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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

28
Fev22

"Doce Tóquio" de Durian Sukegawa

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Apenas as cerejeiras denunciam a passagem do tempo. Primeiro com os seus pequenos botões, depois com as delicadas pétalas que voam ao vento… Numa pequena pastelaria perdida nas ruas de Tóquio, os dias sucedem-se sempre iguais. É aí que Sentarô confeciona dorayaki, um doce tradicional japonês ao qual não dedica grande atenção. Sentarô parece, aliás, ter desistido da vida. Abandonou o sonho de ser escritor, bebe demasiado e não tem amigos.

Mas tudo está prestes a mudar.

No seu caminho surgem Tokue, uma senhora idosa que se entrega à preparação de dorayaki de alma e coração; e Wakana, uma menina solitária que se debate com os seus próprios fantasmas. Aos poucos, os improváveis companheiros descobrem que têm muito a oferecer uns aos outros. Mas Tokue esconde um passado turbulento que, inevitavelmente, vem ao de cima… com consequências devastadoras.

Doce Tóquio é uma história comovente sobre a fragilidade humana, o poder redentor da amizade e a beleza das coisas simples. Numa prosa límpida e bela, Durian Sukegawa fala sobre o nosso propósito na vida, exortando-nos a parar, a escutar e a observar, sempre. Um livro que encanta leitores de todas as idades, intemporal e pleno de sabedoria

 

Sobre o Autor:

Durian Sukegawa 

 

28
Fev22

"A Mais Breve História da Rússia" de José Milhazes

Dos Eslavos a Putin

Niel Tomodachi

A breve história do país de que mais se fala.

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Sobre o Livro:

Nação de proporções colossais ou continente? Luz do mundo ou terra condenada? Aliado da Europa e do Ocidente ou seu adversário mortal? Território de santos, czares, poetas, pintores, revolucionários e músicos, a Rússia é um enorme mistério que importa desvendar. Esconde uma história tão rica, antiga e diversa quanto desconhecida.

José Milhazes, o grande especialista português da Rússia, propõe neste livro uma viagem fascinante que atravessa séculos e séculos da história, cultura e civilização russas, que começa nos povos eslavos vários séculos antes de Cristo e acaba na actualidade, com Putin.

Nesta edição que inclui dezenas de fotografias e mapas - além de uma cronologia e de bibliografia aconselhada para quem quiser saber mais - fique a conhecer a geografia, os povos, as grandes figuras, efemérides e feitos desta grande nação em permanente devir.

 

Sobre o Autor:

José Milhazes nasceu e cresceu na Póvoa de Varzim. Em 1977, foi estudar para a União Soviética. Licenciou-se em História da Rússia na Universidade Estatal de Moscovo (Lomonossov) e estabeleceu-se naquele país enquanto tradutor de obras literárias e políticas. Em 1989 começou a fazer trabalho jornalístico na TSF e depois noutros media portugueses. Em 2008, doutorou-se. Regressou a Portugal em 2015 com um conhecimento incomparável no panorama português sobre a sociedade, a política e a história russas. É autor de vasta obra publicada, da qual destacamos As Minhas Aventuras no País dos Sovietes (2017) e Os Blumthal (2019). Em 2013 foi distinguido com a Ordem do Mérito da República Portuguesa.

 

«Como leitor estou-lhe profundamente agradecido.»
Jaime Gama

«José Milhazes viu a URSS dar lugar à Rússia, chegou com Brejnev e saiu com Putin.»
Nuno Pacheco, Público

 

31
Jan22

"Ganbatte" de Nobuo Suzuki

O segredo japonês da resiliência e da superação

Niel Tomodachi

Wook.pt - Ganbatte

Sobre o Livro:

Nunca desistas, segue em frente.
Em tempos de dificuldades e desafios, muitos sentem que devem reconstruir a sua vida. Os japoneses têm na filosofia do ganbatte o segredo para renascer das cinzas uma e outra vez.
Ganbatte ensina-o a superar todos os obstáculos e a seguir em frente, para alcançar qualquer objetivo a que se tenha proposto. Com este livro inspirador, saberá como aplicar no dia a dia a tenacidade e a resiliência dos japoneses. Aconteça o que acontecer, siga em frente com entusiasmo, amor e persistência. Aguarda-o uma travessia única, uma viagem exclusivamente sua. Acima de tudo, acredite em si mesmo e na sabedoria do seu coração.

