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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

29
Jan22

"A Primeira Vez para Sempre" de Sarah Morgan

Niel Tomodachi

O «felizes para sempre» não faz parte dos planos de Emily Donovan...

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Sobre o Livro:

Emily tem tido um verão repleto de desafios. Com a morte da irmã, ela é agora responsável por Lizzy, a sua sobrinha frágil e indefesa. Para proteger a criança do passado, Emily deixa a vida que construiu e regressa à ilha onde sempre encontrou paz e tranquilidade. Contudo, há um medo irracional que a acompanha e que poderá pôr em causa a vida e o futuro de Lizzy.

Ryan Cooper só precisa de um olhar para perceber que Emily esconde mais do que um segredo, e menos ainda para reconhecer que a química entre eles é muito forte. E perigosa. No entanto, negar a atração é perder tempo. Conseguirá ele convencer Emily a abandonar-se ao desejo e a colocar o coração nas mãos de outra pessoa?

 

Sobre a Autora:

Sarah Morgan é uma autora bestseller que já vendeu mais de 21 milhões de livros. Reconhecida pelo humor e sensualidade das personagens que cria, as suas obras foram traduzidas para 28 línguas. Foi nomeada quatro vezes para os prestigiados prémios RITA, tendo vencido duas vezes. Mais informações em sarahmorgan.com.

 

«Cheio de diversão, brilhante e provocadora.»
PRIMA

«Morgan faz magia com as palavras.»
RT Book Reviews

 

 

29
Jan22

Fnac está à procura de novos talentos (e os vencedores recebem 1500€)

Niel Tomodachi

O concurso premeia as áreas do cinema, escrita, música, ilustração, videojogos e fotografia. As inscrições já estão abertas.

Faz filmes nos seus tempos livres? Ou escreve livros? Tem uma banda de garagem e acredita que já deveria estar em grandes palcos? É o melhor ilustrador do seu bairro? Tem um projeto de fotografia? Adora videojogos e até já criou um? A Fnac anda à procura de novos talentos nestas seis áreas. 

As inscrições para os Novos Talentos Fnac 2022 já estão abertas e decorrem até 4 de abril. A ideia é que talentos desconhecidos se possam afirmar nas respetivas áreas de trabalho com a ajuda da marca. Há sempre três distinguidos por categoria. Os prémios variam consoante a área, mas o valor monetário para o primeiro lugar é sempre de 1500€.

Para se candidatar na categoria de gaming é necessário entregar uma build de um jogo jogável para PC ou Mac, um trailer do jogo e ainda três minutos de vídeo de gameplay. Os três premiados terão os seus projetos integrados na Loading Zone da Lisboa Games Week, e uma entrevista na mesma rubrica. O grande vencedor receberá ainda um monitor HP OMEN X25, uma licença de um ano Unity (Lockwood) e uma edição digital da PlayStation 5.

Se a sua categoria for música, basta apresentar um tema original. As três canções distinguidas vão integrar a compilação anual dos Novos Talentos Fnac e todos os autores vão poder tocar no festival Fnac Live.

Na categoria de cinema, terá de enviar uma curta-metragem com, no máximo, oito minutos. As três curtas premiadas serão exibidas em público e a grande vencedora atribui automaticamente ao seu autor um workshop de cinema na Universidade Lusófona.

Quanto à fotografia, tem de enviar um portefólio que inclua pelo menos 12 imagens. Os três fotógrafos distinguidos terão exposições na Fnac e o vencedor irá receber o acompanhamento do Instituto Português de Fotografia (IPF) para um projeto durante um ano, além de um computador portátil HP U28 4K. A Fujifilm vai ainda oferecer um vale de 1500€ em material — sendo que os outros dois distinguidos recebem vales de 500€ e um voucher de 50€ para usar na oferta formativa do IPF.

Na categoria de escrita, é obrigatório apresentar um conto que não ultrapasse os 12 mil caracteres (incluindo espaços). Os três melhores contos serão publicados no livro Novos Talentos Fnac Escrita 2022 e terão ainda acesso a um workshop na escola especializada Escrever Escrever, além de um eReader Kobo Sage.

