Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

21
Mai20

Street artist português cria máscaras solidárias que apoiam animais em extinção

Niel Tomodachi

1€ de cada acessório de Edis One reverte para a Associação Natureza Portugal, que trabalha com a World Wide Fund for Nature.

e7a4925e1ac557c10fe19595b9a01d94-754x394.jpg

Edis One nasceu em Lisboa em 1990. Ligado há muitos anos à arte do graffiti, já pintou em cidades como Madrid, Barcelona, Vienna, Amesterdão, Liubliana, Praga, Zagreb, Miamiou Bali. Em 2016, inclusive, entrou para o recorde do Guiness, depois de ter participado no maior muro pintado do mundo com luz negra, nos Emirados Árabes Unidos.

No site, este street artist dá a conhecer não só todo o seu percurso profissional, como tem uma secção dedicada à venda dos seus trabalhos. A grande novidade surgiu depois de a pandemia de Covid-19 se instalar em Portugal.

Edis One tem uma nova coleção de máscaras sociais, que pertencem ao Original Extinction Art Project — um projeto criado há dois anos que tem como objetivo sensibilizar as pessoas através de murais pintados, para uma das maiores extinções do nosso planeta.

Estes acessórios custam entre 11,90€ e 12,90€ e são solidárias — 1€ de cada venda é doado à Associação Natureza Portugal, que trabalha com a World Wide Fund for Nature, e da qual o artista é embaixador.

As máscaras, produzidas em Portugal, têm padrões de vários animais e são feitas com matéria prima certificada pelo Citeve. São antibacterianas e podem ser lavadas a temperaturas de 60 graus. Cada uma traz um postal com cinco curiosidades sobre a espécie representada.

21
Mai20

Há uma nova app onde pede a refeição nos restaurantes sem chamar o empregado

Niel Tomodachi

A Pleez é 100 por cento portuguesa e foi lançada no mercado no início do ano, mas a pandemia da Covid-19 obrigou a startup a mudar de estratégia.

edd215e2865f2d061f92ec9608831c58-754x394.jpg

No início do ano, a PLEEZ foi lançada com o objetivo de digitalizar a experiência dos clientes nos restaurantes, mas também para facilitar a gestão das equipas por parte dos espaços. No entanto, a chegada da pandemia da Covid-19 ao País em março obrigou a empresa a mudar a sua estratégia para se adaptar à nova normalidade.

Agora, esta startup 100 por cento portuguesa tem uma solução para consultar a carta, fazer pedidos e pagar a conta através da app, sem ter de chamar os funcionários, evitando ao máximo o contacto e, assim, o risco de contágio.

“É um processo simples, que gera um serviço mais rápido e contribui para a segurança e confiança no espaço, já que promove o distanciamento social, evita a partilha de ementas e a troca de dinheiro ou manuseamento das máquinas”, explica Vasco Sampaio, um dos sócios do projeto.

 

Para os clientes, a grande vantagem é a facilidade de fazer os pedidos: basta consultar o menu digital do espaço onde estiver e pedir o que quiser da ementa sem ser preciso esperar para ser atendido. O acesso é feito de forma simples e em apenas três passos — os espaços que aderirem vão ter uma rede de Wi-Fi especial para consultar o menu pelo smartphone e um código de acesso.

pleez
15
Mai20

Avenidas ribeirinhas do Porto vão ter trânsito condicionado aos fins de semana

Niel Tomodachi

A medida vai funcionar entre as 14 e as 19 horas deste sábado e as 9 e as 19 horas de domingo.

9b117ae4a469f66bad384208aa3ba2b8-754x394.jpg

O trânsito no Porto vai estar condicionado já a partir deste sábado, 16 de maio, nas avenidas Gustavo Eiffel e de Paiva Couceiro, entre a Ponte Luís I e o Freixo. Esta medida junta-se ao corte das avenidas atlânticas que decorreu na semana passada com resultados positivos.

A Câmara do Porto vai condicionar o acesso automóvel às duas avenidas entre as 14 e as 19 horas de sábado, 16; e as 9 e as 19 horas de domingo, 17 de maio. A cidade passará assim a poder usufruir de seis quilómetros de Zona de Coexistência.

Ainda assim, a autarquia alerta para a necessidade de se manter o dever cívico de recolhimento domiciliário e a necessidade de respeitar o distanciamento social para travar a propagação da Covid-19.

