Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

09
Mai21

Quénia protege animais selvagens (e vai contá-los um a um)

Niel Tomodachi

O Governo do Quénia anunciou a realização de um censo nacional da vida selvagem do país.

quénia_elefantes_pixabay-696x389.jpg

O censo, o primeiro de sempre no Quénia, ajudará a “mudar o modelo de conservação que atenua os conflitos humanos com a vida selvagem, ao mesmo tempo que protege a subsistência das pessoas”, sublinhou o ministro queniano do Turismo e Vida Selvagem, Najib Balala.

A iniciativa irá abranger a contagem, entre outros, de mamíferos terrestres, mamíferos de água doce, mamíferos marinhos, aves, primatas ameaçados e répteis nas 47 províncias do Quénia.

Entre outros meios, os peritos utilizarão um helicóptero para assegurar um exame minucioso dos habitats da vida selvagem e assegurar que todos os animais visados sejam avistados e contados.

O censo arrancará na Reserva Natural das Colinas de Shimba, a cerca de 30 quilómetros de Mombaça, que conta com uma população de várias centenas de elefantes, entre outras espécies.

“A indústria do turismo será a maior beneficiária do censo porque poderemos saber o que temos e, portanto, melhorar a experiência do produto dos nossos visitantes”, considerou, por sua vez, a diretora do Departamento de Vida Selvagem, Safina Kwekwe.

O Serviço de Conservação da Vida Selvagem do Quénia (KWS) acredita que o recenseamento também irá melhorar a eficácia dos esforços de conservação, ao determinar o número de animais, incluindo espécies ameaçadas, e a sua localização exata.

Em 2020, o Quénia celebrou um marco de conservação, ao registar zero mortes de rinocerontes, como resultado de uma abordagem multissetorial da segurança dos animais e combate caça furtiva.

 

27
Abr21

Esta nova marca portuguesa tem acessórios a condizer para donos e animais de estimação

Niel Tomodachi

A Dgiros é um pequeno negócio de família que uniu duas irmãs durante a pandemia e já tem uma coleção de primavera.

262c6f22ac41b444eceafb7d02711d5f-754x394.jpg

Já todos ouvimos dizer que acabamos por parecer-nos muito às pessoas com quem passamos mais tempo e que o mesmo acontece com os animais. É por isso que muitas vezes também se encontram parecenças entre os animais de estimação e os seus donos.

Se têm essa ligação, porque não prolongá-la de uma forma visível? Foi esse o mote que levou à criação da Dgiros, uma nova marca portuguesa artesanal, feita em casa por duas irmãs da Maia.

Quando em novembro de 2020 a empresa onde Inês Augusto trabalha foi colocada em lay-off pela segunda vez, a jovem formada em Gestão e Administração Hoteleira foi confrontada com muito tempo livre e nada para fazer ou nenhum objetivo para cumprir. Isso deixou-a desanimada e a sentir-se inútil.

“Um belo dia, a minha irmã mais velha, a Sofia, veio almoçar à casa dos meus pais e deu a ideia de criar uma marca de acessórios não só para animais, mas também para os seus donos de forma a andarem a condizer. Confesso que ao início estava bastante reticente e com medo de que fossemos ter trabalho em vão e de que as pessoas não fossem aderir à nossa ideia”, conta à NiT Inês.

A resposta da irmã Sofia, formada em Gestão e Marketing, não deu margem para dúvidas: “E porque não?”. Assim, com a ajuda e alguma orientação da mãe — que no início da pandemia tinha feito algumas máscaras sociais para a família — e a máquina de costura da bisavó, uma Singer de 1926 que o avô motorizou e a mãe herdou, avançaram com a Dgiros em cerca de um mês.

Tudo é feito na sala da família Augusto, com Inês responsável pela produção e Sofia dedicada ao marketing e divulgação. A mãe ajuda com alguns modelos novos e o resto da família e amigos apoia e empresta os seus animais de estimação para servirem de modelos.

“Somos uma marca que cria produtos aptos a servir tanto a um coelho como a um cão de grande porte. De momento, apresentamos peças como laços, bandanas, gravatas e snoods, podendo todos ser criados e usados de forma diferente.”

