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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

31
Out22

Já estreou a segunda temporada de “The White Lotus”. A história promete

Niel Tomodachi

Desta vez, o cenário será outro resort — com personagens distintas, mas igualmente ricas e poderosas.

Foi considerada uma das melhores séries de 2021. Falamos de “The White Lotus”, produção da HBO que ganhou algum protagonismo entre centenas de projetos televisivos, ao contar uma história passada num resort luxuoso onde acontece um homicídio. Apresentou a estrutura clássica de um mistério que tentava responder à pergunta de quem cometeu o crime, sim — mas também estavam incluídos elementos de humor e reflexão (e sátira) social sobre os ricos e poderosos.

A segunda temporada estreia em Portugal esta segunda-feira, 31 de outubro — o primeiro episódio já está disponível na HBO Max. Como se trata de uma série de antologia, cada temporada tem personagens diferentes e passa-se num hotel distinto. Ou seja, agora acompanhamos outros ricos de férias, que se vão debater com diferentes acontecimentos, desta vez na Sicília, em Itália.

Sabrina Impacciatore vai interpretar a gerente do hotel. Michael Imperioli, célebre por ter interpretado Chris Moltisanti em “Os Sopranos”, foi o primeiro ator confirmado na segunda temporada de “The White Lotus”. Vai interpretar Dominic Di Grasso, um dos hóspedes, que leva o pai idoso (interpretado por F. Murray Abraham) e o filho que acaba de se licenciar (Adam DiMarco), de férias.

Já Aubrey Plaza vai interpretar Harper Stiller, personagem que estará numa viagem tensa com o marido — que, por sua vez, será interpretado por Will Sharpe. Haley Lu Richardson vai ter o papel de Portia, uma jovem mulher que viaja com a chefe.

Tom Hollander faz de Quentin, um emigrante britânico a viajar com amigos e o sobrinho. E Theo James, mais conhecido pela saga de “Divergente”, interpreta Cameron Babcock, que estará de férias com a mulher, Daphne Babcock (Meghann Fahy). O casal estará numa viagem em modo double date com as personagens de Aubrey Plaza e Will Sharpe.

Por outro lado, Jennifer Coolidge regressa ao seu papel de Tanya. Sim, depois daquele homicídio, Tanya volta a embarcar numas férias, desta vez durante uma semana na ilha do Mediterrâneo. O criador do projeto, Mike White, insistiu muito para que Coolidge regressasse — foi uma das grandes estrelas da primeira temporada, com um papel aclamado pela crítica. Jon Gries também está de volta como Greg.

 

31
Out22

Festival Literário Internacional do Interior regressa em junho de 2023

Niel Tomodachi

Os escritores Eduardo Lourenço, Eugénio de Andrade, Mário Cesariny, Natália Correia e Urbano Tavares Rodrigues vão ser homenageados durante a sexta edição do Festival Literário Internacional do Interior (FLII) -- Palavras de Fogo, em junho de 2023.

Festival Literário Internacional do Interior regressa em junho de 2023

Subordinado ao tema "Pensamento, palavras, poesia, língua de fogo na imensa boca", o programa da próxima edição do festival - organizado pela Arte-Via Cooperativa (Lousã) - assinala os centenários do nascimento dos escritores e os 50 anos da Associação Portuguesa de Escritores.

A sexta edição do FLII decorrerá de 15 a 18 de junho, no âmbito de uma parceria da Arte-Via Cooperativa com autarquias, outras instituições públicas, associações e empresas da região, e será também uma homenagem às vítimas dos fogos florestais de 2017, sob o lema "A arte e a cultura como reanimadores de uma região e de um povo".

Segundo a criadora e coordenadora do FLII, Ana Filomena Amaral, "trata-se de um evento intermunicipal, daí o seu caráter inovador, que decorrerá em dez concelhos da região afetados pelos fogos, com o objetivo de levar os livros e os escritores aos sítios mais inusitados e imprevisíveis".

Os livros irão "ao encontro dos públicos" em fábricas, campos, praias, igrejas, mercados, romarias e locais onde as pessoas trabalham e convivem.

Com o tema transversal "Pensamento, palavras, poesia, língua de fogo na imensa boca dessa angústia", a organização pretende "abordar questões candentes para o devir do mundo, mantendo sempre a emergência ambiental como um dos núcleos privilegiados de discussão".

