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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

16
Out21

“Maid” é o retrato da violência emocional que ninguém fala

Niel Tomodachi

Baseada numa história real, a série da Netflix mostra a realidade de uma mãe que foge de uma relação abusiva e tenta sobreviver com a filha de dois anos.

Série Maid

A primeira cena de Maid prepara-nos logo para o que será o tema central da série: violência doméstica, mais propriamente psicológica e emocional. Alex (Margaret Qualley), uma rapariga de 23 anos cujo sonho é ser escritora sai de casa pelas pontas dos pés, durante a noite, com a sua filha de 2 anos para fugir do seu companheiro Sean (Nick Robinson). Literalmente sem destino, Alex está prestes a ficar sem teto pela primeira vez. Este é o primeiro dos desafios de muitos que virão.

O que se segue é uma história baseada no livro de memórias de Stephanie Land, Superação: Trabalho duro, baixo salário e o dever de uma mãe solo que nos mostra uma mãe solteira que tenta reconstruir a sua vida entre abrigos para mulheres que sofrem de violência doméstica, burocracia para conseguir apoios e um trabalho de empregada de limpeza cujas condições são muito precárias.

Além disto tudo, Alex tem de lidar com a sua mãe Paula (Andie MacDowell), uma artista que é doente bipolar e narcisista, um pai frio e ainda com “amigas neutras”. Sim, aquele tipo de pessoa que entre marido e mulher não mete a colher.

Maid parece ser uma história básica de (mais) uma mulher vítima de maus-tratos, mas é muito mais do que isso. Ao longo dos 10 episódios, a história vai-nos mostrando que embora em situações e momentos distintos, as personagens principais em algum momento foram todas vítimas de violência.

Começando por Paula que foi vítima de violência doméstica do seu marido e pai de Alex e acabando na mãe de Sean que, tal como ele, também tinha um problema com o álcool e drogas, tendo sido por esses motivos uma mãe negligente.

 

“Alex encontra-se totalmente sozinha e muitas vezes tem de decidir se compra comida, coloca gasolina no carro ou paga a creche da filha.”

 

A série retrata muito bem e de uma forma até subtil o que é a violência psicológica, mostrando como ela é descredibilizada não só pela sociedade em geral, mas também pela própria justiça americana, pois se não existem marcas físicas não existe qualquer tipo de violência. Aborda também a dificuldade das vítimas de abandonarem o relacionamento abusivo. Em média, estas mulheres regressam 7 vezes ao abrigo.

Retrata ainda problemas de uma sociedade doente que não tem soluções para uma mulher pobre, com uma filha e vítima de maus-tratos. O dilema de dinheiro vs. tempo é muito bem explorado nesta série. Alex encontra-se totalmente sozinha e muitas vezes tem de decidir se compra comida, coloca gasolina no carro ou paga a creche da filha.

Maid é envolvente e muito disso deve-se à própria interpretação das personagens. Ao longo da história são vários os sentimentos que se sentem à flor da pele, como a empatia, a raiva e o desprezo.

Mas acima de tudo esta é uma história sobre sobrevivência que nos vem mostrar que embora frágil o amor é sempre a solução.

 

15
Out21

Elizabeth Debicki é a próxima Princesa Diana em “The Crown” — e está super parecida

Niel Tomodachi

As semelhanças entre a atriz e a princesa são indiscutíveis. A nova temporada da série está a ser gravada e só estreia em 2022.

A abordagem de “The Crown” à história da família real britânica continua a conquistar vários fãs. Com um elenco que muda constantemente, é quase certo que alguns dos atores não serão muito parecidos às pessoas que interpretam. Esta preocupação é posta de lado, no entanto, com a mais recente interpretação da Princesa Diana, que será feita por Elizabeth Debicki. Numa nova fotografia dos bastidores da série, podemos ver a atriz em todo o seu figurino real — e as semelhanças com a falecida Princesa de Gales são tão assustadoras quanto impressionantes.

Na fotografia vemos Debicki num vestido floral e óculos de sol vindos diretamente dos anos 90 — e o cabelo característico da Princesa — ao lado de Dominic West, que interpreta o seu marido, o Príncipe Carlos. A única diferença que podemos apontar entre a atriz e a Princesa Diana é mesmo a altura. Enquanto Diana media 1,78 metros, Elizabeth Debicki mede uns impressionantes 1,90 metros.

