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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

19
Dez20

Romance 'Torto arado' de Itamar Vieira Júnior vence Prémio Oceanos 2020

Niel Tomodachi

O romance 'Torto arado', de Itamar Vieira Junior, publicado pela editora LeYa, em Portugal, e pela Todavia, no Brasil, venceu a edição de 2020 do Oceanos - Prémio de Literatura em Língua Portuguesa, cujo resultado foi anunciado hoje, no Brasil.

naom_58d0c732c67c6.jpg"Torto arado é uma história de amor à terra que me foi narrada muitas vezes, por conta de meu trabalho como servidor [público], com camponeses, trabalhadores rurais, quilombolas, indígenas, assentados, acampados, ribeirinhos e comunidades tradicionais como um todo, ao longo de 15 anos", destacou o autor vencedor, num vídeo enviado ao Oceanos, que teve a cerimónia transmitida virtualmente devido à pandemia de Covid-19.

"Cada comunidade elabora esse sentimento em relação à terra de forma diferente, mas que atravessa suas vidas de uma maneira comum. (...) Este livro é um retrato - o meu retrato - do Brasil deste tempo em que vivo, um Brasil que tem uma profunda conexão, ainda, com o seu passado mal resolvido", acrescentou Itamar Vieira Junior.

Segundo a professora, crítica literária e jurada portuguesa Joana Matos Frias, presente na cerimónia virtual de apresentação dos vencedores, "Torto arado é um romance raro e arrebatador por ser ao mesmo tempo absolutamente local e absolutamente universal".

O segundo lugar do prémio foi para o romance 'A visão das plantas', da portuguesa nascida em Angola Djaimilia Pereira de Almeida, editado em Portugal pela Relógio D'Água.

A escritora também venceu a edição 2019 do prémio com o romance 'Luanda, Lisboa, Paraíso'.

Inocência Mata, uma das juradas do Oceanos destacou que a obra de Djaimilia Pereira de Almeida é "uma história em que representações da não-humanidade [as plantas, as flores, os frutos, os animais] surgem como possibilidade redentora da condição humana".

O terceiro lugar ficou para 'Carta à rainha louca', da brasileira Maria Valéria Rezende, publicado no Brasil pela editora Alfaguara.

Além dos três autores vencedores, estavam entre os finalistas os romances 'A cidade inexistente', de José Rezende Jr, 'A ocupação', de Julián Fuks , 'As durações da casa', de Julia de Souza, 'As solas dos pés de meu avô', de Tiago D. Oliveira, 'Autobiografia', de José Luís Peixoto, 'Obnóxio', de Abel Barros Baptista e 'Sombrio ermo turvo', de Veronica Stigger.

O júri final, responsável pela leitura e avaliação dos 10 finalistas, que elege os três vencedores, era composto pelos professores portugueses Joana Matos Frias e Carlos Mendes de Sousa, pela professora santomense Inocência Mata, pela poeta brasileira Angélica Freitas e pelos professores brasileiros João Cezar de Castro Rocha e Viviana Bosi.

O Oceanos é realizado em três etapas de votação até chegar aos vencedores. Ao todo, foram 6.064 leituras realizadas pelos três júris que se sucederam na seleção de semifinalistas, finalistas e vencedores.

O valor total do Prémio Oceanos soma 250 mil reais (cerca de 40 mil euros ao câmbio atual). O autor do livro vencedor receberá 120 mil reais (19,2 mil euros), o segundo 80 mil reais (12,8 mil euros) e o terceiro 50 mil reais (08 mil euros).

O Prémio Oceanos conta com os patrocínios do Banco Itaú e da República de Portugal, o apoio do Itaú Cultural, responsável também pela governança do prémio, e do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde, além do apoio institucional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

 

18
Dez20

#QuantoÉQueDás

Niel Tomodachi

Grandes desafios começam com um "Quanto é que dás, se..."

Neste Natal, a Operação Nariz Vermelho precisa da tua ajuda para dar ainda mais valor a esta expressão.

Junta-te ao movimento #quantoéquedás, cria um desafio nas tuas redes sociais e descobre quanto é que os teus amigos dariam para te ver fazer algo inusitado. A diferença é que esse valor será uma doação à Operação Nariz Vermelho, para levarmos mais sorrisos a milhares de crianças hospitalizadas.