O FLII junta autarquias ou agentes culturais dos municípios de Arganil, Miranda do Corvo, Lousã, Coimbra, Pedrógão Grande, Ansião, Alvaiázere, Penela, Condeixa-a-Nova e Tábua, nos distritos de Coimbra e de Leiria, sendo as bibliotecas municipais e as redes de bibliotecas escolares consideradas fundamentais para a sua organização.

O conceito subjacente a este festival é, de acordo com Ana Filomena Amaral, "o de uma realização sinérgica, catalisando os recursos dos municípios e outras instituições integrantes do consórcio, rentabilizando e potenciando o melhor que cada um possui, num esforço conjunto para superar as adversidades".

"E, em nome da palavra regeneradora, onde houver pessoas haverá livros. Eles estarão nos sítios mais inesperados, à mão de quem os quiser ler, os escritores portugueses e estrangeiros irão aos locais mais surpreendentes, os livros e as palavras farão novamente renascer a cor por entre o negrume".

A sessão inaugural da sexta edição do festival está marcada para 15 de junho, em Ansião.

A organização espera "envolver todos os agentes de desenvolvimento, de todos os municípios participantes e todos os talentos locais, em todas as atividades a realizar em simultâneo", como ações de formação, concursos, palestras, 'workshops', leituras, feiras do livro, espetáculos, multimédia, performances, instalações e exposições.

 

30
Out22

“Gaspar”, o novo espetáculo para miúdos preocupados com o futuro

Niel Tomodachi

A peça de teatro musical estreia no sábado, 12 de novembro, em Lisboa. A ode à imaginação estará em palco até 18 de dezembro.

“Gaspar” vai estrear no dia 12 de novembro, sábado, no Teatro Maria Matos, em Lisboa, e permanecerá em cena até 18 de dezembro. A peça tem texto e encenação de João Cachola e música do grupo Zarco. Aborda questões relacionadas com ecologia, as alterações climáticas e o impacto do Homem no planeta terra. Trata-se de um espetáculo de teatro musical para miúdos com mais de cinco anos.

A peça é a terceira criação d’ As Crianças Loucas. Com Catarina Rabaça, Fernão Biu, João Sala, Joe Sweats, Pedro Santos, Vasco Barroso e Vicente Gil em palco, “Gaspar” é também um espetáculo familiar e transversal a todas as idades. A direção é de Vicente Wallenstein e conta com apresentação aos sábados e domingos. Haverá ainda sessões durante a semana para as escolas.

No site podemos ler que a encenação pretende responder a algumas perguntas: “Porque é que as coisas são como são?” e “Porque é que há sapatos no fundo do mar?” são algumas. Um bilhete normal para o espetáculo custa 12€. Durante 50 minutos é feita uma ode à imaginação e criada uma fábula musical na qual “o jovem protagonista enfrenta a necessidade de tomar as rédeas do seu futuro, que não se avizinha o mais promissor”.

A peça retrata a história de Gaspar, “um rapaz que dedica o seu tempo a imaginar coisas que não existem, mergulha na sua banheira e desce pelo ralo abaixo em direção ao fundo do mar, onde se depara com uma enorme quantidade de sapatos. Decidido a dar-lhes uma nova função, planta uma floresta em cada sapato e espalha-os pela cidade. Mas ele não vai ficar por aqui, porque se há coisa que o chateia é que não exista o que não existe.”

 

30
Out22

"Grande História Visual da Filosofia" de Masato Tanaka e Tetsuya Saito

Niel Tomodachi

Um guia com esquemas e ilustrações simples para entender os conceitos e as personagens-chave do pensamento ocidental

Wook.pt - Grande História Visual da Filosofia

Sobre o Livro:

Mais de 200 conceitos chave da filosofia ocidental explicados com imagens compreensíveis, frescas e inovadoras, que de um modo acessível iluminam processos mentais de grande complexidade e abstração.

De Tales a Derrida, passando por Schopenhauer, por fim a filosofia ao alcance de todos.

 

Sobre os Autores:

Masato Tanaka

Artista e escritor nascido no Japão em 1970. Estudou no London College of Communication e formou-se Belas-Artes. Publicou numerosas obras, as quais se destacam pelo seu grande valor visual e pelo seu cuidado design, entre elas a Grande História Visual da Filosofia, que se converteu num verdadeiro êxito editorial no seu país, e graças ao qual conseguiu tornar realidade o seu sonho de transformar os conceitos abstratos da filosofia em visões e imagens universais.

