Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

29
Out22

"A Rapariga Polaca" de Malka Adler

Niel Tomodachi

Inspirado na história real da luta de uma mãe pela sua família, e de uma filha que nunca perdeu a esperança de ser amada.

Wook.pt - A Rapariga Polaca

Sobre o Livro:

No epicentro da guerra que dilacerou o mundo, uma mãe desejava um filho e uma filha precisava de uma mãe.
Inverno de 1939: Depois da invasão da Polónia pelo exército nazi, Danusha é forçada a fugir de casa com a família. A sua mãe, Anna, muda de nome e consegue trabalho como governanta de um médico alemão, em cuja mansão se reúne rotineiramente a Gestapo... O segredo que escondem é a sua salvação, mas aquilo de que Danusha mais se recorda é da profunda solidão que sentia, tendo como única companhia o irmão mais novo, ainda bebé.

Anna sempre desejou que o seu primogénito tivesse sido um rapaz. Tudo o que Danusha sempre quis foi que a sua mãe a amasse como a um primogénito. Em vez disso, teve uma mãe que, ainda que capaz de encarar um nazi nos olhos sem pestanejar, era incapaz de olhar para a própria filha.

Só anos mais tarde, quando os vizinhos se juntam na sua sala de estar para ouvirem as histórias da vida de Anna, é que Danusha descobre finalmente que a mãe, mais do que um mar insondável e frio, foi um céu tempestuoso — ora brilhante, ora sombrio —, que esteve sempre a zelar por si.

 

Sobre a Autora:

Malka Adler nasceu numa pequena cidade junto ao mar da Galileia, no norte de Israel.
Já escreveu seis livros, dos quais cinco são sobre o Holocausto.

 

«É necessária muita coragem para escrever como Malka Adler.»
The New York Times

 

29
Out22

"O Ausente" de Beth O'Leary

Niel Tomodachi

O que une estas três mulheres parece ser apenas o facto de terem ficado penduradas no Dia dos Namorados.

Wook.pt - O Ausente

Sobre o Livro:

Três mulheres.
Três encontros.
Nenhum aconteceu.

8h52: Shiobhan está ansiosa pelo seu encontro de pequeno-almoço com Joseph. Ficou surpreendida com o convite, pois costumam encontrar-se apenas à noite, em quartos de hotel, quando ela está em Londres em sessões de trabalho como life coach. Um encontro no Dia dos Namorados só pode significar que as coisas estão a ficar mais sérias. Mas, se é assim, onde é que ele se meteu?

14h43: Para Miranda, o almoço do Dia dos Namorados com Carter será uma ótima oportunidade para celebrar o seu novo trabalho como cirurgiã de árvores. As coisas parecem estar finalmente a encaixar-se: tem um trabalho que adora e uma relação que dura há cinco meses com um homem que parece maravilhoso. Então, porque é que ele não apareceu?

18h30: Jane contava que Joseph Carter cumprisse a sua promessa de a acompanhar à festa de noivado de uma colega de trabalho da loja solidária, fingindo ser o seu namorado. Eles não se conhecem há muito tempo, mas a amizade que os uniu em torno dos livros é a parte preferida de Jane da sua nova vida em Winchester. E ele prometeu não a deixar sozinha esta noite, mas a verdade é que falhou.

O que une estas três mulheres parece ser apenas o facto de terem ficado penduradas no Dia dos Namorados. Mas será que o motivo para isso é assim tão óbvio? Ou haverá algo mais na história de Joseph Carter?

 

Sobre a Autora:

Beth O’Leary é uma autora inglesa que iniciou o seu percurso profissional como editora de livros infantis, depois de ter concluído a licenciatura em Inglês.
Com o seu romance de estreia, Apartamento Partilha-se, teve sucesso imediato, ascendendo rapidamente à posição de autora bestseller mundial.

 

«A verdade é um puzzle que este livro vai revelando aos poucos, enquanto faz com que o leitor se apaixone por todas as personagens.»
NPR

 

29
Out22

"A Camareira" de Nita Prose

Niel Tomodachi

Ninguém repara nela, mas ela está a ver… tudo.