Todas as informações aqui!

Donativos via MBWay, Paypal ou Referência Multibanco (Ref.: 21721, Ent.: 107 107 107)

 

18
Dez20

Tenha um Nariz Natal Solidário!

Niel Tomodachi

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Que belas prendas – de Natal! – nos saíram estes Doutores Palhaços! Estes são os novos produtos digitais da nossa Lojinha:

✔️ Temos um Postal de Natal Cantado "Nariz Natal"; ✔️ Temos um Presépio de Natal Cantado dos Doutores Palhaços; ✔️ E estamos prontos a dar uma ajuda nos telefonemas de Natal! Com uma chamada - em data e hora à vossa escolha - da nossa ilustre Super Dra. GinjaçãoDr. Toni Silva oDra. Josefina Flor.
 
Para receberem os nossos produtos solidários a tempo do Natal façam a vossa encomenda até 17 de Dezembro ou descubram estes postais digitais e telefonemas na nossaLojinha.
 
E comprem prendas solidárias que fazem sorrir.
 
 
 

 

18
Dez20

Migrações: OIM defende no Dia dos Migrantes a sua inclusão na vida pós-pandemia

Niel Tomodachi

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A Organização Internacional para as Migrações (OIM) recorda hoje, quando se assinala o Dia Internacional dos Migrantes, o papel por eles desempenhado na luta contra a covid-19, defendendo que estas pessoas não podem ser esquecidas na vida pós-pandemia.

“No ano passado, no Dia Internacional dos Migrantes, destacámos a importância da coesão social e reconhecemos a generosidade das sociedades que apoiam os migrantes nas suas comunidades, sem saber o que 2020 iria trazer”, afirmou o diretor-geral da OIM e ex-ministro português, António Vitorino, no início de um vídeo publicado na quinta-feira por ocasião desta data internacional, assinalada anualmente em 18 de dezembro após aprovação da Assembleia-Geral das Nações Unidas em dezembro de 2000.

Em 2019, segundo recordou Vitorino, os migrantes foram declarados pela OIM como os “campeões da resiliência em tempos difíceis”, “sem saber como eles – e nós – seríamos colocados à prova”, numa referência à atual pandemia da doença covid-19.

Na mensagem em inglês, com quase três minutos de duração, o diretor-geral da OIM frisou que o mundo testemunhou “em primeira mão” o papel fulcral que os migrantes têm desempenhado na linha de frente da luta global contra a covid-19, seja a cuidar dos doentes, seja a trabalhar para manter os serviços essenciais.

“A dedicação e o espírito empreendedor que vimos este ano lembram-nos que, à medida que passamos da resposta à pandemia para a recuperação nos próximos meses, os migrantes serão parte integrante deste regresso à vida normal”, frisou o diretor-geral da OIM, mencionando que também muitas destas pessoas, por causa da crise pandémica, perderam os trabalhos, enfrentam situações de pobreza ou não têm possibilidade de voltar aos países de origem.

António Vitorino lembrou que para garantir que os migrantes sejam totalmente incluídos no período de recuperação pós-pandemia, os esforços já feitos por muitos países devem ser reforçados, nomeadamente a garantia de que os migrantes têm acesso aos serviços sociais e a garantia de que “não são deixados para trás”.

Nesse sentido, o representante da OIM defendeu que, numa altura em que as vacinas anti-covid-19 começam a ficar disponíveis, os migrantes, independentemente do seu estatuto, devem ter acesso equitativo aos programas nacionais de vacinação, “não como uma classe especial de pessoas, mas como amigos, vizinhos e colegas de trabalho”.

“A resposta global à covid-19 oferece uma oportunidade única de reinventar a mobilidade humana a partir do zero, de implementar a visão do Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular e de construir comunidades prósperas, saudáveis e resilientes. Juntos podemos fazer com que isso aconteça”, concluiu António Vitorino.

As estimativas mais recentes apontam para a existência de cerca de 272 milhões de migrantes internacionais em todo o mundo, cerca de 3,5% da população mundial.