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Tetsuya Saito

30
Out22

"O Cérebro das Pessoas Felizes" de Ferran Cases e Sara Teller

Ultrapasse a ansiedade com a ajuda da Neurociência

Niel Tomodachi

Conheça os segredos do seu cérebro e acabe de vez com a ansiedade.

Wook.pt - O Cérebro das Pessoas Felizes

Sobre o Livro:

Consegue imaginar como seria a sua vida sem ansiedade? Caso se sinta preso a pensamentos ansiosos, este livro é uma poderosa ferramenta para entender melhor os motivos pelos quais se sente assim, utilizando técnicas simples.
Ferran Cases partilha a sua experiência pessoal com a ansiedade e como conseguiu superá-la depois de mais de 15 anos de sofrimento. A partir de estudos da neurociência, Sara Teller explica que partes do cérebro eram afetadas sempre que Ferran tinha uma crise e as suas respetivas repercussões.
Este é um guia prático que lhe demonstra com linguagem simples como funciona o cérebro por dentro, tal como a ciência o vê, sendo esse conhecimento o primeiro passo para ultrapassar o problema.

Algumas das propostas do livro para ter um cérebro de uma pessoa feliz:
-Demonstrar empatia e gratidão, uma vez que faz bem ajudar e pensar nos outros;
-Praticar a resiliência, a arte de contornar as dificuldades;
-Experimentar coisas novas, fugindo ao excesso de rotina.
-Potenciar o sentido de humor, indicador essencial de saúde mental.¿

«Quando sofre de ansiedade, a emoção que abunda no seu corpo é o medo, e é nele que se basearão todas as decisões que tomar. O cérebro das pessoas felizes é aquele que se mantém em equilíbrio com tudo; nem no branco, nem no preto: no cinzento.»

 

Sobre os Autores:

Ferran Cases é escritor, conferencista e criador do método «Bye bye ansiedad» – um projeto destinado a ajudar pessoas a ultrapassar a ansiedade através de cursos presenciais e online.
Depois de 15 anos a sofrer de ansiedade, conseguiu dominá-la e há mais de 10 anos que se dedica a partilhar o seu percurso de superação.
É ainda autor de mais dois livros: Bye bye ansiedade (2020) e El pequeño libro de la ansiedade (2021).

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Sara Teller é física e doutorada em neurociência pela Universidade de Barcelona.
Trabalhou vários anos como investigadora no campo da neurociência. Em paralelo, formou-se como bailarina e professora de ioga.
Trabalha desde 2019 como research manager no Instituto de Sistemas Complexos (UBICS), é professora de ioga e ministra cursos de neurociência e ioga para pessoas que sofrem de ansiedade.

 

30
Out22

Obra da poeta afegã Nadia Anjuman, morta pelo marido, chega a Portugal

Niel Tomodachi

A obra completa da poeta afegã Nadia Anjuman, assassinada há 17 anos pelo marido, vai ser publicada em Portugal no início de novembro, naquela que será a sua primeira edição numa língua que não a persa.

Obra da poeta afegã Nadia Anjuman, morta pelo marido, chega a Portugal

'Flor de fumo e outros textos' tem tradução da poeta Regina Guimarães, a partir da versão inglesa de Diana Arterian e Marina Omar (ainda não editada), e chega às livrarias na primeira quinzena de novembro, pela Editora Exclamação.

Este lançamento acontece por ocasião da morte da poeta -- sobre a qual passam 17 anos no dia 06 de novembro -, às mãos do marido, por ciúmes pelo seu sucesso enquanto poeta.

Nascida em Herat, cidade próxima do Irão, em 1980, Nadia Anjuman frequentou uma escola de literatura camuflada de aula de costura, que dava pelo nome de Escola da Agulha Dourada.

Em 2001, quando os talibãs foram derrotados no Afeganistão, após a invasão americana, e as mulheres puderam ir à escola, Nadia saiu da clandestinidade, para em pouco tempo entrar na universidade, tornando-se numa aluna dedicada e brilhante.

Três anos depois, porém, Nadia Anjuman viria a morrer, apenas com 24 anos, espancada pelo seu marido, que alegou depois que ela se suicidara.

"Hoje, as mulheres afegãs estão de novo amordaçadas e esta obra é mais atual do que nunca. No Irão, as mulheres lutam pela sua autodeterminação e em muitas partes do mundo os seus direitos não estão assegurados. Por isso, este é um grito de desespero de Nadia Anjuman e também um grito de liberdade de todas as mulheres oprimidas", declara a editora.

