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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

02
Jun22

"As Sete Marias que Matavam Franceses" de Domingos Amaral

Niel Tomodachi

Wook.pt - As Sete Marias que Matavam Franceses

Sobre o Livro:

Em março de 1809 inicia-se a segunda invasão francesa e o marechal Soult entra com as tropas de Napoleão por Chaves e dirige-se para o Porto, lançando o terror no Norte de Portugal. Com receio de que a sua quinta em Amarante seja também assaltada, as sete filhas ilegítimas do general Galopim regressam à casa onde sempre viveram para a defenderem dos franceses.

Vindas de Lisboa, onde tentavam convencer o pai a perfilhá-las, as sete marias - Maria do Céu, Maria dos Anjos, Maria das Dores, Maria da Fé, Maria da Glória, Maria do Amparo e Maria Madalena - preparam-se para lutar, enquanto o pai, o general Galopim, é colocado no Porto a chefiar os exércitos portugueses, acompanhado da bela Francisca, uma antiga criada por quem se apaixonou. Porém, apesar dos esforços das tropas nacionais, junto das quais lutam o capitão Lobo, Frei António e milhares de populares, o Porto não resiste ao poderoso exército francês.

Derrotados, enquanto esperam pela chegada dos ingleses, os portugueses têm de fugir das pilhagens e dos massacres que fustigam as povoações do Norte, executados pelo mais cruel dos generais franceses, Loison, o célebre Maneta, que já aterrorizara Portugal durante a primeira invasão, e que é ajudado por um famoso assassino de mulheres, o Príncipe de Salm. E será em Amarante, que Loison tenta conquistar e que Salm aterroriza, onde as sete marias, ajudadas por Francisca, pelo capitão e pelo frade, irão ficar célebres por terem defendido a sua terra com bravura, matando a tiro muitos soldados napoleónicos e resistindo com tremenda coragem aos assassinos franceses que as perseguem

 

Sobre o Autor:

Domingos Amaral nasceu a 12 de outubro de 1967, em Lisboa. É pai de quatro filhos, três raparigas e um rapaz. Formado em Economia pela Universidade Católica Portuguesa, onde é atualmente professor da disciplina de Economia do Desporto (Sports Economics), tem também um mestrado em Relações Económicas Internacionais, pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque. Durante muitos anos foi jornalista, primeiro no jornal O Independente, onde trabalhou durante 11 anos, tendo depois sido diretor das revistas Maxmen, por sete anos, e GQ, durante quatro anos. Atualmente, é administrador da Escola Ave Maria e comentador na SportTV.

 

02
Jun22

A versão saudável e deliciosa dos famosos manhãzitos que os miúdos vão adorar

Niel Tomodachi

Farinha de espelta, açúcar de coco, canela e bebida vegetal de amêndoa são alguns dos ingredientes que vai precisar.

Encontrar pequenos-almoços ou lanches que sejam saudáveis e saborosos, que agradem aos miúdos e que os pais aprovem, nem sempre é tarefa fácil.

A criadora de conteúdos Vanessa Alfaro conhece bem essa dificuldade e, por isso, partilhou com os seus seguidores a receita que, garante, “vai agradar os mais pequenos, mas também os graúdos”.

Desta vez, a proposta da influencer, conhecida por partilhar versões mais benéficas para a saúde de panquecas, bolos, refeições principais e bebidas, é uma versão dos famosos manhãzitos “fofos” e “docinhos”. 

Farinha de espelta, açúcar de coco, canela e bebida vegetal de amêndoa integram a lista de ingredientes, fáceis de encontrar e necessários para garantir uma receita que agrada a toda a família.