 

Sobre o Autor:

Nobuo Suzuki

 

22
Jan22

"Quem Traiu Anne Frank?" de Rosemary Sullivan

A investigação que revela o segredo jamais contado

Niel Tomodachi

Novidade Março 2022

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Sobre o Livro:

Este livro percorre a história de Anne e revela os grandes mistérios que rodeiam a sua morte, começando por quem a traiu.

Mais de 30 milhões de pessoas leram a história de Anne Frank, a menina de treze anos que se escondeu com a respetiva família em Amesterdão durante a Segunda Guerra Mundial, foi descoberta pelos nazis e enviada para um campo de concentração, onde veio a morrer. Mas apesar de todos os artigos, livros, obras de teatro e romances dedicados ao assunto, nenhum deles explicou de modo convincente como os Frank e outras quatro pessoas conseguiram viver escondidos sem serem detetados durante mais de dois anos, e quem ou o que finalmente conduziu os nazis à sua porta.

Com um cuidado esmerado, uma equipa de investigadores estudou com afinco dezenas de milhares de páginas de documentos, alguns nunca antes vistos, e entrevistou dezenas de descendentes de pessoas envolvidas, de uma forma ou de outra, com os Frank. Utilizando tecnologia de ADN recentemente criada e técnicas de investigação desenvolvidas pelo FBI, a equipa Cold Case recria os dias e semanas anteriores à detenção dos Frank, e chega a uma conclusão impactante.

Mas apesar de toda a análise que contém, a grande conquista deste livro é que transporta os leitores numa viagem de regresso à Amesterdão da guerra, onde, pela primeira vez, chegamos a compreender como era viver num lugar ocupado, um lugar no qual, por muito rico, educado ou cuidadoso que se fosse, nunca se sabia em quem se podia confiar.

 

Sobre a Autora:

Rosemary Sullivan é autora de quinze livros, entre eles a sua aclamada biografia A Filha de Estaline. Publicada em vinte e três países, recebeu o Prémio Plutarch da Organização Internacional de Biógrafos e foi finalista do Prémio PEN/Bograd Weld de Biografia, bem como do Prémio do Círculo Nacional de Críticos Literários dos Estados Unidos. O seu livro Villa Air-Bel foi galardoado com o Prémio de História do Holocausto da Sociedade Canadiana para o Yad Vashem. É professora emérita da Universidade de Toronto e deu conferências no Canadá, nos Estados Unidos, na Europa, na Índia e na América Latina.

 

20
Jan22

"Deixa-me ser" de Filipe V. Branco

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Aos 20 anos cheguei a casa e rebentei com as portas do armário, assumindo-me como homossexual à minha família. O meu pai não aceitou o que eu era.
Dois meses depois decidi que queria morrer. Mas nem a morte me quis ao seu lado. Sobrevivi. Para reescrever a minha história. E não parece, mas esta terminou bem.
"Deixa-me ser" é o livro biográfico que relata a parte fulcral da minha vida que me definiu para sempre. Do preconceito ao suicídio, da violência ao afecto, do ódio à aceitação. Este é o conto de como a homofobia pode matar e de como numa longa noite escura o amor derrotou todos os medos.

 

Sobre o Autor:

Nasceu em Torres Novas no ano de 1986. Desde que aprendeu a escrever, sempre gostou de brincar com as palavras. Chegava a casa e criava continuações das estórias que tinha lido na escola primária. Nunca parou de explorar a sua criatividade. Seguiu para a área de Humanidades, tornando-se um apaixonado por História. Colaborou regularmente com jornais locais e escreveu peças de teatro para uma associação cultural. Estudou depois Ciências da Comunicação, onde teve aulas de Guionismo. Fez duas formações em Escrita Criativa, pois teve um sonho: ser escritor. O sonho realizou-se.