Wook.pt - A Camareira

Sobre o Livro:

Sejam bem-vindos. Sou a vossa camareira. Entro nos vossos quartos e conheço os vossos segredos.
Molly, a camareira, está completamente sozinha no mundo. Sim, está habituada a ser invisível, e é isso mesmo que também é no Regency Grand Hotel, onde, todos os dias, dobra roupa, faz as camas dos quartos de lavado, põe miniaturas de champô e pequeninos sabonetes nas casas de banho, limpa o pó e os segredos que os hóspedes deixam para trás quando fazem check-out. Ela é apenas uma camareira - porque haveria alguém de reparar nela?

Mas isso está prestes a mudar radicalmente. Todos os holofotes se viram para Molly quando é ela quem descobre o famigerado Mr. Black morto e bem morto na cama da sua suíte. Este não é o tipo de confusão que Molly pode limpar rapidamente. Porém, à medida que a teia de mentiras, sussurros, pistas e enganos se vai espalhando pelos corredores do Regency Grand Hotel, ela descobre que tem, dentro de si, um dom para a investigação. Sim, é apenas uma camareira - mas o que conseguirá Molly ver que todos os outros ignoram?

Mistério, suspense e muitas reviravoltas no romance que está a apaixonar leitores em mais de vinte países. Como pode uma pessoa ser, ao mesmo tempo, tão normal e extraordinária?

 

Sobre a Autora:

Nita Prose é editora, vice-presidente e diretora editorial da Simon & Schuster em Toronto, tendo contribuÌdo para o êxito de muitas obras e autores. A Camareira, o seu romance de estreia, foi vendido para publicação em 36 países e tornou-se um bestseller internacional. A autora vive em Toronto, no Canadá. Saiba mais sobre a autora em nitaprose.com

 

«O romance de cozy mystery que vai querer ler.»
The Washington Post

«Perfeito quem quer desligar da realidade.»
The Sunday Times

«Tão invulgar quanto fascinante.»
The New York Times

«Uma camareira de um hotel 5 estrelas descobre um corpo num quarto. E depois? Pensem num page-turner imperdÌvel, cheio de reviravoltas, onde a história nos é contada sob a perspetiva menos provável.»
Glamour

 

29
Out22

"A Invenção das Asas" de Sue Monk Kidd

Niel Tomodachi

Wook.pt - A Invenção das Asas

Sobre o Livro:

Hetty, uma escrava do início do século XIX, sonha com uma vida para lá das paredes sufocantes da opulenta mansão Grimké.
Sarah, a filha dos Grimké, desde cedo que quer fazer algo pelo mundo, mas é sufocada pelos limites rígidos impostos às mulheres.

Tudo tem início quando Sarah faz onze anos e lhe dão Hetty, um ano mais nova, para ser sua aia. Nas décadas seguintes, cada uma à sua maneira, as jovens lutam por liberdade e independência. Moldando o destino uma da outra, vivem uma intensa relação de amizade marcada pela culpa, rebeldia, separação, os caminhos ínvios do amor e também pelo nascimento do movimento abolicionista que mudará as suas vidas para sempre. Será que a religião, a sociedade e a família podem enfrentar os sonhos de duas jovens?
Inspirada pela figura histórica de Sarah Grimké, Sue Monk Kidd transcende o registo histórico para nos oferecer um testemunho deslumbrante e poderoso da luta das mulheres e dos escravos em nome da liberdade. A Invenção das Asas é um triunfo da arte de contar histórias, abordando um tema sensível e atual, de uma forma honesta e poética.

 

Sobre a Autora:

Sue Monk Kidd nasceu em 1948 e é natural do estado da Geórgia. Formou-se em Enfermagem, tendo exercido a profissão durante algum tempo antes de se dedicar à escrita. O seu primeiro romance, A Vida Secreta das Abelhas, tornou-se num verdadeiro fenómeno literário, mantendo-se na lista de bestsellers do The New York Times durante mais de dois anos e tendo sido traduzido para mais de 36 línguas. Coescreveu um livro de memórias com a filha, Ann Kidd Taylor, Traveling with Pomegranates: A Mother-Daughter Story, sendo também autora de outras biografias e livros de memórias, incluindo The Dance of the Dissident Daughter. Tem duas filhas e reside no sudoeste da Florida com o marido e um labrador retriever preto. Pode consultar a página da autora em https://suemonkkidd.com/.

