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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

29
Abr22

Cientistas defendem fim da produção de plástico novo até 2040

Niel Tomodachi

Nove cientistas declararam ontem que a reciclagem não vai chegar para travar a poluição por plásticos, defendendo que a produção de novo plástico deve parar até 2040.

Cientistas defendem fim da produção de plástico novo até 2040

Numa carta aberta, iniciada pela alemã Melanie Bergmann, do Instituto Alfred Wegener, e publicada na revista Science, os cientistas argumentam que mesmo utilizando a capacidade máxima para reciclar o plástico produzido, continuariam a ser libertados no meio ambiente 17 milhões de toneladas de plástico anualmente.

Citando investigação produzida em 2020, afirmam que anualmente são produzidos 450 milhões de toneladas de plástico, um total que "deverá duplicar até 2045".

A quantidade de aplicações dos plásticos faz com que a sua massa atual represente "mais do que a massa de todos os animais terrestres e marinhos juntos" e é "impossível garantir a segurança de todo o plástico e produtos químicos existentes" por causa do ritmo a que surgem e aparecem no ambiente, numa "forma de poluição irrecuperável e irreversível", alertam.

O ciclo de vida útil do plástico representa 4,5 por cento das emissões de gases com efeito de estufa e até 2050 poderá gastar mais de um décimo do "orçamento carbónico".

De acordo com investigação científica publicada em 2020 pela revista Science, se todas as soluções conhecidas forem adotadas agora, incluindo a substituição de plástico por outros materiais, reciclagem e gestão de resíduos melhoradas, as emissões provocadas pelo fabrico de plástico só desceriam 79% nos próximos 20 anos. Os cientistas subscritores da carta aberta, baseados no Canadá, Alemanha, Índia, Noruega, Suécia, Turquia, Estados Unidos e Reino Unido sustentam que se deve acabar progressivamente com a produção de novo plástico.

A ONU adotou em março uma resolução que visa a assinatura do primeiro tratado internacional sobre poluição por plástico, mas ainda não se sabe se incluirá o fim da produção ou se falará sequer de químicos relacionados com plástico.

"A produção que cresce exponencialmente é a raiz do problema e as quantidades de plástico que já produzimos já ultrapassam os limites planetários", afirmou Bethanie Carney Almroth, da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.

29
Abr22

A família aumentou? Há cursos para ensinar o seu cão bebé a socializar

Niel Tomodachi

Os primeiros meses de vida de um cachorro são essenciais para ele moldar a personalidade. E para a sua tranquilidade.

A chegada de um novo cão bebé é, sem dúvida, um momento de felicidade para toda a família. Mas também pode ser uma fase muito desafiante e stressante tanto para o cachorro, como para os tutores. 

É muito importante nesta fase que ele aprenda a socializar com as pessoas e com outros cães. “A socialização do cachorro é indispensável na sua educação pois previne comportamentos agressivos e medos, no futuro. Um cão bem socializado é mais fácil de ensinar e é mais facilmente aceite por pessoas e por outros cães”, explica o Centro de Formação Canina da Quinta das Tílias.

Não se preocupe. Não tem que fazer este processo sozinho. Há vários locais que o podem ajudar:

No Centro de Formação Canina da Quinta das Tílias, o curso de Sociabilização para Cachorros destina-se a cães com idades compreendidas entre as 12 e as 16 semanas de vida. Aqui o seu cão vai aprender a “relacionar-se de forma adequada, sem medos nem agressões, perante diferentes circunstâncias, pessoas, outros cães e outros animais”. E vai poder interagir com outros cães “ambientes distintos, aprendendo a inibir o mordisco, os códigos de comportamento, a dominar e a ceder”.

Este curso é ministrado num pacote de 4 aulas ao ritmo de uma aula por semana e custa 50€ (+IVA).

No Cão Nosso, as Puppy Classes destinam-se a cães com menos de seis meses e servem para que os cachorros “aprendam a relacionar-se com diferentes estímulos exteriores, como pessoas, outros cães, barulhos, superfícies, objetos variados, entre muitas outras coisas, de forma positiva e equilibrada”.