 

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Um excerto do livro:

“A discoteca estava cheia, a música electrificante e os nossos corpos levados pelo álcool, quando ele decidiu beijar-me à frente de todas as pessoas à nossa volta, incluíndo outros amigos seus. Fê-lo sem qualquer aviso prévio de que de um momento para o outro a nossa relação passaria a ser pública para todos os que não suspeitariam sequer da sua orientação sexual. Mais do que isso, aquele beijo teve um significado muito mais forte ao ter sido dado num local não lgbt. Por muito preconceituoso que afirmar isto possa parecer, é inegável o peso positivamente desafiador que te dá um arriscar destes.

Inicialmente parecia uma daquelas cenas de um videoclip, em que o tempo abrandou e tudo aconteceu mais devagar, fazendo-me sentir todas as cores das luzes que piscavam a iluminar o acontecimento, aumentando o gozo de ter os seus lábios suavamente encostados aos meus, potenciando o calor do seu corpo fundindo-se em mim. Era um instante raro e digno de ser filmado para a eternidade... até que um rapaz, que ia passar, parou ao nosso lado e gritou: “Paneleiros de merda!”.

Rosnou assim o seu ódio, como se fôssemos algum empecilho à sua passagem, quebrando de imediato aquela sensação de que estava a viver num mundo perfeito. Por breves momentos a tensão elevou-se, aqueles olhos de repulsa brilharam vermelhos, caíndo sobre nós, julgando-nos inferiores. Em mim cresceu só a ira por sentir toda a injustiça das fobias do mundo. Mas o agressor homofóbico decidiu avançar, deixando-nos para trás envoltos na sua aversão. Tentanto não dar demasiado valor, brinquei com a situação, afastando-me contra a parede e dizendo por entre o som estridente: «Não estamos no Trumps!». E tão depresa quanto disse essas palavras, tão fulminante como as nossas gargalhadas conjuntas, senti que tudo estava a escapar-me: o equilíbrio, o chão, o meu corpo. A noite tinha começado com muitos excessos. Os amigos dele tinham-nos oferecido uma droga qualquer, que tinha aceite sem questionar, só porque era leve.

Mas um peso bem pesado foi o que senti quando acordámos no banco de trás do carro, os dois completamente apagados, apenas despertados por um Sol que já brilhava bem forte. Do lado de fora da viatura estava um homem a olhar-nos com um ar muito curioso, que não me admirou nada. Por instinto, só consegui colocar uma mão sobre os olhos, para tapar a luz e a minha pouca vergonha. E ainda ri, sozinho, por achar perfeitamente normal que aquilo fôssemos nós: um rasto de destruição a caminho da séria violência. E esta estava quase, quase a chegar. E eu nada, nada preparado.

Mas foi mesmo por isso que no dia seguinte me deixei comover no banco de trás do mesmo carro quando relatei aquele incidente à amiga a quem chamava irmã e ela nos disse assim com a sua maneira única de tocar o coração de alguém:

"Vocês têm todo o direito de serem felizes e ninguém devia julgar um rapaz por amar outro rapaz."

 

 

Deixo o link para o livro aqui

 

Post em Parceria com o autor Filipe V. Branco. Segue também o seu blog aqui.

 

17
Jan22

"O Último Xeque-Mate" de Gabriella Saab

Niel Tomodachi

Se leu O Tatuador de Auschwitz e é fã da série The Queen’s Gambit, não pode perder este romance.

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Sobre o Livro:

Uma jovem colaboradora da resistência polaca, encarcerada em Auschwitz como presa política, joga xadrez em troca da sua vida. E luta para levar à justiça o homem que assassinou a sua família.