 

«Não consigo expressar o quão feliz este livro me deixou e no impacto que teve em mim.»
Oprah Winfrey

«Este romance destaca-se das restantes estreias literárias graças ao misto artístico de facto e ficção, como um memorial poderoso sobre aquilo que a História oficial ignora e negligencia sobre as pessoas que a mudaram.»
Los Angeles Times

«Uma história intensa sobre rebelião e heroísmo… a coragem notável e a esperança reencontrada em A Invenção das Asas lembra-nos que todos nós temos aquelas asas – e conta-nos muito mais sobre como as obtivemos.»
The Atlanta Journal-Constitution

«Um romance que educa sem impingir sobre a nossa história, sobre relações e sobre a vida.»
Huffington Post, Sara Nelson

«A alternação das perspetivas contrastantes de Sarah e Hetty, sobre os mundos estranhamente compartilhados entre si, permitem que Kidd crie um ritmo narrativo imparável à medida que explora os elos de ligação entre a cultura branca e negra de uma sociedade ainda dependente da escravatura… Kidd nunca nos deixa esquecer que a verdadeira libertação traz sempre perdas dolorosas… a linguagem do romance é tão viva como a história impactante que conta… ao humanizar estas mulheres formidáveis, A Invenção das Asas aprofunda a nossa compreensão e conhecimento sobre o que aconteceu na América – e o porquê de ainda ser tão importante.»
The Washington Post

«Conta uma história cáustica e ambiciosa sobre duas mulheres ligadas como ama e escrava… um livro brilhantemente escrito e muito belo sobre a resiliência inspiradora dos que foram escravos na América. É um memorial provocador sobre o porquê de as feridas da escravatura ainda cicatrizarem o país 250 anos depois.»
USA Today

«Se isto não for um clássico da literatura americana, não sei o que será… Este livro é o mais próximo da perfeição que alguma vez li.»
Dallas Morning News

 

29
Out22

A história do livro queimado pelos nazis — e que deu origem ao novo épico da Netflix

Niel Tomodachi

"A Oeste Nada de Novo" é a mais recente adaptação da obra que revelou os horrores da I Guerra Mundial.

Quando foi lançado em 1929, “A Oeste Nada de Novo” tornou-se rapidamente no maior sucesso da literatura alemã. Passara uma década do armistício que pôs um fim à I Guerra Mundial e as marcas do conflito ainda estavam bem presentes.

Enquanto meio milhão de alemães compraram a sua cópia nos primeiros meses de venda, outros tantos compatriotas mantiveram-se de pé atrás. Os membros do novo partido Nacional Socialista, que se encontrava em ascensão, duvidavam das intenções do autor, Erich Maria Remarque.

A sua campanha assentava no orgulho nacionalista alemão. Queriam ver a glória do país restaurada e a vergonha da derrota na última guerra apagada. O livro, um testemunho dos horrores vividos na guerra das trincheiras, era uma pedra na máquina da retórica nazi que, eventualmente, levaria Adolph Hitler ao poder.

Remarque, naturalmente, tornou-se num alvo a abater. Foi acusado de ser judeu. De não ter realmente combatido no exército alemão. Valeu de tudo até conseguirem apagar as páginas da memória dos alemães. Quando chegou ao poder, Hitler baniu o livro. Mas não o apagou.

Nove décadas mais tarde, “A Oeste Nada de Novo” continua a ser uma obra marcante, contra a guerra, pela paz. A adaptação é uma produção alemã, dirigida pelo realizador Edward Berger, que chegou esta sexta-feira, 28 de outubro, à Netflix. No papel principal está um novato autor austríaco, Felix Kammerer, acompanhado de alguns nomes importantes do cinema alemão, como Daniel Brühl.

O filme é uma das grandes apostas da plataforma e também do cinema alemão, que já o aponta aos Óscares. Na verdade, não seria inédita a atribuição de uma estatueta a uma adaptação da obra de Remarque.

