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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

07
Fev21

Como guardar fotos para (quase) sempre

Niel Tomodachi

É um dos problemas mais atuais na era da fotografia digital: como armazenar a quantidade crescente de imagens que vamos juntando? Há soluções físicas e em cloud.

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É fácil perder fotos, numa falha do disco externo, numa mudança de telemóvel ou de computador ou até por mero acidente (com os cliques errados). Uma das alternativas para guardar fotos de forma ilimitada, o Google Fotos – utilizada por milhões de pessoas em todo o Mundo, com dois mil milhões de utilizadores -, está prestes a tornar-se paga. O serviço começa a cobrar pelo armazenamento a partir dos 15 GB a 1 de junho. Seguem, então, algumas soluções para criar cópias de segurança eficazes para as fotografias digitais, entre armazenamento físico e na cloud. Pode, e deve, juntar mais do que uma opção para garantir que guarda por muitos e bons anos as memórias de uma vida.

Armazenamento físico

Dispositivos de gravação
Os DVD, Blue-ray e CD-R, mas também cartões SD de grandes dimensões, já saíram de moda, mas continuam a ser usados para garantir acesso a fotos antigas, muitas vezes como cópia de segurança extra do que já está noutro local. Não são a melhor solução a prazo.

Disco externo: SSD vs HDD
Eram muito usados, até há pouco tempo, mas não faltam relatos de discos HDD que deixavam de funcionar por causa de uma pequena queda. Os mais recentes (e mais caros) discos SSD (Solid State Drives) são mais seguros, fiáveis e rápidos. São mais resistentes a choques e vibrações, imunes a campos magnéticos e até são conhecidos por tornar os portáteis mais eficientes. São a opção mais consistente, tanto no formato de disco externo como no armazenamento interno no computador.

Cloud

Google Fotos
Apesar de deixar de ter a opção gratuita, ainda é uma das mais recomendáveis formas de guardar fotos por usar inteligência artificial para as organizar por datas, caras de amigos e locais. Acima do espaço gratuito de 15 GB para a conta Google (inclui o email, entre outras coisas), o acesso ao Google One é pago. Custa 1,99 euros por mês (ou 19,99 euros por ano) para 100 GB. Para 200 GB, o preço sobe para os 2,99 euros por mês e 2 TB custam 9,99 euros por mês ou 99 euros por ano.

iCloud
Para quem usa iPhone ou iPad tem disponíveis 5 GB gratuitos não só para fotos, mas também para todo o tipo de dados que se queira guardar. Não tem ainda tantas ferramentas quanto o Google Fotos, mas facilita na sincronização entre aparelhos. Custa 0,99€ por mês para ter acesso a 50 GB, sobe para os 2,99€ para 200 GB e 9,99€ para os 2 TB.

Amazon
Olhando para as empresas conhecidas e com menos probabilidade de fecharem nos próximos anos, o serviço Prime da Amazon talvez seja o mais próximo do que a Google tinha até há pouco tempo. Quem subscreve o Prime básico para ter acesso a entregas gratuitas e ao serviço de streaming de vídeo (o mais popular) e música – custa 3,99€ -, tem acesso a armazenamento ilimitado gratuito das fotos originais. O vídeo é à parte (5 GB gratuitos, 1,99€ por mês para mais 100 GB).

OneDrive
É o armazenamento da Microsoft e está ligado ao Office 365. Não é a solução mais inteligente na organização, mas se já é cliente da Microsoft pode fazer sentido. Custa 2€ por mês para 100 GB (5 GB são gratuitos) e 7€ por mês para acesso ao Office 365, que inclui 1 TB de armazenamento.

Flickr
É possível guardar mil fotos na sua versão original de forma gratuita e o nível Pro começa com a opção de armazenamento de fotos ou vídeos ilimitado por 5,49€ por mês.

(S)

 

03
Fev21

Portugueses distinguidos no Prémio Internacional de Fotografia de Tóquio

Niel Tomodachi

Dois portugueses que residem em Macau foram distinguidos no Prémio Internacional de Fotografia de Tóquio, com destaque para os dois prémios (prata) conquistados por João Miguel Barros, foi hoje divulgado.

