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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

31
Jul22

"Filthy Animals" de Brandon Taylor

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

A group portrait of young adults enmeshed in desire and violence, a hotly charged, deeply satisfying new work of fiction from the author of Booker Prize finalist Real Life

In the series of linked stories at the heart of Filthy Animals, set among young creatives in the American Midwest, a young man treads delicate emotional waters as he navigates a series of sexually fraught encounters with two dancers in an open relationship, forcing him to weigh his vulnerabilities against his loneliness. In other stories, a young woman battles with the cancers draining her body and her family; menacing undercurrents among a group of teenagers explode in violence on a winter night; a little girl tears through a house like a tornado, driving her babysitter to the brink; and couples feel out the jagged edges of connection, comfort, and cruelty.

One of the breakout literary stars of 2020, Brandon Taylor has been hailed by Roxane Gay as "a writer who wields his craft in absolutely unforgettable ways." With Filthy Animals he renews and expands on the promise made in Real Life, training his precise and unsentimental gaze on the tensions among friends and family, lovers and others. Psychologically taut and quietly devastating, Filthy Animals is a tender portrait of the fierce longing for intimacy, the lingering presence of pain, and the desire for love in a world that seems, more often than not, to withhold it.

 

Sobre o Autor:

Brandon Taylor is the senior editor of Electric Literature's Recommended Reading and a staff writer at Literary Hub. His writing has received fellowships from Lambda Literary Foundation, Kimbilio Fiction, and the Tin House Summer Writer's Workshop. He holds graduate degrees from the University of Wisconsin-Madison and the University of Iowa, where he was an Iowa Arts Fellow at the Iowa Writers’ Workshop in fiction. 

 

30
Jul22

Um livro com histórias e dicas para quem gosta de caminhar

Niel Tomodachi

Escrito com precisão e clareza, baseado em estudos científicos e histórias pessoais, “O poder de caminhar”, de Quirino Tomás, é muito mais do que um simples guia para caminhadas na natureza.

O mundo é movimento”, começa por escrever Quirino Tomás, dando o mote para uma reflexão aprofundada e muito pessoal sobre o ato de caminhar. O autor dá-se a conhecer nas suas próprias palavras. Escuteiro em criança e na adolescência, explica que foi nessa época que aprendeu “valores fundamentais” com o objetivo “de criar um mundo melhor, uma sociedade mais equitativa e justa” e de “cooperação em vez de competição”. Além de ter começado aí a ganhar consciência ambiental.

Quando entrou para a faculdade para estudar engenharia civil, Quirino Tomás afastou-se da natureza, e só em 2013 decidiu fazer uma pausa profissional e voltar a conectar-se com o mundo natural. Partiu para oriente e acabou por viver 16 meses no sudoeste asiático. Este seu livro de estreia está repleto de crónicas e reflexões.

Com informação sobre a importância de caminhar para a saúde física e mental, baseando-se no conhecimento atual na área, partilha histórias pessoais, relatos que escreveu nas caminhadas – ou diários de bordo, como lhes chama. Exemplo é o relato da subida a Hùa, a “grande montanha do oeste”, ou a ascensão aos pináculos de Mulu, na ilha do Bornéu.

Ao mesmo tempo, vai dando dicas sobre como uma pessoa se deve preparar para uma caminhada. Aqui aborda vários temas, desde a alimentação ideal, a roupa a utilizar, os acessórios (como arrumar uma mochila ou o que levar num kit de primeiros socorros), aos vários cuidados a ter para evitar, por exemplo, acidentes ou desconforto. Depois, explica quais os diferentes tipos de caminhada – do pedestrianismo ao trekking, passado pelo alpinismo, o montanhismo ou o hiking, e os vários níveis de dificuldade de um trilho.

