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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

03
Out21

Esta marca portuguesa tem cestinhos de flores secas para os quartos dos miúdos

Niel Tomodachi

Pilar Sousa Guedes, criadora da Blomster, acredita que as flores não são só para os mais velhos e lançou uma nova linha para o provar.

As flores também são para os miúdos, ou pelo menos é isso que Pilar Sousa Guedes propõe com a sua nova coleção. A criadora da Blomster lançou a linha “Flowers are for kids too” para ajudar os pais, tios, avós ou padrinhos a decorar os espaços das crianças com flores e lançar a mensagem de que as mesmas não têm idade.

Há cestos de flores preservadas, ramos, coroas ou placas em madeira, tudo opções que poderão acompanhar o crescimento dos bebés e miúdos ao longo de vários anos, isto graças à sua durabilidade. 

Além das flores, é possível pedir uma personalização de nomes ou frases nas placas de madeira. Quem quiser, pode ainda encomendar ramos de flores para convites de madrinha ou padrinho de batismo e quadros de nascimento personalizados com os dados dos recém-nascidos. Amarelo, azul e cor-de-rosa são as cores disponíveis.

Está tudo à venda através da conta de Instagram e do site oficial da Blomster, com preços entre os 20€ e os 55€.

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Os cestinhos adoráveis.
 

Pilar Sousa Guedes trabalhava numa empresa de gestão de alojamento local quando a pandemia começou. Confinada na quinta dos pais, entre flores, árvores e a natureza, “redescobriu uma antiga paixão”: as flores secas e a decoração. “Cresci numa casa muito grande, rodeada de flores, do verde. Sempre adorei flores secas, ficava sempre a admirá-las. É um amor antigo, embora nunca tivesse feito arranjos”, conta à NiT.

Nunca tinha feito, mas passou a fazer. A formação em gestão hoteleira ficou para trás e abriu-se um novo desafio. Começou pelas coroas natalícias, ainda em novembro de 2020, entre o tempo livre e a matéria-prima que tinha à mão na quinta dos pais onde passou o confinamento.

“Inicialmente, usava flores naturais, mas vivemos num mundo tão rápido que senti a necessidade de fazer algo que perdurasse”, explica. “Depois passou o Natal e pensei que as flores secas poderiam ser algo que dura e que também funciona como peça de decoração.”

A decoração é, aliás, outra das suas paixões, potenciada pela ajuda que dava aos proprietários dos alojamentos com quem trabalhava. O olho para o detalhe e para a estética convenceram-na a criar o seu próprio negócio, a Blomster

“As flores secas são mais difíceis de trabalhar [do que as naturais] porque são mais fininhas, é uma tarefa mais minuciosa, até porque faço tudo de raiz.” O trabalho é também mais fácil para quem as recebe em casa, até porque as plantas secas são de manutenção fácil e podem durar vários anos. O arranque foi feito através do Instagram, onde pode conhecer melhor o projeto e todas as novidades.

28
Jul21

Esta marca portuguesa de roupa infantil lançou uma linha para apoiar a Ajuda de Berço

Niel Tomodachi

Por cada peça de roupa vendida, a Maria Concha vai doar 5€ para apoiar bebés e crianças que necessitam de cuidados especiais.

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No início do mês, a marca portuguesa Maria Concha lançou uma coleção cápsula solidária em conjunto com a arquiteta Tânia Martins, criadora da Homestories, em que uma percentagem das vendas reverte a favor da Ajuda de Berço.

Por cada peça vendida da nova coleção, 5€ destinam-se a ajudar a associação de solidariedade social a construir a Casa Nova, no bairro de Benfica, em Lisboa. Este novo espaço de prestação de cuidados especiais, construído no âmbito da campanha “Dê casa ao coração”, materializa a vontade de dar casa a aconchego a bebés e crianças com doenças crónicas ou agudas que necessitam de cuidados especiais.