O curso do Cão Nosso é constituído por seis aulas, cada uma com uma duração total de 60 minutos, que decorrem aos sábados entre as 10:50h às 11:50h. O valor total da formação é de 184,50€.

O Instituto do Animal organiza aulas de obediência e socialização para cachorros com idades inferiores a seis meses. O objetivo é “ajudar os donos a educar os seus cachorros através de informação sobre comportamento animal e de aulas práticas onde ambos adquirem e exercitam competências que ajudam a alcançar aqueles objetivos de integração social. Este programa promove o autocontrolo, o respeito pelas regras e a comunicação eficaz entre cachorros”.

O programa é constituído por seis sessões de grupo semanais, com duração de 50 minutos e um valor de 168€.

 

29
Abr22

Vila do Conde já tem uma gelataria pet friendly. E com sabores únicos e naturais

Niel Tomodachi

Bolos caseiros, waffles, sumos naturais, chás biológicos e affogato (café com bola de gelado) completam o catálogo.

Não são todos os sonhos de infância que se tornam realidade, mas Jennifer Satzger dedicou-se por inteiro para que o seu projeto tivesse um final feliz. O esforço valeu a pena. Às 10 horas de dia 11 de dezembro de 2021 — lembra com orgulho —, o Licious abriu portas pela primeira vez no Mindelo, freguesia de Vila do Conde. Desde então, é ponto de paragem obrigatória para os maiores apaixonados pelo universo maravilhoso dos gelados. O espaço é ecofriendly e petfriendly.

Jennylicious, como é tratada pelos amigos desde o hit “Fergalicious” da artista norte-americana Fergie, nasceu na Alemanha e tem pais alemães. Contudo, com apenas três meses veio para Portugal, onde permaneceu até concluir o ensino secundário. Nessa altura regressou ao país natal para continuar os estudos e trabalhar. Enquanto gestora de eventos e marketing voou, inclusive, para a Suíça e Emirados. Na mala, porém, havia algo que nunca podia faltar: a vontade de regressar à terra em que cresceu e a paixão pelos gelados.

O empresário conta que esta paixão a acompanha desde sempre. A frase “um dia vou abrir uma gelataria” foi das que mais repetiu ao longo da vida. Aos 30 anos, tem a missão cumprida.

“Sempre achei que o gelado é uma coisa que cura, que traz felicidade. Uma opção a considerar em qualquer ocasião. Quando estava triste, tinha dores de cabeça ou até de barriga, o gelado era sempre a solução”, começa por explicar.

Foi sendo adiado, mas com a chegada da pandemia, que antecipou o retorno a Portugal, decidiu colocar mãos à obra. Para isso, tratou de escrever o plano de negócios e de realizar um estudo do mercado que visava perceber o que faltava e podia ser melhorado. Depois, provando que quando alguém sonha a obra nasce, definiu todo o conceito do Licious, cujo nome vem, naturalmente, do apelido de Jennifer.

Mas o que significa, exatamente, Licious? “No meu vocabulário, Licious significa o personalizado, o individual, o amor pelo detalhe, a sensação wow e aquele extra-mile. É um estilo de vida, uma sensação, a gratidão pelas coisas mais pequenas de vida. É também uma mistura de luxo com o essencial e cor de rosa. Um brilho colorido, honestidade, autenticidade e criatividade”, esclarece.

Quando se quer ser muita coisa, o risco de ficar aquém é real, mas a concretização deste projeto, que nasce no norte e alia um ambiente bonito e aconchegante, “onde apetece estar”, a um produto de qualidade, consegue sê-lo sem soar exagerado. Mais não seja por alcançar tudo aquilo a que se propõe.

“A minha visão sempre foi criar uma gelataria que ofereça mais do que apenas um gelado. Pretendia proporcionar uma experiência de gelado intensa com um toque Licious, através da criação de um lugar que convide a permanecer, onde o indivíduo é respeitado e obtém um tratamento personalizado e proativo. Num mundo que cada vez se torna mais anónimo, é precisamente isto que o ser humano procura: consideração”.

