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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

14
Set21

Esta mãe criou uma linha de pequenos-almoços e lanches saudáveis sem açúcar

Niel Tomodachi

Adoçante natural sem açúcar e calorias, granolas e misturas para panquecas são algumas das opções mais saudáveis do mercado.

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A procura por produtos verdadeiramente saudáveis, sem adição de açúcares e muitas calorias, tem vindo a crescer no mercado português, quer seja porque procuramos opções para nós próprios ou para os nossos filhos. Os cuidados com a saúde e alimentação estão a tornar-se numa prioridade para as novas gerações no seu quotidiano.

Fernanda Vasconcellos, uma mãe empreendedora, decidiu criar na sua cozinha os produtos ideais para os pequenos-almoços e lanches dos filhos. Desenvolveu produtos sem adição de açucares, como granolas, misturas para panquecas, adoçante natural e fibra prebiótica, tanto para os miúdos, como para os adultos. 

Todos estes produtos são da gama Nolita, um projeto que nasceu na cozinha de Fernanda, em 2019. “A certa altura da minha vida, tive um problema: queria opções para pequenos-almoços saudáveis (e saborosos), nomeadamente sem açúcar, e não encontrava uma resposta no mercado. Decidir ir à procura de soluções e agora quero partilhá-las”, refere Fernanda.

A ausência total de açucares nos seus produtos é um dos principais fatores diferenciadores destes produtos dos restantes no mercado. Fernanda desenvolveu um adoçante natural (Sweety), obtido através da fermentação do milho (zero açucares e zero calorias), que confere o sabor adocicado aos seus produtos que fazem tanto sucesso junto dos mais pequenos. Este adoçante é o mais saudável do mercado e está à venda por 2,49€ (100 gramas) ou 9,99€ (500 gramas).

Os outros produtos desenvolvidos pela empreendedora foram as granolas e as misturas para panquecas pensadas para pessoas de várias idades e verdadeiramente irresistíveis. As misturas para panquecas custam 0,99€ (70 gramas) e 4,49€ (420 gramas) e estão disponíveis nos sabores cacau, framboesa, amora e chia. Estas misturas são feitas com farinha de tremoço, o que lhes confere um elevado teor de proteína e fibra. 

 

Já as granolas, que foram o primeiro produto desenvolvido por Fernanda, estão disponíveis em quatro opções: Crunchy, Nutty, Berry e Sporty. A gama de granolas tem o preço de 1,79€ (70 gramas) e 6,99€ (420 gramas).

A Nolita é ainda indicada para quem segue dietas low carb, podendo comer a granola sporty e o adoçante Sweety, para quem tem preocupações com a diversidade microbiota intestinal, sendo que quatro produtos da marca têm propriedades prebióticas. Como nenhum produto tem adição de açúcar ou glúten, são também opções recomendadas para pessoas com diabetes e celíacos. 

Todos os produtos Nolita têm certificado biológico, são vegan, integrais e isentos de glúten.

 

06
Set21

A amora é a bomba nutricional (e saudável) de que precisa na sua vida

Niel Tomodachi

É rica em vitamina C e fibras, ajuda a controlar o apetite e é excelente para a pele. E já lhe dissemos que são deliciosas?

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Vinho de amora. É provavelmente a primeira vez que ouve falar de tal coisa e, se assim for, ninguém o vai censurar. A verdade é que ele existe e é produzido, por exemplo, na Guarda, onde um professor e agricultour aproveita o potencial dos frutos silvestres para criar algo inusitado. Original talvez em Portugal, porque os primeiro registos de vinho feito com este fruto data do século XVII.

Podemos, contudo, recuar ainda mais na história. A amora não tem propriamente uma origem definida. Os gregos e romanos usavam-na pelos seus poderes medicinais. Os nativo-americanos também. E, em boa verdade, o seu palpite estava certo.

É que além de deliciosas, as amoras são altamente nutritivas e oferecem uma série de benefícios. Mas comecemos pelo básico, a sua composição. Uma dose de 100 gramas de amoras contém, em média, 43 calorias, além de 35 por cento da dose diária recomendada de vitamina C, 32 de magnésio e 25 por cento de vitamina K1. Nem tudo se limita à tabela nutricional.

As amoras estão igualmente recheadas de antioxidantes como a antocianina, ácido elágico ou resveratrol, que ajudam a controlar os radicais livres que provocam o stress oxidativo — ligado a doenças como a arte ateroesclerose, Parkinson e Alzheimer. E no grupo dos frutos mais consumidos, só a romã se aproxima dos valores da amora.