Por último, na categoria de ilustração, tem de enviar três trabalhos originais. As ilustrações dos três distinguidos, além de expostas nos fóruns da Fnac, serão impressas nos marcadores de livros da marca. Além do prémio monetário, o vencedor receberá ainda um monitor HP U28 4K. 

Vai haver um júri de profissionais reconhecidos da área para cada categoria, que irá avaliar todos os trabalhos recebidos e distinguir os três melhores (e, entre eles, o grande vencedor). Consulte o regulamento completo e submeta todos os trabalhos através da plataforma oficial.

 

29
Jan22

"A Última Curva do Caminho" de Manuel Jorge Marmelo

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Retirado do fragor apressado da capital e das obrigações mundanas, um velho professor jubilado prepara-se para morrer. Olhando a ruína da casa dos avós a partir da última curva do caminho que ali conduz, recorda o garoto que foi e tudo o que lhe sucedeu depois: o triciclo que teve em África, a primeira bicicleta, o charco dos girinos, os livros que escreveu e as mulheres que amou.
Partindo de uma pícara lenda familiar e do lento mergulho nas coisas do passado, o catedrático Nicolau Coelho constrói uma narrativa íntima e nostálgica, durante a qual não deixa de ponderar, com certa ironia, sobre a intolerável velocidade das coisas do presente, como a da chamada inteligência artificial.
Mais do que um romance, A Última Curva do Caminho constitui um acto de resistência e um manifesto em defesa da lentidão, da liberdade individual e do direito à eutanásia, com um enredo marcado pelo processo de envelhecimento, pela doença, pela solidão e pela perplexidade diante da inevitabilidade da morte.

 

Sobre o Autor:

Manuel Jorge Marmelo nasceu em 1971, na cidade do Porto.
Estreou-se na literatura em 1996 e publicou, de então para cá, em Portugal e não só, romances, crónicas, contos e livros infantis, destacando-se os romances Uma Mentira Mil Vezes Repetida, editado em 2011, que conquistou o prestigiado Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas 2014; Macaco Infinito, de 2016; Somos Todos Um Bocado Ciganos, de 2012; e o livro O Silêncio de um Homem Só, distinguido em 2005 com o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco. O romance O Tempo Morto É Um Bom Lugar, de 2014, foi um dos três finalistas do Livro do Ano da Time Out Lisboa.

 

29
Jan22

"Com os restos, faz a dose certa" de Eunice Silva

Preparações Culinárias com desperdícios alimentares

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

“Com os restos, faz a dose certa” surge no mercado editorial no momento certo. Em Portugal, desperdiça-se 1 milhão de toneladas de produtos alimentares por ano. Com o tema do desperdício alimentar, levanta-se um desafio a cada um de nós e às nossas escolhas alimentares e fará, certamente, parte do nosso dia-a-dia respeitar e reduzir este impacto ambiental, político e social. Estaremos todos juntos contra o desperdício alimentar.

 

Com este livro, pretendo sensibilizar todos a criarem o compromisso de recuperar alguns alimentos que antigamente iam para o lixo. Se cada um de nós evitar uma casca de legume ou fruta, um talo de legume, pão do dia anterior e até espinhas de peixe, já valeu a pena todo o meu empenho.

O tema do desperdício alimentar é de todos nós e começa com as nossas escolhas, não podemos ser cúmplices em caracterizar como um problema político, social ou para os ambientalistas, é uma causa pessoal, individual e familiar. Desafio todos a olharem para o desperdício alimentar como um problema de saúde pública.

Eunice Silva

 

Sobre a Autora:

Eunice Silva, nascida em Viseu a 1979, iniciou os seus estudos em Nutrição, no ano de 1998, e concluiu o Bacharelado em Nutrição na Escola Superior de Educação Jean Piaget. Mantendo sempre o foco em alargar os seus conhecimentos em nutrição, concluiu a Licenciatura em Nutrição Humana, Social e Escolar – 2º Ciclo, sendo docente contratada em diversas escolas durante 10 anos. 

Trabalhou, simultaneamente, na área da Nutrição Clínica, mantendo um contacto próximo e diário com diferentes situações clínicas, incutindo-lhe a convicção de que poderia oferecer mais aos seus pacientes. Iniciou, então, diversos estudos em terapias complementares, naturais e biológicas.