No final, dá dicas de como planear uma caminhada e sugere vários trilhos em Portugal, dividindo-os por caminhadas por lagoas, rios e cascatas; bosques e florestas; vales e serras; zonas costeiras; matas e parques florestais; zonas ribeirinhas e frentes oceânicas; e passadiços. O leitor só tem de escolher e fazer-se ao caminho.

O Poder de Caminhar, de Quirino Tomás
Manuscrito
197 páginas
PVP: 14,90 euros

 

30
Jul22

A receita de gelado de chocolate fit para comer naqueles momentos de gula

Niel Tomodachi

É uma alternativa caseira às versões calóricas e carregadas de açúcar que encontra nos supermercados.

Os gelados são uma das maiores tentações do verão, muito devido ao facto de estarem em todo o lado. Nos cafés, nos bares da praia e nos supermercados. O grande problema é que, embora existam inúmeras opções no mercado, a maioria que se encontra à venda é pouco saudável, bastante calórica e, por isso, péssima para a dieta. Mas isso não significa que tenha de se privar deste tipo de doce.

É possível preparar versões caseiras equilibradas nutricionalmente, pobre em calorias, ricas em proteínas — e com benefícios para a saúde. Tudo isto, claro, com a garantia de que sabem tão bem quanto os gelados das marcas mais conhecidas do mercado.

Esta sugestão da nutricionista Lia Faria é um bom exemplo disso. A receita para uma pessoa tem mais de 20 gramas de proteína e o aspeto guloso do chocolate com o topping de nozes  faz qualquer um ficar a salivar por mais.

 

Do que precisa

— 250 gramas de iogurte grego light (ou de soja natural)
— 4 colheres de chá de cacau cru em pó
— 5-6 gotas de stevia líquida (podem ajustar a quantidade ao vosso paladar)
— 15 gramas de chocolate 70 por cento de cacau
— 1 colher de sopa de bebida vegetal ou leite magro
— 10 gramas de nozes picadas

Como se faz

Numa tigela, comece por misturar o iogurte com o cacau em pó e mexa muito bem. Adicione as gotas de stevia e envolva. À parte, derreta o chocolate em banho-maria, e adicione a bebida vegetal (ou leite magro). Quando estiver bem derretido, retire e verta sobre o preparado anterior. Coloque por cima, as nozes picadas e leve ao congelador, entre 1 a 2 horas, consoante a vossa preferência de textura.

 

29
Jul22

Nova série de Neil Patrick Harris é uma espécie de “O Sexo e a Cidade” do mundo gay

Niel Tomodachi

“Uncoupled” estreia esta sexta-feira na Netflix. É do criador do super êxito “Emily em Paris”.

Chama-se “Uncoupled” e é a nova série de Darren Star, o homem por trás de “O Sexo e a Cidade” e “Emily em Paris”. A produção de oito episódios, criada em colaboração com Jeffrey Richman, estreia esta sexta-feira, 29 de julho, na Netflix.

O protagonista é Michael Lawson (Neil Patrick Harris), um agente imobiliário bem-sucedido de Nova Iorque, habituado a vender penthouses por milhões de dólares. Michael está com o companheiro Colin há 17 anos. Contudo, na noite do 50.º aniversário de Colin, quando Michael lhe prepara uma extravagante festa de supresa, o parceiro decide abandoná-lo e terminar a relação de forma fria.

O que resta é um Michael destroçado que se terá de deparar com um admirável mundo novo que não compreende — o dos encontros amorosos, passados quase 20 anos. Agora há aplicações para conhecer pessoas, redes sociais e fotos íntimas enviadas em chats.

O enredo acompanha a jornada de Michael, ora cómica ora dramática, enquanto conhece pessoas que lhe falam desde tratamentos preventivos da SIDA até botox no anús, passando pela discussão sobre o uso ou não de preservativos. Michael só queria mesmo conviver em casa com Colin — alguém que, compreensivelmente, vai demorar a esquecer.