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português garantiu, além de duas menções honrosas com o projeto 'Jamestown', dois prémios 'silver' (prata) com o trabalho 'Akuapem', em outras tantas categorias: Editorial/Desporto e Editorial/Ensaio Fotográfico.

"O meu trabalho voltou a ser distinguido este ano", salientou João Miguel Barros, cujo trabalho "Akuapem" retrata "o Festival tradicional de Odwira (...) celebrado em Akuapem, Gana, integrando múltiplas atividades culturais, religiosas e tradicionais (...) entre elas, o boxe", com o trabalho a incluir "dois conjuntos de imagens de vários combates que decorrem nessa ocasião numa praça pública cheia de gente".

Outro português, Gonçalo Lobo Pinheiro, também obteve duas menções honrosas pela reportagem fotográfica sobre lares de idosos em Macau durante a pandemia de covid-19.

 

02
Fev21

Alerta, concurso: as fotografias mais bonitas de Gaia valem 2.500€

Câmara Municipal está a promover concurso para documentar o momento atual.

Niel Tomodachi

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A pandemia veio mudar a rotina de todos. Apesar dos apelos para ficar em casa, a Câmara Municipal de Gaia acha que este é um bom mote para sair e fotografar a cidade. E decidiu que vai premiar os melhores artistas.

“Sem ser necessariamente o foco do concurso, a normalidade da cidade já é fruto dos constrangimentos provocados pela pandemia, pelo que as imagens poderão captar este momento singular da nossa história coletiva”, explica a autarquia.

Para poder entrar neste concurso cada fotografia tem de ser original, inédita e não pode ter participado noutro qualquer projeto ou concurso. Além disso, apenas são admitidas participações individuais, nunca em nome de um grupo. Qualquer pessoa pode concorrer, seja fotógrafo profissional ou amador, português ou estrangeiro.

As fotografias a concurso vão ser posteriormente publicadas em livro e as seis melhores vão ser premiadas com 2.500€ e ainda a distribuição por diversos mupis espalhados pela cidade. Estes prémios vão ser distribuídos por duas categorias: uma para os menores de 25 anos, de forma a incentivar o seu envolvimento com a cidade, e outra para as restantes idades.

Este concurso decorre até 31 de março e todas as regras, ficha de candidatura e detalhes específicos estão disponíveis no site da autarquia.

 

23
Dez20

Abraço ternurento de dois pinguins ganha prémio de fotografia

Niel Tomodachi

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A fotografia que captou o momento em que dois pinguins se abraçaram, na Austrália, pela lente de Tobias Baumgaertner foi premiada na revista Oceanographic.

A revista Oceanographic organiza anualmente os prémios "Ocean Photograph Awards", que se divide em diferentes categorias. O fotógrafo alemão Tobias Baumgaertner venceu a categoria de "Community Choice Award" (prémio escolhido pelo público), com a fotografia de dois pinguins que parecem estar a consolarem-se, depois de terem perdido os seus companheiros, na cidade de Melbourne, na Austrália.

Ao olharmos para a imagem do macho a consolar a fêmea branca, vem-nos de imediato ao pensamento o típico gesto de colocarmos a mão nas costas de outra pessoa para a confortar, quando esta se sente triste. Os voluntários do St Kilda Pier, atração turística de Melbourne, onde é possível observar pinguins, relevaram ao fotógrafo que os animais costumam estar muitas vezes assim agarrados. "Uma voluntária aproximou-se de mim e disse-me que a branca era uma senhora idosa que tinha perdido o seu parceiro e, aparentemente, o homem mais jovem à esquerda também", escreveu no Instagram.

A colónia é vigiada por vários voluntários e é a casa de cerca de 1.400 pinguins-fada, a espécie mais pequena do mundo com 33 cm, relata a BBC. Inicialmente a ideia era captar uma foto que mostrasse a pressão do desenvolvimento humano sobre os animais, mas "esta imagem é muito mais do que isso, comunica a união e o amor". "Os verdadeiros sortudos são aqueles que podem estar ao lado daqueles que amam", lê-se no site do concurso.