Tânia Martins desenhou a Caring Collection com propostas de verão, feitas de tecidos leves e frescos, pensados para o conforto dos miúdos aproveitarem o melhor da estação: passeios à beira-mar, piqueniques nos jardins, sestas à sombra das árvores e muitas brincadeiras com a família e os amigos.

Esta linha é composta por quatro peças feitas em Portugal. Jardineiras para meninos e meninas dos 18 meses aos 6 anos; um vestido dos 2 aos 8 anos; e uma camisa com capuz dos 2 aos 12 anos. Já os tecidos são, principalmente, feitos de algodão orgânico e linho.

 

Todas as peças da Maria Concha são feitas à mão. Os tons para esta coleção caracterizam-se principalmente pelo bege e branco.

A Maria Concha é uma marca portuguesa de confeção de roupa infantil dos 6 meses aos 12 anos. Foi criada há 10 anos para oferecer peças de qualidade, com uma estética intemporal. A produção é nacional e os tecidos são, sobretudo, feitos 100 por cento de algodão e algodão orgânico. As coleções lançadas ao longo do ano vão desde peças para ocasiões mais especiais a propostas de praia.

Tânia Martins, a arquiteta convidada, é mãe de duas meninas e criadora da Homestories, uma marca própria onde as obras combinam com finais felizes. Agora, uniram-se para apoiar a Ajuda de Berço, um centro de acolhimento temporário para bebés e crianças dos 0 aos 12 anos, vítimas de situação de risco ou abandono, em regime de permanência. Foi criada em 1998 e já acolheu mais de 378 bebés.

As propostas da Caring Collection estão à venda na loja online da Maria Concha. 

 

15
Jun21

Esta marca portuguesa doa 10% das vendas para apoiar a comunidade LGBTQIA+

Niel Tomodachi

A Wonther já esteve em destaque na "Teen Vogue" e no "The Guardian" por querer tornar a indústria da joalharia mais sustentável.

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É uma marca que tem sido cada vez mais falada no mercado nacional e até mesmo lá fora. Em setembro do ano passado, a Wonther até esteve em destaque num editorial da revista norte-americana “Teen Vogue”, que se focou na luta para tornar a indústria da moda mais ética e sustentável. O jornal britânico “The Guardian” também mencionou a Wonther numa lista com os dez pendentes mais sustentáveis da indústria. O artigo foi publicado em novembro de 2020. 

Agora, voltou a provar que é um projeto de causas. A 8 de junho, os responsáveis anunciaram que durante todo o Pride Month, 10 por cento da faturação será doada para promover a igualdade e proteção dos direitos das pessoas da comunidade LGBTQIA+.

Até ao fim do mês, os fundos desta ação serão doados à Associação Plano i, uma organização fundada por cinco mulheres que está empenhada em promover a igualdade através da difusão de discursos e da concretização de práticas de inclusão.

Olga Kassian, fundadora da Wonther, explica tudo: “Temos a responsabilidade social de levar a cabo ações que não chamem apenas a atenção para os problemas sociais, mas que também contribuam financeiramente. Numa altura em que as desigualdades de género estão cada vez mais expostas, tenho muito orgulho em juntar-me à Plano i para levar a cabo esta ação e, assim, podermos investir numa sociedade mais empática e humana”.

Através da conta de Instagram da marca, também vai poder acompanhar ao longo do mês conversas em direto para alertar para os direitos desta comunidade, enquanto ouve testemunhos e histórias de quem luta contra a homofobia e a transfobia. As peças de joalharia estão todas à venda na loja online.

Entretanto, a Wonther vai estar em novembro e dezembro deste ano em montra dupla na loja do MAAT e na da Central Tejo para a segunda edição de uma iniciativa realizada em parceria com a Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal Museu da Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa. Chama-se “Rething. React. Reshape” e quer lançar um apelo a repensar, agir e mobilizar sobre novas práticas de sustentabilidade na produção e consumo, de forma a reduzir o desperdício e o impacto da indústria no meio ambiente.

Todas as peças da Wonther são certificadas pelo Responsible Jewellery Council (RJC), fazendo dela uma das únicas três em Portugal com o selo que garante a utilização de materiais inteiramente responsáveis, ética e ambientalmente. Todos os materiais usados no projeto são 100 por cento reciclados. 