Atualizou os seus conhecimentos, concluindo uma segunda Licenciatura em Ciências da Nutrição, onde desperta os conhecimentos em temas como Desperdício Alimentar e Compostagem, realizando um projeto Desperdício Alimentar Solidário onde aborda estas temáticas.

Atualmente, exerce Nutrição Clínica na Clínica Médica da Santa Cristina, em Viseu, Demo, em Moimenta da Beira, Excelis, em Lamego, e Dão Lafões, em Oliveira de Frades, e é proprietária do Restaurante Vegetariano daTerra, em Viseu.

 

29
Jan22

A caminhada que o vai levar a descobrir as cascatas e caminhos encantados do Gerês

Niel Tomodachi

Rios selvagens, imponentes maciços graníticos e densos bosques compõem o trilho de 15 quilómetros.

O Gerês, cheio de recantos para descobrir entre belas paisagens esverdeadas e rochosas, é um lugar especial que merece sempre uma visita. Dia 20 de fevereiro pode fazê-la na companhia de um guia da Green Trekker e de outros corajosos que queiram explorar as cascatas escondidas e os caminhos encantados que compõem o único parque nacional em Portugal. A inscrição é obrigatória.

O trajeto de 15 quilómetros inicia-se no cruzamento do Batateiro, onde se encontra a placa “Gave saúda-vos”, ao longo dos quais vai percorrer “uma zona única em termos paisagísticos e naturais em pleno Alto Minho”. Trata-se de “um trilho repleto de rios selvagens, imponentes maciços graníticos e densos bosques que certamente o irá fazer parar no tempo”, descreve a empresa, que se dedica à organização de viagens e passeios de aventura, dentro e fora do País.

A caminhada, que começa às 10 horas e termina por volta das 17 horas, tem um custo de 15€. Além do guia, este valor dá direito a seguro de acidentes pessoais e seguro de responsabilidade civil. A Green Trekker recomenda que leve, no mínimo, dois litros de água, farnel, roupa e calçado apropriados às condições atmosféricas.

 

29
Jan22

“Maus”, a banda-desenhada que fez história — e que está a ser banida nos EUA

Niel Tomodachi

Removida do currículo escolar no Tennessee, a decisão está agora a levantar uma onda de apoio à obra que marcou o género.

Art Spiegelman nasceu depois do final da Segunda Guerra Mundial, mas sentiu na pele os efeitos de uma das maiores tragédias da história moderna. O ilustrador e cartoonista tinha apenas 24 anos quando, num trabalho, decidiu espelhar as vivências dos pais no Holocausto.

O suicídio da mãe, um colapso nervoso e uma relação atribulada com o pai não o impediram de tentar passar para o papel toda a história. A pequena banda-desenhada de três páginas retratava os judeus como ratos, perseguidos pelos gatos, que eram os nazis. Chamou-lhe “Maus”.

A primeira tentativa falhou mas, anos mais tarde, decidiu reencontrar-se com o pai para gravar e reavivar as suas memórias do conflito. “Fui visitá-lo com um gravador na mão e pensei que poderia ser o início de algo.” E foi.

As entrevistas ao pai deram origem a um novo “Maus”, em formato de livro de banda-desenhada, que começou a ser publicado em 1980. Sem que nada o fizesse prever, a obra tornou-se num ícone que elevou a arte da banda-desenhada a um novo patamar.

Tornou-se na primeira obra do género a conquistar um Prémio Pulitzer e, pelo caminho, desmanchou a ideia de que as bandas-desenhadas eram uma coisa para crianças e adolescentes.

“Maus” está de volta às notícias depois de ter sido banida da lista do currículo de leitura dos alunos do oitavo ano no estado norte-americano do Tennessee. A decisão estadual provocou impacto a nível nacional e internacional e já foi apelidade de Orwelliana pelo próprio autor.

“Estou estupefacto com tudo isto”, revelou Spiegelman à “CNBC”. Para o autor de 73 anos e ao contrário do que defende a comissão que toma este tipo de decisões, a remoção de “Maus” terá acontecido menos por causa dos palavrões e mais pelo tema que aborda.

“Conheci tantos jovens que aprenderam coisas com o meu livro”, nota. “O que percebo é que está tudo demente no Tennessee. Algo de muito errado se passa lá.”