“Os frutos vermelhos [e as amoras] têm vindo a ganhar cada vez mais importância numa dieta equilibrada, e o seu poder antioxidante já é reconhecido pela maioria das pessoas”, explicou à NiT a nutricionista Bruna Silva. 

Os vários estudo feitos ao poder da amora revelam que o seu consumo pode ajudar a proteger as células dos níveis elevados de açúcar e aumentar a sensibilidade à insulina. É esse facto que sublinha também a nutricionista Daniel Duarte, que revela que são frutas ricas em fibras e por isso têm “um papel muito importante para quem quer perder peso e, a longo prazo, gordura”. A fibra que nas amoras e nos frutos vermelhos em geral “mantêm a sensação de saciedade por períodos longos de tempo, o que evita picos de insulina”.

No grupo dos frutos vermelhos e no que toca à quantidade de fibra por 100 gramas, por exemplo, as amoras perdem apenas para as framboesas, mas destacam-se distintamente dos morangos e dos mirtilos.

Outro dos efeitos estudados das amoras é o anti-inflamatório, que ajuda o nosso sistema a tratar infeções e a curar as lesões, sobretudo provocadas pelo stress e pela má alimentação — e que promovem problemas como diabetes, doenças cardiovasculares e obesidade.

É uma lista interminável, mas caso sofra de colesterol elevado, pode e deve acrescentar amoras à sua alimentação diária. Um estudo de 2010 demonstrou que consumir uma bebida com amoras durante oito semanas provocou uma queda de 11 por cento no colesterol mau. 

Lembra-se do ácido elágico de que falámos anteriormente? Pois bem, o seu poder antioxidante traz também benefícios à pele, nomeadamente com as suas propriedades de anti-envelhecimento. É um argumento que sai reforçado de um estudo que concluiu que ele é capaz de bloquear a produção de enzimas que destroem o colagénio em pele danificada pelo sol. E quanto mais colagénio mantiver intacto, mais elástica e jovem será a sua pele.

Caso não tenha ainda razões suficientes para ir a correr comprar um balde cheio de amoras, basta dizer-lhe que são amigas de qualquer dieta, seja uma low carb, cetogénica ou simplesmente apta a perder peso. Podem ser comidas em sobremesas, como snack, em compota, como bem entender. E são sempre deliciosas.

E quanto ao vinho? Bem, esse talvez não tenha tantas propriedades benéficas, mas pode sempre optar pelo chá de amora que, como a NiT já revelou, tem tem um efeito antisséptico, laxante, digestivo e calmante.

“A fruta é rica em vitaminas A, B e C, contém potássio, cálcio em grandes quantidades, magnésio, zinco, fibras e ferro. É ainda muito usada para combater problemas de garganta e prisão de ventre, excesso de ácido no corpo e melhora o funcionamento dos rins e do fígado.”, diz à NiT a nutricionista Sónia Marcelo, autora do blogue “Dicas de Uma Dietista” e do livro “Guerra ao Açúcar“.

 

28
Ago21

O vegetal anti-stress que vale a pena juntar à sua dieta (em sopa ou sumo)

Niel Tomodachi

O aipo tem vários benefícios, ajuda a saciar e é incrivelmente pouco calórico.

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Há alimentos que são perfeitos para juntar na sopa. E há outros que funcionam bem em sumos. No entanto, não são muitos os alimentos que podem adaptar-se perfeitamente aos dois cenários como é o caso do aipo.

O aipo tem vários benefícios mas uma das razões pelas quais se tem tornado mais famoso (e até inspirado um sumo em particular) é o facto de ser muito pouco calórico: tem apenas 16 calorias por 100 gramas.

O aipo pode ser também uma ótima fonte de vitaminas como A, B, C, E e K e ainda de minerais como o cálcio, o potássio, o sódio e o fósforo. O aipo pode surgir com duas colorações, branco, ou verde, mas em termos nutricionais é melhor optar pela última.

Quando cozido, as calorias do aipo até podem aumentar ligeiramente (estima-se que para 24 calorias por 100 gramas), mas convém salientar que isto está longe de ser um problema. Até porque uma das características do aipo é ser rico em água e fibras, o que quer dizer que também pode ajudar a promover a sensação de saciedade. E como é óbvio, se nos sentimos mais satisfeitos, temos menos tendência a “empanturrar” o nosso organismo.

Diferentes estudos têm destacado os fitonutrientes e as potencialidades anti-inflamatórias do aipo. Há também investigações que têm realçado os contributos que pode dar em ter termos de colesterol e pressão sanguínea.