Com isto, chegamos ao produto, confecionado com “ingredientes naturais, locais e sazonais”. Assim, por estes lados, corantes e conservantes ficam à porta. “Não há espaço para nada que não seja natural, pelo que tudo é produzido de raiz por mim, sem misturas pré-feitas”.

Bolacha Lotus (sabor da casa), manteiga de amendoim, pastel de nata, chocolate Lindt 70 por cento, caramelo salgado, baunilha, coco, cappuccino e iogurte grego são alguns dos sabores quer Jennifer oferece. Também há de fruta, mas estes variam de acordo com a época. Numa tentativa de reduzir o desperdício, tudo é comestível, dos cones aos copos, feitos na hora, à colher e palhinha. Até dois, três ou quatro sabores custam, respetivamente, 3,20€, 4,60€ e 5,60€.

Além de gelados, há waffles em forma de coração, confecionados no momento do pedido. Com canela e açúcar (2,5€); compota caseira (2,9€); shot de chocolate quente (3,4€); fruta da época e chantilly (3,9€); uma (4,2€) ou duas (5,2€) bolas de gelado; ou queijo fresco e salmão fumado (4,8€) são opções. 

A oferta inclui ainda bolos caseiros, “menos doces, naturais, biológicos, por vezes vegan e sem glúten”, que variam todos os dias. Para acompanhar, existe uma seleção de chás (2,5€) de uma plantação biológica, a Chá Camélia; cappuccino (2€); affogato — café com uma bola de gelado — (2,6€); vinho quente (2,9€); e sumo natural (2,9€) por exemplo.

A vista para o mar será, em breve, mais aproveitada. Jennifer conta que a esplanada deverá estar pronta em meados de maio. Até lá, vale a pena conhecer bem o interior, com cabides em forma de gelado nas casas de banho, uma parede instagramável que vai garantir fotografias capazes de alegrar o mais cinzento dos feeds de Instagram, frases motivacionais espalhadas pelo recinto que querem inspirar quem o visita e uma zona especial, onde as crianças podem brincar. 

Neste espaço, que é ecofriendly e petfriendly, como seria de esperar, Jennifer procura, igualmente, consciencializar os clientes para a importância de conceitos como sustentabilidade e sazonalidade, sobretudo junto dos mais novos.

MORADA: Av. Atlantica 93, 4485-470 Mindelo

HORÁRIO:

Segundas, terças e sextas-feiras, das 13:30 às 18:30

Sábados, das 11:00 às 19:00

Domingos, das 11:00 às 18:30

 
REDES SOCIAIS
 

 

29
Abr22

Uma árvore na sala para o seu gato trepar? Faça você mesmo

Niel Tomodachi

Utilizando materiais que encontra em qualquer caminhada, é fácil construir uma árvore com arranhador e escova de massagens.

Desde o início da nossa espécie que nós, humanos, fomos obrigados a trabalhar com as mãos e a construir coisas para sobrevivermos. No entanto, com o passar dos tempos e a evolução da espécie, as coisas que possuímos foram.se tornando cada vez mais genéricas. O carro que existe na Alemanha é igual ao que existe em Portugal, ou a camisola que se veste em Lisboa também se pode vestir no Porto.

No entanto, existem áreas, como a nossa casa, em que gostamos de ser diferentes de todos os outros. E há desejos que, por mais estranhos que pareçam, merecem ser concretizados. E que tal construirmos uma árvore no meio da sala, para que os seu gato seja o rei da família?

Nas suas caminhadas matinais, vai encontrar ramos e madeiras, que bem pode aproveitar para construir a sua árvore. Aproveite este passo a passo.

 

Equipamento

Antes de começar, segue-se a lista de materiais que vai necessitar. Tenha em atenção que as medidas que sugerimos podem ser ajustadas de acordo com a sua preferência e com o espaço de que dispuser.

