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Little Tomodachi (ともだち)

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05
Mai21

Raquel Salgueiro vence Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce 2021

Niel Tomodachi

A livreira e autora Raquel Salgueiro venceu a oitava edição do Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce, na categoria de texto, com o conto "Assim como tu", foi hoje anunciado.

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A história "aborda temas do quotidiano da criança e da construção da identidade. O texto prima pela elegância da linguagem e apresenta uma estrutura adequada à história", afirmou o escritor Afonso Cruz em representação do júri do prémio, citado em comunicado.

O Prémio de Literatura Infantil, criado em 2014 por aquela empresa de retalho, tem um valor monetário de 50 mil euros, a repartir em partes iguais pelos autores do texto e da ilustração. É considerado o prémio literário com o valor mais elevado em Portugal, na área do livro para a infância.

Apurado o vencedor do texto, inicia-se agora a fase do concurso na categoria de ilustração, para escolher quem irá ilustrar este conto infantil.

Raquel Salgueiro, autora de "Assim como tu", tem 48 anos, vive em Castelo de Vide e é livreira e programadora do projeto cultural Cabeçudos, de promoção do livro e da leitura.

Na nota de imprensa sobre o prémio, Raquel Salgueiro explica se inspirou na natureza da paisagem alentejana para escrever este conto para os mais novos.

"Quis escrever uma história simples, sobre pessoas, que fosse transversal e na qual todos pudessem rever-se. Enquanto seres humanos, temos características e passamos por experiências comuns, por isso, encontramos pontos de contacto com a vida de Antónia, a personagem principal", afirmou.

Nesta edição, que contou com mais de dois mil textos submetidos a concurso, o júri atribuiu ainda uma menção honrosa ao conto "O Senhor Alberto", de Mário Augusto Santos.

O júri integrou Afonso Cruz, David Machado, Sara Rodi, Violante Magalhães e Sara Miranda.

A fase de candidaturas para autores submeterem ilustrações ao conto de Raquel Salgueiro decorrerá entre 13 de maio e 01 de julho.

O livro ilustrado, que resulta do trabalho entre os dois vencedores - texto e ilustração - é editado habitualmente no outono.

De acordo com o regulamento, o prémio destina-se a obras inéditas em língua portuguesa, dirigidas a leitores entre os 6 e os 12 anos.

Em edições anteriores, o prémio permitiu a publicação de, entre outros, "Leituras e papas de aveia", de António Martins e Duarte Carolino, "O protesto do lobo mau", de Maria Leitão e Pedro Velho, e "O narciso com pelos no nariz", de Andreia Pereira e Ana Granado.

 

05
Mai21

Escritora Hélia Correia vence Prémio Literário Guerra Junqueiro

Niel Tomodachi

A escritora Hélia Correia venceu o Prémio Literário Guerra Junqueiro, do Festival Internacional de Literatura de Freixo de Espada de Espada à Cinta, que lhe será entregue na próxima edição, em julho, anunciou hoje a organização.

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"Hélia Correia reflete a influência de Guerra Junqueiro tanto na parte literária, na sua poesia e no discurso poético da sua obra, como nas convicções políticas que sempre o entusiasmaram", escreve, no anúncio da decisão, a organização do Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL), que cabe ao município de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança.

"O legado de Guerra Junqueiro é e continuará a ser uma fonte de inspiração para a formação de muitos poetas e escritores do século XX e XXI. E, enquanto assim for, podemos celebrar em pleno a língua portuguesa", disse a curadora do prémio literário, Avelina Ferraz.

Vencedora do Prémio Camões, em 2015, Hélia Correia (1949) licenciou-se em Filologia Românica, foi professora de Português do Ensino Secundário, e destacou-se de imediato com as primeiras obras, a poesia de 'O Separar das Águas' (1981), a que se seguiu 'O Número dos Vivos' (1982) e a novela 'Montedemo' (1984), que a companhia de teatro O Bando pôs em cena, com sucesso.

Apesar do seu gosto pela poesia, foi como ficcionista que Hélia Correia afirmou o seu percurso, constituindo uma das mais consistentes revelações da novelística portuguesa da geração de 1980. Os seus contos, novelas ou romances surgem sempre, porém, impregnados do discurso poético.

É de poesia o seu mais recente livro, "Acidentes", editado no final do ano passado, e foi com a poesia de "Terceira Miséria" que venceu o prémio Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa, na Póvoa de Varzim, em 2013.

