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Little Tomodachi (ともだち)

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18
Mai21

SWIMOUT, o primeiro jogo indie 100% português da GETTOUT!

Niel Tomodachi

Originária de Mafra, o estúdio GETTOUT, acaba de lançar o seu primeiro jogo, SWIMOUT, a mais recente novidade para os mercados Português e internacional.

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O jogo consiste em fazer navegar um peixe, a personagem deste jogo, por um cenário que se move. Cada peixe é diferente, uns mais rápidos, outros mais lentos; uns mais pesados, outros mais leves. Todos estão à escolha do jogador, o qual deve optar pelo que mais se enquadra nas suas necessidades e preferências visuais e técnicas. O peixe é personalizável e até azulejos tipicamente Portugueses fazem parte da panóplia de diferentes opções para cada peixe.

Para os mais novos ou para os mais velhos, é caso para dizer que há peixes para todos os gostos. É importante referir que objetivo principal do jogo é chegar o mais longe possível, alcançando, por isso, a maior pontuação e desafiar amigos, família ou conhecidos para descobrir quem é o derradeiro mestre do jogo.

SWIMOUT

“Viciante”, “Relaxante”, “Fantástico” e “Não se vão desiludir” são algumas das muitas críticas aquando do lançamento do jogo e, embora, a boa recepção ao mesmo, Beatriz Artilheiro e Paulo Arinto, os criadores do jogo garantem

“É apenas o começo, o potencial [do jogo] é enorme e pretendemos expandi-lo”. Embora a boa vontade, os dois jovens criadores também percebem a dificuldade “É difícil singrar num mercado pequeno como o nosso, é preciso que todos ajudem e contribuam para nos ajudar a fazê-lo crescer além fronteiras. Ainda assim, acreditamos que seja possível.”

Os próprios admitem que o projeto teve início porque acreditam que os Portugueses deviam estar mais presentes na indústria dos jogos:

“Deve existir uma maior presença Portuguesa na indústria dos jogos internacionalmente, porque com tanto talento que temos, faz sentido que também o apliquemos nas áreas certas.”

Durante a primeira semana de lançamento, o jogo atingiu o Top 30 na App Store, algo incomum para qualquer jogo, especialmente Português. Para que possa manter a curva ascendente de progressão, é necessário que os números de instalações continuem a aumentar.

Descarrega o jogo aqui: http://onelink.to/swimout

Criado inteiramente por dois jovens Portugueses, Beatriz Artilheiro e Paulo Arinto, de 19 e 20 anos do Concelho de Mafra, GETTOUT é o resultado da ambição de querer iniciar uma carreira profissional em Design de sucesso. Ambos são estudantes do Ensino Superior em Design e pretendem expandir os seus conhecimentos através de projetos variados na área criativa.

 

(S)

04
Jul20

MYKUBO: o site 100% português que só vende produtos criados por “pessoas autênticas”

Niel Tomodachi

A ideia do projeto é permitir que se ganhe uma visão mais abrangente do "melhor que se faz em Portugal".

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Como tantos outros projetos, o MYKUBO teve de “fintar a adversidade” para ser lançado durante a pandemia, colocando em foco aquilo que de melhor se faz no nosso País. Desde 17 de junho, este novo site vende uma seleção criteriosa de trabalhos desenvolvidos por artistas, artesãos, designers e marcas portuguesas enquanto promove um consumo consciente.

Ana Marques de Sá, de 43 anos, explica à NiT que a ideia para esta plataforma veio da “paixão pelas artes e pelas pessoas que a criam”, que multiplicam histórias de resiliência e persistência. Entre a seleção do MYKUBO, vai encontrar propostas de artistas emergentes e outros que já são conceituados nas suas respetivas indústrias.

“Não queremos ter muitos, mas sim uma representação do melhor a nível de design, criatividade, conceito e posição de valores sustentáveis do produto”, admite a fundadora do projeto. Para isso, desenvolveu uma parceria com a Portugal Manual, uma plataforma que faz a ligação entre uma rede de artesãos portugueses contemporâneos e o mercado mundial.

A filosofia do site prende-se muito com uma promoção de produtos criados por “pessoas autênticas”, dando a conhecer aos consumidores trabalhos inovadores desenvolvidos por artesãos nacionais, ao mesmo tempo que ajuda a dinamizar e incentivar a economia nacional enquanto esta atravessa um momento tão frágil.

“Aqui não há massificação do produto”, sublinha Ana. Todas as peças são únicas, personalizadas e especiais, e seguem processos de produção com base nos princípios da sustentabilidade, reciclagem e escolha de matérias primas duráveis. São produtos éticos, com um processo de criação transparente nos consumos de recursos, utilização de materiais e práticas como a responsabilidade social e produção local.