Para condizer com as mascotes, há máscaras sociais, fitas e scrunchies para adultos e crianças. Além dos produtos já disponibilizados — e que têm medidas diferentes para servir a animais de tamanhos distintos —, é possível fazer pedidos especiais de acordo com as medidas exatas do seu animal ou até pedir um determinado artigo personalizado que tenha em mente.

Foi o que aconteceu com o último artigo a juntar-se à coleção, os snoods, “uma espécie de touca para cães de orelhas grandes que protege que as mesmas fiquem sujas ao comer ou beber água, a pedido de uma cliente para os seus Beagles”.

Claro que tudo isto foi pensado também porque são grandes fãs de animais e têm em casa três cães de grande porte. Como seria de esperar, são também eles cobaias para novos produtos ou modelos para a divulgação da marca.

Não se pense que tudo é fácil e que basta inspiração e boas ideias. A pandemia também trouxe alguns desafios, mesmo que as duas irmãs não tivessem a experiência de gerir um negócio antes destas circunstâncias.

“As limitações de circulação e fecho das principais retrosarias da nossa região foi um desafio” diz Inês, acrescentando que “uma vez que as lojas e centros comerciais fecharam, a população acabou por procurar mais pelas marcas pequenas e de manufatura”.

Os preços das peças variam entre os 4€ e os 7,50€ e há vários padrões primaveris para escolher. Pode vê-las e encomendar através da página de Instagram da Dgiros.

 

19
Abr21

Há um novo paraíso para cães e gatos em Vila Nova de Gaia

Niel Tomodachi

Investimento superior a um milhão de euros aposta nos cuidados animais, com o intuito de lhes dar uma nova casa.

8d0c1cf41b89434ca5547a5c189f76d3-754x394.jpg

Chama-se Plataforma de Acolhimento e Tratamento Animal, o que lhe vale uma sigla bem apropriada: PATA. Abriu na sexta-feira, 16 de abril, em Vila Nova de Gaia, e conta com 36 mil metros quadrados para receber e cuidar da melhor maneira de cães e gatos.

Esta é “uma estrutura pensada para colmatar as necessidades do Centro de Reabilitação Animal (CRA)”, explica-se em comunicado, garantindo assim um espaço extra para acolher animais do municípios, para promover uma adoção responsável. O objetivo final é que estes animais tenham sempre uma nova casa e família.

A nova área reforça não apenas a área de acolhimento mas conta igualmente com diversas valências. A PATA está dividida em três espaços distintos, um destinado à formação, outro a cuidados de saúde e outro a alojamentos.

Em concreto, o espaço conta com “uma maternidade, uma área de recreação, um parque canino, um centro de formação, áreas de tratamento e de apoio ao alojamento de animais, com 80 jaulas para canídeos e um gatil, e ainda edifícios anexos, em áreas mais reservadas e protegidas, destinados ao alojamento”, especifica-se em comunicado.

A juntar a tudo isto, a PATA quer apostar também em ações de sensibilização com o intuito de promover os melhores cuidados dados a estes animais de estimação.

A nova casa de cães e gatos em Gaia.

 

 

31
Mar21

Em nome dos animais, Sara criou a primeira plataforma de viagens Pet Friendly

Niel Tomodachi

A Tails Travel visa facilitar a vida de todos os donos de animais para que preparar uma viagem "deixe de ser uma dor de cabeça".

48cd2e917837982d91d6ab4352c6b587-754x394.jpg

Quantas vezes os donos de animais se deparam com esta dúvida, na hora de marcar férias: “ok, e agora o meu animal?”. Levar consigo, implica garantir de antemão que todos os locais por onde vai passar são pet friendly, sendo que muitas vezes é tarefa quase impossível ter a certeza; deixá-lo para trás, além de poder ser difícil para si, implica arranjar algum lugar ou pessoa que tome conta dele. E se em vez de um, tiver seis animais?

Sara Bastos, agora com a alcunha de Sara Tails, tem 28 anos e trabalha com animais há mais de dez. Há vários anos que viajar com os seus seis cães, que para ela são como filhos, se tornou, explica à NiT, numa tarefa exaustiva: não pela viagem em si, mas pelo que custava a organizar a mesma.