Ramo de 5 centímetros de diâmetro e 1,60 metros de comprimento.
Ramo de 5 centímetros de diâmetro e 90 centímetros de comprimento.
Cera para madeira
Lixa (preferencialmente elétrica)
Serra
Corda de sisal para os arranhadores
Parafusos de 6 centímetros e porcas
Painel de madeira com 19 milímetros de espessura, 60 centímetros de largura e 90 centímetros de comprimento (base)
Duas ripas de madeira com 12 milímetros de espessura, 150 centímetros de comprimento e 5 centímetros e largura (rebordo)
Cilindros de madeira com 5 centímetros de diâmetro e 1,20 metros de comprimento
Pedras e plantas decorativas
Painéis de madeira de várias dimensões (plataformas)
Pêlo artificial
Chave de fendas
Tesoura
Uma cola líquida que seja forte
Berbequim
Agrafador industrial

 

 Passo a passo

Comece por recolher e tratar dos ramos. Primeiro que tudo, garanta que são suficientemente fortes para aguentarem o peso do seu patudo. A seguir ponha as mãos ao trabalho.

Lixe-os e encere-os para proteger a madeira. Este procedimento origina um pouco de sujidade, portanto é aconselhável que escolha um local fácil de limpar para o fazer. Pode até colocar uma toalha por baixo dos ramos enquanto os lixa. Depois basta sacudi-la para o lixo. A cera também pode manchar as superfícies em redor da zona onde estiver a trabalhar, portanto uma toalha velha pode ser o ideal.

Meça os ramos e veja onde quer cortá-los, de forma a ficarem nivelados. Aconselhamos que não remova um grande pedaço quando cortar pela primeira vez, para que tenha mais espaço de manobra, caso seja necessário corrigir o comprimento.

Agora, corte as ripas de madeira em quatro pedaços, dois de 90 centímetros e outros dois de 60 centímetros. Utilizando a cola, conecte-os em redor do painel de madeira que servirá de suporte para a estrutura, criando um rebordo. Este serve para cobrir as extremidades mais afiadas do painel e cria um espaço onde poderemos colocar as pedras decorativas.

De seguida, decida onde vai querer que os ramos fiquem posicionados no painel e aparafuse-os através da base. Para reforçar a ligação, coloque cola na superfície antes de inserir os parafusos.

Para criar os arranhadores cole a corda de sisal em redor dos cilindros. Para manter a corda no sítio enquanto a cola seca pode agrafá-la, mas não se esqueça de remover os agrafos para não magoar o seu patudo. Se assim desejar, também pode incorporar uma escova de massagens para gatos no design, substituindo-o por um dos arranhador.

O processo é parecido. Há escovas adaptadas para serem inseridas em superfícies curvas que resultarão bem.

Quando a cola estiver seca, aparafuse os cilindros à base, da mesma forma que fez com os ramos.

De forma a criar as plataformas, utilize os painéis de madeira mais pequenos. Cubra as peças de madeira com pêlo artificial, estofando-as ou com auxílio da cola. As suas dimensões podem variar, no entanto sugerimos que sejam suficientemente grandes para que o seu gato se consiga deitar nelas confortavelmente. O tamanho das prateleiras fica à sua preferência, tal como estofá-las ou não.

Para as conectar aos ramos e aos cilindros faça o mesmo que fez na base: aparafuse-as e utilize cola como reforço.

Para terminar, decore as plataformas, a base e os ramos como preferir. Nós decidimos seguir a tendência que nos inspirou a criar a estrutura: a natureza. Por isso, colocámos pedras na base que, para além de ajudarem a embelezar o design, tornam-no mais seguro ao servirem de peso adicional na base. Também aconselhamos que as pedras sejam suficientemente grandes para que o gato não confunda a base com a sua caixinha de necessidades.

Nos ramos colocámos trepadeiras de folhas falsas para lhes dar mais vida.

O preço do projeto deve rondar os 75€, sem contar com as ferramentas.

 

29
Abr22

"Esses Prazeres Violentos" de Chloe Gong

Niel Tomodachi

Wook.pt - Esses Prazeres Violentos

Sobre o Livro:

Em Xangai, um monstro desperta...
Corre o ano de 1926 e Juliette Cai regressa à cidade onde havia deixado o coração. Voltou para se assumir como herdeira do Gangue Escarlate, um dos dois gangues que controlam Xangai.