“A restrição de acesso não se aplica a moradores, ao transporte público, aos táxis e TVDE, bem como às operações de cargas e descargas, e entregas. Para esse efeito, os condutores devem informar as forças policiais do seu local de residência e/ou motivo da deslocação devidamente enquadrado nas exceções referidas“, explica a Câmara Municipal do Porto.

Ao funcionarem como Zonas de Coexistância, a velocidade máxima nestas avenidas passa a ser de 20 quilómetros por hora.

13
Mai20

Afinal, como é que se deve lavar as máscaras sociais?

Niel Tomodachi

Será que existe uma temperatura mínima a que devem ser lavadas na máquina? A NiT explica.

62bca47484252fcf2c08e70839ae5f58-754x394.jpg

A recomendação chegou há cerca de um mês e foi feita pela Direção-Geral da Saúde: a partir de 13 de abril, a população em geral devia usar máscaras comunitárias em espaços fechados com muitas pessoas, como supermercados ou transportes públicos.

Agora, já é mesmo obrigatório — e corre o risco de pagar uma multa se não utilizar este material de proteção individual. Depois de muitas fábricas e marcas começarem a apostar na produção destes acessórios, o Citeve passou a anunciar aqueles que eram certificados, ou seja, os que respeitam as normas da Organização Mundial de Saúde.

Se seguirmos os procedimentos corretos, estas máscaras podem ser reutilizáveis. Contudo, a dúvida surge: temos de lavá-las a que temperatura? A resposta é simples: o ideal é que elas sigam o processo da roupa, ou seja, sejam lavadas na máquina a 60 ou mais graus. Só esta temperatura (ou mais elevada) é que garante que o vírus não sobrevive.

Quanto ao detergente, este pode ser o normal, mas deve evitar-se o uso de lixívia. Manuela Oliveira, professora auxiliar de Microbiologia e Imunologia na Faculdade de Medicina Veterinária, explicou ao jornal “Público“: “Apesar de o álcool e a lixívia serem produtos eficazes na eliminação deste vírus, não devem ser utilizados na higienização de máscaras de tecido (…). Além de alterarem as características do tecido, poderão provocar problemas respiratórios”.

Após retirar o acessório da máquina de lavar, este deve ser posto ao ar e secar livremente. A seguir, não deve pô-lo em contacto com outras peças ou à solta dentro da carteira ou bolso das calças. O ideal é que tenha uma bolsa dedicada exclusivamente a ele.

E a roupa, como devemos lavá-la?

De acordo com a explicação que Deyan Dimitrov, bacteriologista e CEO da empresa Laundryhe, deu ao jornal inglês “The Telegraph“: “A temperatura normal do corpo humano é de cerca de 37ºC, promovendo o ambiente e as condições ideais para o aparecimento e sobrevivência de vírus. Isso significa que devemos pelo menos lavar a roupa a uma temperatura de 60º ou até a 90ºC”.

Segundo o especialista, há mais um truque. “Quem não é fã de passar a ferro tem uma motivação extra para realizar essa tarefa doméstica. As temperaturas do ferro de engomar podem atingir os 100º. Pouco é capaz de sobreviver a isso”, explica o bacteriologista.

Quanto às peças de roupa mais delicadas, Deyan Dimitrov sugere que sejam limpas a seco. Às toalhas, panos e roupa de cama e restante vestuário basta fazer o tratamento normal — sem esquecer a temperatura elevada, claro.

13
Mai20

A nova plataforma online que vende máscaras sociais reutilizáveis e certificadas

Niel Tomodachi

As encomendas iniciais recebem ainda um fixador para a máscara que alivia a pressão dos elásticos nas orelhas.

d2a0d4a238b4eedbdb77c4b341e54057-754x394.jpg

Desde que a Direção-Geral da Saúde recomendou o uso de máscaras comunitárias pela população em espaços públicos fechados, houve vários esforços para produzir este equipamento de proteção individual com a qualidade necessária para proteger o contágio pelo novo coronavírus. 

Para que isto seja possível, é necessário que os materiais de proteção social sejam aprovados pelo Citeve, o único centro tecnológico têxtil com protocolo com o Infarmed e a DGS. E a nova plataforma online portuguesa máscarascertificadas.pt já recebeu o seu selo de aprovação. Este é o novo site português onde encontra máscaras de proteção reutilizáveis e certificadas – com tamanhos para toda a família.