A ideia é permitir que se ganhe uma visão mais abrangente do “melhor que se faz em Portugal”. “Queremos elevar o nosso País além fronteiras através da nossa arte e do nosso saber fazer”, acrescenta a fundadora do MYKUBO. 

Entre os produtos que vai encontrar por lá, há, por exemplo, as icónicas sapatilhas da Sanjo; joalharia da Mafalda Maya; macramé da TEX MB; estacionário da Bulhufas; candeeiros da Musgo; cerâmicas da Malga; vestuário da Marie; e meias da Captain Socks. O intervalo de preços é muito variado, de acordo com cada produto — irá encontrar artigos por volta dos 12€, mas também há peças de decoração, como o cubo de lã da João Bruno Design, por 800€. 

Na conta de Instagram, o MYKUBO conta as histórias das marcas que representa, com foco naquilo que acontece dentro das oficinas, pelas mãos capazes dos artesãos que, normalmente, ficam pelos bastidores. Exemplo disso é o vídeo sobre a Avó Veio Trabalhar, uma iniciativa sem fins lucrativos que reúne idosas com mais de 60 anos e coloca à venda os seus produtos artesanais, de forma a “empoderar mulheres sénior”.

02
Mar20

Regar ou não regar? Este vaso independente resolve a questão

Niel Tomodachi

E se um vaso tivesse a capacidade de se auto-irrigar, mantendo as ervas aromáticas viçosas durante, pelo menos, sete dias? O engenho chama-se Easy Flora, é português e o segredo está na cerâmica.

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Regar ou não regar? Afogar lentamente ou condenar a planta a agonizar na sua própria secura? O dilema é frequente e resulta, não poucas vezes, em frustração. Não conseguir regar uma planta na dose certa ou simplesmente não conseguir programar a memória para fazê-lo a tempo e horas é o mal de muito boa gente. No ano passado, o problema fez Filipa Alcobia Ferreira e Paulo Destapado começaram a puxar pela cabeça.

Produzir em Portugal e com materiais exclusivamente portugueses foi ponto assente desde o início. Mas como é que um vaso pode manter a terra húmida sem que o cuidador tenha de verter uma gota de água, pelo menos, durante sete dias? “O mais complicado foi mesmo chegar à parte superior do vaso. Fizemos vários testes para que a cerâmica tivesse a porosidade certa, de forma a absorver a água do recipiente inferior, que por sua vez é absorvida lentamente pela planta”, explica Filipa ao Observador.

Paulo Destapado e Filipa Alcobia Ferreira, os inventores do primeiro vaso auto-irrigável feito em cerâmica do mundo © Divulgação

 

Ela vem do marketing e da comunicação, ele da produção de conteúdos digitais. Somadas as partes, o resultado era zero experiência no ramo da cerâmica. “Utilizámos os recursos disponíveis” — Filipa refere-se à FAPOR, fábrica de loiças decorativas e utensílios de cozinha em faiança localizada na Batalha e que, por relações familiares, acabou por ser a incubadora da Easy Flora. Para já, a pequena dimensão do vaso está pensada para ervas aromáticas e os testes feitos apontam para sete dias de autonomia, no mínimo. Saber quando é que está na altura de voltar a pôr água é fácil, basta ver se o recipiente inferior já está vazio.

“O mecanismo já está patenteado, é o primeiro no mundo a garantir a auto-irrigação através da cerâmica”, esclarece Filipa. “Existem outros mecanismos, mas são vasos feitos de plástico e isso foi logo o que quisemos eliminar”, continua Filipa. Na FAPOR, onde os vasos da Easy Flora são produzidos, o processo segue outros exemplos ambientalmente conscientes. Todas as sobras de faiança (cacos, em bom rigor) são incluídos novamente na produção. Se não é zero, o desperdício anda lá perto.

Estes vasos, disponíveis em branco e em cinzento, chegaram ao mercado em dezembro. Agora, a dupla quer investir em divulgação — em Portugal, mas também além-fronteiras. No último mês, a dupla de empreendedores passou pela Maison et Objet, mostra de referência na área do design de interiores. “Ficámos muito surpreendidos por perceber que não havia concorrência simplesmente”, acrescenta Filipa. Na mesma feira, quiseram comprar-lhes o vaso e levá-lo para longe, deixando para trás o nome original. Filipa e Paulo recusaram, até porque de onde veio esta ideia podem surgir muitas mais.

O próximo passo será adaptar o engenho a vasos de maiores dimensões, levá-los para espaços públicos (por enquanto estão à venda na loja online, mas a ideia é pô-los em concept stores) e até convidar artistas para lhes darem um toque especial. O mundo aguarda ansiosamente, na esperança de garantir a sobrevivência das suas plantas domésticas.

Nome: Easy Flora
Data: 2019
Ponto de venda: loja online
Preço: 34,90 euros

 

Source: https://observador.pt/

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