Um dos dados mais curiosos é que este vegetal pode dar também uma ajuda na diminuição nos níveis de stress. Claro que o simples ato de comer aipo não resolve os problemas que a pessoa tem na sua vida pessoal ou profissional. Mas este alimento conta com óleos essenciais e magnésio presentes na sua composição, capazes de terem um contributo positivo para o sistema nervoso.

O aipo pode ser muito versátil.
 

Muitas vezes, há nutrientes que um determinado alimento pode ter, mas que podem precisar da combinação com outros alimentos, para potenciar os benefícios. Em termos de saúde óssea, o aipo é bastante independente, além de cálcio, é rico em vitamina K, precisamente um vitamina que ajuda na fixação de cálcio.

Na cozinha mediterrânica o aipo há séculos que é opção e muitas vezes é ingrediente incluindo em sopas mas também já teve o seu momento de fama como sumo. Kim Kardashian, Miranda Kerr, Sylvester Stallone e o tenista Novak Djokovic estão entre alguns dos nomes que já admitiram a dada altura serem fãs do sumo de aipo. Há até livros dedicados quase em exclusivo ao tema.

Um dos debates em torno desta dieta de sumo foi sobre se havia mesmo muitos benefícios ao consumi-lo em sumo, a verdade é que faltavam (e ainda faltam provas). E nos benefícios que já se conhecem não têm de ser exclusivos em sumo.

Na verdade, uma as boas características da alimentação é que ser diversificada. E uma das vantagens do aipo é que pode bem adaptar-se a diferentes opções. Não acredita? Carregue na galeria e descubra algumas receitas, para todos os gostos, onde pode experimentar aipo.

20
Ago21

O programa alimentar criado pela nutricionista que diz para não se fazer dieta

Niel Tomodachi

Mais aprendizagem, menos restrições, com um acompanhamento diário de Sónia Marcelo, em consultas e pelo WhatsApp.

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Dietas. A palavra em si tem já tanta história que é coisa para nos assustar. Mas não é preciso olhar para a palavra com temor. Na verdade, mais importante do que não comer, é saber o que comer, porquê e com que objetivos. Não é por acaso que a própria nutricionista Sónia Marcelo não é fã deste conceito de dietas.

É esta abordagem que Sónia Marcelo pretende dar ao programa “Leve e Plena”, um programa completo de acompanhamento nutricional que será feito de forma diária, incluindo através do WhatsApp.

Em consulta define-se um plano de ação com objetivos, estratégias para as dificuldades que cada pessoa sente, e um plano alimentar, “com alimentos reais, saborosos e saciantes”, explica a nutricionista.

Há também dicas e estratégias pensadas para o dia a dia e para aqueles momentos que mais facilmente podem desviar-nos do rumo, como festas, eventos e convívios sociais. A ideia é ter também um plano que se adapta à pessoa e é capaz de se adaptar às diferentes circunstâncias, através do tal acompanhamento próximo.

Este programa conta também com uma parte dedicada a exercícios de coaching e orientações para a pessoa não se perder nas informações nos rótulos (sabendo assim o que está de facto a escolher. Há ainda um total de 10 sessões individuais com a pessoa. A ideia passa por um plano abrangente, que promete, entre este fim de verão e antes do próximo Natal, permitir a quem tem lutado contra o peso perceber como pode mudar, sem sacrifícios desnecessários ou dietas iô-iô.

O programa completo tem o valor de 975€. As inscrições e mais informações podem ser feitas através da página “Dicas de uma Dietista”. Pode também seguir Sónia Marcelo nas redes sociais.

 

19
Ago21

Quer controlar o peso? Isto é o que precisa de saber antes de subir para a balança

Niel Tomodachi

Na hora de controlar o peso, a relação com a balança deve ser a mais natural, “sem peso na consciência”.

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É um degrau muito pequeno, quando se sobe a uma balança. E no entanto há alturas em que aquele simples passinho parece coisa gigante. Há ali um risco de ansiedade, uma antecipação de um número que parece ter capacidade de ditar como a pessoa se deve sentir com ela própria — e com a o seu corpo. Não tem de ser assim.

“A pesagem devia ser encarada como uma boa estratégia de gestão da saúde corporal — algo descontraído e rotineiro”, como destaca a nutricionista Ana Bravo. No seu mais recente livro, “Nutrição com Coração — Equilíbrio Interior para Uma Alimentação”, a nutricionista realça a forma como “muitos de nós somos reféns da balança, ficamos nervosos antes de subir e espreitar o resultado”.

Apesar de até termos consciência deste momento mais nervoso, há muita gente que não evita cair no erro: “fazemo-lo sem parar, muitas vezes no mesmo dia, o que acontece, sobretudo, quando a ânsia de perder peso é grande”.