Do que precisa

— 500 gramas de farinha de espelta
— 100 gramas de açúcar de coco
— 1 colher de sobremesa de canela
— 1 saqueta de fermento de padeiro
— 100 ml de bebida vegetal de amêndoa morna
— 3 ovos
— 1 colher de sopa de manteiga vegetal
— raspas de um limão
— 1 gema de ovo
— chocolate 70 por cento cacau ou pepitas de cacau

 

Como se faz

Comece por colocar a farinha numa taça ou tigela. Em seguida, abra um buraco no meio e adicione o açúcar de coco, o fermento de padeiro dissolvido na bebida vegetal, os dois ovos inteiros, a manteiga vegetal e as raspas de limão. Amasse durante 10 minutos — se necessário, acrescente farinha —, tape com um pano e deixe levedar por duas horas.

Uma vez levedada, utilize a massa para fazer bolas. Decore-as com pepitas de cacau ou junte-lhes chocolate derretido no final. Enquanto pré-aquece o forno a 180ºC, pincele cada bola com um ovo. Coza os manhãzitos entre 25 a 30 minutos e, se desejar, finalize com chocolate negro derretido.

 

01
Jun22

Temporada final de “Love, Victor” tem um novo trailer

Niel Tomodachi

O triângulo amoroso que concluiu o capítulo passado poderá muito bem transformar-se num quadrado.

A história de “Love, Victor” está prestes a chegar ao fim, por coincidência, em pleno mês do Orgulho LGBTQIA+ — junho é o mês em que esta comunidade é celebrada, com vários eventos e iniciativas pelo mundo. A terceira e última temporada da série derivada de “Love, Simon” estreia na Disney+ a 15 de junho. O trailer para o projeto já foi lançado, e vamos descobrir com quem é que Victor (Michael Cimino) decide ficar:  Benji (George Sear) ou Rahim (Anthony Keyvan).

“Esta temporada mostra Victor numa jornada de autodescoberta — não apenas decidindo com quem é que quer estar, mas, mais amplamente, quem ele pretende ser. Com o final do ensino secundário à porta, Victor e os seus amigos deparam-se com um novo conjunto de problemas que devem resolver para fazerem as melhores escolhas para os seus futuros”, revela a sinopse. 

Recorde-se de que no final da última temporada vimos o jovem a ser confrontado com uma decisão importante, para a qual ainda não tinha resposta. Este será um dos elementos fulcrais do novo (e último) capítulo. Outro ponto da trama que também será essencial é Nick (Nico Greetham), um novo aluno que Victor conhece na igreja — e por quem poderá começar a desenvolver sentimentos. O triângulo amoroso da temporada passada vai, então, transformar-se num quadrado.

Na segunda temporada formaram-se novos casais, nomeadamente Pilar (Isabella Ferreira) e Felix (Anthony Turpel). A partir de 15 de junho vamos descobrir em que ponto está este relacionamento. Por outro lado, a temática LGBTQIA+, e especialmente as dúvidas que a envolvem, continuará a ser abordada na série.

 

01
Jun22

“Sort of”: a série focada numa jovem não-binária está prestes a estrear na Fox Life

Niel Tomodachi

A protagonista da série de comédia ternurenta quebrou barreiras e não revelou aos pais o feito porque temia as suas reações.

Os membros de comunidades antes afastadas das luzes da ribalta são cada vez mais os protagonistas de histórias que revelam as dificuldades de todos os que não se conformam com os padrões definidos pelo resto da sociedade. Graças a “Pose” vimos MJ Rodriguez a tornar-se na primeira mulher transgénero a receber um Globo de Ouro. Laverne Cox, outra mulher trans, também já foi premiada com um Emmy após realizar o documentário “The T Word”.

Não são cisgénero nem caucasianas, e os feitos por elas alcançados seriam inimagináveis apenas há umas décadas. A representatividade de minorias continua a ganhar força em Hollywood, e este tipo de histórias e papéis começam aos poucos a serem cada vez mais comuns. O mais recente exemplo é “Sort Of”, uma série original da HBO, que estreia na Fox Life este sábado, 4 de junho.

