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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

03
Fev23

A meia-maratona que percorre as margens do Douro está de volta

Niel Tomodachi

A atividade Douro Verde terá lugar em Ribadouro a 26 de março. Também terá uma caminhada e prova de estafeta para ser feita em grupo.

A Meia Maratona Douro Verde está de volta para uma segunda edição, que vai acontecer a 26 de março. O evento é organizado pelo Clube Náutico Ribadouro em conjunto com a Eventsport e a Portocargo Runners. É a prova perfeita para aqueles que adoram correr ao pé da água, com grande parte do caminho a percorrer as margens do rio Douro que flui por Ribadouro (Baião).

Tem início marcado para as 10 horas e conta com atividades diferentes. Os mais resistentes poderão participar na meia-maratona de 21 quilómetros. Quem deseja correr em equipa pode optar pela meia-maratona em estafeta, com duas repetições de dez quilómetros. O evento conta ainda com uma caminhada de dez quilómetros.

Apesar das diferentes características, há algo que as une: todas elas passarão perto de espelhos de água, com grandes encostas verdes como pano de fundo. “Quer de um lado, quer do outro, encontramos paisagens únicas, deslumbrantes e de rara beleza, com um microclima propício à prática do desporto”, descreve a organização.

Também pode contar com um prémio de 5.600€, que será divido pelos vencedores das provas. Tal como na primeira edição, a especialista em corridas de fundo e meio fundo Fernanda Ribeiro, a atleta portuguesa mais medalhada de sempre, é a madrinha da prova.

A meia-maratona tem um custo de 15€, enquanto a prova de estafeta custa 25€. Já a participação na caminhada tem um valor associado de 8€. As inscrições podem ser feitas através do site da prova até às 23h50 de 25 de março.

 

01
Fev23

Ilha do Faial e Porto Santo estão nomeados para Melhor Destino Europeu de 2023

Niel Tomodachi

As votações online terminam no dia 10 de fevereiro, sexta-feira. Saiba como pode votar.

Todos os anos, a European Best Destinations, que promove destinos turísticos na Europa, lança o concurso anual para Melhor Destino Europeu. Desta vez, estão 21 destinos em competição — e dois deles são portugueses.

A ilha do Faial, nos Açores, e Porto Santo, na Madeira, estão nomeados para o Melhor Destino Europeu de 2023, lado a lado com cidades como Londres, Praga, Varsóvia, Atenas, Viena ou Copenhaga. Sobre o Faial, a European Best Destinations diz que é um destino “mais verde do que a Islândia, menos dispendioso, com um clima mais moderado e ameno”. 

“Os Açores são um destino privilegiado para os amantes da natureza, dos desportos ao ar livre, das caminhadas, mas também da gastronomia”, escrevem no site. Com paisagens arrebatadoras, aves e plantas únicas, formações geológicas icónicas, tudo rodeado por um magnífico mar azul, a ilha do Faial é “um lugar onde os marinheiros que cruzam o oceano gostam de parar por alguns dias ou…a vida inteira”.

Já sobre Porto Santo, a “irmã mais nova da ilha principal da Madeira”, destacam os hotéis de bem-estar, bares e restaurantes da moda, os sunsets mais bonitos da Europa e o clima soalheiro quase todo o ano. “Visitar Porto Santo é descobrir uma ilha dourada, famosa pelo seu areal de nove quilómetros. É um destino com alma, de tradições vivas, hospitalidade e alta qualidade de serviço”, revelam.

A votação para escolher o Melhor Destino Europeu de 2023 já está aberta e todos podem votar online até ao dia 10 de fevereiro. O sistema só permite um voto por cada IP a cada 24 horas, segundo a organização.

 

30
Jan23

Yara Monteiro e Luiz Ruffato nomeados para o Prémio Literário de Dublin

Niel Tomodachi

Dois escritores de língua portuguesa estão entre os 70 nomeados para o Prémio Literário Internacional de Dublin 2023, a portuguesa de origem angolana Yara Monteiro, com 'Essa dama bate bué', e o brasileiro Luiz Ruffato, com 'O verão tardio'.

