualidade, aumentar a variedade.

 

01
Nov21

8 dicas infalíveis para conseguir emagrecer até ao Natal (sem dietas malucas)

Niel Tomodachi

Quer comer o bolo rei e as rabanadas? Comece já numa dieta pré-natal para poder aproveitar ao máximo a época natalícia.

O início de novembro é a altura ideal para começar a pensar no Natal. Até pode achar que ainda é cedo, mas o corpo de janeiro começa a ser preparado agora. O bolos rei, as rabanadas e o pão-de-ló são doces típicos da época natalícia e não, não queremos ter de fechar a boca nestes dias para não engordar. O ideal é começar já uma dieta pré-natal para começar o ano com a forma física que deseja.

A pensar nos exageros que normalmente se fazem nestes dias festivos, a nutricionista Sónia Marcelo, deixa oito dicas para conseguir fazer uma dieta pré-natal — sem exageros e sem restrições malucas. 

Definir objetivos realistas

Segundo a nutricionista, devemos começar por dirigir o nosso pensamento para aquilo que queremos. Em vez de cismar que não pode engordar e que não pode comer as azevias ou os chocolates que adora, deve considerar exatamente o contrário.

“Deve pensar que ainda tem dois meses até ao natal e que vai conseguir emagrecer um quilo por semana para estar mais descontraída na altura de comer os doces natalícios”, diz Sónia.

Definir o objetivo de quanto peso quer perder por semana é fundamental para se motivar e manter o foco.

Partilhar os objetivos com outras pessoas

Além de definir a sua meta, é importante que a partilhe com uma amiga ou familiar. Assim, vai ter sempre alguém para a motivar ao longo de todo o processo. “Assim, a pessoa assume o compromisso consigo própria mas também com outras pessoas, o que geralmente resulta melhor porque ficamos mais motivadas”, explica a nutricionista.

Fazer um plano adaptado ao dia a dia

Sónia deixa bem claro que não concorda com dietas e grandes restrições alimentares. Para equilibrar o peso até ao Natal deve elaborar um plano adaptado a si, aos seus gostos e rotinas. “Não deve fazer algo só porque a colega do lado está a fazer ou porque ouviu alguém falar disso na farmácia. Esse plano não vai resultar porque não está adaptado a si”, afirma.

O segredo para conseguir emagrecer de forma controlada e saudável é apostar em snacks práticos, que consiga transportar para qualquer lado, como peças de fruta, palitos de vegetais, frutos oleaginosos (amêndoas, nozes, sementes) ou queijos individuais magros. 

As amêndoas são um fruto seco com bastante fibra e uma excelente opção de snack.
 
 

Fazer várias refeições ao longo do dia

O lema deve ser “escutar o nosso corpo”, explica Sónia Marcelo. Esta dica é muito flexível, uma vez que há pessoas que podem fazer quatro refeições por dia e outras cinco ou seis. A regra será “comer quando tem fome e não esperar pelas apenas refeições grandes”, diz. 

Se comer apenas ao almoço ou jantar vai chegar ao final do dia com muito mais fome e, por consequência, vai ingerir mais alimentos à noite — o que não é aconselhado. “Vai consumir muitas mais calorias do que se tivesse comido várias vezes ao longo do dia”, afirma a nutricionista.

Preferir o consumo de alimentos saciantes entre refeições

Os alimentos ricos em fibra (como legumes, frutas ou frutos secos oleaginosos) vão dar uma sensação de saciedade durante mais tempo. “Também deve preferir alimentos rijos, que implicam mastigar mais vezes, diminuindo a sensação de fome”, aconselha Sónia.

Aumentar a ingestão de água 

O consumo normal diário de água deve ser de 1,5 litros, no mínimo. Segundo explica a nutricionista, uma pessoa que não ingira água suficiente vai confundir a sede com a vontade de comer: “vai alimentar-se mais e o organismo não vai funcionar da forma correta”. 

Deve beber, no mínimo, 1,5 litros de água por dia.
 
 

Não comer doces natalícios antes do tempo

Os doces típicos desta época festiva devem ser apenas consumidos no dia 24 e 25 de dezembro. Apesar de os supermercados já terem muitas opções disponíveis, o seu consumo deve ser exclusivo destes dias festivos. 

“Estes doces devem ser consumidos apenas nos dias de Natal e em doses controladas”, lembra a nutricionista.

Criar uma rotina de exercício físico

Claro que um processo de emagrecimento até ao Natal tinha de incluir uma rotina de exercício físico. “Escolha a modalidade que mais gosta e pratique entre três a quatro vezes por semana”, aconselha Sónia Marcelo. 

Neste caso, ter uma amiga ou familiar que nos acompanhe é bastante motivador e pode ajudar a levar a dieta até ao fim. “Termos o hábito de fazer exercício físico é muito importante para a nossa saúde”.

 

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