Tal como Rodriguez e Cox, também a estrela do projeto não se conforma com as normas impostas pela sociedade e, acima de tudo, não é branca. Bilal Baig é não-binária e de descendência paquistanesa. As suas raízes ajudarem-na a tornar-se na primeira pessoa queer, muçulmana e sul-asiática a protagonizar uma série no horário nobre do Canadá, país onde nasceu — e onde a série foi transmitida originalmente. A sua infância sempre foi muito protegida. Em Toronto, a sua vida não ultrapassava os limites dos bairros indiano e paquistanês. “Foram dessas zonas era a grande cidade má. Era o lugar onde poderíamos ser assassinados. Mas admito que ficava entusiasmada quando via a Torre CN. O cliché era verdade: a cidade encerrava muitas possibilidades. Desde que era muita jovem que tinha o pressentimento de que existiam mais coisas a acontecerem que os meus pais não revelavam. Estava curiosa.”

Na vida real, o background de Baig reflete uma vida constantemente em risco. “Sort Of” é uma série ternurenta, engraçada e humana, que não esquecee as raízes da protagonista. “Sempre consumi muitos conteúdos trans e não-binários com esperança de me ver retratada algures nos media e na arte. Penso que só começamos a correr riscos reais na criação artística quando sabemos que existem múltiplas representações de todas estas comunidades”, contou a jovem de 26 anos à “NBC News”.

Na série, encarna o papel de Sabi Mehboob, uma millenial de género fluído que tenta gerir várias identidades. É bartender num bar queer, filha mais nova de uma família paquistanesa e ama de uma família abastada. 

Durante a narrativa surge uma proposta irresistível: ir viver para Berlim, um paraíso para membros da comunidade LGBTQIA+. Recusa e decide continuar a ser ama. Quando a mãe dos miúdos tem um grave acidente, vemo-la a pensar sobre todos os aspetos da sua vida, partindo numa viagem interna que reflete sobre temas como raça, cultura, sexualidade e identidade de género. “Ela abdica apenas de um pouco de conforto na primeira temporada, e é isso que acaba por abrir um mar de possibilidade. Começa num sítio bastante protegido, mas as paredes vão todas abaixo em poucos segundos.” São as pequenas alterações que fazem com que a protagonista comece a gostar mais de si mesma.

O projeto afasta-se dos clichés que, mesmo sem nos apercebermos, vemos em séries e filmes com personagens trans. “Disseram-me que quando existe uma história com uma personagem trans, existe sempre um espelho. Vemo-los a olharem para si mesmos, a odiarem o corpo e a examinarem-se minuciosamente. Não há espelhos nesta série, e isso não foi propositado”, revela a protagonista. Em vez disso, a série tenta mostrar-nos as diferentes formas de como podemos “colaborar com outras pessoas e dispensar uma parte do controlo.” “Estamos a colocar algumas questões que nos fazem pensar na forma como partilhamos este mundo.”

Durante as gravações trabalhou com um elenco que descreve como de sonho. “Quando dizia que gostava de envolver determinada pessoa, isso simplesmente acontecia. É basicamente a minha lista de sonho de participações.”

Houve, claro, dificuldades no processo, especialmente quando Fabriio Filippo, o criador, lhe apresentou a ideia. “Porque é que uma millenial, não-binária e castanha, que sente que está em transição, deveria fazer uma história que no é sobre si própria, contigo?”, interrogou-se. Filippo revela que também ele estava a passar por uma transição, após terminar um casamento de 15 anos. A confissão tocou Baig, que adorou ouvir uma pessoa cisgénero a usar a palavra “transição”.

Apesar das reservas, não conseguiu evitar sentir-se entusiasmada quando recebeu a proposta. “Quando o Fab me pediu para aparecer na televisão, disse-lhe que o alcance que aquilo poderia ter fez-me sentir poderosa. As pessoas das minhas comunidades têm tantas dificuldades em conseguir chegar aos palcos. Estar mesmo dentro das casa das pessoas e apresentar várias identidades diferentes enquanto lá estamos… havia algo muito empoderador nisso.”