São feitas com 100 por cento algodão de elevada qualidade e capacidade de filtração, por isso, permitem uma sensação de leveza, conforto e frescura durante o seu uso. Até ao momento, a máscara está certificada para cinco lavagens — os estudos em laboratório continuam para que seja possível aumentar este número. Cada máscara custa 3,90€; há ainda um pack de dez máscaras por 34,90€.

Para a campanha de abertura da plataforma online, a marca portuguesa decidiu ainda oferecer, junto com as máscaras de proteção, uma peça que pretende ajudar os portugueses neste novo hábito de higiene social – um fixador maleável que alivia a pressão dos elásticos nas orelhas e permite ajustar facilmente o tamanho. 

Aqui está o fixador.
 

Além das máscaras para adultos, a máscarascertificadas.pt tem ainda soluções ideais para miúdos, que podem ser usadas em contextos sociais dos 6 aos 11 anos. Em Portugal, só há duas máscaras de criança aprovadas pelo Citeve – e estas são uma delas. Estão à venda no site por 3,90€.

Seja de adulto ou criança, a plataforma online tem, para já, três opções de cores para as máscaras reutilizáveis: preto, branco ou azul. E em compras superiores a 20€, os portes de envio (fixados em 3,70€) são sempre gratuitos.

O máscarascertificadas.pt vende ainda packs de 25 (19,90€) ou 50 (38,90€) máscaras descartáveis, também fabricadas em Portugal. Há também à venda gel desinfetante (4,30€) e viseiras de proteção para adultos e miúdos, feitas por uma empresa portuguesa autorizada pela ASAE.

Seja qual for o material de proteção – máscaras reutilizáveis, descartáveis ou viseiras – todos têm informações e especificidades (como o tipo de tecido, o nível de filtração ou as recomendações de utilização) disponíveis no site, bem como o comprovativo de que foram testadas e aprovadas pelo Citeve.

Os produtos da máscarascertificadas.pt são entregues em Portugal e Espanha, entre quatro a oito dias. Os pagamentos são feitos através de cartão de crédito, PayPal, referência de multibanco ou MB Way. Para mais informações basta aceder ao site oficial ou enviar um email para info@mascarascertificadas.pt.

13
Mai20

“Vizinho Amigo” está a chamar voluntários para se juntarem à equipa

Niel Tomodachi

A iniciativa lançou um vídeo para apelar à solidariedade dos jovens e para ajudar quem mais precisa.

c81e728d9d4c2f636f067f89cc14862c-3-754x394.jpg

O “Vizinho Amigo” nasceu do trabalho de 15 jovens universitários que, unidos pela vontade de ajudar quem mais precisa, criaram um projeto que vai entregar comida e bens essenciais aos grupos de risco e aos que estão mais vulneráveis à Covid-19.

O projeto, já conta com voluntários espalhados por todo o País, lançou um novo vídeo para apelar a que cada vez mais jovens se juntem aos mais de seis mil voluntários que já se encontram inscritos. É através da voz de Eduardo Rêgo — dos documentários do programa BBC Vida Selvagem — que é lançado o desafio de juntar-se à equipa que, para além de alimentos, faz chegar medicamentos e produtos aos grupos de risco, perto das sua área de residência.

Pedro Barroso é o embaixador do “Vizinho Amigo” que, para além de contar com 15 parcerias diretas com algumas Juntas de Freguesia do País, presta apoio a mais de mil pessoas e está presente, não só em Portugal, como no Brasil, no Chile e na América do Sul.

As inscrições para o projeto são feitas através do formulário, que está disponibilizado nas páginas oficiais de Instagram e Facebook do projeto que, além do apoio de Pedro Barroso, conta com mais dois embaixadores: Ricardo Araújo Pereira e João Jonas.

 

10
Mai20

Estas são as medidas que as livrarias tomaram para se proteger do coronavírus

Niel Tomodachi

Pode-se tocar em vários livros? É possível folhear as suas páginas? Estas são algumas das perguntas que se colocam.

45092970505ea069770dc82a4aa541ed-754x394.jpg

Numa altura de exceção, como a que vivemos mundialmente devido à pandemia do novo coronavírus, são necessárias medidas igualmente de exceção. No dia 30 de abril, o governo dava conta da reabertura das livrarias no dia 4 de maio, “independentemente da área”.