'Um Bailarino na Batalha', 'A Teia', 'A Chegada de Twainy', 'Adoecer', 'Insânia', 'Soma', 'A Casa Eterna', 'Bastardia', 'Lillias Fraser', 'Villa Celeste' e os contos de 'Vinte Degraus' são outros títulos da escritora, numa carreira literária de 40 anos.

Hélia Correia revelou, desde cedo, o gosto pelo teatro e pela Grécia Antiga, o que a levou a representar 'Édipo Rei', a escrever 'Rancor - Exercício sobre Helena', e a revisitar 'As Troianas' (com Jaime Rocha) e 'Medeia', de Eurípides, que transpôs para 'Desmesura', e 'Antígona', de Sófocles, para 'Perdição', textos que companhias como A Comuna, Espaço das Aguncheiras e A Escola da Noite puseram em cena.

Foi também a Grécia que a levou a escrever 'A Coroa de Olímpia' e 'Mopsos - O Pequeno Grego', para leitores mais novos, a quem também dedicou 'A Ilha Encantada', versão da 'Tempestade', de Shakespeare, 'A Luz de Newton' e 'Os Papagaios de Natal', livro de contos, com ilustrações de Manuel Botelho, o seu título mais antigo, publicado em 1977, pela Cooperativa de Acção Cultural - Vozes na Luta.

Entre outros prémios, Hélia Correia recebeu o PEN Club e o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco e o Grande Prémio de Romance e Novela, ambos da Associação Portuguesa de Escritores.

O FFIL divulgou igualmente os autores distinguidos com o Prémio Literário Guerra Junqueiro Lusofonia 2021: Albertino Bragança (São Tomé e Príncipe), Vera Duarte Pina (Cabo Verde), Abraão Bezerra Batista (Brasil), Abdulai Sila (Guiné-Bissau), Luís Carlos Patraquim (Moçambique), Agustín Nze Nfumu (Guiné Equatorial), João Tala (Angola) e Xanana Gusmão (Timor-Leste).

O Prémio Literário Guerra Junqueiro, que em 2020 foi alargado à Lusofonia, "é um importante contributo para um movimento criador de uma união cultural lusófona e responsável", disse a curadora, Avelina Ferraz.

Este ano o prémio reúne escritores dos nove países da união lusófona e de língua oficial portuguesa

"Ter Guerra Junqueiro como filho da terra é, por si só, motivo de orgulho. Perceber que existe uma ligação afetiva e efetiva ao património das letras e da cultura das palavras, torna esta missão cultural ainda mais desafiadora junto das nossas comunidades na Diáspora", disse Maria do Céu Quintas, presidente da Câmara de Freixo de Espada à Cinta e anfitriã do Prémio Guerra Junqueiro em Portugal, citada pelo comunicado de anúncio dos vencedores.

O primeiro autor homenageado pelo FFIL foi o poeta e político Manuel Alegre, seguindo-se o poeta Nuno Júdice, em 2018, o prosador José Jorge Letria, em 2019, a poeta, ensaísta, tradutora e professora Ana Luísa Amaral, no ano passado. O ano de 2021 é o de Hélia Correia.

 

29
Abr21

Anunciadas as seis escritoras finalistas para o Women's Prize for Fiction

Niel Tomodachi

Duas escritoras britânicas, duas norte-americanas, uma barbadiana e outra ganense-americana são as seis finalistas do Women's Prize for Fiction hoje anunciadas pela presidente do júri, a inglesa Bernardine Evaristo, vencedora do Prémio Booker em 2019.

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Piranesi', o segundo romance da britânica Susanna Clarke, publicado 16 anos após o premiado 'Jonathan Strange e Mr. Norrell', com que conquistou o Prémio Hugo e o Prémio Revelação dos livreiros britânicos, em 2005, é um dos finalistas a prender desde já a atenção da crítica. Igualmente finalista dos prémios Costa e Hugo, o romance investe numa personagem de mistério, Piranesi (nome comum ao do arquiteto italiano do século XVIII), que obsessivamente anota toda a informação da casa labiríntica onde habita.

O tema dos gémeos continua presente na fase final desta edição do Women's Prize for Fiction, em dois dos seis romances candidatos ao prémio: "The vanishing half", da norte-americana Brit Bennett, em que uma de duas irmãs idênticas, oriundas de uma comunidade negra, constrói uma nova identidade como pessoa branca, e "Unsettled Ground", da britânica Claire Fuller, que segue dois gémeos de 51 anos, que ainda vivem com a mãe.