Quando comparada com o seu marido, havia uma diferença de altura significante. No entanto, ao observarmos a foto de Debicki e West, reparamos que não existe uma disparidade tão grande entre o tamanho de cada um. Na verdade, Dominic West ainda mede menos sete centímetros que a sua parceira de cena.

É uma fotografia de Debicki ou da Princesa Diana?
 

Segundo a “Vogue”, a produção poderá estar a gravar a visita de Diana e Carlos, juntamente com os filhos William e Harry, a Itália, onde viajaram no iate do próprio Príncipe Carlos, meses antes de se separarem. A afirmação da revista pode ser verdade, visto que a narrativa da quinta temporada vai desenrolar-se durante os anos 90. Não sabemos, no entanto, se o novo capítulo de “The Crown” retratará a morte da Princesa Diana em 1997.

A nova temporada de “The Crown” estreia em novembro de 2022.

 

30
Jul21

“Sweet Tooth” vai voltar para uma segunda temporada na Netflix

Niel Tomodachi

Em homenagem à personagem principal, o anúncio foi feito através de tabletes enormes de chocolate.

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A Netflix revelou recentemente — através de chocolates — que “Sweet Tooth”, um sucesso recente da plataforma de streaming, vai regressar para uma segunda temporada.

A empresa esmerou-se no anúncio da renovação de “Sweet Tooth” ao enviar chocolates enormes a várias personalidades americanas. Contudo, as embalagens só poderiam ser abertas a 29 de julho. Os fãs aguardaram, e quando finalmente chegou a data aperceberam-se de que a espera valeu mesmo a pena. “Estás entre os primeiros a ouvir esta doce notícia. ‘Sweet Tooth’ foi renovado para uma segunda temporada”, lê-se no envelope que acompanhava as embalagens dos chocolates.

 

Caso não esteja familiarizado, a série passa-se num mundo pós-apocalíptico, depois do Grande Colapso, um acontecimento provocado por um vírus letal que causou também o nascimento de híbridos — bebés que são parte humanos e parte animais. Gus (Christian Convery), o protagonista da série, é precisamente um híbrido, neste caso uma mistura de humano e veado.

O surgimento daqueles novos seres despoleta na sociedade um medo irracional, pois acreditavam que os híbridos eram a causa daquela pandemia, e não uma reação adversa à doença. O jovem Gus manteve-se refugiado na floresta com o seu pai, longe de todos. Contudo, o pai acaba por morrer e Gus parte numa aventura com o ex-caçador Jepperd (Nonso Anozie) à procura da sua mãe, enfrentando vários perigos e vendo-se envolvido em situações únicas. Pelo caminho, fazem novas amizades.

A história e as personagens do projeto são baseadas numa banda-desenhada da DC Comics escrita por Jeff Lemire e provou ser um enorme sucesso na plataforma, incluindo em Portugal, onde se manteve no top 10 das séries mais vistas durante algumas semanas. Com este sucesso e com o final da primeira temporada a deixar muitas questões em aberto, já se esperava que fosse renovada. 

Os principais responsáveis pela primeira temporada foram Jim Mickle, que ficou encarregue da adaptação da banda-desenhada ao ecrã, e Robert Downey Jr. e a sua mulher Susan Downey, que tiveram o papel de produtores executivos.

Além de Christian e Nonso, o elenco de “Sweet Tooth” inclui  Stefania LaVie Owen, Dania Ramirez, Aliza Vellani, James Brolin, Naledi Murray, Sarah Peirse e Will Forte, entre outros.

Os números disponibilizados pela Netflix revelam que nas primeiras quatro semanas desde o lançamento da série, 60 milhões de contas assistiram a pelo menos dois minutos de “Sweet Tooth”.

 

09
Jul21

Nova série de “A Guerra dos Tronos” vai ser gravada em Portugal

Niel Tomodachi

A aldeia histórica de Monsanto é um dos locais escolhidos para filmar parte da nova produção da HBO.

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Já todos sabíamos que a prequela de “A Guerra dos Tronos”, “House of the Dragon”, ia estrear em 2022. Agora, segundo o “Jornal do Fundão”, sabe-se que parte da nova série da HBO vai ser gravada em Portugal. A aldeia histórica de Monsanto será um dos locais escolhidos para fazer parte da rodagem.