Antes de olharmos para o tal número mais ou menos redondo, é importante uma pessoa saber pesar-se. “O valor que vemos numa balança convencional corresponde à soma de todos os componentes corporais, ou seja, ossos, músculos, órgãos, tecidos, gordura, líquidos, etc.”.

São muitas variáveis para que um simples número possa esclarecer tudo. “Rapidamente se compreende que, quando nos pesamos numa balança ‘simples’, não temos noção de qual (ou quais) destes componentes variou, sabemos apenas que o total é diferente”, explica Ana Bravo na mesma obra.

Ora, assumindo que as variações dos ossos, órgãos e tecidos “são raras e muito pequenas”, podemos concluir que a mudança está na parte muscular, adiposa (da gordura corporal) e de líquidos corporais. “As mudanças nos tecidos muscular e adiposo são relativamente lentas, mas poderão ser significativas. Mudanças rápidas são apenas as provocadas por alterações de líquidos e/ou toma de refeições”. Ou seja: uma ida à casa de banho, uma refeição algo diferente, e os resultados já podem mudar.

A forma de contrariar isto é tentar replicar da melhor maneira quanto possível as mesmas condições. A nutricionista dá algumas orientações: “sem roupa, sem sapatos, sem joalharia, de manhã, em jejum e depois de ir à casa de banho. Esta é a pesagem mais fidedigna”, sentencia.

Há, no entanto, outro princípio a ter em conta: deve pesar-se sempre na mesma balança — e verificando periodicamente se esta está calibrada. Como? “Coloque qualquer produto que tenha o peso escrito no rótulo e confirme se a balança pesa corretamente”, sugere Ana Bravo.

Acredite: é muito comum uma pessoa pesar-se frequentemente em balanças diferentes e ficar sem saber em que número confiar. E não, nestes casos não ajuda aplicar aquele princípio de “copo meio cheio ou vazio”.

Estes princípios de que falámos anteriormente aplicam-se a todas as pessoas mas no caso das mulheres pode haver mais variáveis a ter em conta, caso a pessoa esteja com o período ou na fase pré-menstruação. “O ideal é pesar-se uma vez por semana ou de quinze em quinze dias. Se o objetivo é testar a variação de gordura corporal, não se pese todos os dias, porque pode criar falsas expectativas ou mesmo causar frustração e desmotivação”, aconselha Ana Bravo.

Cuidado com o sítio onde guarda a balança
Para uma relação mais descontraída.
 

Algumas balanças mais modernas são úteis por nos darem mais avaliações para lá do tal número dos quilos. Mas não pense que automaticamente tornam a pesagem mais simples ou fácil. “As balanças de bioimpedância já permitem medir a percentagem de gordura corporal, bem como a quantidade de músculo. No entanto, atenção, porque estas medições exigem condições ainda mais apertadas para que o resultado seja válido, nomeadamente, ficar sem comer, beber e treinar umas horas antes”, salienta.

 

O mais importante

Na hora de controlar o peso, é verdade de La Palisse assumirmos que sabermos o tal valor dos quilinhos é importante. Mas a relação com a balança deve ser não só mais rotineira como descontraída. Afinal de contas, não é um fim em si mesmo.

Na verdade, o importante é mesmo como a pessoa está a progredir, como se sente física e psicologicamente. Daí que se sente que estava no bom caminho, não deve ser um número menos bom num dia a desviar a pessoa do trabalho já feito.

“Já agora, mais um conselho”, escreve Ana Bravo. “Se pretende perder peso, esforça-se e não vê resultados satisfatórios: experimente fazer um registo do seu peso à segunda e à sexta de manhã, em jejum. Será que ao fim-de-semana recupera o que perdeu durante a semana? Queremos eliminar tudo o que pode causar desmotivação, certo?”. Certo. Por isso já sabe: um número não é tudo.

Como reforça Ana Bravo, quando começa a tomar maior controlo e noção das suas escolhas alimentares, “deve confiar e deixar fluir, sem peso na consciência, com toda a confiança em si”. Afinal de contas, uma balança é uma ferramenta. Somos nós que a usamos. Não é ela que manda em nós.

Como realça a nutricionista Maria Gama, “é essencial que se queira perder peso por um estilo de vida mais saudável, pela saúde. Isso irá permitir que seja uma mudança a longo prazo e não apenas para os meses de praia, por exemplo.

 

13
Ago21

Este estudo revela que o Tai Chi pode mesmo reduzir a gordura abdominal

Niel Tomodachi

Mais até do que exercícios de aeróbica. Esta é a conclusão de uma publicação na prestigiada revista "Annals of Internal Medicine".