“Uncoupled” está a ser bastante comparada a “O Sexo e a Cidade”. Nesta história, Michael acaba por representar o papel de Carrie Bradshaw, enquanto Colin é, claro, Big. O protagonista tem ainda os seus melhores amigos Billy e Stanley — que partilham características com Charlotte, Samantha ou Miranda —, além da sua parceira de negócios Suzanne.

Não só os temas são idênticos, como o imaginário é semelhante. Toda a série de “Uncoupled” se passa entre a elite económica nova-iorquina, de personagens que vivem em apartamentos em arranha-céus deslumbrantes, onde não há necessidade de se falar sobre classes sociais ou política. 

Tudo isso fica posto de parte para que os espectadores apenas se concentrem na vida amorosa de Michael. As diferenças geracionais também estarão em destaque, enquanto o protagonista se vai cruzando com algumas pessoas mais novas. 

Além de Neil Patrick Harris, cujo papel está a ser bastante elogiado, o elenco de “Uncoupled” inclui nomes como Emerson BrooksNic RouleauColin HanlonJonah PlattIván Amaro BullónTisha CampbellTuc WatkinsBrooks Ashmanskas ou Jay Santiago, entre outros.

 

29
Jul22

Click It: a nova marca de camisas sem género (que também são personalizáveis)

Niel Tomodachi

Têm padrões berrantes e outros mais sóbrios. No futuro planeiam lançar um vestido para todos.

A geração Z, nome dado a todos aqueles nascidos entre a segunda metade dos anos 90 até ao início de 2010, tem sido responsável por uma grande alteração no pensamento da sociedade. Segundo um estudo americano publicado em 2021, 1,2 milhões dos cidadãos daquele país identificavam-se como não-binários. Ou seja, não se identificam nem como homens nem como mulheres. A indústria da moda está a acompanhar esta tendência, e cada vez mais vemos novas marcas a apostarem em coleções que fogem ao binário.

Este fenómeno também se está a fazer sentir em Portugal, e a Click It, uma marca de camisas lançada em maio, pretende desconstruir aquilo que é o género, e os papéis e regras a ele associados, com o lançamento de peças que ficam bem em todos, independentemente daquilo com que se identificam.

“No ano passado despedi-me do trabalho onde estava”, começa por contar à NiT a fundadora Inês Duarte, de 29 anos. Estava na área da decoração e era a responsável da Península Ibérica na sua empresa. “A escolha não foi fácil, mas precisava de um desafio maior. Tinha um cargo muito bom”, mas sentia que já não havia espaço para evolução.

A ideia da Click It e das camisas sem género surgiu durante uma simples viagem de autocarro. Olhou para uma passageira que lhe chamou a atenção. “Uma rapariga tinha uma camisa branca e uma gola leopardo. Era uma opção diferente, mas não ia além disso e não dava para fazer mais nada com ela”, recorda.

A camisa é uma peça que já todos temos no armário, mas a proposta da marca não é apenas mais uma. O colarinho pode ser removido e trocado por outras cores e padrões diferentes, tal como o bolso. “Com algo básico conseguimos ter vários looks diferentes para muitas ocasiões: para ir trabalhar ou beber um copo. Só é preciso fazer esta mudança”, explica.

Não é um processo complicado e demora apenas segundos. Tanto o colarinho como a camisa vêm com molas que depois se ligam — e que acabam por ficar escondidas pelo tecido.

Para tornar a peça unissexo, optou por um aspeto oversized. “O que define a construção de uma camisa é o seu tamanho. Quando seguimos esta abordagem fica a servir a qualquer pessoa, independentemente também do corpo”, realça. Para criar uma proposta ainda mais abrangente, disponibilizam todos os artigos do XS ao XXXL, não deixando ninguém de fora.

“A desconstrução da questão binária faz cada vez mais parte da sociedade, e não é uma peça de roupa que vai definir o nosso género, especialmente quando já temos tantas pessoas a lutar pela sua identidade”, explica a fundadora. “Não vou lutar contra o mundo e vou encontrar linhas mais retas no design das camisas, mas o objetivo é que toda a gente se questione sobre o género da roupa”, acrescenta. Mas garante que até quem é cisgénero e heteronormativo pode adquirir as diferentes peças.