Porém, as livrarias optaram por uma série de medidas a aplicar, além das indicadas pela Direção-Geral da Saúde, para a proteção e confiança dos seus clientes.

Provavelmente, a pergunta que logo surge prende-se com a possibilidade de folhear livros. É uma das práticas mais comuns na ida a estes espaços, e que poderá ficar comprometida durante a pandemia do novo coronavírus.

A NiT falou com várias livrarias para saber a resposta a esta e outras perguntas relativas às medidas de proteção que estão a ser implementadas aquando da reabertura.

“Neste momento, abrimos a livraria a partir de 8 de maio. A galeria, café e esplanada mantêm-se encerrados. Todas as atividades presenciais, como lançamentos, workshops, debates, e projeção de filmes, estão suspensas, por enquanto”, explica à NiT o coletivo responsável pela livraria Tinta nos Nervos, na Rua da Esperança, em Lisboa.

Depois de estarem encerrados desde o dia 14 de março, o regresso faz-se com um novo horário (quarta-feira a domingo, das 11 às 18 horas) e novas regras.

“O uso de máscara é obrigatório, assim como a desinfeção das mãos à entrada, antes do manuseio de livros e demais objetos, respeitar a etiqueta respiratória, manter o distanciamento social, apenas será possível a presença simultânea de quatro clientes em loja, e do nosso lado só teremos uma pessoa no atendimento.”

E os clientes podem folhear os livros? “Sim, depois de desinfetarem as mãos com álcool-gel que nós providenciamos. Também vendemos máscaras a preço de custo para quem não tenha”, rematam.

Já Joaquim Gonçalves, gerente da livraria A das Artes, pede que se evite folhear os livros: “Pedimos que evitem. Pegamos nós neles, com luvas, e mostramos o que o cliente quer ver. Mas, se for caso disso, também podem e, como são poucos, de seguida os livros são passados por um pano com álcool”.

O gerente do espaço que se situa na Avenida 25 de Abril, em Sines, refere ter “vendas residuais” atualmente. “Na rua há carros, mas não pessoas”.

Durante o tempo de encerramento dos espaços, a venda de livros aconteceu ao postigo ou com entregas ao domicílio. Porém, vários dos gerentes com quem a NiT falou queixam-se de entregas bastante demoradas por parte dos CTT, situação que, no entanto, consideram normal, devido ao grande volume de envios devido ao surto.

“[Durante este período] usámos sobretudo os CTT, o que significa que estamos dependentes do estado mais ou menos caótico das estações de correios, tem havido grandes demoras. Também fizemos algumas entregas ao domicílio em que fomos nós diretamente levar os livros aos clientes”, relata Ana Coelho, sócia-gerente da Palavra de Viajante, na Rua de São Bento, em Lisboa, que refere ainda que os cliente podem folhear os livros, “mas aí são convidados a usar o gel [desinfetante] antes e depois”.

Também na Rua de São Bento, a Distopia Livraria implementou várias medidas de higienização. “Neste momento, podem entrar apenas duas pessoas de cada vez, o uso de máscara é obrigatório, estão disponíveis líquidos de higienização à entrada e ao balcão, o TPA de multibanco é limpo entre cada utilização, e há especial atenção à limpeza geral da livraria com produtos adequados”, explica-nos Sónia Silva, sócia-gerente.

“Neste momento, é completamente incerto como vão ser os próximos meses ou anos, sendo que uma recessão económica é certa a nível mundial. O setor livreiro, ainda que essencial, é muito frágil e desde sempre desvalorizado nas políticas culturais”, acrescenta, quando questionada sobre quais as maiores preocupações relativamente ao futuro.

Preocupação também é o que sente Liliana Cordeiro, sócia-gerente da Livraria e Papelaria Espaço, que se situa na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, em Algés.

“[As maiores preocupações são] equilibrar as contas, pagar vencimentos, pagar a fornecedores, procurar alternativas para os eventos realizados na livraria, como horas do conto, clube de leitura, lançamento de livros”, conta-nos.