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Costuma estar associado a uma atividade para pessoas mais velhas e para quem não é tão ativo no dia a dia, mas o Tai Chi Chuan está longe de ser apenas isso. Este estilo de arte marcial que teve as suas raízes na China durante a dinastia Tang, entre 618 e 907 d.C, é praticado por milhões de pessoas em todo o mundo. E sobretudo para as que vivem nas grandes cidades, o Tai Chi Chuan funciona quase como um escape de tranquilidade e equilíbrio. Mas não se fica por aí.

Visto quase como uma receita oriental para combater o stress que se vive diariamente no ocidente, esta arte marcial está relacionada com a meditação e com a promoção de saúde mental e física. “Mentalmente, através da visualização da energia fortalece a mente, a auto-confiança e a auto-disciplina. Na parte física desenvolve a força muscular, as capacidades coordenativas”, começa por explicar à NiT o mestre de Tai Chi Nelson Barroso.

Sobre a eficácia do Tai Chi na saúde física, um estudo publicado no jornal académico norte-americano “Annals of Internal Medicine”, no dia 1 de junho, revela que o Tai Chi tem uma eficácia enorme na saúde física. Os resultados mostraram que pessoas com 50 anos ou mais ao praticarem Tai Chi durante 12 semanas podem mesmo reduzir a gordura abdominal. Essa redução pode até ser mais intensa do que a fazer os exercícios mais tradicionais aeróbicos. 

Por ser uma atividade de movimentos lentos provavelmente esta não era uma conclusão de que estava à espera. No entanto, o autor do estudo Parco Siu em declarações à “U.S. News & World Report” garante que os dados retirados da investigação “sugerem que o Tai Chi pode ser uma alternativa eficaz ao exercício convencional na gestão da obesidade central”. 

Para esta perceção, os investigadores avaliaram os corpos de 543 participantes com síndrome metabólica, um problema de saúde grave devido ao excesso de gordura abdominal e que pode aumentar o risco de desenvolver uma série de outras doenças como hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

A equipa coordenada por Parco Siu dividiu essas pessoas em três grupos aleatoriamente: no primeiro, os participantes adotaram exercícios do Yang, um dos mais difundidos e praticados estilos de Tai Chi no mundo; o segundo grupo tinha de fazer exercícios convencionais como a caminhada rápida e o treino de força; o último grupo não fez nenhum tipo de exercícios.

Após avaliarem os corpos de todos os participantes no estudo (antes e depois), os investigadores descobriram que para além de os primeiros dois grupos terem perdido quase a mesma quantidade de gordura abdominal, também se aperceberam de um impacto favorável nos níveis de colesterol HDL (“bom”) e de poucas diferenças nos níveis de glicose, em jejum, ou na pressão arterial. Já o último grupo, que não fez exercícios, ganhou uma média de 0,8 centímetros na zona abdominal.

“Esta é uma boa notícia para adultos de meia-idade e mais velhos que têm obesidade central mas podem ser avessos ao exercício físico convencional, devido à preferência ou mobilidade limitada.”, apontou Parco Siu.

No entanto, quando questionado sobre o tema, o mestre de Tai Chi português alertou a NiT: “Tudo depende da intensidade com que se faz o Tai Chi. Se for executado todos os dias e com uma intensidade forte consegue-se esses resultados, mas isso não é para um principiante. Isso requer que a pessoa já tenha conhecimentos sobre o Tai Chi de como gerar essa força no corpo e de como executar os exercícios, porque alguém que esteja a iniciar-se na modalidade jamais conseguirá esses resultados.”

“Há conceitos muito importantes no Tai Chi”, recorda Nelson Barroso. “Um deles é o enraizamento, que é a pessoa estar conectada com o chão onde exerce muita força nos membros inferiores. É como se a pessoa estivesse a fazer flexões e em cada movimento que faça faz esse enraizamento, faz pressão contra o chão. E essa pressão contra o chão vai-lhe trabalhar os músculos, nomeadamente os músculos da cadeia posterior.” 

Depois, existe um outro conceito da arte marcial originária da China a que chamam “torção”. Aqui, trabalha-se a parte do tronco e dos membros superiores. Imagine um exercício em que está com as pernas viradas para um lado, o tronco está virado para o outro e o braço para o outro lado. Essa posição faz com que se “ganhe tonicidade muscular e também se perca adiposidade (acumulação de gordura) se for esse o caso”, reforça o mestre.

 

28
Abr21

Sabia que a retenção de líquidos pode ser responsável por mais 10 quilos na balança?

Niel Tomodachi

Em certos casos, o que bebe pode justificar mais o seu peso do que aquilo que come e há algumas dicas que pode adotar para evitá-lo.