 

Um ano depois do lançamento do livro, “A Oeste Nada de Novo” era adaptado por Hollywood ao cinema pela primeira vez. Lewis Milestone realizou a longa metragem que recebeu quatro nomeações e conquistou dois Óscares em 1930, o de Melhor Filme e o de Melhor Realizador.

Na Alemanha, o filme foi inicialmente aprovado pela autoridade que garantia a censura estatal. Ainda assim, as sessões ficaram marcadas por inúmeros boicotes, apesar de atraírem ilhares de espectadores.

Grupos de nazis — a mando de Joseph Goebbels, o futuro ministro da propaganda — invadiram salas de cinema, destruíram projetores, soltaram ratos e pequenas bombas de mau cheiro. Tudo para evitar que o retrato tenebroso de Remarque da Grande Guerra atrapalhasse a retórica belicista de Hitler.

A exibição do filme haveria de ser proibida, com a justificação de que não estariam asseguradas todas a condições de segurança. Três anos depois, já no poder, Hitler colocava filme e livro na sua lista negra.

Erich Remarque, ao contrário do que acusava a propaganda nazi, nascera numa católica família alemã de classe operária. Tal como muitos dos seus colegas, tinha apenas 18 anos quando foi chamado para se alistar no exército e combater pela pátria.

A grande guerra decorria já há três anos, quando foi enviado precisamente para a frente de batalha a oeste, onde os germânicos combatiam as forças francesas. Lutou nas trincheiras e rapidamente sofreu as consequências de uma batalha sangrenta e impiedosa.

Acabaria por sofrer ferimentos que o obrigaram a retirar-se da frente. No hospital, foi gravando na memória os relatos dramáticos dos outros feridos. Manteve-se em recuperação até ao final do conflito, altura em que decidiu prosseguir os estudos e trabalhar como professor, antes de se aventurar como jornalista e editor. Foi também bibliotecário e até piloto de carros de corrida.

Em casa, passava o tempo entre as páginas, a exorcizar a experiência traumática nas trincheiras, a perda dos colegas e amigos, os traumas, o terror. Mais de uma década depois do final do conflito, Remarque tinha finalmente a obra terminada, uma espécie de tributo a uma geração que se perdeu entre a lama e as bombas.

Remarque morreu em 1970, na Suíça
 
 

Entre as vítimas estavam quase sempre jovens, muitos ainda em idade escolar, que entusiasmados com a propaganda do serviço à pátria partiam em busca da glória, apenas para perceberem que eram meros acessórios na máquina de guerra. O livro centra-se no jovem estudante Paul Bäumer, um dos tais jovens que se deixaram encantar pelos discursos patrióticos dos professores. Acaba colocado na brutal frente leste do conflito.

Nas páginas do livro, Remarque relata a carnificina das trincheiras, as noites de solidão e o tédio que assolava os militares nas aparentemente intermináveis horas entre combates. Uma prova que esmagava a ideia idílica de uma “guerra patriótica” e honrada pela pátria e que assustava os nazis, ansiosos por uma nova batalha.

Mas, para essa luta, precisavam de um povo motivado. Os horrores descritos pelo alemão não encaixavam na narrativa. O sucesso nas vendas e a premiada adaptação ao cinema obrigou o regime a tomar medidas drásticas.

Ao aperceber-se do que poderia acontecer, Remarque abandonou o país rumo à Suíça, precisamente um dia antes de Hitler ser eleito. Nos meses seguintes, “A Oeste Nada de Novo” tornava-se numa das obras a ser atirada para as famosas fogueiras, nas quais os nazis destruíam as obras censuradas.

Não ficaram por aí. As autoridades decretaram a remoção da cidadania germânica a Remarque, que se viu arredado do país até à derrota final dos nazis, em 1945. O livro, esse continuou a ser traduzido em dezenas de línguas e a ser lido por todo o mundo.

Em 1979, a obra foi novamente adaptada em filme, desta vez pela CBS, para ser transmitido na televisão. Mais de quatro décadas depois, o épico volta aos ecrãs, com uma mensagem que continua tão válida como há 90 anos.