 

27
Abr21

Esta nova marca portuguesa tem acessórios a condizer para donos e animais de estimação

Niel Tomodachi

A Dgiros é um pequeno negócio de família que uniu duas irmãs durante a pandemia e já tem uma coleção de primavera.

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Já todos ouvimos dizer que acabamos por parecer-nos muito às pessoas com quem passamos mais tempo e que o mesmo acontece com os animais. É por isso que muitas vezes também se encontram parecenças entre os animais de estimação e os seus donos.

Se têm essa ligação, porque não prolongá-la de uma forma visível? Foi esse o mote que levou à criação da Dgiros, uma nova marca portuguesa artesanal, feita em casa por duas irmãs da Maia.

Quando em novembro de 2020 a empresa onde Inês Augusto trabalha foi colocada em lay-off pela segunda vez, a jovem formada em Gestão e Administração Hoteleira foi confrontada com muito tempo livre e nada para fazer ou nenhum objetivo para cumprir. Isso deixou-a desanimada e a sentir-se inútil.

“Um belo dia, a minha irmã mais velha, a Sofia, veio almoçar à casa dos meus pais e deu a ideia de criar uma marca de acessórios não só para animais, mas também para os seus donos de forma a andarem a condizer. Confesso que ao início estava bastante reticente e com medo de que fossemos ter trabalho em vão e de que as pessoas não fossem aderir à nossa ideia”, conta à NiT Inês.

A resposta da irmã Sofia, formada em Gestão e Marketing, não deu margem para dúvidas: “E porque não?”. Assim, com a ajuda e alguma orientação da mãe — que no início da pandemia tinha feito algumas máscaras sociais para a família — e a máquina de costura da bisavó, uma Singer de 1926 que o avô motorizou e a mãe herdou, avançaram com a Dgiros em cerca de um mês.

Tudo é feito na sala da família Augusto, com Inês responsável pela produção e Sofia dedicada ao marketing e divulgação. A mãe ajuda com alguns modelos novos e o resto da família e amigos apoia e empresta os seus animais de estimação para servirem de modelos.

“Somos uma marca que cria produtos aptos a servir tanto a um coelho como a um cão de grande porte. De momento, apresentamos peças como laços, bandanas, gravatas e snoods, podendo todos ser criados e usados de forma diferente.”

Para condizer com as mascotes, há máscaras sociais, fitas e scrunchies para adultos e crianças. Além dos produtos já disponibilizados — e que têm medidas diferentes para servir a animais de tamanhos distintos —, é possível fazer pedidos especiais de acordo com as medidas exatas do seu animal ou até pedir um determinado artigo personalizado que tenha em mente.

Foi o que aconteceu com o último artigo a juntar-se à coleção, os snoods, “uma espécie de touca para cães de orelhas grandes que protege que as mesmas fiquem sujas ao comer ou beber água, a pedido de uma cliente para os seus Beagles”.

Claro que tudo isto foi pensado também porque são grandes fãs de animais e têm em casa três cães de grande porte. Como seria de esperar, são também eles cobaias para novos produtos ou modelos para a divulgação da marca.

Não se pense que tudo é fácil e que basta inspiração e boas ideias. A pandemia também trouxe alguns desafios, mesmo que as duas irmãs não tivessem a experiência de gerir um negócio antes destas circunstâncias.

“As limitações de circulação e fecho das principais retrosarias da nossa região foi um desafio” diz Inês, acrescentando que “uma vez que as lojas e centros comerciais fecharam, a população acabou por procurar mais pelas marcas pequenas e de manufatura”.

Os preços das peças variam entre os 4€ e os 7,50€ e há vários padrões primaveris para escolher. Pode vê-las e encomendar através da página de Instagram da Dgiros.

 

05
Abr21

Depois da polémica, a camisola poveira fica à venda na plataforma online municipal

Niel Tomodachi

A peça produzida por artesãos da Póvoa de Varzim está disponível no Marketplace “É Bom Comprar Aqui!”.