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Quando começa a chegar o bom tempo e as férias ficam mais perto, há alguns pensamentos que são recorrentes. É o caso do peso a mais ou das gordurinhas que acumulámos ao longo do inverno — ou de dois confinamentos no espaço de um ano, mais concretamente nestes tempos —, a celulite, a falta de firmeza da pele e até a sua aparência. É nessa altura que pensamos também em fazer dieta, comer menos e talvez passar a ir ao ginásio.

Tendo em conta que 65 a 75 por cento do nosso corpo é água, por que motivo continuamos a pensar mais em comer menos e de forma saudável e nem sempre nos preocupamos com os líquidos que ingerimos? Sim, a água tem funções tão importantes no nosso organismo como regular a temperatura corporal, eliminar toxinas, transportar oxigénio e nutrientes para as células, ser o constituinte principal do sangue ou até significar 75 por cento do peso total dos músculos e do cérebro.

Não há dúvidas, portanto, de que a água é essencial para o nosso corpo. Ainda assim, é normal também fazermos a chamada retenção de líquidos e isso quer dizer que podemos estar a pesar mais cinco a dez quilos apenas em água.

O fenómeno da retenção de líquidos acontece por vários motivos, mas principalmente pela acumulação de dejetos e toxinas e pelo estilo de vida que temos, como o facto de viver numa zona com poluição, o tabaco, o álcool, o stress ou a falta de sono.

“A forma como o corpo tenta diluí-los é, precisamente, acumulando mais líquido. De facto, quando fazemos dieta e começamos a comer melhor, a primeira coisa que perdemos é líquido porque deixamos de reter toxinas ”, explica à “Elle” o naturopata Jesús Domínguez.

As mulheres, por exemplo, estão também mais propensas a fazer retenção de líquidos, especialmente durante a segunda metade do ciclo menstrual. Isto também influencia a zona onde a retenção de líquidos vai concentrar-se. Quando o problema se deve ao excesso de toxinas, o normal é que se acumulem nas pernas devido à força da gravidade — e aí aparece também muitas vezes a indesejada celulite —, por outro lado, se o problema tem causas hormonais, os líquidos tendem a concentrar-se mais no peito, nas ancas e nas coxas.

A quantidade certa

Agora que percebemos a importância de beber água e de reduzir, por exemplo, a ingestão de alimentos com demasiado sal, é necessário também descobrir que quantidade de água realmente é necessária.

Sobre isto, a nutricionista Sónia Marcelo já tinha dito à NiT que a recomendação geral é para a ingestão de 1,5 a dois litros de água. Mas estes padrões podem variar conforme a o clima, a zona onde vivemos, o nosso metabolismo e até o exercício físico que praticamos.

O peso de cada pessoa também influencia a quantidade de água que devemos beber, pelo que também é recomendado que se ingiram 0,25 litros de água por cada dez quilos de peso.

É importante também perceber que “se seguimos uma alimentação com a suficiente ingestão de frutas e legumes (um prato de salada ou verduras por dia e duas peças ou porções de fruta) já adquirimos um litro de água”, acrescenta Jesús Domínguez. Com isto bastará depois acrescentar os tais 1,5 litros de água externamente. E não, mesmo que pareça uma contradição não devemos deixar de beber água só porque temos retenção de líquidos, muito pelo contrário.

Agora já sabe, se além das questões da celulite, gordura acumulada ou inchaço em algumas zonas do corpo sentir também cansaço, dores de ouvidos, falta de concentração e memória, pele seca, unhas frágeis, problemas de digestão ou dores nos músculos e articulações, o melhor é começar por beber mais água, porque são alguns dos sinais da sua falta.

Para quem não gosta de água simples ou tem alguma dificuldade em ingerir a quantidade necessária, truques como água com sabores, chás, água de côco ou smoothies de frutas e vegetais podem ser boas ajudas.

 

30
Mar21

Há uma alternativa à massa e ao arroz — e é ideal para quem quer perder peso

Niel Tomodachi

A nutricionista Mafalda Rodrigues de Almeida fala-nos de um desconhecido — e cheio de benefícios — pseudocereal.

 

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Massa à segunda-feira, arroz na terça e o ciclo repete-se até ao final da semana. Resumindo: pouco ou nada se varia. A boa notícia é que nos últimos anos foram surgindo alternativas, como o cuscuz e o bulgur. Mas não são as únicas. Em 2020, houve outro nome que sobressaiu no mundo saudável e que tem tudo para ser uma das tendências deste ano.

Falamos do amaranto, que é um pseudocereal. Isto quer dizer que, embora não pertença à família dos cereais, apresenta características muito semelhantes. As suas qualidades nutricionistas são as responsáveis pela sua enorme popularidade.