“Horas de pesquisa de alojamentos e sítios pet friendly e muitas vezes não dava em nada apesar de múltiplas plataformas afirmarem que os alojamentos eram pet friendly. Ou muitas surpresas na hora do pagamento devido a taxas extras”, adianta.

Sara tinha um problema, e procurou uma solução. “Pensei que teria de haver uma solução, nos dias de hoje os animais são os filhos de muitas pessoas, são os melhores amigos e são família, então porque será tão difícil inclui-los nas minhas viagens? Tem de haver uma solução, se não, temos de arranjar algo”. Assim depois de vários esboços, rascunhos e noites ao computador nasceu a Tails Travel.

Chegando à parte de avançar com a startup, pediu ajuda a quem mais confiava. “Sozinha ia dar em maluca com todo o trabalho então lembrei-me de convidar mais quatro mães de cães e felinos que sabia que tinham a mesma aflição e que já estavam na área pet”, explica-nos.

Foram assim “cinco mulheres empreendedoras a escrever, mandar e-mails, a programar e a editar, muitos cães  e muitos gatos de um lado para outro” e dia 21 de março nascia a Tails Travel. “A primeira plataforma de serviços pet friendly e para pets em Portugal”, frisam.

A Tails Travel tem como objectivo facilitar a vida dos tutores de animais e permitir que encontrem o que precisam para o seu pet num clique. Permite viajar na companhia do seu melhor amigo tendo acesso a um motor de pesquisa que permite filtrar inclusive por peso, número e espécie aceite. 

Numa altura em que a economia do País se encontra debilitada, Sara e as amigas pretendem ajudar os animais, ajudar os donos de animais, mas também “promover empresas da área turística e negócios na área pet”, para dar a conhecer Portugal numa nova vertente, a vertente pet friendly. “Convidamos todos os empresários que tenham um negócio pet friendly ou na área pet a falarem com a nossa equipa”, frisa.

O modelo de negócios é simples: funciona no fundo com planos de subscrição para as empresas, onde os valores começam nos 9,99€ por mês. “Todos aqueles que usufruírem dos serviços da plataforma terão o seu tempo de pesquisa rentabilizado, uma vez que, terão acesso a uma informação compactada, íntegra e coesa, através da experiência seamless”.

Visa assim responder à necessidade real de facilitar e promover um estilo de vida na companhia dos companheiros de quatro patas, e também, da expectativa de divulgação de espaços que aceitem animais. No fundo, a promoção de momentos inesquecíveis entre donos e melhores amigos.

Tem, por isso, também uma importante vertente de partilha e intercâmbio de sugestões e experiências.

No site, qualquer pessoa pode acrescentar locais onde costuma ir com os animais, como parques, jardins, praias pet friendly, parques naturais; bastando entrar na plataforma e subscrever ao explorer plan gratuitamente para depois submeter o local.

E inclui ainda roteiros: onde os utilizadores da plataforma podem enviar um e-mail e a equipa organiza um roteiro turístico de acordo as necessidades dos clientes, seja uma aventura no campo, um passeio citadino ou mesmo um retiro espiritual. O preço ronda os 20€.

Finalmente, a Tails Travel tem também serviços de consultoria em que apoia empresas turísticas que se queriam tornar em empresas pet friendly e não saibam por onde começar.

No final de contas, a plataforma quer “fazer uma ponte entre empresas e tutores de animais para que possam usufruir de mais tempo com a sua família”.

É por isso a primeira plataforma a nível nacional que reúne um amplo conjunto de serviços pet friendly, desde alojamentos a experiências turísticas, bem como de serviços para animais, sendo que amplia-se no seu blogue com os conteúdos ligados à área animal, para os interessados e fãs de animais. Os visitantes da plataforma têm também à sua disposição um serviço online de veterinário 24 horas.  

Quando a expansão em Portugal estiver firmada, o mundo é o limite: uma das ambições da plataforma é internacionalizar-se e atingir o maior número de pessoas possível; e por isso, já pode ser consultada em diferentes idiomas, como o inglês, espanhol, francês e alemão.

