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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

01
Jun22

Temporada final de “Love, Victor” tem um novo trailer

Niel Tomodachi

O triângulo amoroso que concluiu o capítulo passado poderá muito bem transformar-se num quadrado.

A história de “Love, Victor” está prestes a chegar ao fim, por coincidência, em pleno mês do Orgulho LGBTQIA+ — junho é o mês em que esta comunidade é celebrada, com vários eventos e iniciativas pelo mundo. A terceira e última temporada da série derivada de “Love, Simon” estreia na Disney+ a 15 de junho. O trailer para o projeto já foi lançado, e vamos descobrir com quem é que Victor (Michael Cimino) decide ficar:  Benji (George Sear) ou Rahim (Anthony Keyvan).

“Esta temporada mostra Victor numa jornada de autodescoberta — não apenas decidindo com quem é que quer estar, mas, mais amplamente, quem ele pretende ser. Com o final do ensino secundário à porta, Victor e os seus amigos deparam-se com um novo conjunto de problemas que devem resolver para fazerem as melhores escolhas para os seus futuros”, revela a sinopse. 

Recorde-se de que no final da última temporada vimos o jovem a ser confrontado com uma decisão importante, para a qual ainda não tinha resposta. Este será um dos elementos fulcrais do novo (e último) capítulo. Outro ponto da trama que também será essencial é Nick (Nico Greetham), um novo aluno que Victor conhece na igreja — e por quem poderá começar a desenvolver sentimentos. O triângulo amoroso da temporada passada vai, então, transformar-se num quadrado.

Na segunda temporada formaram-se novos casais, nomeadamente Pilar (Isabella Ferreira) e Felix (Anthony Turpel). A partir de 15 de junho vamos descobrir em que ponto está este relacionamento. Por outro lado, a temática LGBTQIA+, e especialmente as dúvidas que a envolvem, continuará a ser abordada na série.

 

01
Jun22

“Sort of”: a série focada numa jovem não-binária está prestes a estrear na Fox Life

Niel Tomodachi

A protagonista da série de comédia ternurenta quebrou barreiras e não revelou aos pais o feito porque temia as suas reações.

Os membros de comunidades antes afastadas das luzes da ribalta são cada vez mais os protagonistas de histórias que revelam as dificuldades de todos os que não se conformam com os padrões definidos pelo resto da sociedade. Graças a “Pose” vimos MJ Rodriguez a tornar-se na primeira mulher transgénero a receber um Globo de Ouro. Laverne Cox, outra mulher trans, também já foi premiada com um Emmy após realizar o documentário “The T Word”.

Não são cisgénero nem caucasianas, e os feitos por elas alcançados seriam inimagináveis apenas há umas décadas. A representatividade de minorias continua a ganhar força em Hollywood, e este tipo de histórias e papéis começam aos poucos a serem cada vez mais comuns. O mais recente exemplo é “Sort Of”, uma série original da HBO, que estreia na Fox Life este sábado, 4 de junho.

Tal como Rodriguez e Cox, também a estrela do projeto não se conforma com as normas impostas pela sociedade e, acima de tudo, não é branca. Bilal Baig é não-binária e de descendência paquistanesa. As suas raízes ajudarem-na a tornar-se na primeira pessoa queer, muçulmana e sul-asiática a protagonizar uma série no horário nobre do Canadá, país onde nasceu — e onde a série foi transmitida originalmente. A sua infância sempre foi muito protegida. Em Toronto, a sua vida não ultrapassava os limites dos bairros indiano e paquistanês. “Foram dessas zonas era a grande cidade má. Era o lugar onde poderíamos ser assassinados. Mas admito que ficava entusiasmada quando via a Torre CN. O cliché era verdade: a cidade encerrava muitas possibilidades. Desde que era muita jovem que tinha o pressentimento de que existiam mais coisas a acontecerem que os meus pais não revelavam. Estava curiosa.”

Na vida real, o background de Baig reflete uma vida constantemente em risco. “Sort Of” é uma série ternurenta, engraçada e humana, que não esquecee as raízes da protagonista. “Sempre consumi muitos conteúdos trans e não-binários com esperança de me ver retratada algures nos media e na arte. Penso que só começamos a correr riscos reais na criação artística quando sabemos que existem múltiplas representações de todas estas comunidades”, contou a jovem de 26 anos à “NBC News”.