“Além de incrivelmente versátil, este grão é naturalmente isento de glúten e rico em proteínas, fibras, micronutrientes e antioxidantes, em comparação com outros cereais”, explica-nos a nutricionista Mafalda Rodrigues de Almeida, autora do blogue NiT “Loveat”.

A especialista destaca que, normalmente, o teor de fibra do grão de amaranto varia entre 3,6 e 4,2 por cento, enquanto no trigo é de 2,6 por cento e no arroz de 0,9 por cento, pelo que a diferença é enorme.

Deve-se também saber que cerca de 16 a 18 por cento da sua composição é proteína. No caso do trigo e de outros cereais a sua composição é de 14 por cento ou menos. Portanto, o amaranto continua a somar pontos.

“Contêm uma proteína completa, com todos os aminoácidos essenciais ao nosso organismo, ao contrário da presente nos cereais, que é deficitária em alguns aminoácidos, sobretudo lisina, triptofano e treonina”, revela.

O grão de amaranto.
 

A nutricionista menciona, ainda, que o amaranto é rico em ácidos gordos insaturados e esqualeno, um composto com propriedades antioxidantes comprovadas. E há mais: é uma excelente fonte de ferro, cálcio, magnésio e zinco.

A sua composição é um enorme benefício, mas Mafalda Rodrigues de Almeida evidencia também as suas propriedades anti-inflamatórias, assim como o facto de ajudar a reduzir os níveis de colesterol, principalmente o LDL (considerado o mau colesterol). Por outro lado, aumenta o HDL (bom colesterol).

“Como é um grão rico em proteínas e fibras, contribui para o aumento da saciedade, durante mais tempo, o que pode ajudar no processo de perda de peso”, diz à NiT.

Mas, afinal, qual é a sua utilização? Na verdade, é mais do que uma. Pode ser usado como acompanhamento, substituindo o arroz ou a massa, por exemplo, mas também como cereal de pequeno-almoço e na confeção de panquecas, pães e até em misturas de sopas e batidos, segundo a especialista.

A preparação é extremamente simples: só tem de passar por água e cozinhar em lume brando durante 30 minutos. Para cada 200 gramas deve colocar 450 mililitros de água e repousar num recipiente fechado durante 20 minutos.

Pode encontrar este pseudocereal à venda em vários locais, como é o caso do Celeiro, que tem uma versão bio de 500 gramas da Próvida (2,64€), e a Naturitas, que tem amaranto tufado orgânico da Eco Salim em pacotes de 125 gramas (2,17€) e uma versão bio de 500 gramas da mesma marca (2,15€).

 

28
Mar21

Dois chás que equilibram o metabolismo enquanto dorme

O metabolismo e o sono estão intimamente ligados

Niel Tomodachi

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descanso adequado ajuda a manter o equilíbrio e ótimo funcionamento do metabolismo, proporcionando mais energia, saúde e acelerando o processo de emagrecimento, conforme explica um artigo publicado no jornal Metro World News.

Como tal, a falta de sono torna o metabolismo lento, deixa-nos cansados e prejudica a digestão.

Ou seja, manter o metabolismo equilibrado é fundamental para a operação de vários processos no nosso organismo.

Alimentação, consumo de tabaco, doenças, prática de exercício ou sedentarismo, stress e ritmo de vida são alguns fatores que influenciam o metabolismo - um conjunto de reações químicas que ocorrem no corpo humano e que impactam diretamente com o equilíbrio das funções cardiovasculares e respiratórias.

A ingestão de certos chás pode ser um aliado nessa reconquista de harmonia do organismo através da boa qualidade do sono diário:

Chá de folhas de limão:

Tem funções diuréticas e ajuda a eliminar as toxinas acumuladas no corpo. É ainda rico em propriedades que combatem a inflamação, contribuem para a diminuição da pressão arterial e promovem o relaxamento.

Adicionalmente, as propriedades sedativas das folhas do limão ajudam a tratar as insónias e a atenuar o stress.

Chá de camomila:

A camomila é abundante em propriedades anti-inflamatórias, anti-bacterianas e que reduzem a insónia. Mais ainda, esta planta contém também cálcio e magnésio - dois nutrientes essenciais para o ótimo funcionamento do corpo.

O chá de camomila também é benéfico para a saúde digestiva e tem efeito calmante, diminuindo a ansiedade, o apetite e a compulsão alimentar.