 

26
Mar21

Elefantes africanos sob ameaça de extinção

Niel Tomodachi

elephant-114543_1280.jpg

Os elefantes africanos encontram-se em risco crescente de extinção devido à caça ilegal de marfim e à perda do seu habitat, aponta o relatório da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) divulgado na quinta-feira.

As últimas avaliações da organização sublinham uma redução de mais de 86% na população de elefantes africanos das florestas nas últimas três décadas e de uma queda de pelo menos 60% nos últimos 50 anos entre os elefantes da savana, de acordo com o documento.

O relatório estima a existência de 415 mil elefantes nas savanas e florestas africanas que foram previamente avaliados como uma única espécie na Lista Vermelha da IUCN e classificados como "vulneráveis". Contudo, a organização decidiu tratá-los de forma separada após evidência genética de que são espécies distintas.

Os elefantes africanos sofrem quedas acentuadas em número desde 2008 devido a um aumento significativo da caça furtiva para recolher marfim, que atingiu o pico em 2011, mas continua a ameaçar as populações. A conversão contínua de habitats, principalmente para agricultura e outros usos da terra, também representa uma ameaça significativa para o maior animal terrestre do mundo, adverte a avaliação.

"Oitenta a 90% do nosso marfim vai para a Nigéria e acaba por financiar o Boko Haram, por isso esta é mesmo uma guerra transfronteiriça contra o crime organizado e até contra o terrorismo", afirma Lee White, o ministro da Água e Florestas do Gabão.

No entanto, medidas de conservação das espécies foram tomadas. "Transformámos biólogos em guerreiros, transformámos pessoas que se juntaram para observar os elefantes e trabalhar na natureza, nos parques nacionais, em soldados que foram para a guerra para garantir a sobrevivência dos elefantes", adiantou o ministro.

Além disso, a República do Congo também implementou medidas e, tal com no Gabão, verificaram-se resultados positivos. Na Área de Conservação Transfronteiriça do Okavango-Zambeze, na África Austral, o número de elefantes da savana também se mostrou estável ou em crescimento, salienta a União Internacional para a Conservação da Natureza.

"Os elefantes africanos desempenham um papel fundamental nos ecossistemas, nas economias e na nossa imaginação coletiva em todo o mundo", disse o diretor-geral da UICN, Bruno Oberle. "Precisamos de acabar urgentemente com a caça furtiva e garantir que habitat adequado suficiente para os elefantes da floresta e da savana seja conservado. Vários países africanos lideraram o caminho nos últimos anos, provando que podemos reverter o declínio dos elefantes, e devemos trabalhar juntos para garantir que o seu exemplo possa ser seguido", acrescentou.

A última avaliação da IUCN - a primeira de três atualizações anuais - avaliou 134.425 espécies de plantas, fungos e animais, dos quais mais de um quarto estão em perigo de extinção.

 

17
Mar21

Esta marca portuguesa tem as teepees mais giras onde os animais se podem instalar

Niel Tomodachi

A The Happy Nest chegou em fevereiro com acessórios para os donos sofisticados que não querem estragar a decoração.

bac8361aed55dd6f29a9f189ae6818b3-754x394.jpg

Há um problema muito específico que é comum a todos os donos de animais de estimação que gostam de ter as casas bem decoradas. Afinal, como é que podemos garantir que os nossos companheiros peludos se instalam confortavelmente na sala sem estragar toda a estética da divisão com aquelas típicas camas cheias de padrões berrantes ossos ou lacinhos?

Foi a pensar nisso que Rita Gaspar, de 28 anos, lançou a The Happy Nest. A 25 de fevereiro, esta marca portuguesa chegou ao mercado com artigos para os donos sofisticados que não querem abdicar da estética. O conceito, explica, é simples: produtos para animais de estimação que complementam a decoração de qualquer casa.

A primeira coleção, “Essentials Collection”, tem camas disponíveis em dois modelos. Há as teepees mais irreverentes e adequadas a gatos e cães de porte pequeno; e os almofadões para cães de porte médio e grande. A produção é feita 100 por cento em Portugal.