Na série, encarna o papel de Sabi Mehboob, uma millenial de género fluído que tenta gerir várias identidades. É bartender num bar queer, filha mais nova de uma família paquistanesa e ama de uma família abastada. 

Durante a narrativa surge uma proposta irresistível: ir viver para Berlim, um paraíso para membros da comunidade LGBTQIA+. Recusa e decide continuar a ser ama. Quando a mãe dos miúdos tem um grave acidente, vemo-la a pensar sobre todos os aspetos da sua vida, partindo numa viagem interna que reflete sobre temas como raça, cultura, sexualidade e identidade de género. “Ela abdica apenas de um pouco de conforto na primeira temporada, e é isso que acaba por abrir um mar de possibilidade. Começa num sítio bastante protegido, mas as paredes vão todas abaixo em poucos segundos.” São as pequenas alterações que fazem com que a protagonista comece a gostar mais de si mesma.

O projeto afasta-se dos clichés que, mesmo sem nos apercebermos, vemos em séries e filmes com personagens trans. “Disseram-me que quando existe uma história com uma personagem trans, existe sempre um espelho. Vemo-los a olharem para si mesmos, a odiarem o corpo e a examinarem-se minuciosamente. Não há espelhos nesta série, e isso não foi propositado”, revela a protagonista. Em vez disso, a série tenta mostrar-nos as diferentes formas de como podemos “colaborar com outras pessoas e dispensar uma parte do controlo.” “Estamos a colocar algumas questões que nos fazem pensar na forma como partilhamos este mundo.”

Durante as gravações trabalhou com um elenco que descreve como de sonho. “Quando dizia que gostava de envolver determinada pessoa, isso simplesmente acontecia. É basicamente a minha lista de sonho de participações.”

Houve, claro, dificuldades no processo, especialmente quando Fabriio Filippo, o criador, lhe apresentou a ideia. “Porque é que uma millenial, não-binária e castanha, que sente que está em transição, deveria fazer uma história que no é sobre si própria, contigo?”, interrogou-se. Filippo revela que também ele estava a passar por uma transição, após terminar um casamento de 15 anos. A confissão tocou Baig, que adorou ouvir uma pessoa cisgénero a usar a palavra “transição”.

Apesar das reservas, não conseguiu evitar sentir-se entusiasmada quando recebeu a proposta. “Quando o Fab me pediu para aparecer na televisão, disse-lhe que o alcance que aquilo poderia ter fez-me sentir poderosa. As pessoas das minhas comunidades têm tantas dificuldades em conseguir chegar aos palcos. Estar mesmo dentro das casa das pessoas e apresentar várias identidades diferentes enquanto lá estamos… havia algo muito empoderador nisso.”

Algumas questões têm de ser sempre abordadas numa série que tem a transsexualidade tão presente, e a família é uma delas. Ellora Patnaik é Raffo, a mãe muçulmana de Sabi. Sempre esteve alheia à transição da filha, mas quando se apercebe de todas as mudanças, tenta criar uma nova relação com ela. O que se segue é uma luta interna entre o desejo de se voltar a conectar com a filha e os valores com que sempre cresceu. “Nós queríamos uma relação no contexto da qual pudéssemos sentir que não existia nenhum vilão. Nem a Sabi nem a Ellora são más uma para a outra.” Em vez disso, tentam compreender-se. “Entre elas é sempre um passo à frente e dois atrás, até chegarem ao momento em que se conseguem entender mutuamente, apesar de tudo. E isso é entusiasmante para ela [Raffo]. Vemos uma mulher sul-asiática a examinar o que significa ser mãe e dedicar-se aos filhos — particularmente a Sabi — que não se encaixam na norma.”

Tal como Sabi, também Baig derrubou muros no que diz respeito à sua relação com os pais. Gravou a série sem lhes dar conhecimento, mas, em setembro de 2021, contou que iria introduzir o tema numa conversa com a família. “Não posso simplesmente chegar e dizer´, ‘olá mãe e pai, fiz um programa de televisão.’ Tenho de os deixar entrar em todas as facetas da minha vida. Temos paredes entre nós que funcionaram durante muitos anos, mas não vão funcionar durante muito mais”, confessa. “Escrevi-lhes uma carta sobre isto, e um amigo da escola traduziu-a para urdu [o idioma indo-ariano de influência persa, turca e árabe falado no sul da Ásia], então vão haverá falhas na comunicação. Também já avisei os meus irmãos, e disse-lhes ‘se isto gerar confusão, preciso que fiquem do meu lado.'”