De acordo com a publicação regional, houve uma visita técnica no mês de junho por parte do departamento de locais, dos produtores e de um dos realizadores da série. A equipa internacional terá ficado hospedada no Hotel Fonte Santa, nas Termas de Monfortinho, e o castelo de Monsanto foi uma das maiores atrações para quererem fazer ali aquela produção de fantasia de inspiração medieval.

O “Jornal do Fundão” diz ainda que esta semana haverá uma nova visita, em conjunto com o presidente da Câmara Municipal da Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, e o presidente da Junta de Freguesia de Monsanto, Paulo Paiva Monteiro, para começar os preparativos logísticos. Se se confirmar, serão centenas de pessoas que estarão a trabalhar no set.

As gravações de “House of the Dragon” arrancam em outubro em Espanha. A história baseia-se no livro “Fire & Blood”, do autor George R. R. Martin, e centra-se na família Targaryen, 300 anos antes dos acontecimentos a que todos assistimos na série mãe. Vai ter dez episódios.

 

02
Jul21

“A Diretora”: foi revelado o teaser da nova série dos criadores de “A Guerra dos Tronos”

Niel Tomodachi

A série da Netflix é protagonizada por Sandra Oh, que tem o papel da nova diretora do departamento de Inglês de uma universidade.

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Foi nesta quarta-feira, 30 de junho, que a Netflix lançou o primeiro teaser de “A Diretora“, série protagonizada por Sandra Oh, que chega ao catálogo de streaming a 20 de agosto.

No teaser podemos ver Ji-Yoon Kim, a personagem principal, a chegar ao seu escritório na Universidade de Pembroke, onde vai começar o seu novo trabalho enquanto diretora do departamento de Inglês. Ao vermos o teaser podemos perceber que a série não se vai afastar muito da comédia.

A sinopse da Netflix revela mais informações quanto a este projeto produzido por David Benioff e D.B. Weiss (os criadores de “Guerra dos Tronos“): “Ji-Yoon enfrenta um conjunto particular de desafios enquanto primeira mulher ao leme do departamento e um dos poucos membros não caucasianos do corpo docente”. 

Além de Sandra Oh, a série conta com Jay Duplass, Holland Taylor, Bob Balaban, Nana Mensah, David Morse e Everly Carganilla em papéis de destaque.

Esta série é da autoria de Amanda Peet, que assumirá os papéis de argumentista, produtora executiva e diretora de produção. 

 

23
Mai21

Novo filme da “Sailor Moon” estreia na Netflix

Niel Tomodachi

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É dos desenhos animados japoneses mais populares, Sailor Moon, ou em português As Navegantes da Lua, e terá agora um filme dividido em duas partes. Pretty Guardian Sailor Moon Eternal chegará à plataforma da Netflix a 3 de Junho.

“Como tantas outras pessoas no mundo inteiro, a minha paixão por anime deve-se a ter visto As Navegantes da Lua quando era criança. Fotos minhas em que estou com o penteado da Bunny são hoje um tesouro de família. Não é, portanto, nenhuma surpresa que estas personagens e histórias sobre amor e justiça continuem a tocar os corações de tanta gente pelo mundo fora”, afirmou Ema Hirayama, Content Acquisition Manager da Netflix, que acrescentou ainda que “Podermos incluir o título Pretty Guardian Sailor Moon Eternal na nossa cada vez mais vasta seleção de anime e partilhar esta história incrível com fãs de todo o mundo é como um sonho tornado realidade para todos nós na Netflix.”, afirmou.

O filme será dirigido pela realizadora japonesa Chiaki Kon, que trabalhou no terceiro ano de Sailor Moon Crystal. A adaptação de Naoko Takeuchi, Sailor Moon, acompanha a luta entre defensoras adolescentes e as forças do mal. A primeira animação foi exibida entre 1992 e 1997 no Japão e depois foi transmitida em mais de 40 países e tornou-se num sucesso à escala mundial.

 

20
Mar21

Está confirmado: vêm aí mais três spinoffs de “A Guerra dos Tronos”

Niel Tomodachi

A fome vai dar origem a uma fartura. O mundo de Westeros vai invadir a HBO com mais três produções ainda sem data de estreia.