“Sempre achei extremamente difícil encontrar camas, tanto para cão como para gato, que combinassem conforto, elegância e qualidade. Quer seja porque têm padrões excessivos, cores muito fortes ou tecidos nada sofisticados, a verdade é que a maioria das camas no mercado não criam harmonia com o resto da decoração de nossa casa“, começa por explicar a fundadora.

E acrescenta: “Senti que havia uma oportunidade de explorar este nicho e desenvolver uma marca para o universo pet com  uma forte componente de decoração.”

Rita Gaspar formou-se em Gestão de Marketing pelo ISCTE e, mais recentemente, fez uma pós-graduação em Marketing Digital no IPAM. Em entrevista à  NiT, conta que sempre foi uma apaixonada por cães e gatos e sonhava lançar o seu próprio negócio nesta área. 

O projeto da The Happy Nest surgiu durante o primeiro confinamento, em abril do ano passado. Quando foi para teletrabalho, começou a passar mais tempo em casa com a gata Carlota e apercebeu-se que ela passava grande parte do tempo a dormir na sua cama, uma “tenda castanha sem graça” que a fundadora tinha comprado alguns meses antes.

“Sempre que olhava para a tenda, havia uma série de coisas na minha cabeça que podiam ser melhoradas. Até que um dia pensei: ‘e se eu criasse a minha própria marca de tendinhas para animais?’. A partir daí comecei a pesquisar o mercado, a analisar a viabilidade da ideia e a construir um plano de negócios, sendo que os almofadões surgiram mais tarde como forma de alargar a oferta a cães de médio e grande porte”, continua.

Em tempos de pandemia, lançar uma nova marca tem sido “desafiante”. Segundo Rita, numa fase em que o País não está 100 por cento operacional, o projeto acaba por avançar a um ritmo mais lento do que o desejado. “Por outro lado, a um nível mais pessoal, tem sido bastante motivador e é, sem dúvida, o que me tem dado a força que tanto precisamos para ultrapassar e encarar esta pandemia de uma forma mais leve.”

O facto de ter muito mais tempo livre, conta, foi essencial para se poder dedicar à The Happy Nest. “Acredito que tudo acontece no momento certo e este projeto surgiu na minha vida na altura em que fazia mais sentido”, acrescenta.

Para já, as camas são a única aposta da marca, com preços que variam entre os 59€ e os 89€. No futuro, querem também lançar na loja online taças, mantas e brinquedos, sempre com uma componente estética associada. A venda é feita exclusivamente pelo site, com envios para Portugal e Espanha mas, em breve, a The Happy Nest quer chegar a todo o mercado europeu.

 

12
Mar21

Estas plantas pet friendly chegam a casa com meditações para fazer com o seu cão

Niel Tomodachi

A novidade foi lançada pela Curae em parceria com a Barkyn esta quinta-feira e já está à venda na loja online.

ab0d4f733dc2da620f1825480b780652-754x394.jpg

“Cada vez mais somos expostos a um ritmo acelerado e a elevados níveis de stress, o que nos tem levado a procurar novas soluções de equilíbrio, nomeadamente trazer a natureza para dentro de nossa casa, em forma de refúgio. Sofia Eiras Antunes, fundadora da Curae, acredita que ter a natureza por perto pode aumentar os níveis de criatividade e produtividade, especialmente numa fase em que nos vemos todos mais confinados a espaços fechados.

Além de ter a sua casa preenchida com mais de 60 plantas, também não sabe viver sem os seus três cães, esses seres que considera tão especiais e até essenciais para encontrar um equilíbrio interior. A pensar nisso, lançou esta quinta-feira, 11 de março, uma planta pet friendly de edição limitada com apenas 100 exemplares em parceria com a Barkyn.

Esta última é uma marca que “entrega felicidade às famílias” através de planos de subscrição de produtos alimentares e de saúde para cães. O que une os dois projetos portugueses é uma missão de cuidar do bem-estar das pessoas.