Os seus rivais são os implacáveis Flores Brancas, que lutam contra os Escarlate há gerações. Por detrás de cada movimento está o seu herdeiro, Roma Montagov, o primeiro amor de Juliette... e a primeira traição.

Mas a cidade que Juliette encontra não é a mesma que deixou. Xangai está rendida à devassidão, aos interesses ilícitos e à violência. Nunca antes o poder dos gangues foi tão ameaçado.

E quando gângsteres dos dois lados começam a exibir comportamentos inexplicáveis, não há como parar os rumores – de um contágio, de uma loucura. Um monstro nas sombras. À medida que as mortes se acumulam, Juliette e Roma têm de colocar as suas armas – e ressentimentos – de lado e trabalhar em conjunto, pois se não conseguirem deter o caos, não restará cidade para qualquer um deles governar.

Os amantes condenados terão de enfrentar a explosiva rivalidade entre as suas famílias e a fatal ameaça que espreita nas sombras, nesta versão irresistível do clássico Romeu e Julieta.

 

Sobre a Autora:

Chloe Gong é autora bestseller do New York Times com Esses Prazeres Violentos. Licenciou-se recentemente na Universidade da Pensilvânia, com um curso duplo em Inglês e Relações Internacionais. Nascida em Xangai e criada em Auckland, Nova Zelândia, Chloe mora atualmente em Nova Iorque, onde finge ser uma verdadeira adulta.

 

28
Abr22

"Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo" de Benjamin Alire Sáenz

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Um livro de culto sobre família, amizade e primeiro amor.

Foi naquele verão, naquele dia, junto à piscina. O instante em que Aristóteles e Dante se conhecem vai mudar as suas vidas. Naquele momento, sentem que não têm nada - mesmo nada - em comum. Mas enquanto os dias de calor se sucedem, estes dois espíritos solitários encontram-se e nasce uma amizade especial, das que mudam as nossas vidas e ficam para sempre.

Ari não tem jeito com as palavras e duvida bastante de si próprio. Dante é muito articulado e confiante. Ari perde-se em pensamentos sobre o irmão mais velho, que está preso. Dante adora poesia e arte.

Ari levantou um muro entre ele e o mundo - Dante é a pessoa que o vai, devagar, fazer cair. São cúmplices nos risos, sonham juntos, partilham livros. e descobrem-se um ao outro, a si próprios, enquanto usam a amizade e o amor para... desvendar os segredos do Universo.

 

Sobre o Autor:

Benjamin Alire Saénz é um aclamado poeta e um escritor multipremiado.
Os seus livros já lhe valeram o American Book Award, o PEN/Faulkner Award, o Stonewell Award, o Pura Belpre Award, o Lambda Literary Award, o livro de honra do Michel L. Print Award, entre muitas outras distinções.
Nasceu em 1954, no Novo México, Estados Unidos.
Foi professor de escrita criativa na Universidade do Texas, mas hoje dedica-se inteiramente à escrita.

 

«Estou absolutamente deslumbrado com este romance. A história é maravilhosa, a forma como é contada é magistral! Aristóteles e Dante são duas personagens que vão ficar comigo para sempre. O melhor livro que li este ano.»
Michael Cart, colunista da Booklist e ex-presidente da Young Adult Library Services Association

«Um romance que explora as questões de identidade de forma terna e realista.»
Publishers Weekly

«Neste livro, nada é feito ao acaso e nada é apressado: o autor deixa que os protagonistas tomem o seu tempo, descubram o caminho e¿ se encontrem um ao outro. Muitos de nós vão rever-se em Aristóteles e Dante.»
Booklist

«O ritmo narrativo finamente calibrado e as personagens desenhadas com nuances subtis dão força a uma escrita que ilumina os problemas e os dilemas das relações amorosas.»
Kirkus Reviews

 

28
Abr22

Esta receita de tarte de noz não tem glúten nem refinados

Niel Tomodachi

É indicada para quem tem intolerâncias ou alergias e uma opção saudável para comer entre as refeições.