Dois romances de estreia passaram também à lista de finalistas: "No One Is Talking About This", da norte-americana Patricia Lockwood, sobre o cruzamento entre as vidas real e 'online' de uma mulher, e "How the One-Armed Sister Sweeps Her House", de Cherie Jones, de Barbados, um conto de homicídio, abuso e violência.

A lista de finalistas encerra com "Transcendent Kingdom", da ganense-americana Yaa Gyasi, que segue a descoberta da história familiar de uma mulher, depois de a dependência de opiáceos destruir a vida do seu irmão.

Pelo caminho ficaram a escritora transgénero norte-americana Torrey Peters, com o seu romance de estreia, "Detransition, Baby", a consagrada autora escocesa Ali Smith, candidata com o último volume da tetralogia sobre as estações, "Summer", e a comediante britânica Dawn French, com o seu livro "Because of you", que lança um olhar sobre a maternidade.

As restantes autoras que não chegaram à fase final são as norte-americanas Raven Leilani, com "Luster", e Avni Doshi, com "Burnt Sugar", que foi finalista do Prémio Booker 2020, as irlandesas Naoise Dolan, com "Exciting Times", e Kathleen McMahon, com "Nothing But Blue Sky", e a britânica Clare Chambers, com "Small Pleasures".

"A elaboração de uma lista longa de dezasseis livros foi relativamente fácil, em comparação com a seleção de seis romances, o que exige mais consenso", disse a presidente do júri, Bernardine Evaristo, referindo-se à 'lista longa' anunciada em março, e da qual saíram agora as seis finalistas.

"Infelizmente, tivemos de perder livros excecionais que adorámos. No entanto, com esta lista restrita, estamos entusiasmados por apresentar uma gloriosamente variada e tematicamente rica exploração da ficção feminina no seu melhor. Estes romances vão levar o leitor de uma Grã-Bretanha rural, esquecida, para o centro de uma comunidade em Barbados; do interior agitado dos meios de comunicação social para o interior de uma família assolada pelo vício e a opressão; de uma questão racial na América, para um labirinto mental de dimensões inauditas", prosseguiu a autora de "Rapariga, Mulher, Outra", com que ganhou o prémio Booker.

"A ficção das mulheres [escritoras] desafia a categorização e os estereótipos, e todos estes romances confrontam-se com as grandes questões da sociedade, expressas através de histórias emocionantes. Sentimo-nos apaixonados por estes enredos, e esperamos que os leitores também fiquem", concluiu Evaristo, no termo do anúncio das finalistas, feito hoje ao final da tarde.

Do painel de jurados fazem ainda parte a escritora e jornalista Elizabeth Day, a apresentadora de televisão e rádio Vick Hope, a colunista Nesrine Malik e a apresentadora Sarah-Jane Mee.

No ano passado, o prémio foi atribuído ao romance "Hamnet", da irlandesa Maggie O'Farrell.

A vencedora será anunciada a 7 de julho.

Dirigido pela romancista Kate Mosse, o Women's Prize for Fiction tem por objetivo reconhecer a ficção escrita por mulheres em todo o mundo.

Criado em 1992, em Londres, capital britânica, por um grupo de homens e mulheres jornalistas, críticos, agentes, editores, bibliotecários e livreiros, o prémio foi uma resposta ao facto de, no ano anterior, a lista de finalistas do prestigiado prémio literário Booker não ter incluído uma única mulher.

Aliás, em 1992, apenas dez por cento das finalistas ao Booker Prize tinham sido mulheres.

A residência ou o país de origem não são critérios de elegibilidade para o Women's Prize for Fiction, que celebra a criatividade feminina.

A vencedora recebe um prémio monetário no valor de 30 mil libras (perto de 33 mil euros).

 

26
Abr21

Esta cidade portuguesa pendurou 900 livros nas árvores (para qualquer pessoa levar)

Niel Tomodachi

Foi uma iniciativa para promover a leitura e assinalar o Dia Mundial do Livro, que se celebrou na sexta-feira passada.

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Na sexta-feira, 23 de abril, celebrou-se o Dia Mundial do Livro. Para assinalar a data e promover a leitura, a Câmara Municipal de Mirandela lançou uma iniciativa original. A autarquia pendurou 900 livros em árvores de todo o concelho — e qualquer pessoa pode levar um exemplar para casa.

“Esta atividade surge como uma forma simples e gratuita de acesso à leitura, através de um ato simbólico de ‘colher’ cultura e informação, elementos considerados fundamentais no processo educativo”, diz a autarquia, citada pela Agência Lusa, via Sapo.