Maria Florkowska é muitas coisas: filha, jogadora ávida de xadrez e, como membro do grupo clandestino de resistência polaco numa Varsóvia ocupada pelos Nazis, uma jovem com uma coragem para lá da sua idade. Capturada pela Gestapo, é detida em Auschwitz, mas enquanto a sua família é enviada para a sua morte, Maria é poupada. Apercebendo-se da sua capacidade de jogar xadrez, o sádico delegado do campo, Karl Fritzsch, decide usá-la como adversária para entreter os guardas. No entanto, quando se cansar de explorar as suas capacidades, tem intenção de a matar.

Com o apoio da amizade de um padre católico, Maria tenta ultrapassar a sua dor, jura vingar o homicídio da sua família, e joga pela sua vida. Durante quatro anos sombrios e esgotantes, a sua estratégia é simples: Viver. Lutar. Sobreviver. Ao provocar de forma inteligente a natureza volátil de Fritzsch à frente dos seus superiores, Maria tenta orquestrar a sua queda. Só assim terá a oportunidade de se evadir ao destino que a espera e ver Fritzsch punido pela sua maldade.

À medida que o seu plano avança e a guerra se aproxima do fim, Maria descobre que Fritzsch sobreviveu e desafia-o para um jogo final, que acabará em vida ou morte, falhanço ou justiça. Isto se Maria conseguir encarar Fritzsch - e o seu passado - uma última vez.

14
Jan22

"A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da" de Mark Manson

Uma abordagem contraintuitiva para viver uma vida melhor

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Uma abordagem que nos desafia os instintos e nos força a questionar tudo o que sabemos sobre a vida

Durante décadas convenceram-nos de que o pensamento positivo era a chave para uma vida rica e feliz. Mas esses dias chegaram ao fim. Que se f*da o pensamento positivo! Mark Manson acredita que a sociedade está contaminada por grandes doses de treta e de expectativas ilusórias em relação a nós próprios e ao mundo.

Recorrendo a um estilo brutalmente honesto, Manson mostra-nos que o caminho para melhorar a nossa vida requer aprender a lidar com a adversidade. Aconselha-nos a conhecer os nossos limites e a aceitá-los, pois no momento em que reconhecemos os nossos receios, falhas e incertezas, podemos começar a enfrentar as verdades dolorosas e a focar-nos no que realmente importa.

Recheado de humor e experiências de vida, A Arte Subtil De Saber Dizer Que Se F*da é o soco no estômago que as novas gerações precisam para não se perderem num mundo cada vez mais fútil.

 

Sobre o Autor:

Mark Manson cresceu em Austin, no Texas, viveu em Boston e viajou por todo o mundo durante sete anos. É um autor bestseller do The New York Times e escreve sobre uma grande variedade de temas, no âmbito do desenvolvimento pessoal. Para além da sua atividade de bloguer e empreendedor, publica regularmente artigos com a BBC, CNN, Business Insider, Time, entre outros. Vive atualmente em Nova Iorque.

 

14
Jan22

"E as Estrelas Voltaram a Brilhar" de Jayson Greene

A tragédia é um rasgão na nossa perceção do universo.

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Jayson Greene pode aparentar ser o típico pai urbano e criativo - mas não é como todos os outros, pois viveu aquilo que ninguém quer viver nunca.
A sua filha de dois anos, Greta, estava a passear com a avó quando uma parte da fachada do edifício atrás delas se desprendeu e atingiu a bebé. A ida de Greta para o hospital e as horas que antecedem a sua morte marcam o início de uma vida nova e inimaginável para Jayson e a mulher, Stacy. Como é que se lida com uma perda tão devastadora?

A sua voz - por vezes desesperada, por vezes inspiradora, mas sempre profunda - guia-nos no mundo que o casal habita agora como que pela primeira vez. O novo percurso que têm pela frente é feito de desgosto, mas também de esperança. No auge da dor, Jayson esforça-se por vislumbrar uma vida para lá da perda. Pois embora possa não haver respostas, há inevitavelmente uma continuidade.

Contada com amor e honestidade, e com momentos inesperados de humor, E as Estrelas Voltaram a Brilhar é um livro que transcende a sua história e nos transmite uma poderosa mensagem universal sobre a fragilidade da vida e a inevitabilidade da morte. É um relato de sobrevivência, um testemunho de perda mas também uma homenagem à força do amor.