Abarcando o período que vai de 1997 até 2005, a obra completa de Nadia Anjuman, é uma edição bilingue, português/dari, o dialeto do afegão, sendo a primeira vez que é editada em língua que não o dari ou pashto (as duas línguas oficiais do Afeganistão).

"Há textos dispersos em antologias, como 'Load Poems Like Guns', de Farzana Marie, mas a obra completa é agora editada pela primeira vez numa língua que não o persa. Diana Arterian e Marina Omar, a primeira americana e a segunda afegã, a residir nos EUA, traduziram a obra completa para inglês e tentaram editá-la nos EUA mas até hoje não conseguiram", disse à Lusa Nuno Gomes, editor da Exclamação, sublinhando que os poemas completos foram editados em 2007, mas somente em dari.

O responsável explica como é que chegou à obra da poeta afegã e como é que teve acesso à versão inglesa não editada: "Quando os americanos saíram do Afeganistão, em 30 de agosto de 2021, nos dias seguintes começaram a circular alguns poemas de Nadia Anjuman nas redes sociais, como exemplo da emancipação das mulheres afegãs, contando a sua história trágica e com o receio de um novo retrocesso civilizacional dos seus direitos, o que viria a acontecer, estando hoje ainda mais condicionadas do que naquela altura".

"Encontrei diversos poemas traduzidos pela dupla Arterian/Omar e verifiquei que tinham traduzido a obra integral. Inicialmente, o interesse era ter acesso aos textos em dari, dado que queríamos fazer a tradução a partir do original. Contactei, por isso, a poeta e professora Diana Arterian que nos cedeu gentilmente os textos originais e traduzidos para inglês, já que se preparava para os editar nos EUA, o que acabou por ainda não acontecer".

Nuno Gomes disse então ter falado, ainda esta semana, com Diana Arterian, que lhe revelou que "por lá o processo é demorado e ainda não conseguiu convencer o editor".

Por sua vez, e por causa dos direitos de autor, Diana Arterian apresentou ao editor o irmão de Nadia Anjuman, Mohammad Shafi Noorzaee, professor na Universidade de Herat e doutorando na Universidade de Teerão, que assina, no obra, a biografia da irmã.

"Dessa troca de 'emails', surgiu uma amizade e um pedido de asilo a Portugal, processo que conduzi em conjunto com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Cruz Vermelha, culminando em junho com a sua vinda, da mulher e dos seus dois filhos para Portugal", contou.

Em agosto, Shafi foi intimado pelo governo talibã a voltar ao Irão, onde fazia o doutoramento com uma bolsa do Afeganistão, sob pena de lha retirarem e prenderem a família a residir no Afeganistão, pelo que a mulher e filhos foram para a Alemanha, onde tinham familiares, e ele voltou ao Irão, onde se encontra atualmente.

"A Regina Guimarães entrou neste processo rocambolesco porque a primeira tradutora que escolhemos para fazer a tradução a partir do dari, uma iraniana, se mostrou incompetente para o fazer", e aquilo que inicialmente era para ser uma simples revisão, acabou por se transformar numa tradução a partir do inglês, dado não ter havido ninguém com as capacidades necessárias para fazer a tradução a partir do dari".

O poeta e ex-ministro da Cultura Luís Castro Mendes, autor do prefácio da versão portuguesa, descreve a expressão de Nadia Anjuman como "uma poesia de um desespero manso, de uma desilusão que não grita para não estilhaçar as possibilidades de beleza que o mundo sucessivamente recusa, mas que nos interpela com mais força, pela violência do seu silêncio".

Citando o crítico Abdul Qafoor Arezu, afirma que a poesia de Nadia Anjuman transcende a morte, dando-se como missão transmitir as "histórias amargas", que não quer deixar "sem lar", porque a sua arte poética se propõe dar-lhes personalidade, constituindo-se como uma "leitura generosa" de "um mundo devastado".

 
 
30
Out22

Já conheces “O Amigo Crocodilo”?

Niel Tomodachi

O Amigo Crocodilo” é o novo filme que estreou em Portugal esta semana. Voltas assim a ter motivos fortes para visitar uma sala de cinema perto de ti.

Até porque este filme promete: tudo começa quando a família Primm se muda para Nova Iorque e o seu filho Josh luta para adaptar-se à nova escola e aos novos amigos.