Faz parte do Plano Nacional de Leitura
 
 

Segundo o Comité de Educação, o livro foi “retirado por causa do uso desnecessário de palavrões nudez, bem como a representação de violência e de suicídio”. “Vista como um todo, o comité sentiu que esta obra era demasiado orientada para adultos, para ser usada nas nossas escolas.”

“Maus” não é apenas uma banda-desenhada, é também uma memória dramática do Holocausto e das vivência do pai de Spiegelman, um polaco judeu que sobreviveu a Auschwitz. Mas fá-lo de uma forma inusitada.

Na metáfora imaginada por Spiegelman, os judeus são representados como os ratos, os alemães como gatos, os polacos como porcos, os franceses são sapos e os americanos são cães. A história envolve os relatos da vida familiar dos pais de Spiegelman nos anos que antecederam a guerra e a invasão alemã, a fuga e a prisão em Auschwitz, bem como o salvamento e a chegada aos Estados Unidos.

O drama familiar teria outro episódio negro, com o suicídio da mãe, quando Art tinha apenas 20 anos. Outro trauma familiar teve origem no Holocausto: a perda do primeiro filho do casal Spiegelman, Rysio, que foi deixado a cargo de uma tia para o tentar livrar do perigo nazi.

Em 1943, a tia terá cometido suicídio e dado veneno a Rysio e a duas crianças a seu cargo. Assim que o conflito terminou, o casal recusou reconhecer a morte do filho e procurou-o em centenas de orfanatos. O trauma permaneceu vivo até ao fim das suas vidas.

A explosão de “Maus” deu-se com uma crítica brilhante publicada no “The New York Times”. “1986 foi um ano exemplar, com os jornais a quererem escrever e saber tudo sobre banda-desenhada. Mas quase todos tinham a mesma manchete, ‘POW, BAM, ZAP, a banda-desenhada já não é só para miúdos’. E isso acontecia porque no mesmo ano foi publicado ‘Watchmen’ e ‘The Dark Knight Returns’”, conta em entrevista à “Penguin”

“Desde o seu início que existia essa ideia de que era um género de super-heróis e de repente surjo eu, fora desse grupo, vindo de outro sítio qualquer. De repente havia espaço para todos os géneros.”

Durante todos esses anos, Spiegelman continuou a escrever e publicar a história de “Maus”, até que em 1992, o reconhecimento chegou de forma inesperada: em formato de Pulitzer. “Na altura pensei que era mentira”.

Em Portugal, “Maus” faz parte da lista de livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura, para os estudantes do terceiro ciclo, do sétimo até ao nono ano.

 

29
Jan22

"A Mãe de Frankenstein" de Almudena Grandes

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Em 1954, o psiquiatra Germán Velázquez regressa a Espanha para trabalhar no manicómio feminino de Ciempozuelos, a sul de Madrid. Depois de partir para o exílio em 1939, viveu quinze anos na Suíça, onde foi acolhido pela família do doutor Goldstein.

Naquela instituição psiquiátrica, Germán reencontra Aurora Rodríguez Carballeira, uma mulher inteligente e paranoica, tristemente célebre por matar a tiro a própria filha. Ali conhece também María Castejón, que cuida dela com enorme desvelo e gratidão. A amizade que acaba por nascer entre a jovem auxiliar e o doutor Velázquez leva o leitor a descobrir não apenas a sua origem humilde como neta do jardineiro da instituição, os anos de criada em Madrid e a infeliz história de amor que protagonizou, mas também o que levou Germán a abandonar a tranquilidade suíça e regressar a Espanha. Almas gémeas a fugir dos seus passados, ambos querem dar uma oportunidade a si próprios, porém vivem num país humilhado, onde os pecados se convertem em crimes, e o puritanismo – defendido pelo regime de Franco – encobre todo o tipo de abusos.

Em A Mãe de Frankenstein, Almudena Grandes regressa ao período mais difícil da história de Espanha, destacando as feridas imensas que uma guerra interminável provocou.