Yara Monteiro e Luiz Ruffato nomeados para o Prémio Literário de Dublin

página oficial do prémio literário divulgou hoje a lista longa dos candidatos ao galardão no valor de 100 mil euros, escolhida por 84 bibliotecas de todo o mundo, da qual constam autores oriundos de 31 países.

Entre os nomeados, incluem-se 29 romances traduzidos, originalmente publicados em português, espanhol, árabe, finlandês, russo, francês, croata, alemão, sueco, norueguês, búlgaro, holandês, hindi, coreano, esloveno, islandês e japonês.

Uma das obras originalmente publicada em língua portuguesa é "Essa dama bate bué", de Yara Nakahanda Monteiro, traduzida para o inglês por Sandra Tamele, com o título "Loose Ties".

Editada em Portugal em 2018 pela Guerra & Paz, esta é uma história de autodescoberta, entre a sátira e a tragédia, o abandono e a rutura, sobre uma mulher nascida em Angola, mas criada pelos avós em Portugal, que a poucos meses do casamento foge para o seu país natal, em busca da mãe e da sua própria identidade, incluindo a sexual.

O outro romance de língua portuguesa, "O verão tardio", de Luiz Ruffato, foi traduzido para "Late Summer", por Julia Sanches, e não está editado em Portugal.

Trata-se de uma narrativa sobre um homem e as suas tentativas de reatar os fios do passado, uma jornada aos limites de um Brasil dividido, em que o diálogo não parece mais possível.

O autor tem outros livros publicados em Portugal, como "Eles eram muitos cavalos" e "De mim já nem se lembra", na Tinta-da-China, e "Estive em Lisboa e lembrei-me de ti", pela Quetzal.

Da lista de nomeados constam ainda autores como Karl Ove Knausgard e o seu romance "A estrela da manhã", Hervé Le Tellier, com "A anomalia", Ilja Leonard Pfeijffer, com "Grande hotel Europa", Amor Towels, com "Lincoln Highway", e Elif Shafak, com "A ilha das árvores desaparecidas".

Entre os nomeados contam-se também outros títulos como "Pequenas coisas como estas", de Claire Keegan, "Mar de tranquilidade", de Emily St. John Mandel, "Encruzilhadas", de Jonathan Franzen, e "Paradais" de Fernanda Melchor, autora mexicana cujo anterior romance, "Temporada de furacões", foi finalista deste prémio e que se encontra desde a semana passada publicado em Portugal.

O Prémio Literário de Dublin é organizado pela autarquia da capital da Irlanda e gerido pelas bibliotecas públicas da cidade, com um valor monetário de 100 mil euros, a serem entregues na totalidade ao autor da obra vencedora, se esta for escrita em inglês, ou, no caso de tradução, a dividir entre escritor e tradutor, nos valores de 75 mil euros e 25 mil euros, respetivamente.

A lista de finalistas do Prémio Literário Internacional de Dublin 2023 será conhecida no dia 28 de março e o vencedor será revelado a 25 de maio.

O romance "The art of loosing", da autora francesa Alice Zeniter, foi o vencedor do Prémio Literário de Dublin 2022.

 

14
Jan23

Vem aí o novo Walkman da Sony e vai ser a loucura total (comece já a poupar)

Niel Tomodachi

O aparelho chega às lojas europeias este mês. Os nostálgicos dos anos 80 (e os colecionadores) vão delirar.

Acabamos de entrar em 2023, mas a Sony prepara-se para proporcionar uma viagem aos anos 80 com o lançamento de um novo Walkman. O NW-A306 não envolve cassetes, mas recupera o design do icónico aparelho que muitos ainda têm por casa.

Segundo comunicado da marca, aqui citado pelo “Público”, a versão moderna (e mais leve) do aparelho foi “concebida para que os utilizadores ouçam a música tal como foi idealizada pelo artista e com um som de elevada qualidade”.

A proposta, que oferece “36 horas de reprodução” com qualidade mais baixa, “32 horas de reprodução de áudio de alta resolução ou 26 horas com a app do serviço de streaming”, destaca-se por um ecrã e controlos laterais táteis de reprodução.

O produto conta, igualmente, com uma tecnologia de amplificação digital para reduzir a distorção de ruído e ligação wi-fi para ouvir música através de aplicações ou depois de feito o download.