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A última semana de março ficou marcada pelas notícias de que uma marca americana copiou descaradamente a tradicional camisola poveira — e ainda a pôs à venda por 695€ como sendo de inspirações mexicanas. Entretanto, chegou o pedido de desculpas de Tory Burch através das redes sociais, comprometendo-se a estabelecer um protocolo com o município poveiro para apoiar as artesãs locais. Agora, a Póvoa de Varzim colocou a versão original à venda online.

Produzidas por artesãos do concelho, já estão disponíveis para venda, nacional e internacional, através do marketplace “É Bom Comprar Aqui!”. A iniciativa é promovida pelo Município da Póvoa de Varzim, com o apoio da Junta de Freguesia da Póvoa de Varzim, Beiriz e Argivai e da Associação Amigos do Museu.

O objetivo da autarquia é, como explica no site oficial numa nota publicada no sábado, 3 de abril, “criar uma plataforma que reúne, num só espaço e à distância de um simples clique, os artesãos poveiros que produzem a Camisola Poveira e os clientes que têm interesse em adquirir um modelo original”. 

Aires Pereira, presidente da câmara municipal, diz que “a promoção da compra da Camisola Poveira é uma ode à história e herança cultural do concelho da Póvoa de Varzim e, também, uma forma de valorizar e dignificar o trabalho meritório desenvolvido pelos nossos artesãos locais há mais de 150 anos”. 

A receita das vendas reverte a 100 por cento para os artesãos responsáveis pela produção dos modelos vendidos. Neste momento, uma vez que a produção está limitada, o prazo de produção da camisola pode ser de 30 a 90 dias. O limite por cada cliente é de duas peças por compra. 

A autarquia deixa ainda a nota de que todos os artesãos que saibam produzir a Camisola Poveira e queiram vendê-la no Marketplace “É Bom Comprar Aqui!” devem contactar os Serviços de Turismo através do email pturismo@cm-pvarzim.pt ou do número de telefone 252 298 120.

 

17
Mar21

Esta marca portuguesa tem as teepees mais giras onde os animais se podem instalar

Niel Tomodachi

A The Happy Nest chegou em fevereiro com acessórios para os donos sofisticados que não querem estragar a decoração.

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Há um problema muito específico que é comum a todos os donos de animais de estimação que gostam de ter as casas bem decoradas. Afinal, como é que podemos garantir que os nossos companheiros peludos se instalam confortavelmente na sala sem estragar toda a estética da divisão com aquelas típicas camas cheias de padrões berrantes ossos ou lacinhos?

Foi a pensar nisso que Rita Gaspar, de 28 anos, lançou a The Happy Nest. A 25 de fevereiro, esta marca portuguesa chegou ao mercado com artigos para os donos sofisticados que não querem abdicar da estética. O conceito, explica, é simples: produtos para animais de estimação que complementam a decoração de qualquer casa.

A primeira coleção, “Essentials Collection”, tem camas disponíveis em dois modelos. Há as teepees mais irreverentes e adequadas a gatos e cães de porte pequeno; e os almofadões para cães de porte médio e grande. A produção é feita 100 por cento em Portugal.

“Sempre achei extremamente difícil encontrar camas, tanto para cão como para gato, que combinassem conforto, elegância e qualidade. Quer seja porque têm padrões excessivos, cores muito fortes ou tecidos nada sofisticados, a verdade é que a maioria das camas no mercado não criam harmonia com o resto da decoração de nossa casa“, começa por explicar a fundadora.

E acrescenta: “Senti que havia uma oportunidade de explorar este nicho e desenvolver uma marca para o universo pet com  uma forte componente de decoração.”

Rita Gaspar formou-se em Gestão de Marketing pelo ISCTE e, mais recentemente, fez uma pós-graduação em Marketing Digital no IPAM. Em entrevista à  NiT, conta que sempre foi uma apaixonada por cães e gatos e sonhava lançar o seu próprio negócio nesta área. 