 

29
Out22

“Estamos inequivocamente a meio de uma emergência climática”, dizem cientistas

Niel Tomodachi

seca, alterações climáticas

De uma reunião de investigadores internacionais resultou o relatório onde se alerta que os sinais vitais da Terra pioraram a ponto de “a humanidade enfrentar inequivocamente uma emergência climática”. O relatório, “Aviso dos cientistas mundiais de uma emergência climática 2022”, publicado na revista BioScience, observa que 16 dos 35 sinais vitais planetários que os autores usam para identificar as mudanças climáticas estão em valores recordes.

Os dados apresentados no referido relatório ilustram a crescente frequência de eventos extremos de calor, aumentando a perda global de cobertura florestal devido ao fogo e uma maior prevalência do vírus da dengue transmitido por mosquitos.

Os mesmos especialistas apontam para o excessivo aumento do consumo de energia de combustíveis fósseis após as paralisações da pandemia da covid-19 (apesar do aumento dos compromissos de desinvestimento de combustíveis fósseis).

16 dos 35 sinais vitais planetários que os autores usam para rastrear as mudanças climáticas estão em valores recordes

“Como podemos ver pelos aumentos anuais das catástrofes climáticas, estamos agora no meio de uma grande crise climática. E prevê-se que esta crise piore se continuarmos a fazer as coisas da maneira que as temos feito”, disse o principal autor Christopher Wolf, da Universidade Estadual de Oregon. “Imploramos aos nossos colegas cientistas que se juntem a nós na defesa de abordagens baseadas em pesquisa para a tomada de decisões climáticas e ambientais”.

 

“A mudança climática não é um problema isolado”

“A mudança climática não é um problema isolado”, disse Saleemul Huq, da Universidade Independente de Bangladesh. “É parte de um problema sistémico mais amplo de superação ecológica, onde a procura humana excede a capacidade regenerativa da biosfera. Para evitar mais sofrimento humano incalculável, temos de proteger a natureza; eliminar a maioria das emissões de combustíveis fósseis e apoiar adaptações climáticas socialmente justas, com foco em áreas mais vulneráveis”.

O relatório observa que, nas últimas três décadas, as emissões globais de gases de efeito estufa aumentaram 40%. Neste período de 30 anos, mais de 1.700 cientistas assinaram o documento “Aviso dos Cientistas Mundiais à Humanidade”, de 1992.

“À medida que as temperaturas da Terra aumentam, a frequência ou magnitude de alguns tipos de desastres climáticos podem aumentar”. Quem faz o alerta é Thomas Newsome, da Universidade de Sydney.

 

29
Out22

"Rainha Isabel II" de David Souden

1926-2022

Niel Tomodachi

Uma Celebração da sua Vida e do seu Reinado em imagens

Wook.pt - Rainha Isabel II

Sobre o Livro:

Com o reinado mais longo da história britânica, a Rainha Isabel II esteve no centro da vida britânica durante quase um século. Teve uma existência muito mediática, vista por milhões através de fotografias, filmes e séries de televisão, desde o seu nascimento até aos últimos anos do seu reinado. Para muitos, ela foi a personificação da Grã-Bretanha: uma presença constante e informada na política e cultura britânicas desde que subiu ao trono, em 1952.

Este livro oficial da BBC celebra a vida da Rainha Isabel II através de fotografias e imagens televisivas extraídas em grande parte dos arquivos da BBC, uma organização que recebeu a sua carta real apenas um ano após o seu nascimento.

Desde a sua infância e primeiros momentos de vida pública ao seu Jubileu de Platina e aos casamentos dos seus filhos e netos, este é um tributo sumptuoso à mais mediática dos monarcas, uma figura icónica nos corações e mentes de milhões de pessoas em todo o mundo.

 

Sobre o Autor:

David Souden é historiador e especialista em património histórico, autor de uma série de publicações, programas de televisão e rádio, e apresentações públicas sobre História. Antigo curador-principal de Exposições do Museu Britânico e chefe de Acesso e Aprendizagem nos Historical Royal Palaces, é o autor principal de The Royal Palaces of London (Merrel, 2008). Vive em Londres.