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Está confirmado: o mundo fantástico de George R.R. Martin vai dar origem a mais três séries que vão explorar os acontecimentos antes da grande guerra pelo trono de “A Guerra dos Tronos”.

A novidade foi revelada pela “The Hollywood Reporter”. Um deles tem o título provisório de “9 Voyages” e será desenvolvido por Bruno Heller, o criador de “Roma”. Irá acompanhar Lord Corlys Velaryon, líder da Casa de Velaryon, uma personagem que também vai fazer uma aparição na mais avançada prequela, “House of the Dragon”.

Segue-se “10.000 Ships”, focada na princesa guerreira Nymeria, da Casa Martell e fundadora de Dorne — acontecimentos que têm lugar mil anos antes da batalha travada entre Westeros e os White Walkers. O terceiro projeto irá centrar-se no pequeno e pobre bairro de Flea Bottom, em King’s Landing.

Estas três séries vêm assim juntar-se a “House of the Dragon” como sucessores da pioneira série que terminou em 2019 um percurso de nove anos — cujo episódio final enraiveceu a grande maioria dos fãs da saga.

As filmagens começam em abril e a história foca-se nos Targaryen e na guerra civil que devastou Westeros. É o único spinoff com alguma previsão de estreia: chega em 2022.

 

16
Mar21

Segunda temporada de “The Flight Attendant” chega no próximo ano

Niel Tomodachi

A produção da HBO centra-se numa comissária de bordo que se vê envolvida numa morte suspeita.

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Já estava confirmado que “The Flight Attendant”, a série da HBO, vai ter direito a uma segunda temporada. Agora, espera-se que ela chegue durante a primavera de 2022. O anúncio foi feito nos últimos dias num evento da AT&T, empresa que detém a Warner, pelo CEO da WarnerMedia, Jason Kilar.

A atriz protagonista, Kaley Cuoco, revelou à revista “Deadline” que os novos episódios vão-se focar na “jornada até à sobriedade” da sua personagem. “Penso que ela vai aprender rapidamente que esta é uma dificuldade que dura a vida inteira e vai pesar na sua consciência”, explicou a atriz de 35 anos.

A série foi uma das mais vistas da HBO no último ano e esteve nomeada para vários prémios, inclusive para dois Globos de Ouro. A história centra-se numa comissária de bordo que, após uma noite louca, dá por si envolvida numa morte muito suspeita. Este incidente vai atormentá-la de diferentes formas ao longo do enredo.

 

07
Mar21

“A Era dos Samurais” é a surpreendente (e violenta) série histórica da Netflix

Niel Tomodachi

Um fascinante período da história ganha outra dimensão no documentário de seis partes da plataforma.

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A Netflix continua a diversificar-se. Há projetos da plataforma que sabemos à partida que vão ser um sucesso. Outros fogem ao padrão e, no entanto, reservam o seu lugar de destaque. “A Era dos Samurais” é um destes casos. Estreada em 24 de fevereiro, tem reservado por estes dias lugar no top 10 das tendências da plataforma (e não só em Portugal).

1551. “O Japão está um caos.” É assim que tudo nos é apresentado, num tempo de guerra civil, anarquia, e lutas bem violentas entre senhores da guerra rivais. Na pequena província de Owari, o clã Oda perde o seu líder e quem assume a liderança é Nobunaga, o filho mais velho do líder, errático, mal educado, que vai marcar a história do Japão nos séculos seguintes.

Este era um tempo em que as lutas pelo poder abriam caminho a rivalidades fratricidas. Os homicídios em família eram comuns. “Pais matavam filhos, filhos matavam pais, irmãos matavam irmãos”, introduz um dos historiadores.

Nobunaga é mal amado entre os seus, muito por culpa própria. Ao ponto de planearem matá-lo. Avisado dos planos do irmão mais novo, este adorado por todos, Nobunaga apanha-o e executa-o, decapitando a cabeça do irmão mais novo. Foi o primeiro de várias decisões tão brutais quanto estratégicas que vão moldar o futuro do país.