Têm três tipos de golas diferentes para a mesma camisa, e o objetivo é que cada pessoa se encontre e se sinta representada na sua escolha. “Temos a clássica, com um corte normal, uma romântica com um aspeto redondo e outra mais bicuda, que chega ao bolso da camisa”, refere. Em termos de cores têm quatro propostas: verde, azul, amarela com texturas e um padrão que as junta todas.

As peças são vendidas em separado, para que consiga criar a sua roupa de sonho. As golas custam 26€, a camisa 53€ e os bolsos 18€. No futuro, planeia criar um vestido também não-binário, “onde a ideia poderá ser trocar as mangas”, revela. Caso esteja interessado nesta fórmula revolucionária, pode passar pelo site da marca. 

 

29
Jul22

Na Lourinhã, até os cães querem ir ver os dinossauros. E têm bares só para eles

Niel Tomodachi

Aberto desde 2018, o Dino Parque apresenta 180 modelos de espécies de dinossauros à escala real. Bilhetes desde 8,50€.

Sair em família significa, para muitos portugueses, incluir todos os seus membros — até os de quatro patas. Ainda há muitos locais onde o animal de estimação tem de ficar à porta, mas não é esse o caso do Dino Parque — um parque temático na Lourinhã dedicado à história dos dinossauros e que é o maior museu ao ar livre em Portugal.

“O Dino Parque desde a sua abertura que permite que os animais acompanhem os seus donos na visita. Queremos que a visita seja para toda a família e, portanto, os animais de estimação são sempre bem vindos. Inclusivamente temos alguns Dog Bars ao longo do parque para que possam beber água”, diz Tiago Marques, gestor de marketing do Dino Parque.

“Não fazemos discriminação”, refere o mesmo responsável à PiT. “Todos os animais de estimação são bem vindos, desde que não coloquem em risco a sua segurança nem a dos restantes visitantes”. É por isso que a visita “tem de ser feita de trela ou outro equipamento que o dono possa controlar”.

Além disso, “no caso dos cães, os donos têm de fazer prova de que trazem sacos para recolha de dejetos (é esse o único bilhete que os animais de estimação necessitam)”, acrescenta Tiago Marques. Sim, porque aqui os animais têm entrada gratuita.

Sobre o tipo de animais que mais costumam visitar o Dino Parque, os cães estão em maior número, mas não são os únicos. “Já recebemos a visita de gatos e até de aves”, sublinha o gestor de marketing. A cadelinha Dora foi a primeira visitante de quatro patas que o parque recebeu, a 10 de fevereiro de 2018, poucos dias depois de ter aberto ao público.

“Praticamente todos os dias somos visitados por famílias que trazem o seu animal de estimação. No período de férias é ainda mais frequente encontrarmos estes visitantes”, refere Tiago Marques.

Neste parque pode caminhar lado a lado com as mais deslumbrantes espécies de dinossauros e aprender sobre a sua existência, bem como sobre a sua passagem por Portugal e pelo resto do mundo.

No Dino Parque poderá observar mais de 180 modelos de espécies de dinossauros à escala real (incluindo 12 espécies portuguesas únicas da região), divididos pelos quatro mais importantes períodos da história da Terra e da evolução da vida.

O convite é tentador: “visite o verdadeiro Mundo Jurássico no Dino Parque Lourinhã”. No verão está aberto todos os dias a partir das 10 horas, encerrando às 19 horas (última entrada às 17h30), e é um local único para viver uma verdadeira aventura em família.

Se está a pensar numa visita, o parque fica situado na Rua Vale dos Dinossauros, 25, Abelheira – Lourinhã. Para qualquer dúvida, basta contactar através do 261 243 160. O preço do bilhete é de 8,50€ para as crianças dos 4 aos 12 anos e de 11,05€ para os adultos.