O projeto da The Happy Nest surgiu durante o primeiro confinamento, em abril do ano passado. Quando foi para teletrabalho, começou a passar mais tempo em casa com a gata Carlota e apercebeu-se que ela passava grande parte do tempo a dormir na sua cama, uma “tenda castanha sem graça” que a fundadora tinha comprado alguns meses antes.

“Sempre que olhava para a tenda, havia uma série de coisas na minha cabeça que podiam ser melhoradas. Até que um dia pensei: ‘e se eu criasse a minha própria marca de tendinhas para animais?’. A partir daí comecei a pesquisar o mercado, a analisar a viabilidade da ideia e a construir um plano de negócios, sendo que os almofadões surgiram mais tarde como forma de alargar a oferta a cães de médio e grande porte”, continua.

Em tempos de pandemia, lançar uma nova marca tem sido “desafiante”. Segundo Rita, numa fase em que o País não está 100 por cento operacional, o projeto acaba por avançar a um ritmo mais lento do que o desejado. “Por outro lado, a um nível mais pessoal, tem sido bastante motivador e é, sem dúvida, o que me tem dado a força que tanto precisamos para ultrapassar e encarar esta pandemia de uma forma mais leve.”

O facto de ter muito mais tempo livre, conta, foi essencial para se poder dedicar à The Happy Nest. “Acredito que tudo acontece no momento certo e este projeto surgiu na minha vida na altura em que fazia mais sentido”, acrescenta.

Para já, as camas são a única aposta da marca, com preços que variam entre os 59€ e os 89€. No futuro, querem também lançar na loja online taças, mantas e brinquedos, sempre com uma componente estética associada. A venda é feita exclusivamente pelo site, com envios para Portugal e Espanha mas, em breve, a The Happy Nest quer chegar a todo o mercado europeu.

 

11
Fev21

Quinita: o novo limoncello 100% português que o confinamento estava a precisar

Niel Tomodachi

Este licor de limão é produzido no norte do País. É uma marca do grupo Domus, que já tinha a cerveja Quinas no mercado.

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Depois da cerveja Quinas, aqui está mais uma bebida no mercado lançada pelo grupo Domus. Desta vez a aposta é num limoncello, um licor de limão, ao qual deram o nome de Quinita. Vai estar disponível em garrafeiras da especialidade, mas também nos supermercados a partir de março.

A Domus já conta no seu portfólio com bebidas espirituosas, como gin, vodka e outro tipo de licores. Pegou numa receita típica italiana para apresentar um limoncello 100 por cento português, produzido na região norte do País. A base é uma infusão de casca de limão.

A garrafa de 700ml vai estar à venda por um preço recomendado de 13,99€. Tem um teor alcoólico de 25 por cento. Convém que seja bebida bem fresca e tanto pode ser usada como digestivo puro, mas também em receitas de cocktails ou de outro tipo, como gelado, por exemplo.

Não foi lançado mais cedo no mercado porque por norma é um produto mais consumido e apreciado nas estações quentes do ano. A aposta do grupo neste tipo de bebida vem com o crescimento na categoria das espirituosas que se tem verificado nos últimos anos, bem como na procura de opções com um toque mais adocicado.

A cerveja Quinas é uma das marca mais conhecidas da Domus. Está disponível na versão original, mas também artesanal e numa garrafa rosa, mais pensada para as mulheres. Encontra-se à venda em Portugal, mas também noutros países.

Vai custar 13,99€.

 

12
Jan21

Slow Coffee: o novo café português que se prepara com toda a calma

Niel Tomodachi

É a mais recente novidade da Delta e está disponível para ser feito através da Chemex, V60 ou Aeropress.

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Há muito que o café de especialidade invadiu as cidades com a abertura de espaços que se dedicam a uma extração da bebida de forma mais cuidada e um pouco mais demorada. É o chamado slow coffee que a Delta Cafés também quer transportar até casa com as novas variedades que passou a ter disponíveis.