(S)

18
Dez20

Dia Internacional das Migrações

Niel Tomodachi

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O Dia Internacional das Migrações, ou Dia Internacional do Migrante, é celebrado anualmente a 18 de dezembro.

A data foi proclamada em 2000 pela Assembleia Geral das Nações Unidas sendo celebrada neste dia desde então.

Quem é migrante?

É considerado migrante a pessoa que:

  • é forçada a deixar o seu país ou que o faz voluntariamente;
  • procura uma vida melhor ou uma vida diferente;
  • possui autorização de residência num determinado país;
  • vive na clandestinidade.

No dia 18 de dezembro de 1990, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a Convenção Internacional para a Proteção dos Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e dos Membros das suas Famílias.

Anualmente neste dia realizam-se diversas atividades, desde vigílias em memória daqueles que perderam a vida a sair do país natal, à exibição de documentários sobre a migração, por exemplo.

Ao longo da história do homem, a migração tem sido uma manifestação corajosa da vontade da pessoa em superar a adversidade e em alcançar uma vida melhor. Com a globalização e com as novas tecnologias de comunicação, cada vez mais pessoas desejam passar fronteiras.

A Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável elaborada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e em vigor desde 2016 apresenta 17 objetivos para transformar o nosso mundo. Assegurar a segurança da migração e implementar políticas que a tornem ordenada e regular são metas do objetivo 10 para reduzir as desigualdades.

 

17
Dez20

Maratona de cartas da Amnistia Internacional

Niel Tomodachi

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ASSINATURAS QUE MUDAM VIDAS

Todos os anos enviamos centenas de milhares de cartas e assinaturas em defesa de pessoas em risco. E, todos os anos, uma mudança positiva e um impacto real acontece devido a essas ações.

A Maratona de Cartas é o exemplo de que juntos e juntas conseguimos fazer a mudança.
Juntos e juntas conseguimos vencer.

 

A MARATONA DE CARTAS EM 2020


Não é segredo que 2020 tem sido desafiante. Ao longo do ano percebemos como é importante mantermo-nos unidos e a importância que as nossas ações têm nas vidas de outras pessoas. Agora, chegou o momento de utilizar esse poder para a Maratona de Cartas.

JUNTE-SE A NÓS!

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https://www.amnistia.pt/maratona/

11
Dez20

Unicef alerta para níveis crescentes de pobreza infantil em Portugal

Niel Tomodachi

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Portugal é, a par de Itália e da Grécia, um dos países onde que há uma maior relação entre a pobreza infantil e a escassez de investimento em prestações familiares, alerta a Unicef, num relatório sobre o impacto da pandemia de covid-19 na pobreza infantil em países desenvolvidos. E em que admite que nos próximos cinco anos estes números deverão aumentar.

No documento, divulgado esta sexta-feira pelo Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, são reconhecidas as medidas já adotadas e previstas no Orçamento de Estado para 2021, como o abono de família extraordinário e a previsão da gratuitidade de creches. No entendo, é feito um pedido para que se reforce o Sistema de Proteção de crianças e menores, de maneira a "responder às necessidades presentes e futuras, assegurando uma resposta de direitos humanos preventiva, atempada e coordenada a todas as crianças", lê-se no comunicado emitido.

Segundo o Eurostat, gabinete de estatísticas da União Europeia, nos países desenvolvidos, durante a primeira vaga da pandemia, 90% dos apoios financeiros foram dirigidos às empresas, tendo sido atribuídos, entre fevereiro e o final de julho, o "valor histórico" de 10,8 mil milhões de dólares.

A Unicef alerta para o risco de exclusão das crianças mais marginalizadas, "o que significa que as crianças que estão numa situação pior serão as mais afetadas". Para além disso, o relatório regista, ainda, que apenas um terço dos países da OCDE e da UE implementaram políticas de apoio às crianças, em resposta à pandemia.

Apoios são insuficientes

Para a Unicef, estas medidas de curto prazo são "completamente inadequadas" para enfrentar a duração estimada da crise e os riscos de pobreza infantil a longo prazo e, por isso, lança algumas recomendações. É preciso aumentar as despesas de proteção social para proteger as crianças até porque "com o tempo, passará a haver uma procura maior por intervenções sociais mais intensivas".