 

29
Jul22

M.A.J.O Treats. Marca portuguesa aposta em snacks gluten free para os patudos

Niel Tomodachi

De Almada para o mundo, produz biscoitos, desidratados, dog chews e donuts. Todos naturais e livres de conservantes.

“Sou mais fã de comer do que de cozinhar”, brinca Daniela Mendes, fundadora da M.A.J.O. Treats. Tem 26 anos e desde que começou a viver sozinha, aos 17, sabe cozinhar. Apesar de não ser grande fã da arte, quando o assunto é cozinhar para os patudos, o sentimento é outro.

“Tenho imenso gosto em fazer experiências e invenções na cozinha para encontrar os produtos perfeitos para os patudos, conta à PiT.  O projeto nasceu em fevereiro de 2021 e tem como foco a confecção de snacks naturais para os animais; todos gluten free, preparados com farinha de arroz e aveia e livres de corantes, conservantes e aditivos.

Desde cedo, lembra ser apaixonada pelos animais. Quando pôde, começou a ser voluntária em diversas associações e a participar em programas CED (Capturar-Esterilizar-Devolver) de colónias de gatos na zona em que vive.

Além dos trabalhos, Daniela foi FAT (Família de Acolhimento Temporário) de diversos animais. No entanto, foi vítima da fofura de alguns deles e quando se apercebeu, “já tinha a casa cheia”. Hoje em dia, é tutora dos gatos Maui, Abu, Jade e do cão Orion.

Os “filhotes” de quatro patas de Daniela não poderiam estar mais envolvidos na M.A.J.O. Treats. Além de serem responsáveis pelo nome da marca (criado utilizando as suas iniciais), influenciaram a sua criação. “O Orion sempre foi super seletivo com a comida e, quando percebi que gostava muito dos snacks que eu fazia, vi aí uma grande oportunidade de dar a conhecer estes petiscos a mais patudos”, partilha.

A jovem formou-se na área das Ciências e, apesar de querer seguir Ciências da Nutrição, acabou por licenciar-se em Gestão de Recursos Humanos. No entanto, com a chegada dos três felinos e do cão, Daniela resolveu estudar nutrição e alimentação natural para animais, além de fazer diversos workshops, todos com o intuito de “proporcionar-lhes a melhor alimentação possível”.

Por outro lado, mesmo com a casa cheia, Daniela não largou a vertente de voluntária. Em fevereiro deste ano, quando a M.A.J.O. completou um ano, a jovem resolveu ajudar aqueles que mais precisavam.

Durante um mês, converteu 50% do lucro das vendas em doações para o Canil da Aroeira, uma associação no concelho de Almada, onde vive.  “Foi muito gratificante, com a ajuda dos clientes conseguimos doar 140kg de comida”, conta.

 

Os ingredientes naturais na dieta do patudo

Quando começou a fazer os snacks para os animais, o interesse pelos alimentos naturais já existia. Mas agora, com a M.A.J.O. Treats, Daniela Mendes procura sempre frisar a importância de optar por snacks naturais para eles. Entre os benefícios, cita a capacidade de evitarem o surgimento de diversas doenças e “condições de saúde desagradáveis, como a obesidade, alergias doenças cardiovasculares, entre outras”.

A ementa dos biscoitos está dividida em três secções: carne, peixe e especiais. Na primeira, pode escolher entre biscoitos de frango, vaca ou peru frescos. Nos peixes, pode optar por atum, salmão, pescada ou sardinha.Cada uma das opções carnívoras são transformadas em biscoitos que contam também com ingredientes como frutas, vegetais e grãos.

Nos especiais, estão os “peaners”, compostos por maçã, manteiga de amendoim crispy e canela.

Os valores variam mediante a quantidade e o tutor pode optar por 70 ou 100 gramas. Nos de carnes, variam entre 2.99€ e 3.99€. Nos peixes, entre 2.99€ e 4.10€ e nos especiais, os respetivos valores são 2.90€ e 3.90€.