 

Sobre o Autor:

Jayson Greene é autor, crítico de música e editor. Trabalha como editor-chefe na revista online Pitchfork, mas já escreveu também para publicações como o New York Times, a Vulture e a GQ, entre outras. E as Estrelas Voltaram a Brilhar é o seu primeiro livro. Atualmente, Greene vive em Brooklyn com a mulher e o filho.

 

04
Jan22

"Dislike" de Diogo Simões

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

A rotina do Miguel poderia ser a de um qualquer outro adolescente. Chegar a casa, abrir o computador, desbloquear o telemóvel e conectar-se às redes sociais. Os”gostos” poderiam crescer e as interações transcender o desejo de qualquer um, mas não para o Miguel. Não para alguém que se refugia da sua realidade numa obsessão pela vida perfeita de um seu colega de turma, o André.

O que Miguel não sabe é que, na vida do André, os “gostos” não correspondem inteiramente à sua realidade, e de que, na sua vida, há mais”dislikes” do que seria de esperar para um jovem da sua idade.

Quando as personagens voltam a interagir num mundo pós-pandemia, onde o que tanto procuraram recalcar e esconder ressurge, o Miguel não só cai de paraquedas na vida do André, como se vê diante dos seus próprios medos… onde a morte e solidão podem surgir.

 

Sobre o Autor:

Diogo Simões nasceu e cresceu em Leiria onde reside com os seus pais e irmão.
Descobriu os livros aos dez anos e, desde então, maravilha-se com o poder das histórias.
Sendo a vida uma aventura, passa os seus dias ora a descobrir a cidade do Porto, que o acolheu na sua vida académica, onde termina o seu Mestrado em Intervenção com Crianças e Jovens em Risco, ora submerso em histórias sem fim...
Em tudo procura inspiração para escrever, tendo publicado em 2014 o romance O Bater do Coração, e em 2017 termina a publicação da sua serie P.S.: Ficas Comigo?, na plataforma literária Wattpad.
Ainda assim a sua inspiração não lhe permitiu parar, levando-o mais além numa nova história, toda ela envolta em problemas sociais com os quais se depara diariamente.

 

«Mais que um livro, uma história especial que muito bem poderia ser real.»
Soraia Couto, Books by Sol

 

21
Dez21

"A Menina e a Gata" de Mala Kacenberg

Niel Tomodachi

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Uma inesquecível história real vivida durante a Segunda Guerra Mundial

 

Sobre o Livro:

Tendo crescido na pequena cidade polaca de Tarnogród, nas imediações de uma densa floresta, Mala Szorer teve uma infância feliz e despreocupada no seio de uma família judaica. Mas aos 12 anos, com a invasão alemã, a sua cidade torna-se um gueto e a sua família e amigos são reduzidos à pobreza extrema e à fome. Mala decide resolver o problema sozinha: corajosamente, arranca a sua estrela amarela e arrisca a vida ao fugir para as aldeias vizinhas para tentar obter comida.

No caminho de regresso, assiste à deportação dos seus entes mais queridos. Para sobreviver, Mala afasta-se de tudo aquilo que ama e vai viver sozinha na floresta, escondendo-se dos nazis e dos aldeões hostis. Mala é seguida pela sua gata, que a acompanha e parece vir em seu socorro - milagrosamente - uma e outra vez. Malach, a gata, torna-se a sua família e o seu único refúgio na solidão, um guia e uma luz para manter a esperança, mesmo perante a mais insondável escuridão.

 

Sobre a Autora:

Mala Kacenberg nasceu em 1927, no seio da família Szorer, em Tarnogród, na Polónia. Quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu, Mala, com 12 anos de idade, teve de defender-se sozinha. Tendo sido a única pessoa da família a escapar à deportação, conseguiu sobreviver graças à sua inteligência, à sua coragem e à ajuda de um anjo da guarda (a gata Malach). Depois do fim da guerra, com outros refugiados judeus, emigrou para Londres, onde criou uma grande família.

 

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