A Diretora do Gabinete de Investigação da UNICEF, Gunilla Olsson, diz que é necessário "incentivar os governos a reforçar a proteção social das crianças".

Antes da pandemia, 19% das crianças portuguesas entre os 0 e 18 anos estavam no limiar da pobreza.

 

10
Dez20

Cartunista angolano Sérgio Piçarra recebe prémio de direitos humanos

Niel Tomodachi

O desenhador angolano Sérgio Piçarra é um dos vencedores da edição 2020 do Prémio franco-alemão dos Direitos Humanos e do Estado de Direito, anunciaram num comunicado as embaixadas dos dois países.

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É a primeira vez que uma personalidade angolana recebe este prémio, atribuído desde 2016 a pessoas "que contribuíram de modo excecional para a proteção e promoção dos Direitos Humanos e do Estado de Direito nos seus países e a nível internacional".

Sérgio Piçarra iniciou a sua carreira na década de 1980 e é hoje o mais reconhecido desenhador e autor de banda desenhada de Angola, adianta o comunicado de imprensa.

Em 1990, iniciou a sua carreira de cartunista, criando a personagem «Mankiko, o imbumbável» [que não gosta de trabalhar] e que constitui hoje a maior referência de caricatura angolana, acrescenta-se no documento.

Desde a independência do país, em 1975, Sérgio Piçarra produziu de forma ininterrupta desenhos que retratam a atualidade angolana, publicando hoje os seus desenhos nos semanários Novo Jornal e Expansão.

cartunista já participou em eventos internacionais como a Convenção Internacional de Caricaturistas Africanos na África do Sul e nas celebrações do Dia Internacional da Liberdade de Expressão do movimento Cartooning for Peace, em Adis Abeba, (Etiópia) em 2019.

"É homenageado pelo seu engajamento pessoal e pelo trabalho que contribui para a promoção da liberdade de expressão, da liberdade de imprensa e do Estado de Direito em Angola", adianta o mesmo comunicado, acrescentando que a medalha vai ser entregue pelos embaixadores da França e da Alemanha em janeiro de 2021.

Os outros vencedores desta edição são Issam Younis (Palestina), Sara Seerat (Afganistão), Nare Baré (Brasil), Ll Yuhan (China), Azza Soliman (Egito), Iuri Alexeievitch Dmitriev (Rússia), Lorna Merekaje (Sudão do Sul), Nayyab Ali (Paquistão), Rosa Anaya (Salvador), Nagham Nawzat Hasan (Iraque), Mathilda Twomey (Seichelles), José Antonio Zambrano Munguia (Honduras), Zoya Jureidini Rouhana (Líbano) e Mária Patakyová (Eslováquia).

 

08
Dez20

'Voices' transmitido em 34 países para marcar Dia dos Direitos Humanos

Niel Tomodachi

O projeto musical 'Voices', de Max Richter, vai ser transmitido por rádios de 34 países, na quinta-feira, para assinalar o Dia Internacional dos Direitos Humanos, anunciou hoje a União Europeia de Radiodifusão (EBU, na sigla em inglês).

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iniciativa, à qual Portugal não está associado, pretende "promover uma mensagem de união através da música com a primeira transmissão radiofónica de 'Voices', de Max Richter, que incorpora texto da histórica Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948".

Segundo comunicado da EBU, esta performance especial, a ser transmitida por 37 canais de rádio em 34 países, é produzida pela BBC Radio 3 e cocriada por Richter e pela sua parceira criativa Yulia Mahr.

projeto vai ter difusão em países tão distantes como Alemanha, Austrália, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Hungria, Itália, entre muitos outros.

A transmissão da BBC Radio 3 vai ser apresentada por Elizabeth Alker e conta com a soprano Grace Davidson, a violinista Viktoria Mullova como solista, a atriz Sheila Atim como narradora, o coro Tenebrae, o ensemble Max Richter, com o próprio compositor nos teclados e eletrónica, sob direção do maestro Robert Ziegler.

'Voices' é constituído por 56 minutos de música para orquestra, coro, eletrónica e para soprano, violino e piano a solo.