É uma das tendências mais bem acolhidas por quem está a mudar de hábitos na alimentação. Remover o glúten das receitas, ora porque se sofre de intolerância — a chamada doença celíaca — ou porque simplesmente queremos optar por escolhas mais saudáveis, é uma atitude que vai ganhando cada vez mais adeptos. 

De uma forma muito geral, o glúten é o nome dado às proteínas encontradas sobretudo em três tipos de cereais: o trigo, a cevada e o centeio. Funciona como uma cola que ajuda a manter as propriedades dos alimentos juntas. A textura é semelhante à de quando se coze massa feita de farinha de trigo.

Quer seja por intolerância ou simplesmente para trazer um lado mais saudável ao menu de sobremesas, a NiT descobriu uma receita que vai deixar todos de água na boca. Não apenas por ser livre de glúten e de refinados — o que por si só já são motivos para querer ir já a correr para a cozinha — mas também porque é uma das opções favoritas para repor os níveis de açúcar no sangue.

Falamos-lhe de uma tarde de noz que é a mais recente proposta do blogue da “Healthy Bites”. Segundo Teresa D’Abreu, a responsável pelo projeto online, esta “não é uma tarte saudável”. É que o único doce saudável, de acordo com Teresa, é a fruta. No entanto, esta é “uma opção para quem tem restrições e quer saborear uma deliciosa tarde”, garante a blogger.

Apesar de a criadora da receita ter feito com noz, existe também a possibilidade de trocar este fruto seco por amêndoa. O processo é exatamente igual, sendo que a única coisa que muda é o alimento protagonista. 

 

Do que precisa

Massa

— Duas chávenas de farinha de amêndoa; 

— Meia chávena de amido mandioca (polvilho doce ou farinha de aratura); 

— Duas colheres de sopa de xarope de ácer; 

— Três colheres de sopa de óleo de coco (ou manteiga); 

— Um ovo (ou três colheres de sopa de água).

Cobertura

— 100 gramas de açúcar mascavado; 

— 200 mililitros de creme de coco (parte mais espessa do leite de coco); 

— Duas colheres de chá de sumo de limão; 

— 150 gramas de manteiga (ou alternativa vegetal); 

— 400 gramas de nozes partidas.

 

Como se faz

Num processador ou num robot de cozinha — a preferência é sua — comece por colocar todos os ingredientes. Processe até que se torne numa massa homogénea. Embrulhe numa película aderente e coloque durante 30 minutos no frigorífico. Enquanto isso aproveite para ir buscar uma tarteira. Pincele-a com manteiga ou óleo de coco e forre a tarteira com a massa reservada. Por último, leve ao forno pré-aquecido a 180 graus durante cerca de 10 minutos. Depois disto, é só juntar toda a família e deliciar-se.

 

28
Abr22

"A Casa no Mar Cerúleo" de Tj Klune

Niel Tomodachi

Wook.pt - A Casa no Mar Cerúleo

Sobre o Livro:

Linus Baker leva uma vida solitária e sossegada. Aos quarenta anos, vive na cidade, onde só chove e os dias são cinzentos, numa velha casa, na companhia de uma gata mal-humorada e dos seus discos de vinil.
Como funcionário de um departamento que cuida e protege crianças com poderes mágicos, Linus recebe uma tarefa altamente secreta: viajar para para o orfanato da ilha Marsyas, dirigido pelo charmoso e enigmático Arthur Parnassus. No local residem seis crianças com capacidades potencialmente perigosas: um gnomo de 200 anos, uma fada da floresta, uma serpe, um rapaz que se transforma num lulu-da-pomerânia, uma bolha verde amorfa e o Anticristo. Linus deve pôr de lado os seus medos e perceber se eles podem, ou não, trazer o fim dos dias.

As crianças não são, no entanto, o único segredo da ilha. No final, uma decisão terá de ser tomada por Linus Baker: destruir um espaço e uma família aos quais inesperadamente se apegou, ou ver o mundo arder. Um romance que lhe deixará a alma em boas mãos e o coração no sítio certo.