 

28
Out22

"Ainda Ontem" de Samuel Joseph Agnon

Niel Tomodachi

Wook.pt - Ainda Ontem

Sobre o Livro:

A obra-prima do Prémio Nobel israelita traduzida pela primeira vez em Portugal.

No começo do século XX, judeus de toda a Europa, pressionados pelas convulsões políticas e pela Primeira Guerra Mundial, arriscam tudo e seguem o movimento sionista que os impele para o regresso a Israel.

Publicado originalmente em 1945, este romance épico segue o percurso do jovem Isaac Kumer, desde a pobreza que vive na Galícia-polaca (então Império Austro-húngaro) até chegar à Palestina, uma saga sobre o difícil confronto entre o sonho e a realidade.

Agnon utiliza um estilo único, que recria a linguagem das histórias da Bíblia, conferindo assim à narrativa uma carga quase mitológica que prende o leitor ao desenrolar dos acontecimentos.

Com uma ironia suave e uma profunda reflexão sobre a existência humana, Isaac tenta repetidas vezes, e através das mais diversas formas, alterar o rumo da sua vida, mas dá por si sempre na posição contrária àquela que pretende.

A tradução, do hebraico, é da tradutora premiada Lúcia Liba Mucznik.

 

Sobre o Autor:

Prémio Nobel da Literatura de 1966

Samuel Joseph Agnon (1888-1970) foi um romancista e contista israelita. É considerado um dos fundadores da moderna literatura hebraica; recebeu o Prémio Nobel da Literatura. Nascido na Galícia polaca, então pertencente ao Império Austro-húngaro, Agnon não frequentou a escola, tendo sido ensinado pelos pais (oriundos de diferentes correntes religiosas dentro do judaísmo). Aos 15 anos publicou o seu primeiro poema, ao qual se seguiram muitos outros, escrevendo também contos que vêm a luz do dia em jornais e revistas da Galícia. Em 1908 muda-se para Jaffa, então parte do império Otomano, tal como muitos judeus mobilizados pelo espírito sionista. Aí, continua a publicar na imprensa. Muda-se para a Alemanha em 1913, onde se casa e prossegue a sua carreira de escritor conseguindo, pela primeira vez, viver do seu trabalho literário. Escreve em hebraico e em iídiche. Em 1924, após um incêndio que destrói a sua biblioteca com manuscritos inéditos e livros raros que colecionou ao longo do tempo, regressa à Palestina. Instala-se com a sua família em Jerusalém. Durante os motins antijudaicos de 1929 a sua biblioteca é novamente destruída. Este episódio reflete-se nas várias obras. Em 1931, os seus livros começam a receber prémios e distinções nacionais e internacionais. Recebe por duas vezes o prémio Bialik e, também por duas vezes, o prémio Israel. Em 1966, ganha o Prémio Nobel da Literatura. A sua fama atingiu proporções tais, que, depois de se ter queixado do barulho na rua que o impedia de se concentrar, as autoridades fecharam a rua ao trânsito e puseram um sinal respeitado por toda a população: «Proibida a circulação de veículos, escritor a trabalhar.» Faleceu em Jerusalém, em 1970. Muitas das obras que deixou foram postumamente publicadas pela sua filha.

 

«Agnon criou a linguagem da moderna literatura hebraica... O seu romance tem uma qualidade folclórica análoga às atrevidas simplificações de Chagall, desvelando os resíduos arcaicos que assombram o superficial desencanto com a modernidade.»
Publishers Weekly

«Os críticos adoram interpretar e descodificar Agnon, cujo universo literário e mitológico se tem revelado alimento para inúmeras teses, ensaios, artigos e livros. [...] Surge agora a tradução da sua obra-prima, um romance imenso, vasto, com um duplo enredo, cripticamente simbólico...»
Susan Miron, The Philadelphia Inquirer

«Uma visão dilacerante de Deus e do homem, do Sionismo e da histórica judaica, do desejo e da culpa, da linguagem e do significado. Um romance que merece ser comparado a O Processo, de Kafka.»
Robert Alter, Los Angeles Times Book Review