As críticas são positivas, e no site Rotten Tomatoes conta com uma pontuação de 100 por cento. Uma segunda temporada já foi confirmada, mas ainda não foi adiantada uma data de estreia. Na Fox Life, estreia-se a 4 de junho.

 

28
Mai22

“Man vs Bee”: Netflix vai ter uma série nova com Mr. Bean

Niel Tomodachi

Os fãs da personagem mais caricata e desastrada de sempre já podem saltar de alegria: o ator está de volta.

Boas notícias para os fãs portugueses de “Mr. Bean”: finalmente, foi confirmada a data de estreia da primeira temporada da série que marca o regresso desta personagem. A produção chega à Netflix portuguesa a 24 de junho.

Nesta comédia, Rowan Atkinson é Trevor e foi contratado para tomar conta de uma mansão enquanto os donos se ausentam de férias. A tarefa que se apresentava muito simples rapidamente se transformou numa bola de neve de peripécias. A causa: uma abelha.

A primeira temporada tem 10 episódios. Em cada capítulo, Trevor tenta das mais variadas formas matar a abelha, até que as coisas correm realmente mal e acaba em tribunal a ser julgado por 14 crimes, incluindo condução perigosa, destruição de obras de arte inestimáveis e fogo posto.

Criada pelo próprio Rowan Atkinson e William Davies, a série conta com um elenco composto por alguns atores mais conhecidos em Inglaterra. Daniel Fearn é Lewis, Chizzy Akudolu dá vida à juíza e Aysha Kala é a detetive que investiga o caos que se passou na mansão. Jung Lusi é Nina, a proprietária da casa, Tony McCarthy, o prisioneiro 1968, e Brendan Murphy é Eric.

 

20
Mai22

Criador de “Squid Game” revela detalhes sobre a segunda temporada

Niel Tomodachi

A série sul-coreana da Netflix foi um fenómeno mundial e vai ter continuação. Mas ainda irá demorar algum tempo até estrear na plataforma.

"Squid Game”, a série sul-coreana da Netflix, foi o grande fenómeno televisivo de 2021. Algum tempo depois, foi confirmado que a produção teria uma segunda temporada. Agora, em declarações à revista “Vanity Fair”, o criador Hwang Dong-hyuk adiantou alguns detalhes sobre o projeto.

O argumentista e realizador disse que deverá estrear entre 2023 e 2024. Ainda não tem um guião preparado, mas há várias ideias concretas, que já está a apresentar à plataforma de streaming. 

“A humanidade vai ser novamente testada através destes jogos”, disse, acrescentando que Gi-hun (Lee Jung-jae) estará presente, além de estar a ponderar sobre a possibilidade de colocar o misterioso Front Man — que supervisiona os jogos — num lugar de maior destaque.

Depois de as personagens “se terem focado em matarem-se umas às outras” durante a primeira temporada, agora Hwang Dong-hyuk quer abordar outra questão: “será que a verdadeira solidariedade entre humanos é possível?”

 

18
Mai22

Vem aí a “Mulher-Hulk”: já há trailer e data de estreia da nova série da Marvel

Niel Tomodachi

A produção vai contar com o regresso de vários atores à saga de super-heróis. Veja as imagens divulgadas.

Fãs da Marvel, vem aí mais uma série integrada neste universo de super-heróis da banda desenhada: a “Mulher-Hulk” chega a 17 de agosto à Disney+. E já foi revelado o trailer onde é possível descobrir a atriz Tatiana Maslany a interpretar a protagonista Jennifer Walters.

É uma advogada especializada em casos legais relacionados com super-poderes. Solteira e na casa dos 30 anos, terá algumas dificuldades na vida pessoal. Em parte, porque, de vez em quando, transforma-se num ser enorme (e verde) com uma força sobre-humana.