Com um valor recomendado de 400€, o NW-A306 chega às lojas europeias até ao final de janeiro. Este vai estar disponível nas cores preto e azul, além de permitir usar auscultadores sem fios.

Tem até 36 horas de autonomia
 
12
Jan23

Escritor angolano Ondjaki vence Prémio Literário Vergílio Ferreira 2023

Niel Tomodachi

O escritor angolano Ondjaki conquistou hoje o Prémio Vergílio Ferreira 2023 da Universidade de Évora (UÉ), devido ao seu contributo para que o português "seja língua de reconciliação" e "de consciência crítica", revelou a academia alentejana.

Escritor angolano Ondjaki vence Prémio Literário Vergílio Ferreira 2023

Em comunicado enviado à agência Lusa, a UÉ anunciou que o júri, reunido hoje, decidiu atribuir por unanimidade esta distinção a Ondjaki, "escritor, livreiro e artista de diversas disciplinas".

O júri, na sua apreciação, destacou "o contributo que Ondjaki faz para que a língua portuguesa seja língua de reconciliação e mesmo de consciência crítica para todos os falantes de português", acrescentou a UÉ.

Instituído pela UÉ em 1996, para homenagear o escritor que lhe dá o nome, o Prémio Literário Vergílio Ferreira destina-se a galardoar anualmente o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante nos domínios da ficção e/ou ensaio.

 

11
Jan23

Para fazer em 2023: aderir a um clube de leitura

Niel Tomodachi

Os clubes de leitura são um incentivo para trocar mais os ecrãs pelos livros. A cada mês, há encontros presenciais ou online em que se discute determinada obra - uma forma de expandir conhecimentos e criar laços.

Quando a atriz e encenadora Sara Barros Leitão conquistou o Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II, no valor de 5000 euros, decidiu aplicá-lo na criação de um clube do livro feminista. Estávamos no fim de 2020, e 2021 trouxe logo a primeira edição do HERÓIDES, que vai buscar o nome à obra homónima de Ovídio. Esse que foi o projeto de estreia da estrutura de criação artística Cassandra continua: já está online o calendário de sessões para 2023. São maioritariamente virtuais, abertas a 500 participantes e com interpretação em língua gestual portuguesa, havendo três em formato presencial, no Funchal (Madeira), na Praia da Aguda (Gaia) e em Setúbal.

 

A primeira sessão é já no dia 28, incide sobre o livro “Não é só sangue”, de Patrícia Lemos, e tem a autora como convidada. As inscrições, gratuitas, estão abertas, e no dia 14 vão ser largados exemplares desta obra em espaços públicos de dez cidades, para quem os apanhar (as fotografias dos locais são divulgadas nas redes sociais). Entre as convidadas da presente edição surgem nomes como Violante Saramago, Marisa Matias ou Fatu Banora, embaixadora na luta contra a mutilação genital feminina, que escolheu uma obra sobre esse tema, excecionalmente em inglês. Em regra, o Heróides propõe títulos de fácil acesso, editados em português e disponíveis em bibliotecas.

 

Sem custos nem obrigações


“O clube é sempre aberto. As pessoas podem nem ler o livro, inscrever-se quando quiserem, entrar e sair. São duas horas por mês em que se juntam para conversar. Às vezes, vão ler depois. E é muito descontraído”, sublinha Sara Barros Leitão, acrescentando que ali “não há lugares de poder”, numa ótica de quem sabe mais. Deixa claro, também, que não é só para mulheres, nem se cinge a obras da sua autoria – o olhar sobre os livros é que é feminista. E as conversas prosseguem via Discord. Diz Sara que muitos participantes do Heróides usam esse meio para trocar sugestões e até boleias, que já houve romances a começar no chat do clube e pessoas a ir de férias juntas.

 

Se o Heróides leva o nome de uma obra de Ovídio, o clube de leitura que decorre na Flâneur, no Porto, inspirou-se num conto de Clarice Lispector. FELICIDADE CLANDESTINA é como se chama o projeto, criado e dinamizado pela tradutora Helena Topa. Os encontros costumam ter lugar no último sábado de cada mês, na livraria/editora de Arnaldo Vila Pouca e Cátia Monteiro. “Toda a gente pode participar, e não é obrigatório ler o livro”, conta ele, que vê nestas iniciativas um meio de motivar para a leitura e descobrir outros títulos e autores.