Há ainda as edições especiais, com formatos diversos e personalizáveis (entre 1.20€ e 4€), os desidratados (entre 1.70€ e 7.85€) , os dog chews (3.80€ e 4.10€) e os donuts (2.50€ por unidade).

 

28
Jul22

Feira do Livro do Porto com homenagem a Ana Luísa Amaral

Niel Tomodachi

A Feira do Livro do Porto, que decorrerá entre 26 de agosto e 11 de setembro, nos Jardins do Palácio de Cristal, vai celebrar a poeta e tradutora Ana Luísa Amaral, e terá como mote "Imaginar e Agir".

Feira do Livro do Porto com homenagem a Ana Luísa Amaral

Em declarações hoje aos jornalistas, no final da apresentação do programa cultural, que reunirá mais de 100 atividades, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, disse que os custos de produção do evento, que "é mais do que um festival literário e não é apenas uma feira", rondam os 400 mil euros, recorrendo a recursos humanos da autarquia.

"Será o retorno a uma feira mais livre, em que as pessoas podem circular muito mais à vontade, mas com a programação de sempre, variada e com gente muito estimulante, de várias gerações, com programadores, mediadores e com muitos poetas", referiu o responsável pela programação, Nuno Faria.

Este será o primeiro ano pós-pandemia em que o festival literário decorre sem restrições de lotação, em que o mote passa por 'Imaginar e Agir', e a poesia estará em destaque.

A homenageada deste ano, lisboeta de nascença e portuense por adoção, Ana Luísa Amaral foi recentemente galardoada com o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.

Hoje admitiu que tem "pena que Rui Moreira vá embora", pelo "imenso" trabalho que tem realizado na área da cultura, como a Feira do Livro, que é já "uma referência" muito importante no país.

Considerada um nome maior da poesia portuguesa, Ana Luísa Amaral notabilizou-se, também, como escritora para o público infantojuvenil, além de prosseguir uma atividade relacionada com o estudo da obra de mulheres escritoras.

Além de um doutoramento sobre a poesia de Emily Dickinson, tem como áreas de investigação Poéticas Comparadas, Estudos Feministas e Estudos Queer.

No primeiro sábado da Feira do Livro do Porto, 27 de agosto, ser-lhe-á atribuída a Tília de Homenagem, à semelhança do que aconteceu com outros artistas celebrados em edições anteriores.

Integralmente organizada pela Câmara do Porto, a feira contará, nesta 9.ª edição, com a participação de 84 entidades, distribuídas por 126 pavilhões na Avenida das Tílias.

Os visitantes terão também à sua disposição uma programação cultural composta por várias sessões de Conversas, Lições, Oficinas, Concertos, Cinema, Exposição, Rádio e 'Palavra Soprada'.

O Auditório da Biblioteca Almeida Garrett vai receber o conjunto de lições, este ano dividido em dois programas, o primeiro, com curadoria de Nuno Faria (no qual se integra a lição de Ana Luísa Amaral sobre Emily Dickinson, a 28 de agosto) e, o segundo, Lições Brasileiras, com curadoria da investigadora Joana Matos Frias.

As Conversas regressam com três desdobramentos, 'Brancura de Relâmpago' - com quatro sessões programadas por João Gesta (programador das Quintas de Leitura), conduzidas por Inês Fonseca Santos - 'Poemagens' e 'O Poema Ensina a Cair', um verso de Luiza Neto Jorge, que também serve de nome ao projeto de divulgação dirigido por Raquel Marinho.

Haverá igualmente a exposição "Escrevo Para um Amigo que Virá", de Manuel Gusmão, e o programa "Palavra Soprada", com destaque para uma sessão das Quintas de Leitura, dedicada à poesia de Ana Luísa Amaral.