«Uma obra prima do picaresco pelo prémio Nobel que é, muito provavelmente, o maior narrador da língua hebraica. Um dos melhores romances do século XX.»
Kirkus Reviews

«O épico brilhante sobre a busca da Terra Prometida empreendida por um homem simples. A obra é tão rica e significante, tão real e ao mesmo tempo estranha, que, apesar de figurar no cânone das grandes obras do século XX, não surpreende que ninguém tivesse ainda aceite o tremendo desafio de a traduzir.»
Tova Reich, Washington Post Bookworld

«O romance é povoado por personagens cativantes e pleno de episódios espantosos. O seu estilo é único e irresistível.»
Gerald Kaufman, Sunday Telegraph

«Ainda Ontem foi publicado originalmente em 1945 mas continua a ser tão pertinente hoje como nessa altura.»
Alexander Zvielli, The Jerusalem Post

«Esta é uma das obras centrais da moderna cultura judaica, fascinante e cativante.»
Alan Mintz, The Forward

«Há lampejos de observação humana aguçados como uma faca... mas também há deleite, tristeza, asco, sobranceria, piedade, crueldade e toda uma panóplia de outras mais emoções e estados de espírito tão opostas quanto confluentes. Este é claramente uma obra apaixonada.»
Dan Jacobson, The New York Review of Books

«Um romance que parece um saco de gatos: imenso, cheio de clarividência e poesia, com propensão para um certo surealismo, para não dizermos, para a mitologia, minucioso e até precioso no seu estilo, discursivo, e todo ele relatado com tal mestria e inteligência que abre, para os que nele a procurem, um universo de interpretações, e, para os que buscam uma narrativa mais linear, também lá a possam encontrar.»
David Pryce-Jones, The Spectator

«O desejo de uma religião antiga, com aspirações políticas modernas e sonhos pessoais de liberdade cruzam-se neste romance... Ao contrário de muitos pioneiros que largaram tudo para construir uma vida nova em Israel, Agnon tentou levar toda uma vida a fazê-lo. Por isso, a sua escrita está cheia de referências e é imensamente alusiva. E este é um dos triunfos da prosa de Agnon... O Autor é assombrado por uma mistura de vergonha e de orgulho por ser um intelectual numa terra de agricultores, um escritor numa nova cultura fundada sobre um sonho de labor físico. Estes e outros paradoxos fizeram de Agnon um dos grandes escritores modernos.»
Jonathan Rosen, New York Times Book Review

«Um triunfo gigantesco. A par da Dublin, de Joyce, ou da Berlim, de Döblin, Agnon oferece-nos a história de duas cidades: a Jaffa secular, um centro cultural e comercial, e a sagrada Jerusalém, massacrada pela poeira, pela pobreza e pela seca, lar da mais simples das fés e do mais fanático dos extremismos.»
Morris Dickstein, Times Literary Supplement

 

28
Out22

"Noite de Reis" de Molly Booth e Stephanie Kate Strohm

Arden High N.º 1

Niel Tomodachi

O amor verdadeiro não é fácil… e o secundário também não.

Wook.pt - Noite de Reis

Sobre o Livro:

Vi mudou-se para Arden High para um novo começo e uma oportunidade de usar gorros e camisas em vez de uniformes com saias. E, embora fazê-lo sem o seu irmão gémeo seja como se estivesse a ser dividida ao meio, Vi encontra o seu passo quando tropeça (literalmente!) no bonito e chocante poeta-barra-influencer Orsino.

A partir desse momento, Vi é obrigada a ajudar a planear o baile da Noite de Reis, e não consegue parar de sonhar em dançar com Orsino sob as luzes de fadas no ginásio. O problema? Todos os novos amigos de Vi assumem que ela nem sequer gosta de rapazes. E antes que ela possa convidar Orsino para o baile, ele recruta-a para ajudar a conquistar a sua paixão, Olivia. Que também está apaixonada... pela Vi.