Opinião idêntica tem Rita Siborro, que divide com Raul Reis a gerência de outra livraria independente, desta feita em Setúbal. O CLUBE DE LEITURA DA CULSETE também é de periodicidade mensal e entrada livre, sem frequência obrigatória. As obras, selecionadas por votação, podem ser adquiridas lá, com 10% de desconto, ou não. No próximo dia 26, às 19.30 horas, a sessão é dedicada a Agustina Bessa-Luís, cabendo a cada pessoa escolher um título da escritora.

 

Peças de teatro, ciência e bolinhos


O trabalho desenvolvido pela companhia de teatro Marionet, de Coimbra, assenta no cruzamento entre artes performativas e ciência, no palco e fora dele. Prova disso é a iniciativa LER TEATRO COM CIÊNCIA, que visa dar a conhecer dramaturgias cujo conteúdo tenha ligação à ciência. Fá-lo através de sessões públicas de leitura de peças contemporâneas vindas do seu Centro de Documentação em Artes Performativas e Ciência, uma biblioteca com mais de 100 obras, muitas delas premiadas e ainda não traduzidas para português, esclarece Francisca Moreira, produtora da Marionet. O Ler Teatro com Ciência existe muito graças ao Projeto de Tradução Colaborativa, que conta com voluntários para traduzir as peças em causa. As sessões, bimestrais, acontecem em diversos espaços da cidade, com acesso livre, mas sujeitas a inscrição. A próxima é já no dia 18, às 18 horas, na livraria Bruaá, no Convento São Francisco, e gira em torno da peça “Boom”, de Peter Sinn Nachtrieb, escolhida por votação. A leitura é feita em conjunto (pode-se só escutar), e a seguir há troca de ideias. Nem falta o lanche, com bolinhos e chá.

 

10
Jan23

Clube do livro feminista de Sara Barros Leitão lança nova edição em 2023

Niel Tomodachi

O clube do livro feminista Heróides nasceu em 2021 e vai na terceira edição.

Clube do livro feminista de Sara Barros Leitão lança nova edição em 2023

clube do livro feminista criado por Sara Barros Leitão arrancou com uma nova edição em 2023, com mais livros que se focam em questões, direitos e problemas das mulheres.

 

O clube, denominado Heróides, foi fundado em 2021, no âmbito da criação da estrutura artística Cassandra, pela atriz portuguesa.

Nas Heróides, Sara Barros Leitão, uma série de convidadas e o público debate lê, explora e debate obras que procuram oferecer uma perspetiva diferente à literatura masculina, branca e europeísta, apelando a uma maior defesa dos direitos e liberdades das mulheres.

A primeira obra do ano é o livro 'Não é só sangue', de Patrícia Lemos. O livro aborda a saúde menstrual e estará disponível em livrarias de dez cidades do país, antes da discussão sobre a obra, que será no dia 28 de janeiro.

 

Depois, os próximos dez livros agendados para 2023 - cuja curadoria é da responsabilidade de Sara Barros Leitão e Andreia Nascimento - são 'Tudo pode mudar – Capitalismo vs Clima', de Naomi Klein; 'A Máquina do Ódio', de Patrícia Campos Mello; 'Poemas', de Hannah Arendt; 'O ano de 1993', de José Saramago; 'Lueji, o Nascimento de um Império', de Pepetela; 'Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica', de Natália Correia; 'Coisas Que Não Quero Saber', de Deborah Levy; 'Saving Safa, Rescuing a little girl from FGM', de Waries Dirie; 'Economia de Missão – Um guia ousado e inovador para mudar o capitalismo', de Mariana Mazzucato; e 'A História de Uma Serva', de Margaret Atwood.

O 12.º livro, correspondente ao mês de dezembro, será escolhido mais tarde pela comunidade que faz parte do clube de leitura.

Apesar da maioria das conversas ser online, três delas serão feitas presencialmente, no Funchal (27 de maio, sobre o livro de José Saramago), em Sintra (a 29 de julho, com a antologia de Natália Correia) e em Setúbal (em dezembro, com o livro a definir).