A marca portuguesa juntou-se a esta tendência e lançou a gama Slow Coffe com sugestões que podem ser feitas através de Chemex, V60 ou Aeropress. A forma como o pode fazer através destas técnicas está toda descrita no site da marca, para que consiga tirar o café na perfeição.

Está à venda no site.
 

Além das opções de café, é possível comprar os utensílios para o preparar de uma forma mais lenta e com um sabor bem diferente. Para estas variedades foram criados quatro blends que juntam grãos de todo o mundo.

Tem, por exemplo, o com referências da Colômbia e da Etiópia, que detém algumas notas a cacau e caramelo; o da Costa Rica, Índia, Tanzânia e Timor, no um ligeiro toque a avelã; ou o com grãos da Colômbia, Etiópia, Guatemala e Uganda.

Através do site pode comprar todas as variedades. Algumas estão estão à venda nas lojas onde encontra habitualmente as referências da Delta Cafés.

 

08
Jan21

A marca portuguesa que usa ervas daninhas para criar produtos vegan para a pele

Niel Tomodachi

Chama-se Herbes Folles e desenvolveu uma primeira linha de cuidados com as plantas que toda a gente quer arrancar do jardim.

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Há plantas selvagens e pouco exploradas que escondem uma série de benefícios desconhecidos para a pele. Muitos chamam-lhes ervas daninhas, mas os mais imaginativos preferem “ervas loucas”, uma designação que lhes é dada por crescerem tão rápido e espontaneamente um pouco por toda a parte.

Mariana Santos, de 32 anos, não acredita que sejam plantas menores, muito pelo contrário. Aos seus olhos, as maiores inimigas dos jardins podem ser muito amigas da pele e têm um enorme potencial terapêutico para produzir produtos cosméticos de qualidade e sustentáveis.

Inspirada por esta ideia, lançou a marca portuguesa de cosméticos Herbes Folles (que significa “ervas loucas” em francês) no final de 2020. Mas esta história começou em 2017, quando tinha acabado de ser mãe e regressou a Portugal depois de cinco anos a viver em Bruxelas, na Bélgica. Foi para lá motivada por uma vontade de se lançar em várias áreas das artes, trabalhou em projetos de restauração e fez pequenos workshops de botânica em ervanárias. Foi neles que descobriu que as ervas daninhas tinham muito potencial.

Todos os produtos são certificados pela NATRUE, uma organização que garante que os ingredientes usados são extraídos e processados de acordo com critérios rigorosos, alinhados com os princípios de sustentabilidade e proteção ambiental. Além disso, a marca também é membro da organização internacional 1% para o Planeta e apoia a The Lemon Tree Trust através de doações que procuram ajudar a promover a saúde ambiental e combater o isolamento de refugiados.

“A minha formação é maioritariamente artística, mas estou desde cedo ligada ao mundo das plantas por causa da minha mãe e da minha avó, que consumiam produtos naturais”, explica a empresária. “Também cheguei a morar um ano no Brasil, em Salvador da Bahia, e o meio onde eu estava inserida era bastante ligado às plantas medicinais e a esta ideia de cura pelas plantas. Só depois de engravidar é que comecei a despertar novamente para este mundo e a pensar em criar uma marca. Queria construir um projeto meu e gerir o meu próprio tempo.”

Pegou neste interesse e investiu em formações online sobre medicina herbal e formulação cosmética em escolas como a The Herbal Academy e a britânica Formula Botanica. “As beldroegas abriram-me muito os olhos para este caminho”, continua. Esta planta usada na medicina tradicional chinesa ajuda a curar doenças de pele e a tratar queimaduras e picadas de insetos. “Percebi que havia todo um mundo de plantas que eu não conhecia e que tinham, afinal, imensas qualidades.”

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A linha de cuidados.
 

A outra conclusão importante foi a de que existe uma máquina de herbicidas para erradicar estas plantas mais selvagens. Para Mariana, isso não faz sentido: “Porquê acabar com estas plantas quando elas estão cheias de benefícios?” Depois de muitas pesquisas e conversas com herbalistas, escolheu as plantas que queria usar para criar os seus próprios cosméticos.