Também as livrarias de grandes cadeias, como é o caso da Fnac, já fizeram notar as medidas implementadas nas suas lojas, que passam pelo reforço da limpeza e desinfeção; utilização de luvas, máscaras e viseiras por parte dos funcionários; disponibilização de gel desinfetante; limite de cinco clientes por 100 metros quadrados; utilização obrigatória de máscara pelos clientes e circulação dos mesmos pelo sentido de percurso indicado.

As lojas FNAC que já reabriram são: Rua Santa Catarina, GaiaShopping, Amoreiras Shopping, Atrium Saldanha, Alegro Alfragide, CascaiShopping, e Forum Algarve.

10
Mai20

A distância de segurança para quem corre não é igual, é muito superior. Se é corredor, saiba o que fazer

Niel Tomodachi

"Correr ou andar atrás de alguém aumenta o risco de ser exposto a germes perigosos". Por isso, é preciso cuidado. Outro erro: não achar que a distância de segurança é a mesma, porque não é.

transferir.jpg

Pelo menos um metro de distância é a medida que a DGS recomenda de distanciamento social para evitar a contaminação com COVID-19. Mas isto é se estivermos na fila supermercado, a caminhar para a casa de alguém a quem se presta serviços ou mesmo no trabalho.

E para quem sai de casa para correr, mesmo que em espaços com poucas pessoas e ao ar livre? Aqui o cenário pode ser outro porque o ar move-se de forma diferente quando corremos ou temos um passo mais acelerado. Pelo menos é o que indica um estudo publicado pela "Urban Physics and Wind Engineering".

A investigação não analisa especificamente as partículas de COVID-19 ou que as mesmas se transmitem pelas gotículas respiratórias, nem prova que há um maior risco de infeção se estiver atrás de um corredor ofegante. Contudo, demonstra que quando caminhamos ou corremos o ar move-se de forma diferente.

Por isso, nestes casos, a melhor forma de manter a distância social adequada é evitar correntes de ar que seguem um corpo em movimento. Veja um pequeno vídeo que explica esta teoria..

Então, qual a medida de segurança em corrida revelada no estudo? "A distância social equivalente a uma caminhada rápida é de cerca de 9,1 metros", revela a pesquisa liderada por Bert Blocken, professor de engenharia civil na Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda, e na KU Leuven, na Bélgica.

Para chegar a este resultado, os investigadores calcularam a distância social equivalente aerodinamicamente necessária durante o exercício, ou seja, que garanta a mesma fraca exposição a partículas virais do que se as pessoas estivessem a um metro de distância em pé ou sentadas.

Para isso usaram dois modelos: um que indica o caminho de gotículas respiratórias de vários tamanhos, de acordo com dados da epidemia de SARS em 2003, e outro que calculava o fluxo de ar em redor e atrás de um corredor magro de 1,80 metros que se movesse a cerca de 6,40 minutos por milha ou caminhasse a duas milhas e meia por hora.

Foi então através dos cálculos que descobriram que a maioria das gotículas virais girava diretamente no ar e seguia o corredor. Isto significa que continuava a deslizar na corrente de ar durante mais tempo, fazendo com que a distância social em movimento exigisse um maior afastamento — de pelo menos 9,1 metros. Já para uma caminhada rápida, os cálculos indicaram que seriam necessários 4,6 metros.

Por isso, Blocken deixa algumas recomendações para quem corre ou caminha a um passo rápido: quando circula junto a outras pessoas não deve oscilar muito na trajetória do percurso, nem afastar-se bruscamente depois de uma ultra passagem. "Seja gentil e espere um pouco antes de ir para a frente de alguém", diz o investigador.

Já para quem se depara com um destes desportistas, deve afastar-se até que deixe de o ver, de forma a deixá-lo fora da trajétoria de partículas virais que são arrastadas na corrente de ar, de acordo com Blocken.

Contudo, deve ter presente que o estudo tem algumas limitações, como o facto de a analise ter como base a altura de um atleta que não corresponde a todos os casos, bem como o estudo de grandes gotículas respiratórias e não outras mais pequenas que permanecem no ar durante mais tempo. A juntar a isto, também não colocou em hipótese se o corredor usa ou não máscara e as variações do vento.

"Acima de tudo, não considerou se as gotículas respiratórias do corredor imaginário continham coronavírus e, portanto, não pode dizer-nos se correr ou andar atrás de alguém aumenta o risco de ser exposto a germes perigosos, apenas aumenta o risco de estar exposto à respiração de outras pessoas", de acordo com o jornal "The New York Times". Blocken já avançou que vai desenvolver ainda um estudo complementar de distanciamento social equivalente para ciclistas.