Assim, juntaram esforços para criarem a edição especial chamada Cultivating Love (ou “cultivando o amor”, em português). O elemento principal é Pepe, uma peperomia obtusifolia green, que é uma pequena planta amiga dos animais que vem num vaso personalizado em roxo. Está disponível para encomenda na loja online apenas durante o próximo mês por 16,90€.

Quem a comprar, vai receber também em casa um snack da Barkyn para os cães; exercícios de meditação para praticar com os animais e as plantas; um guia de cuidado da planta que é também um postal; um certificado de adoção e dicas extra sobre como cuidar.

“Ao cuidar das nossas plantas e dos nossos animais, vivemos os seus inúmeros benefícios também. Acredito que a natureza nos devolve a 200 por cento o que lhe damos, e esta reciprocidade resulta numa verdadeira caring experience. Fez muito sentido para nós desenvolver esta edição especial em conjunto com a Barkyn, tendo em conta o percurso e postura da marca e a forma como conseguimos conciliar este amor pelos cães”, continua Sofia.

A Barkyn foi fundada em 2017 por André Jordão e Ricardo Macedo. É uma marca portuguesa de planos personalizados de ração e acompanhamento veterinário online. Já chegou a vários países da Europa e integrou o plano de aceleração da Google em 2018, tendo sido destacada pela revista “Wired” como uma das start-ups mais sexy do ano. Entre a lista de clientes, conta com celebridades como Rita Pereira ou Esther Acedo (“Estocolmo” na série “A Casa de Papel”).

Já a Curae foi lançada por Sofia em dezembro de 2020. Este projeto assenta naquilo a que chama “os três P”: people, plants and pets (“pessoas, plantas e animais”, em português). Na loja online, vai encontrar várias plantas que crescem de forma saudável em casa, à venda individualmente ou em pacotes de famílias de plantas.

Cada uma tem características específicas que são benéficas para o bem-estar e vem acompanhada do vaso assinatura, além de vários outros pormenores, como um postal e um guia de cuidados; um cartão de well-being (que pode ser, por exemplo, uma meditação para quem recebe); certificados de adoção de plantas e dicas sobre como cuidar melhor dos novos membros da família. “Comprar Curae é muito mais do que comprar uma planta, porque todas as nossas plantas vêm com um full package de outros benefícios”, acrescenta Sofia.

Para a apoiar, juntaram-se ao projeto Maria João Martins, de 57 anos, como sócia; e Beatriz Kol, 27, na direção criativa. A fundadora trabalha na equipa de Recursos Humanos de uma startup portuguesa; Maria João criou a sua própria empresa, focada na área de Change Management; e Beatriz trabalha em diversos projetos ao mesmo tempo como designer e estrategista. Leia a história completa no artigo da NiT.

Entretanto, a marca tem também uma proposta especial para o Dia do Pai (que se assinala a 19 de março). Até dia 16, pode escolher uma entre três plantas e um postal com uma fotografia que represente a melhor memória que têm juntos. Todas as informações sobre a iniciativa estão no site oficial.

 

26
Fev21

O Zoo criou um Clube da Natureza com atividades online

Niel Tomodachi

zooREINALDORODRIGUES658-1024x683.jpg

O Dia Mundial da Educação Ambiental, celebrado a 26 de janeiro, serviu de mote para o lançamento da 2ª edição do Clube da Natureza, do Jardim Zoológico de Lisboa.

Depois do sucesso da 1ª edição dedicada em exclusivo a famílias da freguesia de São Domingos de Benfica, onde se situa o Zoo, o Clube decidiu expandir os seus limites.

A edição de 2021 será totalmente online e pretende desafiar participantes de língua portuguesa de todos os cantos do mundo a conhecer melhor a Natureza e explorar as problemáticas que levam à extinção de animais e plantas.

Com recurso a desafios divertidos para desenvolver em família ou com amigos, esta 2ª edição vai decorrer até outubro.

O Clube é gratuito e para nele entrar e participar nas atividades basta preencher a Ficha de Inscrição no site do Jardim Zoológico. Os membros terão acesso a uma área restrita com conteúdos exclusivos, grandes desafios e ferramentas diferenciadoras para que cada um seja uma parte ativa na preservação da Biodiversidade. Terão ainda acesso a sessões exclusivas com investigadores e biólogos que dedicam a sua vida à conservação da natureza.