Algumas questões têm de ser sempre abordadas numa série que tem a transsexualidade tão presente, e a família é uma delas. Ellora Patnaik é Raffo, a mãe muçulmana de Sabi. Sempre esteve alheia à transição da filha, mas quando se apercebe de todas as mudanças, tenta criar uma nova relação com ela. O que se segue é uma luta interna entre o desejo de se voltar a conectar com a filha e os valores com que sempre cresceu. “Nós queríamos uma relação no contexto da qual pudéssemos sentir que não existia nenhum vilão. Nem a Sabi nem a Ellora são más uma para a outra.” Em vez disso, tentam compreender-se. “Entre elas é sempre um passo à frente e dois atrás, até chegarem ao momento em que se conseguem entender mutuamente, apesar de tudo. E isso é entusiasmante para ela [Raffo]. Vemos uma mulher sul-asiática a examinar o que significa ser mãe e dedicar-se aos filhos — particularmente a Sabi — que não se encaixam na norma.”

Tal como Sabi, também Baig derrubou muros no que diz respeito à sua relação com os pais. Gravou a série sem lhes dar conhecimento, mas, em setembro de 2021, contou que iria introduzir o tema numa conversa com a família. “Não posso simplesmente chegar e dizer´, ‘olá mãe e pai, fiz um programa de televisão.’ Tenho de os deixar entrar em todas as facetas da minha vida. Temos paredes entre nós que funcionaram durante muitos anos, mas não vão funcionar durante muito mais”, confessa. “Escrevi-lhes uma carta sobre isto, e um amigo da escola traduziu-a para urdu [o idioma indo-ariano de influência persa, turca e árabe falado no sul da Ásia], então vão haverá falhas na comunicação. Também já avisei os meus irmãos, e disse-lhes ‘se isto gerar confusão, preciso que fiquem do meu lado.'”

As críticas são positivas, e no site Rotten Tomatoes conta com uma pontuação de 100 por cento. Uma segunda temporada já foi confirmada, mas ainda não foi adiantada uma data de estreia. Na Fox Life, estreia-se a 4 de junho.

 

01
Jun22

Projeto 12. Jogos, histórias e podcasts promovem “justiça acessível e centrada nos direitos da criança”

Niel Tomodachi

Plataforma disponibiliza textos, vídeos, histórias e jogos educativos, podcasts para temas como o divórcio, o bullying e ciberbullying, maus tratos, abuso sexual, passando por matérias como adoção, apadrinhamento civil, acolhimento residencial e familiar e também saúde mental, sentimentos e bem-estar infantil

pexels-pixabay-207891

Lançado há cerca de de duas semanas, o Projeto 12 é um site que disponibiliza informações e modelos de atuação em direitos e garantias das crianças e pretende desmistificar o papel da justiça junto de quem acompanha os mais novos.

A plataforma disponibiliza textos, vídeos, histórias e jogos educativas, podcasts para temas como o divórcio, o bullying e ciberbullying, maus tratos, abuso sexual, passando por matérias como adoção, apadrinhamento civil, acolhimento residencial e familiar e também saúde mental, sentimentos e bem-estar infantil.

O site contempla ainda conteúdos que ajudam pais, educadores e profissionais a prepararem as crianças em caso do ser necessário que os mais novos testemunhem perante a justiça. Conteúdos distribuídos por várias faixas etárias, consoante as diferentes maturidades de crianças e jovens que estão a lidar com os problemas enumerados.

[Fotografia: Caprura de ecrã]

A iniciativa foi desenvolvida pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças, em parceria com o ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa e a Logframe – Consultoria e Formação e contempla uma área para denúncia e comunicação de situações de perigo, que podem ser submetidas também sob anonimato.

Ao Delas.pt, a psicóloga forense especializada em divórcio, direitos das crianças, parentalidade positiva e prevenção do abuso sexual de menores, Rute Agulhas, e a professora e especialista em Proteção de Crianças e Jovens em Risco, Joana Alexandre, traçam, no dia da Criança – que se assinala a 1 de junho – e por escrito, o retrato do projeto 12 e fazem um primeiro balanço da adesão.

 

Como surgiu este projeto e o quais os objetivos que pretendem atingir?