Em 1453, um navio português vindo de Macau foi atingido por uma tempestade e naufragou na pequena ilha de Tanegashima, na costa sul do Japão. Era pouco provável que o destino daquele navio português fosse o Japão mas o destino ditou ali o seu fim (e os destroços desaguaram em território japonês). Entre a carga perdida, havia arcabuz e armas de fogo que fizeram parte dos planos de expansão portuguesa.

Um século após o naufrágio luso, Nobunaga percebe que pode fazer a diferença. Compra armas de fogo e não só. Decide treinar e armar camponeses. E mostra ainda ter um olho clínico para surpreender inimigos. É assim que de líder de um simples clã se torna um dos senhores de guerra mais temidos do Japão.

Uma história de violência.
 

Há mil anos, o termo samurai era associado a servo. Estes guerreiros temidos foram ganhando cada vez mais estatuto ao longo dos séculos. A série coloca-nos já num tempo em que estes são preponderantes para definir os destinos do Japão. Pelo meio, vamos sendo educados em incríveis e bastante violentos rituais.

É o caso do suicídio por honra, o seppuku, em que um homem se trespassa a si próprio e se esventra. Há também um macabro ritual em que as cabeças decepadas de derrotados eram exibidas, limpas e maquilhadas, a senhores da guerra vencedores. Era um misto de humilhação mas também reconhecimento de quem haviam derrotado.

A série documental em seis partes apresenta-nos reconstituições de batalhas e traições com atores japoneses, interpretadas na língua do país, acompanhadas pelo contexto de historiadores, a maioria deles em inglês.

Matthew Booi, criador do projeto, explicava numa recente entrevista ao “Screenrant” que isto não era um mero detalhe. “Fomos buscar ótimos atores japoneses para papéis essenciais. Sabíamos que íamos estragar as coisas, se na primeira cena em que alguém falasse, ouvíssemos inglês.” O trabalho de casting foi também dedicado na hora de juntar credibilidade e emoção narrativa. Falaram com especialistas de todo o mundo para acertar não só detalhes, mas para que não fosse preciso ligar tudo com narrador. Os historiadores dão o contexto e entretanto somos brindados com cenas de intriga e violência.

“A cronologia é aborrecida”, explica Matthew Booi. “O que dá entretenimento é ter protagonistas concretos, à procura de alcançar objetivos.” É por essa razão que a série centra as suas atenções em Nobunaga, mas também em Hideyoshi e Ieyasu. São três homens de passados diferentes cuja história iremos acompanhar e que foram fulcrais em mudar a vida política e social do Japão nos séculos seguintes.

Entre os códigos de honra, a violência e o lado cénico, há algo de fascinante neste Japão feudal. O cinema de Akira Kurosawa já mostrara isso a todo o mundo. Aqui o foco é na história mas há o cuidado na gestão do orçamento. As armaduras variam, as armas idem, tudo isto em reconstituições de batalhas em que os efeitos especiais são cuidados.

Foram tempos violentos os que o Japão viveu mas a história dos samurais é algo que ainda hoje alimenta lendas e narrativas. Agora podemos ter um olhar mais profundo sobre o que aconteceu numa produção que procura juntar retrato histórico e ritmo de narrativa. Percebe-se assim porque é que este “A Era dos Samurais” tem sido uma boa surpresa.

 

17
Fev21

Nova trilogia de Star Wars ainda está a ser desenvolvida

Niel Tomodachi

A trilogia de Rian Johnson, que vai introduzir novas personagens, vai acontecer, embora não tenham sido definidas datas para o projeto.

naom_5d61afb7967dd.jpgnova trilogia de Star Wars anunciada em 2017, e que ficou a cargo de Rian Johnson, vai mesmo acontecer, isto apesar das poucas novidades em torno do projeto e de até terem surgido rumores de que Johnson teria abandonado o projeto.

Recentemente, Rian Johnson, que realizou ‘Star Wars: The Last Jedi’, concedeu uma entrevista à autora Sariah Wilson, que posteriormente fez questão de partilhar no Twitter algo que Johnson lhe disse e que certamente agradará aos fãs de Star Wars.

“Sim, a trilogia de Star Wars de Rian Johnson ainda está de pé. Não há datas ou calendários porque ele está com outros projetos, mas vai acontecer”, revelou Sariah Wilson.

A nova trilogia de Star Wars vai “introduzir novas personagens de um canto da galáxia que nunca foi explorado”.

 

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