Em pleno confinamento, podes conhecer melhor o Zoo, as suas espécies e estar em contacto (virtual) com a Natureza!

 

20
Fev21

Ordem dos Veterinários quer reservar lugares em canis para animais órfãos de dono

Niel Tomodachi

As mortes causadas pela pandemia da Covid-19 levaram ao aumento de animais que ficaram sem proteção.

6211b0f2177af3686c14521cd770fb7d-754x394.jpg

Com o aumento do número de mortes causadas pela pandemia da Covid-19 em Portugal, mas também por outras doenças, muitas pessoas deixaram os seus animais domésticos sem proteção. Esta é uma das conclusões da Ordem dos Veterinários para a situação que se vive no País no último ano. Defendem, por isso, a criação de lugares em canis destinados a animais que ficaram órfãos de dono.

Jorge Cid, bastonário da Ordem dos Veterinários, explicou à Lusa, aqui citado pelo “Observador”, que esta é uma questão defendida há muito tempo e que a pandemia veio alertar. O objetivo é que os canis municipais e outros espaços colaborem nesta situação para que “os animais nunca fiquem ao abandono”.

Ainda assim, nos últimos meses, tem se verificado um outro fenómeno no País, com o aumento da procura de animais de companhia, em especial durante o confinamento. Jorge Cid explicou que também foi algo que aumentou noutros países como em Espanha, por exemplo.

“É um motivo de poder sair e poder estar mais ao ar livre que, de outra maneira, não o poderiam fazer e também estão mais tempo em casa para poder desfrutar dos benefícios de ter um animal de companhia”, disse.

Evidenciou ainda os benefícios que um animal pode trazer a uma casa. “Muitas vezes são a única razão para que essa pessoa sinta que é necessário estar viva e que ainda tem alguma utilidade na vida que é alimentar e tratar o seu animal de companhia, que trata como um elemento da família.”

Em 2020 houve menos casos de abandono de animais de companhia registados em comparação com 2019. Só este mês de janeiro a GNR assinalou 17 ocorrências deste tipo.

 

15
Fev21

A Zara lançou uma maravilhosa e inesperada coleção de roupa para cães

Niel Tomodachi

A mais recente novidade da marca espanhola chama-se Pet Collection e tem casacos, coleiras, camas e camisolas.

14860397571af08e35e15fe16938368c-754x394.jpg

Quem leva os seus looks a sério, sabe que os detalhes são muito importantes. Desde a carteira aos sapatos (e até passando pelas meias), todos os pormenores têm influência sobre o resultado final. No entanto, quem não se contenta apenas com o que leva ao corpo e precisa de transportar esta noção a todos os aspetos da vida provavelmente também já teve vontade de vestir a preceito os seus animais de estimação.

Numa jogada sem precedentes, a Zara veio mais uma vez surpreender os clientes em tempos de pandemia. Desta vez, não falamos de artigos personalizáveis nem mochilas de rodinhas: a novidade da cadeia espanhola foi feita a pensar nos nossos animais de quatro patas favoritos.

zara
O editorial.
 

Na loja online, já vai encontrar a Pet Collection com casacos, sweatshirts, bodies, conjuntos, lenços, camas, bolsas e coleiras feitos a pensar nos cães. Todas as peças estão disponíveis entre os tamanhos XS e XL e têm preços entre os 7,95€ e os 35,95€.

O editorial adorável foi fotografado na neve e contou com cães-modelos de várias raças chamados Ned, Gypsy, Rosie, Minky e Pam. 

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Quotes:

“How wonderful it is that nobody need wait a single moment before starting to improve the world.” ― Anne Frank

Pesquisar

Nelson's bookshelf: currently-reading

Alfie - O Gato do Bairro
tagged: currently-reading

goodreads.com

2021 Reading Challenge

2021 Reading Challenge
Nelson has read 1 book toward his goal of 25 books.
hide

Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Afiliado Wook

WOOK - www.wook.pt

Comunidade Bertand

Afiliado Miniso

Read the Printed Word!

Em destaque no SAPO Blogs
pub