"A orquestra é um ensemble radicalmente reimaginado chamado de 'orquestra negativa'. Uma vez que o mundo foi virado de pernas para o ar, também o foram as proporções desta orquestra. É quase só baixos e violoncelos", pode ler-se numa descrição da peça publicada no 'site' de Richter.

Para além da leitura por um narrador, centenas de outras vozes foram recolhidas pelo mundo fora a ler a Declaração Universal dos Direitos Humanos em dezenas de línguas. "São elas as 'vozes' do título", acrescenta o texto.

'Voices' inspira-se nas primeiras palavras da declaração: "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos".

A peça demorou uma década a ser criada e teve a sua estreia em fevereiro deste ano, em Londres.

É a segunda vez que Richter se associa à EBU, depois de, na Páscoa, as oito horas de "Sleep" terem sido transmitidas por rádios de 20 países.

 

05
Dez20

Circulação entre concelhos é permitida no Natal — mas no Ano Novo já não

Niel Tomodachi

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou as medidas que vão estar em vigor durante as próximas semanas em Portugal.

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A partir da próxima quarta-feira, 9 de dezembro, entra em vigor o novo Estado de Emergência em Portugal. As medidas que vão estar vigor durante os próximos 15 dias foram apresentadas pelo primeiro-ministro, António Costa, no Palácio Nacional da Ajuda, na tarde deste sábado, 5 de dezembro. Foram também divulgadas as restrições que serão impostas no período do Natal e da Passagem de Ano, que são diferentes para as duas festas.

Entre os dias 23 e 26 de dezembro não haverá restrições à circulação entre conselhos, ao contrário do que se tem vindo a verificar nos últimas semanas em que houve feriados e pontes. A circulação na via pública no dia 23 a partir das 23 horas é permitida para quem se encontre em viagem. Já a 24 e 25 é permitida até às duas da manhã. No dia 26 voltam as restrições é preciso ficar em casa a partir das 23 horas.

Já os restaurantes nestes dias terão também os horários alargados. A 24 e a 25 de dezembro podem funcionar até à uma da manhã. Já a 26 só é permitido servir refeições até às 15h30, nos concelhos de risco muito elevado e extremo.

António Costa falou também nos riscos que esta celebração acarreta e pediu que sejam tomadas algumas precauções. “Evitar muita gente e muito tempo sem máscara, confraternizações em espaços fechados, pequenos e pouco arejados. Que seja um Natal de partilha, mas que nessa partilha não esteja o vírus numa circulação involuntária para que todos estejamos em família e em segurança.”

E no Ano Novo? 

Já no Ano Novo as restrições voltam a apertar. Não pode haver circulação entre concelhos entre a meia-noite de 31 de janeiro e as cinco da manhã de 4 de janeiro. Na Passagem de Ano pode haver circulação na via pública até às duas da manhã e no dia 1 é permitido estar fora de casa de casa até às 23 horas.

Os restaurante podem  trabalhar na noite de Passagem de Ano até à uma da manhã. Já no primeiro dia do ano só poderão servir refeições até às 15h30. De qualquer forma, estão proibidas festas públicas ou abertas ao público, e ajuntamentos na via pública com mais de seis pessoas.

“Janeiro e fevereiro são meses com maior frio e picos do vírus da gripe e é necessário chegar nas melhores condições para evitarmos uma terceira fase gravosa de Covid-19”, continuou António Costa.

Ainda assim, estas medidas serão reavaliadas a 18 de dezembro, uma semana antes do Natal, para perceber se a tendência das últimas semanas em relação ao número de contágios se mantém favorável e se não é preciso “puxar o travão de emergência”, como explicou o primeiro-ministro.

Já durante os próximos dois fins de semana, serão mantidas as mesmas medidas que até agora estão em vigor, a circulação na via pública a não ser permitida a partir das 13 horas.

“A evolução evidencia bem que as medidas que têm sido adotadas têm produzido efeitos na redução de números e na diminuição da evolução de novos casos por semana”, explicou António Costa. Contudo, “continuamos com um número de internados elevado, dos cuidados intensivos e também do número de óbitos. É fundamental mantermos as medidas”, continuou.

 

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