O projeto 12 é um projeto que visa contribuir para uma justiça acessível e centrada nas necessidades e nos direitos da Criança. Cofinanciado pela Comissão Europeia no âmbito do programa Rights, Equality and Citizenship, procura promover a concretização do Artigo 12.º da Convenção sobre os Direitos da Criança, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1989, e ratificada em Portugal em 1990. O projeto foi desenvolvido pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças, em parceria com o ISCTE-IUL – Instituto Universitário de Lisboa e a Logframe – Consultoria e Formação.

O projeto procurou desenvolver materiais que facilitem o processo de audição de crianças e jovens, ajustado à idade e necessidades das mesmas, bem como o treino e recomendações para profissionais sobre esta matéria, procurando melhorar os procedimentos subjacentes a um processo de audição. Todos os materiais e recurso se encontram em www.projeto12.pt

Rute Agulhas, Psicóloga especialista em Psicologia Clínica e da Saúde, Psicoterapia e Psicologia da Justiça [Fotografia: Orlando Almeida / Global Imagens]

Como pode chegar ao conhecimento das populações mais vulneráveis e/ou desinformadas no online? Como pode ser feito? Vão estar nas escolas, por exemplo? Ou outros mecanismos?

O objetivo é que diferentes profissionais possam fazer uso destes materiais em diferentes contextos. Um professor pode querer usar este recurso, por exemplo, no âmbito de Cidadania e Desenvolvimento. Outros profissionais que trabalhem em contexto comunitário, com famílias com menos recursos digitais, podem também socorrer-se do mesmo.

Professora e especialista em Proteção de Crianças e Jovens em Risco, Joana Alexandre [Fotografia: LinkedIn]

O site prevê várias matérias distribuídas por faixas etárias. Que detalhes de desenvolvimento separam as crianças dos 3-6 anos, até aos 12 e mais de 12 na perspetiva que quem ouve e recebe o relato de uma criança?

A idade e a maturidade são variáveis muito importantes que devem ser tidas em conta num processo de audição. As crianças mais novas, em idade pré-escolar, têm um funcionamento cognitivo mais concreto, são mais autocentradas, têm menor capacidade de atenção e concentração e distinguem apenas as emoções mais básicas. Assim, as entrevistas devem ser mais curtas, com questões mais breves e focadas e que não envolvam a dimensão temporal.

Na idade escolar, as crianças têm maior capacidade de atenção e concentração, conseguem situar os acontecimentos no tempo e distinguir entre pensamentos, emoções e comportamentos. São menos autocentradas e são muito sensíveis a juízos de valor. O entrevistador pode realizar entrevistas mais longas e colocar questões sobre a dimensão temporal, ao mesmo tempo que deve evitar juízos de valor.

Na adolescência, o pensamento torna-se mais abstrato, há maior capacidade de processamento de informação e de regulação emocional e uma capacidade de evocação semelhante à do adulto. Os adolescentes têm maior dificuldade em confiar e em descentrar-se. As entrevistas com adolescentes podem ser mais longas e envolver questões mais complexas, com a análise de várias hipóteses e de projeção no futuro.

Neste contexto, não só o Guia de Boas Práticas para a Audição da Criança (disponível no separador Profissionais) explica e sistematiza os procedimentos a adotar num processo de audição, em função da idade da criança, como também os materiais estão agrupados pelas diversas faixas etárias.

 

Com cerca de uma semana de existência, há já uma ideia do que tem sido mais pesquisado, por tipologias, temas ou idades das crianças? Se sim, quais?

O separador mais procurado tem sido o dos Profissionais, seguindo-se o dos Recursos e depois o dos 11-14 anos. A área dos Podcasts tem tido muitos cliques para ouvirem os áudios.

 

(S)

01
Jun22

"12 Horas para Dizer que te Amo" de Olivia Poulet e Laurence Dobiesz

Niel Tomodachi

Ela é o amor da vida dele. Uma noite é todo o tempo que ele tem para a salvar.