"O senso comum e este estudo sugerem que, se alguém está a caminhar ou a correr, precisamos dar mais espaço à nossa volta", conclui Linsey Marr, professora da Virginia Tech, ao mesmo jornal.

09
Mai20

Stay IN: este gin solidário é perfeito para os dias de isolamento social

Niel Tomodachi

Nasceu de uma parceria entre a Gin Lovers e a OnFlavours e ajuda a combater a pandemia de coronavírus.

d7ad223a94b1cdb31734ad5fb25df4bd-754x394.jpg

Com muito poucas lojas abertas, os restaurantes fechados e a imposição de distanciamento social, não nos resta muito que fazer a não ser ficar em casa a maior parte do tempo que dure a pandemia de coronavírus. Em casa, não há nada como um gin tónico perfeito para ajudar a passar o tempo, certo? E se lhe dissermos que agora pode ajudar quem mais precisa enquanto bebe gin?

A Gin Lovers e a OnFlavours juntaram-se e criaram um gin solidário. Chama-se Stay IN by Gin Lovers e tem como único propósito ajudar. Por cada garrafa vendida, são entregues 5 euros a várias instituições que estão na linha da frente no combate à Covid-19.

Em comunicado, a marca explica que o Stay IN by Gin Lovers vai estar à venda “até ao desenvolvimento uma solução médica eficaz para a Covid-19, seja vacina ou medicamento”.

O gin, “composto por 19 botânicos, de dupla infusão, com características como a suavidade e versatilidade, com notas cítricas”, está à venda por 19 euros. Pode ser encomendado na loja online da Gin Lovers.

08
Mai20

As novas pulseiras cool que servem para ajudar os portugueses com dificuldades

Niel Tomodachi

Estão à venda online pelo preço simbólico de 5€. Há com várias frases e cores.

f64485e3d6acd729db91eaa9ec8c1dad-754x394.jpg

Com o surgimento da pandemia de Covid-19 milhares de pessoas uniram-se para criarem projetos de ajuda ao combate da maior crise sanitária dos últimos tempos. Em Portugal, surgiu o tech4COVID19, um movimento que conta com mais de 30 soluções tecnológicas e cinco mil voluntários para ajudar a sociedade portuguesa neste período.

Agora, o grupo decidiu investir noutra área e lançar a “I’m the Change”, uma campanha de pulseiras solidárias cujo 100 por cento do lucro reverte para o apoio à população que tem passado mais dificuldades nos últimos tempos.

“Este projeto surge com o intuito de criar um movimento nacional de superação e contribuição para a resolução do flagelo que é, atualmente, a COVID-19. Através de uma pulseira, para nós símbolo de união, começámos uma corrente de positivismo em que cada um pode usar a mensagem de esperança com que mais se identifica”, diz Maria Falcão, responsável pelo projeto, no comunicado enviado à NiT.

No total são cinco pulseiras, cada uma com uma cor: verde, preto, amarelo, vermelho e laranja. Têm escritas frases como “I’m the future” (eu sou o futuro); “”I’m for everyone” (sou para todos) e “I’m with you” (estou contigo) e os criadores sugerem que sejam oferecidas a famílias ou amigos nesta altura de pandemia.

Os produtos solidários estão à venda online e cada um custa 5€ — pode ainda comprar um pack de cinco por 20€. Segundo a tech4COVID19, entre outros projetos, o valor angariado vai ajudar na compra de material médico em falta e apoiar o projeto “Material Hospital”, que tem como objetivo adquirir equipamentos de proteção individual, ventiladores e testes de despiste à doença.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Quotes:

"We need four hugs a day for survival. We need eight hugs for maintenance. And we need twelve hugs a day for growth." - Virginia Satir

Pesquisar

Nelson's bookshelf: currently-reading

Alfie - O Gato do Bairro
tagged: currently-reading

goodreads.com

2021 Reading Challenge

2021 Reading Challenge
Nelson has read 1 book toward his goal of 25 books.
hide

Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Afiliado Wook

WOOK - www.wook.pt

Comunidade Bertand

Read the Printed Word!

Em destaque no SAPO Blogs
pub