A grande mudança surge quando ele descobre Lyle, nada menos do que um crocodilo cantor que adora banhos, caviar e boa música, a viver no sótão da sua nova casa.

Os dois tornam-se amigos rapidamente, mas quando a existência de Lyle é ameaçada pelo malvado vizinho Sr. Grumps, os Primm devem unir-se ao carismático dono de Lyle, Hector P. Valenti , para mostrar ao mundo que a família pode vir dos lugares mais inesperados – e não há nada de errado num grande crocodilo que canta e que tem uma personalidade ainda maior…

Se já ganhaste interesse e curiosidade, podes sempre espreitar o trailer português aqui:

 

30
Out22

Pega na Mochila: eis um Festival de Teatro e muito mais

Niel Tomodachi

O Mochila — Festival de Teatro para Crianças e Jovens, organizado pela companhia LAMA Teatro, está de volta a Faro, de 3 a 12 de novembro, para a sua 2ª edição. Se és da região sul do país ou vais estar pelo Algarve por esses dias, aproveita: a programação é extensa e variada, composta por projetos de teatro, música, novo circo e performance, e ainda por oficinas, conversas e exibições de filmes, num total de 18 propostas, que terão lugar em diversos espaços culturais da cidade e ao ar livre.

Pensado para crianças e jovens de todas as idades, o evento integra projetos de companhias e artistas com um percurso nacional já consolidado, mas aposta também em companhias emergentes e em projetos sedimentados na região do Algarve, numa lógica de descentralização. Em 2022, tem como eixo orientador temas urgentes como a ecologia, a velhice, a solidão, o consumo consciente, o direito à habitação e o tempo.

Esta edição do Mochila arranca a 3 de novembro, no Teatro Lethes, com o espetáculo “O Valor das pequenas coisas”, uma criação LAMA Teatro, sobre o primeiro confronto de um rapaz abastado com outras formas de ver o Mundo. Também a 3 de novembro, Rita Rodrigues apresenta, na Ilha da Culatra, “Em busca de um neto”, um espetáculo que aborda o tema da solidão, através de uma personagem muito peculiar.

O Espaço Quintalão recebe, a 4 de novembro, “Histórias Suspensas”, uma proposta de novo circo, da Radar 360º, com direção da coreógrafa Joana Providência; e a 5 de novembro “À Babuja”, uma criação LAMA Teatro, e “T0+1 – Um espetáculo entre 4 paredes e sobre 3 rodas”, espetáculo de novo circo de Thorsten Grütjen (Tosta Mista).

No espaço do DeVIR CAPa, o Teatro Praga apresenta, a 5 de novembro, “MACBAD”, uma verdadeira incursão pela “peça maldita” de William Shakespeare. A 6 de novembro, o Auditório do IPDJ leva à cena “Xamamã”, uma criação para todas as idades da Companhia de Actores; e, no Jardim da Alameda João de Deus, será possível assistir a “Australopiteco”, espetáculo da companhia Universo Paralelo que aborda o tema da diferença.

A 9 de novembro, a personagem Manuela arranca com “A Grande corrida”, numa criação de Catarina Requeijo. Também neste dia, e até 10 de novembro, João de Brito (LAMA Teatro) coordena “PUZZLE”, um espetáculo criado com a Comunidade Algarvia e que se apresenta na Biblioteca Municipal de Faro.

A encerrar o Festival, duas propostas musicais — a 11 de novembro, no Teatro das Figuras, um concerto dos Mão Verde, projeto de Capicua, Pedro Geraldes, Francisca Cortesão e António Serginho; e Concerto para uma árvore, de Fernando Mota, que se apresenta no Jardim da Alameda João de Deus, a 12 de novembro. Também neste local, e no mesmo dia, João Paulo Santos estreia o espetáculo de novo circo “Une partie de soi”.

O Festival vai ainda ocupar diversos espaços da cidade, com a performance Gang das Mochilas. De 3 a 10 de novembro, este gangue, composto por cerca de 50 jovens intérpretes, ocupa a baixa e o mercado de Faro e ainda o Fórum e a Universidade do Algarve com pequenas performances coreográficas.

Finalmente, o evento integra diversas atividades, como oficinas coordenadas por Noiserv e o Lugar Específico; a conversa “Que bagagem levamos às costas para encarar o futuro?”, com mediadores culturais, professores e estudantes; e a exibição do filme “The Kid / O Garoto de Charlot”, de Charles Chaplin.