 

Sobre a Autora:

Almudena Grandes (1960–2021) nasceu em Madrid. O seu primeiro livro, Las Edades de Lulú, foi aclamado e premiado pela crítica. Posteriormente, romances como Te Llamaré Viernes, Los Aires Difíciles e Besos en el Pan converteram-na numa das mais consolidadas e importantes autoras da literatura espanhola atual.
Em 2010, publicou Inés y la Alegria, o primeiro de uma série intitulada «Episodios de Una Guerra Interminable», que continuou com El Lector de Julio Verne (2012), Las tres bodas de Manolita (2014) e Os Doentes do Doutor García (2017), galardoado no ano seguinte com o Prémio Nacional de Narrativa e com o Prémio Liber, finalista do Prémio Casino da Póvoa 2022, e publicado em Portugal pela Porto Editora.
A Mãe de Frankenstein é o quinto título desta série de enorme sucesso.

 

 

Grandes desenha uma coreografia entre personagens reais e fictícias marcadas por um enorme rigor histórico.

El País

A precisão infalível de Grandes ao evocar a atmosfera de uma sociedade dominada pelo medo combina com o brilho do seu monólogo interior.

The Times

Uma cascata de soberba ficção e verosimilhança, sem fissuras. Um imenso prazer literário.

Babelia

«A precisão infalível de Grandes ao evocar a atmosfera de uma sociedade dominada pelo medo combina com o brilho do seu monólogo interior.»

The Times Literary Supplement

«Um caso absolutamente singular na literatura espanhola.»

La Opinión de Málaga

«Uma cascata de soberba ficção e verosimilhança, sem fissuras. Um imenso prazer literário.»

Babelia

«Grandes desenha uma coreografia entre personagens reais e fictícias marcadas por um enorme rigor histórico.»

El País

 

28
Jan22

"Vermelho, Branco e Sangue Azul" de Casey McQuiston

Niel Tomodachi

O verdadeiro amor nem sempre respeita as regras.

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Sobre o Livro:

O que pode acontecer quando o filho da presidente dos Estados Unidos da América se apaixona pelo príncipe de Inglaterra?

Quando a sua mãe é eleita presidente dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz torna-se o novo menino bonito dos media. Lindo, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos dos pais e ter uma carreira política extraordinária, como tanto quer. Mas quando a sua família é convidada para o casamento real de Philip, príncipe de Inglaterra, Alex confronta-se com o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, o irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem é constantemente comparado - e que ele não suporta.

Mas o encontro entre Alex e Henry corre pior do que se poderia prever, e, no dia seguinte, todos os jornais do mundo têm imagens dos dois caídos em cima do bolo real, passando a ideia de uma briga entre eles. Para evitar um desastre diplomático, Alex e Henry passam um fim de semana juntos e fingem ser os melhores amigos. Mas o que parecia ser apenas mais uma obrigação rapidamente evolui para algo que nenhum dos dois poderia imaginar - e que não tem nenhuma hipótese de dar certo. Ou tem?

Estarão Alex e Henry preparados para enfrentar o impacto que a sua relação pode ter no cenário mundial? Poderá o verdadeiro amor mudar as regras do jogo?

 

Sobre a Autora:

Casey McQuiston cresceu no sul do Louisiana. Adora biscoitos amanteigados e histórias apaixonantes. Estudou Jornalismo e trabalhou na imprensa, até voltar ao seu primeiro amor: comédias românticas alegres, excêntricas e escapistas. Vive em Nova Iorque com Pepper, a sua poodle. Vermelho, Branco e Sangue Azul, o seu primeiro romance, é um bestseller mundial.

 

«Uma estreia extraordinária. É quase impossível assistir à história de amor entre Alex e Henry e não nos apaixonarmos também - por eles e por este livro maravilhoso.»
The New York Times Book Review

«Este livro é tão bom. Uma das provas disso é que só queremos saltar para dentro da história e torná-la realidade.»
Vogue

«Merece mais do que cinco estrelas. A ler e reler. Brilhante.»
Entertainment Weekly

«Como é que este livro nunca tinha sido escrito?, pensamos nós ao terminar.»
Cosmopolitan

 

28
Jan22

A viagem perfeita para amantes de comboios que sonham ver de perto as auroras boreais

Niel Tomodachi

Numa das paragens pode dormir em cúpulas com teto transparente para ficar a ver este fenómeno natural.