 

Sobre as Autoras:

Molly Booth (eles/ela) é uma nerd de Shakespeare. Cresceu a estudar em casa, licenciou-se em Inglês pela Marlboro College e fez o mestrado em Inglês pela UMass Boston. Noite de Reis foi a primeira peça que realizou enquanto professora de teatro, e a produção contou com um elenco maravilhoso de atores adolescentes, incluindo a sua irmã no papel de Feste, the fool, e uma banda sonora que incluía Carly Era Jepsen e Taylor Swift. Molly mora em Baltimore, Maryland, onde passa muito tempo com a sua parceira, família e animais de estimação.

:::::

Stephanie Kate Strohm é autora de vários YA. No secundário, foi eleita Class Star com a sua interpretação de Olivia em Noite de Reis, e ganhou um prémio de Drama (não era um prémio por ser dramática, embora também pudesse ter vencido esse). Depois de se licenciar em Teatro e História na Middlebury College, representou em vários dos menos frequentados teatros de verão sobre Shakespeare da América. E ainda sabe todas as falas da Julieta, só por precaução. Stephanie vive e escreve em Los Angeles.

 

28
Out22

"Uma Pequena Vida" de Hanya Yanagihara

Niel Tomodachi

Wook.pt - Uma Pequena Vida

Sobre o Livro:

Este é um dos mais espantosos, desafiadores, perturbadores e profundamente comoventes romances publicados nas últimas décadas: um épico sobre o amor e a amizade no século XXI, que visita alguns dos lugares mais assustadores onde a ficção já se aventurou; um livro que, desafiando explicações e todas as probabilidades, emerge do lado da luz.

Quatro colegas de uma pequena universidade do Massachusetts mudam-se para Nova Iorque para começar a vida adulta. Sem dinheiro e em busca de um caminho, contam apenas com as suas ambições e com a amizade que os une. Bonito e generoso, Willem tenta vingar como ator; nascido em Brooklyn, inteligente e mordaz, por vezes cruel, JB quer afirmar-se como pintor na cena artística de Manhattan; Malcolm é um arquiteto frustrado com o seu trabalho num ateliê de renome; e Jude, brilhante, enigmático e fechado, é o centro de gravidade do grupo.

Ao acompanhar os quatro amigos durante décadas, vemos como as suas relações se aprofundam e ensombram, marcadas pela dependência, pelo êxito e pelo orgulho. Porém, o seu grande desafio, compreenderão eles, é Jude, que se torna um advogado temido pelos seus pares, mas que é um homem cada vez mais destroçado, física e psicologicamente marcado por uma infância inimaginável e perseguido por um passado traumático que teme jamais conseguir ultrapassar.

Numa escrita resplandecente, magnífica e assombrosa, Hanya Yanagihara compõe um hino trágico e transcendente ao amor fraternal, revela o sofrimento e o desgosto de forma ímpar, e retrata a tirania da memória e dos limites da capacidade humana para resistir.

 

Sobre a Autora:

Hanya Yanagihara

 

«Este romance pode deixar-nos perturbados, consumir-nos, tomar conta da nossa vida - e há, no meio da brutalidade, beleza.»
The New Yorker

«A inteligência da escrita e a profundidade são notáveis. Este é o livro que anuncia a chegada de um novo e grande nome ao romance.»
The Wall Street Journal

«Este é o nascimento de uma grande voz da ficção.»
Vogue

«Um livro incomparável, único, cuja leitura nos devasta - e o nosso coração sai maior destas páginas.»
The Guardian

«Uma Pequena Vida toca-nos, perturba-nos, transcende-nos.»
The Washington Post

«Um romance de enorme intensidade.»
The Times Literary Supplement

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Quotes:

“How wonderful it is that nobody need wait a single moment before starting to improve the world.” ― Anne Frank

Pesquisar

Nelson's bookshelf: currently-reading

Alfie - O Gato do Bairro
tagged: currently-reading

goodreads.com

2023 Reading Challenge

2023 Reading Challenge
Nelson has read 11 books toward his goal of 55 books.
hide

Arquivo

    1. 2023
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2022
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Afiliado Wook

WOOK - www.wook.pt

Comunidade Bertand

Afiliado Miniso

Read the Printed Word!

Em destaque no SAPO Blogs
pub