 

30
Out22

“O Feiticeiro de Oz” já está no teatro

Niel Tomodachi

O Feiticeiro de Oz”, uma das histórias mais curiosas e imaginativas de sempre, está de volta aos palcos. O Teatro Armando Cortez, em Carnide, Lisboa, recebe desde 29 de outubro um novo espetáculo musical que promete lançar mais encanto na época natalícia que se avizinha, chamando famílias e grupos escolares, entre outros.

Depois do sucesso de “Heidi – O Musical”, que teve mais de 55 mil espectadores, a nova peça vai estar em palco para uma série de apresentações que prometem ser marcantes e inesquecíveis.

Com encenação e coreografia de Victor Linhares e música e direção musical de Quim Tó, o espetáculo é uma produção do Teatro Infantil de Lisboa e conta as aventuras de Dorothy, uma menina de uma zona rural e inóspita dos Estados Unidos, que é levada por um tornado com o seu cão Totó até uma terra desconhecida cheia de cor, música e magia.

Dorothy vai fazendo amigos e inimigos ao longo do caminho que a levará ao grande Oz, um feiticeiro que dizem ser o único que a poderá devolver à sua terra natal. É durante essa jornada que a rapariga e os seus novos amigos irão descobrir o que é a curiosidade, o companheirismo, a inteligência, a esperança, a humildade e a superação, valores que os vão ajudar ao longo desta aventura.

Segundo o TIL, “O Feiticeiro de Oz” é um espetáculo de teatro musical que é também “um hino à amizade, ao autoconhecimento e às recompensas recebidas por se enfrentar a vida de coração aberto”, disponível “para o que for diferente e inesperado”.

Os bilhetes já podem ser comprados online e os preços começam nos 8,8€.

 

30
Out22

"Tu És Buda" de João Magalhães

Niel Tomodachi

Um guia para os sábios ensinamentos budistas

Wook.pt - Tu És Buda

Sobre o Livro:

Buda significa aquele que despertou, ou iluminou. Não é um profeta nem um deus. É um homem que fez o seu caminho no mundo dos homens e despertou das causas e condições que levam ao nosso ciclo de renascimentos. Sidarta Gautama, que conhecemos como o Buda, viveu cerca de 80 anos e foi um príncipe do clã Shakya.

Compreender que existe sofrimento pode levar-nos a uma grande tristeza e desespero, mas não foi essa a mensagem do Buda. O que ele diz é que a inquietação que nos permeia a vida, e surge pela nossa mente, tem um caminho de sanação em direção a uma existência serena.

É esse caminho que este livro dá a conhecer, principalmente com a inclusão dos sutras budistas mais importantes, ao mesmo tempo que permite uma integração desses ensinamentos graças à sua componente prática.

Um livro que nos lembra que as boas ações e a purificação da mente fazem com que possamos viver numa Terra Pura aqui e agora, e não num tempo distante ou noutro lugar.
Uma introdução ao budismo e que, simultaneamente, inspira à reflexão através da sua componente prática.

 

Sobre o Autor:

João Magalhães é designer, vice-presidente da editora Itiman para Portugal, praticante de Reiki, presidente da Associação Portuguesa de Reiki e supervisor da Buddha’s Light International Association.
Fundou a Associação Portuguesa de Reiki (2008) e cofundou o CENIF, Centro Português de Investigação e Formação em Terapias Complementares (2012) e o Hospital de Reiki (2016), em conjunto com Sílvia Oliveira. É um dos membros core team do ERG, European Reiki Group, fundado em 2018.
Publicou na Nascente O Grande Livro do Reiki (2015), Reiki: Guia para uma Vida Feliz (2016), Reiki: Guia do Método de Cura (2017), Reiki: A Energia Universal (2017), O Grande Livro dos Chakras e da Anatomia Energética (2018), e as cartas técnicas Reiki para o Corpo e a Mente (2016). É ainda autor de Reiki — Elevação da Consciência (ed. Mahatma, 2014).
Escreveu também centenas de artigos sobre Reiki, Meditação e Budismo, que foram publicados no seu site, no site da Associação Portuguesa de Reiki e em revistas da especialidade como Reiki & YogaNova EraGlossSaber Viver e Pais & Filhos.
Saiba mais sobre o autor em:
www.joaomagalhaes.com
www.cenif.com

 

«Evitar todo o mal. Fazer o bem. Purificar a mente. Este é o ensinamento de todos os Budas.»
Dhammapada

 

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