Os livros fazem parte do espólio da Biblioteca Municipal de Mirandela e são títulos para várias idades e gostos literários. Trata-se de uma iniciativa realizada em conjunto com as 30 freguesias do concelho do distrito de Bragança.

No ano passado, a câmara municipal já tinha feito algo do género, colocando 150 livros à disposição dos habitantes que passassem pelos jardins do Mercado Municipal, Parque do Império e zona pedonal da Rua da República.

A autarquia defendeu ainda que, nesta fase difícil de pandemia, “um livro pode tornar-se uma excelente companhia, não só para os mais idosos, mas também para o público em geral”.

 

26
Abr21

Óscares: “Nomadland” é o vencedor da noite

Niel Tomodachi

A cerimónia dos maiores prémios de cinema do mundo aconteceu na madrugada desta segunda-feira, 26 de abril.

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Dois meses depois do habitual, num ano tão atípico, os vencedores dos Óscares de 2021 foram anunciados na madrugada desta segunda-feira, 26 de abril. A cerimónia foi transmitida a partir de Los Angeles, nos EUA (sendo que também havia nomeados em direto de outros locais).

O maior vencedor da noite foi “Nomadland”, ao conquistar os prémios de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Atriz. Chloé Zhao fez história ao tornar-se a segunda mulher a conquistar o Óscar de Melhor Realizador desde a fundação dos prémios.

“O Pai”, “Sound of Metal”, “Mank”, “Ma Rainey’s Black Bottom”, “Soul” e “Judas and the Black Messiah” todos ganharam dois Óscares. Conheça os vencedores de todas as categorias.

Melhor Filme

“Nomadland”

Melhor Realização

Chloé Zhao, “Nomadland”

Melhor Ator

Anthony Hopkins, “O Pai”

Melhor Atriz

Frances McDormand, “Nomadland”

Melhor Ator Secundário

Daniel Kaluuya, “Judas and the Black Messiah”

Melhor Atriz Secundária

Yuh-Jung Youn, “Minari”

Melhor Argumento Original

“Uma Miúda com Potencial”

Melhor Argumento Adaptado

“O Pai”

Melhor Fotografia

“Mank”

Melhores Efeitos Visuais

“Tenet”

Melhor Filme Internacional

“Mais uma Rodada” (Dinamarca)

Melhor Filme de Animação

“Soul”

Melhor Documentário

“A Sabedoria do Polvo”

Melhor Curta-Metragem

“Dois Perfeitos Estranhos”

Melhor Curta-Metragem Documental

“Colette”

Melhor Guarda-Roupa

“Ma Rainey’s Black Bottom”

Melhor Caracterização

“Ma Rainey’s Black Bottom”

Melhor Canção Original

“Fight For You”, H.E.R. (“Judas and the Black Messiah”)

Melhor Banda Sonora Original

“Soul”

Melhor Curta-Metragem de Animação

“If Anything Happens, I Love You”

Melhor Som

“Sound of Metal”

Melhor Cenografia

“Mank”

Melhor Edição de Vídeo

“Sound of Metal”

 

23
Abr21

Grupo Penguin oferece pequenas bibliotecas às Casas Acreditar no dia do Livro

Niel Tomodachi

O grupo Penguin Random House Portugal vai oferecer “mini-bibliotecas” às casas da Acreditar, por ocasião do Dia Mundial do Livro, pretendendo com este gesto “partilhar o conforto que os livros proporcionam” com as crianças com cancro e seus familiares.

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De acordo com o grupo editorial, são conjuntos de 25 livros das suas várias chancelas, que vão ser entregues à Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, para rechear as suas casas de Lisboa, Coimbra, Porto e Funchal.

Entre as obras selecionadas para oferecer contam-se “A mulher que correu atras do vento”, de João Tordo, “Becoming”, de Michelle Obama, “Jesus Cristo bebia cerveja”, de Afonso Cruz, “ABC da Vida”, de Helena Sacadura Cabral, “A verdade sobre o caso de Harry Quebert”, de Joel Dicker, e “A Cor púrpura”, de Alice Walker.

Para os mais novos, serão doados “Historia de adormecer para raparigas rebeldes”, de Francesca Cavallo e Elena Favilli, “Elmer e minhas emoções”, de David McKee, “Diário de uma Miúda como tu”, de Maria Inês Almeida, “Big Nate e Companhia”, de Lincoln Pierce, e “O grande livro dos super tesouros”.