O centenário de Agustina Bessa-Luís será celebrado com uma sessão de Palavras Sopradas, apelidada de "Longos Dias têm Cem Anos", um dos títulos da escritora (dedicado aos artistas Maria Helena Vieira da Silva e Arpaz Szénes).

Haverá ainda um ciclo de cinema, a cargo do Cineclube do Porto, e música, com os Concertos de Bolso, e o Porta-Jazz ao Relento, entre outros.

Para o público infantojuvenil estão programadas cerca de meia centena de atividades.

No total, o programa da Feira do Livro do Porto 2022 inclui 22 concertos, 11 conversas, nove lições, quatro sessões de cinema, cinco sessões de "Palavra Soprada" e 46 atividades infantojuvenis, atividades que se ramificam pelos Jardins do Palácio de Cristal, Biblioteca Municipal Almeida Garrett, Casa do Roseiral e Extensão do Romantismo.

A Rádio Estação estará igualmente de regresso, voltando a sintonizar-se a partir da Avenida das Tílias, durante todo o horário de funcionamento da Feira do Livro.

 

28
Jul22

Humanidade consumiu até hoje tudo o que o planeta pode produzir num ano sem se esgotar

Niel Tomodachi

Até hoje, a humanidade terá consumido tudo o que o planeta pode produzir num ano sem se esgotar, o que significa que viverá o que resta de 2022 a crédito, alertam duas Organizações Não Governamentais (ONG).

Humanidade consumiu até hoje tudo o que o planeta pode produzir num ano sem se esgotar

Em sentido figurado, seriam necessários 1,75 planetas Terra para suprir as necessidades da população de forma sustentável, segundo um indicador criado por investigadores no início dos anos 1990, que continua a piorar.

Esta data, 28 de julho, corresponde ao momento em que "a humanidade consumiu tudo o que os ecossistemas podem regenerar no espaço de um ano", explicam as ONG Global Footprint Network e WWF.

"Durante os 156 dias restantes [até o final do ano], o nosso consumo de recursos renováveis irá consistir em corroer o 'capital natural' do planeta", alerta Laetitia Mailhes, da Global Footprint Network.

Estes dados nem têm em conta as necessidades de outras espécies que vivem na Terra.

"Temos também que deixar espaço para o mundo selvagem", refere.

O 'Overshoot Day' (Dia de Sobrecarga da Terra) ocorre quando a pressão humana excede as capacidades regenerativas dos ecossistemas naturais.

Segundo a Global Footprint Network, que monitoriza esta mediação, este indicador tem aumentado ao longo de 50 anos: 29 de dezembro de 1970, 04 de novembro de 1980, 11 de outubro de 1990, 23 de setembro de 2000 e 07 de agosto de 2010.

Em 2020, esta data foi adiada por três semanas, devido ao efeito dos confinamentos motivados pela pandemia de covid-19, antes de regressar aos níveis anteriores.

Esta pegada ecológica é calculada a partir de seis categorias diferentes: agricultura, pastagens, áreas florestais necessárias para produtos florestais, áreas de pesca, áreas construídas e áreas florestais necessárias para absorver o carbono emitido pela combustão de 'combustíveis fósseis' e que está intimamente ligada aos padrões de consumo, principalmente nos países ricos.

Por exemplo, se todos os humanos vivessem como os franceses, o 'Overshoot Day' teria ocorrido ainda mais cedo, em 05 de maio de 2022.

O WWF e a Global Footprint Network apontam o dedo em particular para o sistema alimentar.

"O nosso sistema alimentar perdeu a cabeça com o consumo excessivo de recursos naturais, sem atender às necessidades da luta contra a pobreza" por um lado, e por outro uma epidemia de excesso de peso e obesidade, sublinha Pierre Cannet, do WWF França.

As duas ONG destacaram que a pegada ecológica dos alimentos é considerável, sendo que a produção de alimentos mobiliza todas as categorias de pegada, em especial as de cultura (necessárias para a alimentação animal e humana) e de carbono (a agricultura é um setor de alta emissão de gases de efeito estufa).