Pintam o céu de várias cores e das poucas vezes que acontecem reúnem milhares de pessoas — muitas viajam de propósito para assistir a este fenómeno ao vivo. Não estamos a falar de fogo de artifício, mas sim das tão famosas auroras boreais. Foram, durante anos, um acontecimento misterioso da natureza. Atualmente, já sabemos que resultam da colisão de partículas carregadas de eletricidade vindas do sol com a atmosfera terrestre. Porém, décadas de investigação científica não retiraram beleza ao fenómeno.

Existem vários percursos organizados que pode fazer para conhecer melhor as luzes do Norte, mas poucos oferecem a experiência de admirar o fenómeno natural exatamente no ponto em que contrasta com paisagens magníficas — ao mesmo tempo que as várias cores do céu se refletem na água e fazem reluzir a neve branca.

Essa é a experiência que a Alaska Railroad oferece, a bordo de um comboio que se desloca devagar sobre os carros, para que possa interiorizar todo o cenário que encontra à sua volta. A viagem começa em Anchorage e termina em Fairbanks (no estado do Alaska, nos EUA). Esta última cidade é o destino perfeito para ver as auroras boreais, pois localiza-se exatamente por baixo da Aurora Oval. Ou seja: é a melhor região do hemisfério norte para as observar, visto que ali a sua atividade é bastante intensa.

A experiência dentro do comboio é quase tão marcante quanto a das luzes do Norte. Ao embarcar no Aurora Winter Train será recebido por carruagens bem iluminadas, com bancos confortáveis , adequados à viagem de meio dia. É ali que fará as refeições, enquanto olha pelas enormes janelas e avista os campos pintados de branco e a vida selvagem que ali reina, como os alces e as águias.

As enormes janelas permitem desfrutar plenamente da vista.
 
 

As principais atividades decorrem fora do comboio. Durante as paragens poderá andar em trenós puxados por cães ou sentir a adrenalina passeando em motos de neve. Pode também optar por pernoitar no Borealis Basecamp, uma espécie de acampamento onde os hóspedes dormem em cúpulas geodésicas com teto transparente.

“A Alaska Railroad oferece aos passageiros a oportunidade de admirarem a beleza do Alaska e embarcarem em aventuras à volta do estado”, explica Dale Wade, o vice-presidente de marketing da empresa, em comunicado à “Travel + Leisure”. “É uma experiência inesquecível da região”, acrescenta.

O site disponibiliza pacotes com diferentes opções. O mais popular, The Aurora, custa 1.385€ por pessoa e oferece uma viagem de seis dias com estadias em Talkeetna e Fairbanks, inclui a oportunidade de andar nos trenós, seguir as auroras boreais a pé e passar pela termas de Chena. A opção mais económica custa 259€ e dura dois dias — nesta modalidade toda a viagem é feita apenas a bordo do tão cobiçado comboio.

As reservas estão disponíveis para quem quiser conhecer as luzes do Norte até 7 de maio de 2022.

 

28
Jan22

"Meditação Prática" de Benjamin W. Decker

Como ser mais calmo e feliz em 10 dias

Niel Tomodachi

10 práticas - 10 dias - um novo «eu»

Wook.pt - Meditação Prática

Sobre o Livro:

Benjamin Decker, instrutor de meditação veterano, dá indicações claras para aprender 10 técnicas de meditação diferentes neste verdadeiro manual de instruções, uma para cada dia num programa de 10 dias. No fim, será o leitor a escolher as práticas que resultam melhor para o seu estilo de vida e objetivos. Um livro fundamental tanto para recém-chegados à meditação como para praticantes mais experientes que procurem variedade.
Está dividido pelos tipos de meditação, com instruções passo a passo e inclui pontos de reflexão, para registo de pensamentos e conclusões.

 

Sobre o Autor:

Benjamin W. Decker é instrutor de meditação e ativista social em Los Angeles. É diretor educativo no Institute For Transformational Thinking e instrutor fundador na Unplug Meditation, The DEN Meditation e Wanderlust Hollywood. Foi diretor de parcerias na organização de auxílio humanitário Generosity.org e na organização contra o tráfico humano Unlikely Heroes.

 

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