O grupo editorial, que detém chancelas como a Alfaguara e a Companhia das Letras, destaca que esta iniciativa tem presente que “a leitura pode ser também um refúgio, e um alento”.

“Como editores, acreditamos que os livros ajudam a tornar o mundo um lugar melhor, mais preenchido, com mais sentido. Com esta oferta de livros para as 4 Casas da Acreditar, em Coimbra, Lisboa, Porto e Funchal, pretendemos dar o nosso contributo para alegrar e preencher os dias das crianças com cancro, assim como dos pais e cuidadores que as acompanham neste momento difícil”, afirma Clara Capitão, diretora-geral do grupo.

A responsável editorial acredita que “estas crianças encontrarão nestes livros uma fonte de consolo e conforto, um lugar de refúgio e fantasia, tão necessários quando precisamos de vencer obstáculos”.

Para Ansfriede Zwaagstra, da Acreditar, “a companhia de um livro acalma as tempestades da vida”.

“Com uma biblioteca viva e atualizada, a estadia das famílias na Casa Acreditar fica mais rica”, considera a fundadora desta associação com mais de 25 anos.

 

23
Abr21

Dia Mundial do Livro!!

Niel Tomodachi

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A data tem como objetivo reconhecer a importância e a utilidade dos livros, assim como incentivar hábitos de leitura na população.

Os livros são um importante meio de transmissão de cultura e informação, e ainda, elementos fundamentais no processo educativo.

No Dia Mundial do Livro decorrem várias ações de promoção dos livros e da leitura, organizados por livrarias, associações culturais, escolas, universidades e outras entidades. Neste dia, algumas livrarias promovem compras de livros com descontos.

Uma sugestão de celebração é partilhar a(s) sua(s) obra(s) preferida(s) com os outros. Outra sugestão é começar a ler um novo livro.

A UNESCO instituiu em 1995 o Dia Mundial do Livro. A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial - foi a 23 de abril de 1616 que faleceu Miguel de Cervantes e a 23 de abril de 1899 que nasceu Vladimir Nabokov. O dia 23 de abril é também recordado como o dia em que nasceu e morreu o famoso escritor inglês William Shakespeare.

A data serve ainda para chamar a atenção para a importância do livro como bem cultural, essencial para o desenvolvimento da literacia e para o desenvolvimento económico.

 

22
Abr21

Feira do Livro do Porto regressa entre 27 de agosto e 12 de setembro

Niel Tomodachi

A Feira do Livro do Porto está de regresso aos Jardins do Palácio de Cristal, entre 27 de agosto a 12 de setembro, numa edição precedida por seis fins de semana de música, anunciou hoje a câmara.

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Numa convocatória para a apresentação da iniciativa "Warm Up", nome atribuído ao ciclo de seis fins de semana de programação musical, o município avança que o evento preliminar vai decorrer entre 16 e 22 de agosto, antecipando e "aquecendo musicalmente" a edição de 2021 da Feira do Livro, cujas novidades serão reveladas na sexta-feira, Dia Mundial do Livro.

"O WARM UP é a alternativa proposta para abrir os Jardins do Palácio de Cristal e, através da palavra e da música, acolher festivais e atividades que não se puderam realizar no atual contexto", assinala a autarquia na convocatória.

O evento, acrescenta, "é um alento otimista que o Município do Porto proporciona às estruturas culturais, aos artistas e aos seus públicos, devolvendo-lhes espaço de atividade e reforçando a sua importância na dinâmica da cidade".

Em 2020, a Feira do Livro do Porto, que decorreu num contexto de pandemia e com limitação de entradas, recebeu cerca de 100 mil visitantes, revelava o presidente da Câmara do Porto, o independente Rui Moreira, no último dia do festival literário que decorreu entre 28 de agosto e 13 de setembro.

À data, o autarca anunciou que edição de 2021 ia homenagear o escritor portuense Júlio Dinis.

A edição 2020 do festival literário homenageou a imunologista Maria de Sousa (1939-2020), que morreu em abril, vítima de infeção causada pelo novo coronavírus, e a poeta Leonor de Almeida (1909-1983).

Com o mote "Alegria até ao Fim do Mundo", um verso da escritora Andreia C. Faria, autora residente da iniciativa, a sétima edição do certame contou com participação de 120 pavilhões e 80 entidades, tendo o acesso ao recinto estado limitado a 3.500 pessoas.

 

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