Beldroegas, urtigas, hipericão, sabugueiro, óleo de papoila e manteiga de murumuru foram os ingredientes escolhidos para desenvolver a Herbes Folles. Além da manteiga vegetal, que é proveniente do Brasil, todos os outros componentes são fornecidos por produtores europeus, sobretudo da Alemanha, Suíça e França, que garantem a máxima qualidade natural das matérias-primas, algumas das quais de origem biológica.

O passo seguinte foram as formulações num laboratório belga especializado em cosméticos naturais e sustentáveis, a criação de packagings amigos do ambiente e o trabalho com uma designer para desenvolver a identidade da marca. Em janeiro de 2020, começaram a ficar concluídos os primeiros produtos, 100 por cento vegan, cruelty-free e livres de fragrâncias sintéticas, conservantes artificiais, óleos minerais e petroquímicos.

O resultado final foi uma coleção composta por quatro produtos. Há o Diáfano – Óleo de Limpeza Equilibrante (100 mililitros por 33,50€), com óleo de camelina e girassol, mas também extratos de beldroegas, rico em antioxidantes e anti-inflamatórias, que consegue dissolver a maquilhagem e remover as impurezas de forma gentil; a Névoa – Loção Bifásica Iluminadora e Nutritiva (50 mililitros por 37,50€), que nutre a pele intensamente; o Mimo – Bálsamo Protetor (16€), que pode ser usado para hidratar os lábios ou a pele em qualquer zona mais delicada; e a esponja facial Konjac (8,50€), biodegradável e de origem natural, que está disponível em duas versões: argila verde e argila vermelha.

Todos os produtos podem ser comprados através da loja online e em pontos de venda físicos, que pode consultar por lá. Quem quiser, pode ainda encomendar o pack de limpeza com o óleo diáfano e a esponja Konjac (37,50€) ou o pack de hidratação com o bálsamo Mimo e a loção Névoa (48€) para oferecer a um amigo.

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Mariana Santos, a fundadora.
 
08
Dez20

Há uma nova marca portuguesa de pantufas sustentáveis e quentinhas para usar em casa

Niel Tomodachi

A Kumo é um novo projeto na área do calçado nacional, com fabrico artesanal e amigo do ambiente.

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Num ano tão difícil para o mercado português, ainda há quem continue a arriscar e apostar no que Portugal tem de melhor para oferecer. É o caso da Kumo, a nova marca portuguesa de calçado que na passada segunda-feira, 23 de novembro, lançou uma gama de produtos ligados ao conceito de bem-estar, conforto e sustentabilidade.

A linha de produtos, nesta primeira fase, está assente em calçado feito de forma artesanal utilizando materiais nobres e naturais. A oferta foca-se nos slippers (ou seja, pantufas, em português) que são feitos de lãs merino portuguesas com qualidade superior, capazes de proporcionar uma sensação de maior conforto e relaxamento, enquanto preserva o equilíbrio e saúde dos pés.

São ideais para usar em qualquer altura do ano, porque proporcionam aquecimento no inverno e ventilação no verão. As fibras naturais da gama Kumo têm um poder de absorção da transpiração, mantendo assim a pele sempre seca e os pés saudáveis.

Também as solas são produzidas com materiais nacionais, à base de resinas de baixo impacto ambiental, fundidas com desperdícios das indústrias da cortiça e com a maleabilidade necessária para uma experiência confortável. Além disso, estes materiais são antiderrapantes, contribuindo para a estabilidade e segurança em qualquer chão de casa, especialmente para os miúdos.

A gama de produtos é inspirada em cidades icónicas de todo o mundo, está disponível no site (o principal ponto de venda) para adultos com tamanhos entre o 35 e o 45 por 49,90€ — exceto o modelo original que custa 47,90€. E, também para os miúdos com padrões semelhantes, com tamanhos entre o 22 e o 34 por 39,90€ — exceto a versão original, que fica por 37,90€.

 

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