"No total, mais da metade da biocapacidade do planeta (55%) é usada para alimentar a humanidade", salientam.

Mais especificamente, "uma grande parte dos alimentos e matérias-primas são utilizados para alimentar os animais e os animais que consumimos posteriormente", detalha ainda Pierre Cannet.

No caso da União Europeia, "63% das terras cultiváveis (...) estão diretamente associadas à produção animal".

No entanto, a agricultura contribui para a desflorestação, para as alterações climáticas, emitindo gases de efeito estufa, para a perda de biodiversidade e para a degradação dos ecossistemas, enquanto utiliza grande parte da água doce, apontam as ONG.

Com base em recomendações científicas, estas defendem a redução do consumo de carne nos países ricos.

"Se pudéssemos reduzir o consumo de carne para metade, poderíamos adiar em 17 dias a data do Dia de Sobrecarga da Terra", explica Laetitia Mailhes.

Já limitar o desperdício de alimentos permitiria adiar a data em 13 dias, acrescentou, salientando que um terço dos alimentos é desperdiçado no mundo.

 

28
Jul22

NÃO POUPAMOS ESFORÇOS: Emergência Cabo Delgado

Niel Tomodachi

NÃO POUPAMOS ESFORÇOS: Emergência Cabo Delgado

No passado dia 5 de Junho, os terroristas em Cabo Delgado atacaram a aldeia de Nanduli, situada a cerca de 30 km da Comunidade de Silva Macua, onde a Helpo trabalha desde 2009, dando origem a uma sequência de ataques e incidentes nos distritos de Ancuabe, Metuge e Mecufi, dois deles distritos limítrofes de Pemba, capital da província de Cabo Delgado.

O distrito de Metuge é o segundo distrito com maior concentração de pessoas deslocadas desde que se assistiu ao início dos conflitos armados em 2017, e as pessoas estão a viver esta situação tumultuosa com grande inquietação, tendo originado uma nova fuga, que a OIM estima que, para já, resulte na deslocação de mais 12.000 pessoas.

A Helpo trabalha nas localidades de Silva Macua, Mahera, Impire, Miéze e Ngoma, nos três distritos referidos, e está a seguir a situação com profunda preocupação e proximidade, sendo que, para já, a normalidade desapareceu das aldeias, escolas e casas, com mais de um terço das escolas do distrito de Ancuabe fechadas, a título de exemplo.

A nossa atenção foca-se na instabilidade que recai sobre a vida das crianças e jovens, que mais uma vez se veem privados de uma frequência escolar regular (após dois anos de profundas disrupções no acesso a este serviço), com todas as consequências que este aspeto acarreta para o seu futuro; e na situação de extrema vulnerabilidade em que se encontrarão mais uma vez as famílias em fuga, sem acesso àquilo que lhes permita sobreviver e suprimir as suas necessidades mais básicas.

Este episódio vem recordar-nos que, embora com menor mediatismo, o conflito armado no norte de Moçambique não findou, e a profunda crise de deslocados e suas consequências continuam a merecer-nos toda a atenção e empatia, e a exigir-nos a mobilização de esforços e recursos necessários para responder a quem mais uma vez precisa de toda a ajuda possível.

Ao nosso alcance, está dar o apoio necessário às pessoas e instituições, para que haja um retorno à normalidade em termos de acesso a bens essenciais e de serviços básicos, e não pouparemos esforços nesse sentido.

Agradecemos todo apoio fundamental que as crianças e suas comunidades recebem, através de todos os que nos têm ajudado a cumprir a nossa missão, e esperamos continuar a ser merecedores da vossa confiança.

A Helpo recebe apoios para fazer face a esta situação através da sua conta dedicada à resposta às emergências:

IBAN PT50 0010 0000 34833480006 19

ou através do Ser Solidário - MbWay ou Multibanco.

 

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