 

10
Mar21

MAR Shopping Home Experience propõe experiências de alimentação saudável, sem desperdício, e hábitos mais sustentáveis

Niel Tomodachi

Autores de A Tripeirinha, Laranja Lima Nutrição, Cultivos da Caseiro, Anita Healthy, Nutricionista Maria Gama e A Pitada do Pai darão, entre março e maio, dicas para uma alimentação mais saudável e hábitos mais sustentáveis.

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Inspirar um estilo de vida mais saudável e sustentável é o objetivo do MAR Shopping Matosinhos nestes novos conteúdos de entretenimento online.

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Tantas horas, dias, semanas em casa põem à prova toda e qualquer criatividade para fazer um “stop” à rotina. Muitas vezes, é na cozinha que mais sentimos isso. Afinal, pensar em pequenos-almoços, almoços e jantares todos os dias e para toda a família é capaz de deixar qualquer “chef” sem ideias. Por outro lado, uma das mudanças positivas da pandemia é que elegemos cada vez mais hábitos de vida saudáveis e sustentáveis, o que adiciona uma pressão extra na hora de planear o menu. É a pensar na saúde das famílias e para inspirar hábitos em prol do planeta que o MAR Shopping Matosinhos lança a segunda edição do programa MAR Shopping Home Experience, onde conta com a participação dos food influencers Laranja Lima Nutrição, Anita Healthy, Nutricionista Maria Gama e A Pitada do Pai e das especialistas em plantas A Tripeirinha e Cultivos da Caseiro.

Para que todos os momentos sejam aproveitados da melhor forma, e para que a casa possa ser um lugar recheado de novas e boas ideias, o MAR Shopping Matosinhos aposta em novos conteúdos online para uma verdadeira “Home Experience”.  De março a maio, na página de Facebook do MAR Shopping Matosinhos, vão ser partilhadas receitas simples e saudáveis, que se podem preparar em família e que evitam o desperdício alimentar, bem como dicas de sustentabilidade. Além disso, e porque se pretende inspirar um estilo de vida saudável e mais sustentável, o objetivo é que os espetadores aprendam a organizar o seu menu de refeições para toda a semana. Isto, porque organização e planeamento na cozinha são essenciais para diminuir o desperdício e reduzir o stress.

A Tripeirinha.jpg

Sofia Manuel, A Tripeirinha, vai ser a primeira a entrar online na casa de todos com dicas sobre plantas. Quais as espécies ideais para começar uma selva em casa, e algumas dicas sustentáveis que podemos aplicar no seu cuidado. A influencer, com 69 mil seguidores no Instagram, falará sobre a função das plantas enquanto fontes de oxigénio e elemento decorativo para um ambiente mais leve. As #plantmanas ficarão tentadas a rodear-se de verde e até a dedicarem-se a um novo hobby com óbvios benefícios para a mente. O vídeo ficará disponível no Facebook do MAR Shopping Matosinhos no dia 13 de março. Segue-se, no dia 27, a nutricionista Ana Isabel Monteiro, responsável pela marca Laranja Lima Nutrição, que soma mais de 95,9 mil seguidores no Instagram. A food influencer apresentará receitas saudáveis e sustentáveis para a adoção de um estilo de vida mais tranquilo com foco na saúde e nos alimentos que ingerimos.

Laranja Lima Nutrição.jpg

É cada vez mais comum termos vontade de cultivar as nossas próprias ervas aromáticas ou plantas comestíveis em casa pela facilidade de as termos sempre à mão. No dia 10 de abril, Susana Caseiro, autora do livro “Jardim de ervas aromáticas” e do blog “Cultivos da Caseiro” (12,7 mil seguidores) mostrará passo a passo como cultivar ervas aromáticas, plantas comestíveis ou pequenas hortícolas em casa ou na varanda. O que precisam para nascerem com força e saudáveis e o que fazer para as mantermos por muito tempo? Rita Nunes, mais conhecida por Anita Healthy, seguida por 91,2 mil pessoas no Instagram, irá partilhar as suas receitas de aspeto e sabor divinais no dia 24 de abril.

A Nutricionista Maria Gama, responsável pelo projeto Põe-te na Linha (105 mil seguidores no Instagram), dá o mote para alimentação infantil saudável no dia 8 de maio. É verdade que maio é o mês da mãe, mas Rui Marques, autor de A Pitada do Pai, o primeiro blog de alimentação saudável de pai para filho e família, é o maestro de pratos e receitas na sua cozinha e dela fará chegar aos seguidores da página de Facebook do MAR Shopping Matosinhos dicas e uma receita a guardar para mais tarde cozinhar no dia 15 de maio.

Receitas para uma vida mais feliz e de bem com o ambiente são as sugestões do MAR Shopping Home Experience, mais uma iniciativa com que o MAR Shopping Matosinhos quer inspirar um mundo melhor.

 

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