Cada conversa incluirá uma convidada, desde Patrícia Lemos, Catarina Viegas, Violante Saramago, Marisa Matias, Fatu Banora, entre outras.

Para já, o clube continua a ser gratuito. No entanto, as Heróides lançaram uma campanha de 'crowdfunding' para reunir fundos para as despesas adjacentes, tal como a existência de "interpretação em Língua Gestual Portuguesa" em todas as sessões.

A Cassandra, de Sara Barros Leitão, é então uma estrutura que engloba os projetos da atriz, desde o clube de leitura, a um podcast, e inclui ainda um espetáculo sobre o trabalho doméstico, denominado 'Monólogo de uma mulher chamada Maria'. A atriz de teatro também ficou mais conhecida pelo seu papel na aclamada peça 'Catarina e a beleza de matar fascistas'.

Barros Leitão foi ainda galardoada com Prémio Revelação Teatro Nacional D. Maria II/Ageas em 2020.

 

05
Jan23

As apps que o vão ajudar a ler mais livros em 2023

Niel Tomodachi

O Goodreads é sempre uma boa proposta, mas há outras apps que também podem ser boas opções.

As apps que o vão ajudar a ler mais livros em 2023

É comum iniciar um novo ano com todo o tipo de resoluções e, entre as mais populares, é comum ver decisões de passar a ler mais livros. Uma boa forma de cumprir esta resolução é escolher uma boa aplicação que lhe permita não só registar o seu progresso de consumo de livros como também descobrir novos livros.

 

O Goodreads é uma das plataformas mais populares neste segmento e, apesar de ser uma ótima proposta, o site TechCrunch decidiu criar uma lista mais focada em alternativas menos conhecidas e que também merecem ser consideradas.

StoryGraph:

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Tertulia:

naom_63b40dad038c8.jpgBasmo:

naom_63b40daf2816a.jpgReaderly: 

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05
Jan23

É este ano que vai começar a correr? Anote as 11 corridas que pode fazer até à primavera

Niel Tomodachi

Há vários tipos de provas, só não há desculpas, porque ainda se pode inscrever em todas elas.

Uns adoram, outros odeiam, mas o que é certo é que nos últimos anos o número de adeptos de corrida em Portugal cresceu exponencialmente. Se ainda não faz parte deste grupo, talvez estes dados o convençam a experimentar. Quem pratica corrida pelo menos uma vez por semana pode reduzir o risco de morte prematura até 27 por cento. E não tem de se preocupar porque não depende do número de horas acumuladas por semana a correr ou da velocidade a que o faz.

O que importa é correr. E se uma das suas para decisões para 2023 é fazer (mais) corridas, ainda pode inscrever-se em várias que decorrem até à primavera.

Depois das várias São Silvestres seria de esperar que estas provas tradicionais já tivesse acabado. Mas não. Ainda inscrever-se para a última corrida do género que acontece no próximo dia 14 de janeiro, na Trofa. Este primeiro mês do ano tem ainda mais iniciativas nas quais ainda pode participar, Uma dela é a Maratona no Funchal. Uma prova de fogo, com uma vista incrível para o oceano Atlântico.

Fevereiro é o mês do Carnaval e do Dias dos Namorados e como não podia deixar de ser, há várias provas que marcam as efemérides. E não é só. Para os verdadeiros maratonistas, é a altura da primeira prova internacional do ano: a maratona de de Sevilha.

Em Março costuma realizar-se a Meia Maratona de Lisboa. Para este mês também está marcada a corrida da Vodafone que passa pelo tabuleiro da Ponte 25 de Abril. O Porto tem uma prova marcada para 19 de Março e vai ser perfeita para quem quer festejar o Dia do Pai a correr.

 

04
Jan23

Astérix e Obélix: O Império do Meio: Posters e trailer!

Niel Tomodachi
 

Astérix e Obélix: O Império do Medo

Depois de confirmado o elenco, onde encontramos um famoso jogador de futebol, a flor do humor francês, músicos, actores reconhecidos e jovens talentos. Isto promete! Chegam as primeiras imagens do filme, numa demonstração bastante entusiasmante.