Os pinguins estiveram a ver as luzes da cidade ao luar, sentados numa rocha. Ao fim de uma espera de três horas, Baumgaertner sentiu-se um sortudo por presenciar o momento e o ter conseguido registar para o mundo ver. "Entre não poder utilizar quaisquer luzes e os pequenos pinguins em movimento contínuo, esfregando as barbatanas nas costas uns dos outros e limpando-se uns aos outros, foi realmente difícil conseguir uma foto", afirma.

 

07
Nov20

Para os amantes da vida selvagem, da fotografia e da conservação, Prints for Nature

Niel Tomodachi

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A pandemia de covid-19 está a desvitalizar os esforços das organizações ambientalistas que se dedicam à preservação das muitas espécies do mundo em risco de extinção. Para enfrentar a crise económica que se está a instalar, "a desflorestação e a caça ilegal estão em ascensão", refere, via comunicado, a fotógrafa da National Geographic Ami Vitale, fundadora da iniciativa independente Prints for Nature, que tem como objectivo angariar fundos para financiar projectos da Conservation International, uma organização não-governamental de conservação ambiental com sede em Washington D.C., nos Estados Unidos. "[Os fundos recolhidos irão] apoiar aqueles que estão na linha da frente da protecção aos territórios selvagens e espécies mais vulneráveis, neste tempo tão crítico", refere a fotógrafa.   

Ami sabe que "o poder de um pequeno grupo de indivíduos dedicado a uma causa pode mudar o mundo"; e, por isso, convidou 85 fotógrafos de arte e da vida selvagem a participar na iniciativa que permite aos coleccionadores de fotografia adquirir obras de fotógrafos profissionais, ao mesmo tempo que contribuem para a conservação de espécies em risco. Joel Sartore, Brent Stirton, Danielle Zalcman, Jasper Doest, David Guttenfelder são alguns dos artistas que "generosamente doaram o seu trabalho" em prol desta causa. 

 

Galeria/Source

24
Mai20

Polaroid: do velho se fazem as novas fotos instantâneas

Niel Tomodachi

As Polaroid figuravam no caderno de memórias há mais de uma década, depois da falência de um projeto que movimentou milhões. O conceito, e a marca, estão de regresso.

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É o regresso a um passado de glória que parecia arrumado para sempre. As máquinas fotográficas Polaroid estão de volta e com procura crescente por parte de saudosistas de imagens instantâneas em papel.

As primeiras câmaras do género surgiram em 1948 e não demoraram a fazer caminho até ao sucesso junto dos consumidores. Estiveram à venda até 2008, quando foram descontinuadas depois de a digitalização crescente da fotografia ter ditado crises de vendas. O empresário André Bosman comprou os direitos da marca falida, renomeou-a Impossible Project (Projeto Impossível) e recuperou o conceito. Desenvolveu três novos modelos, a One Step 2, a One Step + e a Impossible I-1, comercializados com a nova denominação da empresa, até que em março passado foi possível batizá-las novamente Polaroid. Os preços andam entre os 120 e os 200 euros.

“Têm tido bastante aceitação. As pessoas querem retomar as fotografias antigas, em papel, e a Polaroid junta o que os telemóveis e as máquinas digitais têm de bom: a possibilidade de visualização imediata da foto e a parte clássica do processo”, especifica Luís Santos, da AFF Material Fotográfico, no Porto.

A principal diferença em relação às velhas Polaroid está na forma de carregamento. “Dantes, as máquinas traziam a bateria na própria carga. As novas vêm com bateria incorporada e podem ser carregadas através do telemóvel ou por bluetooth”, detalha o especialista. O processo, esse, continua igual ao criado na década de 1940 e que à época parecia quase ficção científica: uma bolsa de químicos é estourada por cilindros metálicos e entra em contacto com a película de papel para que a revelação imediata da imagem exposta à luz se torne possível.

Reza a lenda que o conceito Polaroid nasceu depois de o filho do seu criador, o americano Edwin Herbert Land, ter perguntado se não poderia ver imediatamente as fotografias tiradas certo dia durante uma sessão familiar. Edwin magicou o sistema e criou as 95 Land Camera. Gigantes como a Kodak ou a Fuji perceberam depois o potencial comercial da ideia e desenvolveram máquinas do género que alcançaram grande aceitação do público. Até que a tecnologia ditou uma morte, afinal, manifestamente exagerada.

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