A série terá nove episódios e vai marcar o regresso de Mark Ruffalo como Hulk, Tim Roth como Emil Blonsky e Benedict Wong como Wong. O elenco inclui ainda Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Renée Elise Goldsberry ou Josh Segarra.

 

06
Mai22

Já foi divulgado o trailer da nova série de “A Guerra dos Tronos”

Niel Tomodachi

“House of the Dragon” é a produção da HBO que teve gravações em Portugal no ano passado.

Chegou o trailer de uma das séries mais esperadas do ano, “House of the Dragon”, a prequela de “A Guerra dos Tronos”. As imagens foram divulgadas nesta quinta-feira, 5 de maio. Várias cenas foram gravadas em Portugal no ano passado, nas aldeias de Monsanto e Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova.

Sob o comando dos Targaryen, numa época em que os dragões dominavam tudo e todos, habilmente comandados pelos seus mestres de cabelos platinados, Westeros prepara-se para uma nova batalha. 

A guerra civil recebeu o nome de “Dance of the Dragons”, a Dança dos Dragões. O confronto opôs dois herdeiros ao trono, Rhaenyra e o seu meio-irmão Aegon II, num conflito que definiu muito do que seria o futuro da então mais temida e poderosa casa de Westeros.

Esta nova prequela é uma ideia do próprio George R. R. Martin, o autor dos livros da saga, e de Ryan Condal, outro dos showrunners desta produção. É baseada no livro “Fire & Blood”, que se passa 200 anos antes dos acontecimentos de “A Guerra dos Tronos”. A estreia na HBO Max está marcada para 22 de agosto.

 

14
Abr22

Heartstopper: Série da Netflix ganha trailer romântico e divertido

Niel Tomodachi

Série de romance LGBTQ+ baseada em HQ, Heartstopper ganhou trailer oficial pela Netflix

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Inspirada nos quadrinhos de Alice Oseman, Heartstopper é a nova série de romance LGBTQ+ da Netflix que ganhou o trailer oficial nesta quarta, 13. A produção acompanha a relação de Charlie (Joe Locke) e Nick (Kit Connor) e chega ao streaming em 22 de abril.

Tímido e inseguro, Charlie se apaixona por Nick, popular jogador de rúgbi do colégio onde estudam. Ao serem colocados como dupla em uma das aulas, uma amizade improvável surge entre os dois. No entanto, Charlie é assumidamente gay, enquanto Nick é hetero.

Apesar de saber dos problemas que essa paixão pode trazer, Charlie não ignora os sentimentos e também Nick começa a questionar o que realmente sente pelo amigo. Com a ajuda dos amigos, os dois embarcam em uma jornada de descobertas em uma trama leve, romântica e divertida.

No Twitter, a autora Oseman compartilhou uma foto dos atores que vivem os protagonistas com a mensagem: “Eu apresento Kit Connor e Joe Locke como o Nick e o Charlie da série. Estou muito animada em compartilhar essa foto deles nos bastidores. Kit e Joe são muito talentosos, fofos e divertidos. Tem sido muito divertido conhecê-los. Por favor, juntem-se a mim e compartilhem amor e apoio hoje.”

 

Além de Locke e Connor, elenco conta com Jenny Walser, William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell, Sebastian Croft, Cormac Hyde-Corrin, Tobie Donovan, Rhea Norwood, Fisayo Akinade, Chetna Pandya e Alan Turkington. A direção dos oito episódios de 30 minutos fica por conta de Euros Lyn. Além disso, Heartstopper também ganhou um pôster oficial. Confira:

10
Abr22

Netflix está a planear um spin-off de “The Crown” que poderá abordar a era vitoriana

Niel Tomodachi

A prequela — que pode desenrolar-se 50 anos antes dos episódios da primeira temporada — poderá estrear já em 2023.

A série britânica (e sobre a família real) “The Crown” é um dos maiores sucessos da Netflix. Apesar de terminar na sexta temporada — a quinta estreia em novembro deste ano — a Netflix está em conversações com Peter Morgan, o criador do projeto, para colaborarem novamente, desta vez num spin-off que se desenrolaria 50 anos antes dos episódios da primeira temporada.

Segundo o site “Deadline”, poderiam abordar os anos anteriores à Segunda Guerra Mundial ou o período vitoriano, antes da rainha Victoria falecer, em 1901.