 

Novo Póster (internacional)

 
Astérix e Obélix: O Império do Meio:
Novo poster internacional de Astérix e Obélix: O Império do Meio:

O quinto filme em imagem real vai chamar-se Astérix e Obélix: O Império do Meio (Astérix & Obélix: L’Empire du Milieu), e a par da nova adaptação de Os Três Mosqueteiros é das produções do cinema europeu mais ambiciosas!

 
Guillaume Canet e Gilles Lellouche como Astérix e Obélix

Agora, Astérix sé interpretado por Guillaume Canet (La Belle ÉpoquePequenas Mentiras entre Amigos), que também assume a realização e a escrita do argumento, com a dupla Philippe Mechelen e Julien Hervé (Ursinho Procura-se).

Depois de Gérard Depardieu ter interpretado Obélix nas quatro adaptações cinematográficas anteriores, desta vez é Gilles Lellouche (Pequenas Mentiras entre AmigosOu Nadas ou Afundas) a dar corpo ao gigante gaulês que caiu no caldeirão da poção mágica quando era pequeno.

 

Marion Cotilard (La Vie en RoseA Origem) interpreta Cleópatra, personagem que foi interpretada por Monica Bellucci no filme de 2002. Vincent Cassell (Cisne NegroO Ódio) é César Jonathan Cohen (Branca como NeveCoexistir não é Fácil) é Graindemaïs.

 

O futebolista internacional sueco Zlatan Ibrahimovic faz a estreia no cinema ao interpretar o centurião romano Caius Antivirus.

Recordamos que em Astérix e a Transitálica (Edições Asa, 2017) apareceu a personagem Coronavírus.

 

A cantora Angèle é Falbala. Jérôme Commandeur é o chefe da aldeia Matasétix, acompanhado por Boapinta interpretado por Audrey Lamy . O insuportável Cacofonix é interpretado por Philippe Katerine.

 


Manu Payet, é um personagem chamado Ri Qi Qi e o comediante Jason Chicandier é o peixeiro Ordemalfabétix. Thomas VDB e Bun Hay Mean são Sinus e Deng Tsin Qin, respectivamente. Para interpretar o formidável druida Panoramix, é recuperado um monumento da comédia francesa que assume o papel e a poção mágica: Pierre Richard. O pirata Barba Vermelha é interpretado por Franck Gastambide.

Depois de participar em Astérix nos Jogos Olímpicos, José Garcia regressa ao universo de Astérix e Obélix para ser Biopix. A nova geração é representada em particular por Laura Felpin que interpreta Carioca, assim como integra ainda o elenco: Big Flo, Oli e pelas estrelas dos vídeos que os mais novos adoram assistir McFly e Carlito.

 
Guillaume Canet

Estamos no ano 50 a.C. A Imperatriz da China acaba de ser aprisionada após um golpe de estado instigado por Deng Tsin Qin, um príncipe traiçoeiro. Auxiliada por Finalthesis, o mercador fenício, e pelo seu fiel guarda-costas Mai Wei, a única filha da imperatriz, a Princesa Sass-Yi, foge em direção à Gália para pedir o auxílio de dois corajosos guerreiros, Asterix e Obélix, que são dotados de força sobre-humana graças à sua poção mágica.

Os dois heróis inseparáveis aceitam de bom grado ajudar a princesa a salvar a mãe e a libertar o seu país. Assim, tem início uma grande viagem e uma aventura a caminho da China. Porém, César e o seu poderoso exército, sedentos de uma nova conquista, partem também rumo ao Reino do Meio…

 

Philippe Mechelen e Julien Herve escreveram o argumento original baseado nos álbuns da banda desenhada criada por René Goscinny e Albert Uderzo e publicada pela Les Editions Albert-René.

Guillaume Canet também se juntou a Mechelen e Herve na adaptação do filme e na escrita dos diálogos. Astérix e Obélix: O Império do Meio será realizado por Guillaume Canet.

O filme contará com uma banda sonora original de Matthieu Chedid, o popular cantor francês.

Astérix & Obélix: L’Empire du Milieu está previsto chegar aos cinemas portugueses a 2 de fevereiro de 2023.

 

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