 

Sobre o Autor:

Tj Klune

 

28
Abr22

"Aniquilação" de Michel Houellebecq

Niel Tomodachi

Wook.pt - Aniquilação

Sobre o Livro:

Aniquilação projeta diante do leitor um futuro próximo, à luz melancólica do declínio do Ocidente, um dos grandes temas de Michel Houellebecq.

O romance abre com uns bizarros vídeos que se tornaram virais online num deles, o ministro da Economia francês é guilhotinado. Logo a seguir, há uma série de atentados terroristas. Estes acontecimentos lançam o alarme em França, onde decorre uma fervorosa campanha para as eleições presidenciais, na qual reconhecemos vários dos peões do jogo político europeu atual. Qualquer semelhança com pessoas reais é puramente deliberada.

O protagonista, Paul Raison é uma personagem maior que a vida. Alto funcionário ministerial, aproxima se dos cinquenta anos e acomodou se à miséria afetiva e sexual. Prudence a sua mulher, tornou se vegan e adepta do Wicca, um movimento religioso neopagão. O casal vive num apartamento em Paris, onde se cruza cada vez menos.

É a partir deste cenário que Aniquilação entretece dois fios distintos o público e o privado mostrando se simultaneamente como thriller político e reflexão metafísica. Michel Houellebecq distancia se aqui do niilismo de que tantas vezes o acusam.

 

Sobre o Autor:

Michel Houellebecq é um autor francês nascido na ilha de Reunião em 1956.
Escreveu e publicou vários romances e obras de poesia, e está publicado em mais de quarenta países. Entre os seus romances estão publicados em Portugal, na Alfaguara: Extensão do domínio da luta (2016), Lanzarote (2017), Partículas elementares (2021), Plataforma (2021), A possibilidade de uma ilha (2018), O mapa e o território (2011), Submissão (2015) e Serotonina (2019). Venceu, entre outros, o Prémio Novembre, em 1998, e o Prémio Impac Dublin, em 2002.
Com A possibilidade de uma ilha venceu o Prémio Interallié e foi finalista do Prémio Goncourt.
O prestigiado Prémio Goncourt foi-lhe atribuído em 2010 pelo romance O mapa e o território.
Em 2019 foi-lhe atribuída a Legião de Honra.

 

28
Abr22

"O Engenheiro da Morte" de Marcio Pitliuk

A participação da elite alemã no Holocausto

Niel Tomodachi

O gás da morte e a corrupção no interior do regime nazi, num romance que desvenda a natureza Humana. Onde está a salvação?

Wook.pt - O Engenheiro da Morte

Sobre o Livro:

Hitler avança na conquista da Europa. Crescem os campos de trabalhos forçados e extermínio. É preciso eliminar quem não tem utilidade para o III Reich, e mais ainda os que passaram a ser considerados inferiores, não enquadrados no ideário de pureza da raça. Há que encontrar uma solução económica de grande escala para um problema em escalada. Carl era um simples engenheiro químico numa grande empresa alemã.

Terminada a guerra, abre a porta ao passado à procura de justiça. Um livro que mostra a importância das grandes empresas na prossecução do ideário nazi. A ficção rigorosamente documentada a lembrar que a memória da guerra não deve ser esquecida.

 

Sobre o Autor:

Marcio Pitliuk, um dos maiores especialistas no Brasil sobre o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, é representante no Brasil do Yad Vashem, o maior museu do Holocausto no mundo, sediado em Jerusalém. É curador do Memorial da Imigração Judaica e do Holocausto, de São Paulo e membro da Academia Ituana de Letras. Apresentou cerca de 200 palestras sobre o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, muitas delas acompanhado de sobreviventes do Holocausto. Cineasta, já realizou três longas metragens. Teatrólogo, escreveu a comédia Iídiche Mamma Mia, que compara as mães judias com as italianas. Publicou 18 livros, seus romances apresentam o Holocausto misturando ficção com a realidade, o que faz o leitor se envolver e aprender sobre um dos maiores crimes da Humanidade.

 

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