Já o “Daily Mail” adianta que a prequela ainda sem nome pode estrear pouco depois da última temporada de “The Crown”, que deve ser lançada só em 2023. Acrescentam ainda que este novo projeto deverá ter cinco temporadas.

O novo capítulo de “The Crown” contará com Imelda Staunton enquanto Rainha Isabel, Dominic West no papel de Príncipe Charles, Jonathan Pryce como Príncipe Philip e Jonny Lee Miller a encarnar John Major, um primeiro-ministro britânico.

Também já foi anunciado que a atriz Philippine Leroy-Beaulieu, conhecida pelo seu papel como patroa de Emily em “Emily em Paris”, terá um pequeno papel na nova temporada. De acordo com o “Daily Mail”, a atriz interpretará Monique Ritz, viúva de Charles Ritz — responsável por ter vendido o seu hotel de Paris a Mohamed Al Fayed. Foi naquele hotel que a princesa Diana, agora interpretada por Elizabeth Debicki, e Dodi Fayed (Khalid Abdalla) passaram a sua última noite, antes do trágico acidente de viação a 31 de agosto de 1997 que vitimou ambos e parou o Reino Unido.

 

10
Abr22

Já pode ver o documentário sobre a cantora italiana Laura Pausini

Niel Tomodachi

Desde 7 de abril, é possível conhecer um outro lado daquela que é uma das artistas italianas mais populares de sempre.

Será difícil encontrar alguém que, tendo crescido nos anos 90, não tenha ouvido falar de Laura Pausini. A cantora, que se deu a conhecer ao grande público com “La Solitudine”, tema que, em 1993, lhe valeu a vitória no prestigiado Festival de Sanremo, representava um verdadeiro fenómeno da música pop italiana na altura. Hoje, com 47 anos e mais de 70 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, continua a ser uma das artistas mais amadas do país, pelo que não é de surpreender que a sua vida tenha dado origem a um documentário.

De acordo com um comunicado da Amazon Prime Video, “Laura Pausini — Pleased to Meet You”, que ficou disponível na plataforma de streaming esta quinta-feira, 7 de abril, deu à intérprete “a grande oportunidade de descobrir novos aspetos que desconhecia sobre si e sobre o mundo”.

Acrescenta: “Para contar a sua história, Laura refaz os seus passos, desde a infância, passando por todas as etapas da sua carreira extraordinária e a vida quotidiana, imaginando pela primeira vez o que poderia ter acontecido se não tivesse tido a sorte e a persistência de viver a vida como uma estrela mundial”.

Os pais, o noivo Paolo Carta e a filha Carta, de apenas nove anos, participam no documentário, escrito e realizado por Ivan Cotroneo, em conjunto com Monica Rametta, a partir de uma ideia original da cantora. 

Ainda em 2021, Pausini ganhou um Globo de Ouro pela sua colaboração com Diana Warren na música “Io Sì” — parte da banda sonora do filme “La vita davanti a sé” —; e tornou-se a primeira mulher na história da música italiana a estar nomeada para Melhor Canção Original nos Óscares.

 

05
Abr22

Criador de “Squid Game” prepara filme controverso e “mais violento” do que a série

Niel Tomodachi

Está também confirmada uma segunda temporada da produção da Netflix. “O universo [da série] acabou de começar”, diz o cineasta.

O criador de “Squid Game”, o cineasta sul-coreano Hwang Dong-hyuk, está a trabalhar num filme que se vai chamar “Killing Old People Club”, adianta a revista americana “Variety”, que assistiu a um encontro do criativo com jornalistas.

Hwang Dong-hyuk revelou que escreveu um guião de 25 páginas a partir de um livro do autor italiano Umberto Eco. Garante que será “outro filme controverso”. “Vai ser mais violento do que ‘Squid Game’.” Não foram adiantados mais detalhes sobre o projeto.

Tanto Hwang Dong-hyuk como a Netflix já asseguraram que “Squid Game” — uma das séries mais populares de sempre na plataforma de streaming — terá uma segunda temporada. Contudo, ainda não existe qualquer previsão em relação à data de estreia. “O universo de ‘Squid Game’ acabou de começar”, assegurou o sul-coreano quando foi revelado que a história teria continuidade.

 

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