Wook.pt - 12 Horas para Dizer que te Amo

Sobre o Livro:

Duas pessoas. Uma história de amor. 12 horas para dizer… Amo-te

Pippa Gallagher é levada de urgência para o hospital. Acaba de sofrer um acidente de carro. Deitada naquela cama, inconsciente, Pippa tem flashes de memória que são como pequenos pontos de luz na escuridão. O dia em que conheceu Steve Gallagher, o homem que viria a revelar-se o amor da sua vida. A deceção e a tristeza que sentiu esta noite, quando estava a entrar no carro, com as lágrimas a escorrerem-lhe pela cara.

Ao lado de Pippa, está agora Steve. Não tira os olhos dela um único segundo. A cara de Pippa está muito pálida, e ela não se mexe. Steve não faz a mínima ideia de onde ela ia quando teve o acidente. Não sabe por que razão Pippa se distraiu enquanto conduzia. A única coisa que Steve sabe é que Pippa é o amor da sua vida e ele não estava ao seu lado quando ela mais precisou.

Durante as próximas 12 horas, Steve abre o coração e diz a Pippa tudo o que sente por ela. Tudo o que o apaixona naquela mulher. Tudo o que ela representa para ele - o mundo. a vida.

Mas será demasiado tarde? Conseguirá Pippa ouvi-lo e encontrar o caminho de volta para Steve? Quando temos tudo a perder, pode o amor ser maior do que nós, ser vida - vencer?

 

Sobre os Autores:

Casados há seis anos, Olivia Poulet e Laurence Dobiesz têm escrito, em dupla, vários textos e guiões para rádio e cinema. Além de autores, são também atores. O primeiro romance da dupla, 12 Horas para Dizer Que Te Amo, conquistou milhares de leitores e marca a sua estreia nos livros. Vivem em Londres.

 

«Esta história é de partir o coração, mas, ao mesmo tempo, é uma celebração da vida.»
Heat

«Tão bom, tão romântico... Prepare-se para desmaiar de paixão.»
The Sunday Telegraph

«Um enredo bem pensado e ainda mais bem escrito. Tocante e divertido.»
Metro

«Uma história de amor maravilhosa.»
My Weekly

 

01
Jun22

"A Mais Breve História da China" de Linda Jaivin

Niel Tomodachi

Das dinastias antigas à superpotência moderna – uma nova história da China para o nosso tempo.

Wook.pt - A Mais Breve História da China

Sobre o Livro:

À medida que avançamos pelo século asiático adentro, prestamos cada vez mais atenção à China - a superpotência económica, a sociedade em rapidíssima modernização, o jogador geopolítico crescentemente assertivo. Para irmos além dos chavões sobre esta antiga e prestigiada nação, devemos conhecer o seu passado vibrante e tumultuoso - uma história repleta de personagens fascinantes, de celeumas filosóficas e de golpes palacianos, de conflitos militares e de tumultos sociais, invenções artísticas e inovações tecnológicas.

A Mais Breve História da China conta o caminho percorrido por este país, desde as suas origens tribais e eras imperiais até ao Partido Comunista liderado no presente por Xi Jinping - incluindo as pouco conhecidas histórias das mulheres chinesas que se distinguiram, e os espetros da corrupção e da desunião que continuam, ainda hoje, a ensombrar a República Popular.

Uma talentosa escritora e historiadora rigorosa, a sinóloga Linda Jaivin resume, de forma magistral, o percurso desta civilização e o seu presente poder global num livro de leitura indispensável.

 
Sobre a Autora:
 
Linda Jaivin é ensaísta, romancista e tradutora. Licenciada em Estudos Chineses pela Brown University, EUA, é coeditora do The China Story Yearbook. Viveu em Taiwan, Hong Kong e Pequim e escreve sobre política, cultura e história chinesas há mais de três décadas.
 
 
 

«Este livro é uma pérola. Pequeno e profundo.»
Jaime Florcruz, CNN Pequim

«Envolvente, maravilhoso. Uma das melhores histórias da China.» Richard Bernstein

«Um retrato fascinante da superpotência. Uma leitura essencial.»
Observer

 

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