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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

31
Ago21

A receita de granola com laranja e mel que “é a melhor de sempre”

Niel Tomodachi

Palavra da autora, Luísa Fortes da Cunha, que salienta que a receita dispensa gorduras e açúcares.

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A granola continua na moda como snack. No entanto, nem toda a granola é especialmente saudável. Em caso de dúvida, às vezes o melhor é deitar mãos à obra e fazer uma versão caseira.

Luísa Fortes da Cunha, autora desse compêndio de receitas saudáveis que é o “My Casual Brunch”, é fã de granola e partilhou uma receita em particular que apresenta assim, sem hesitação: “se eu vos disser que esta é a melhor granola de sempre, não estou a mentir. Nem imaginam o cheirinho que ficou na minha cozinha”.

Algumas granolas podem ser bem mais calóricas do que imaginávamos. Aqui, evitam-se armadilhas apostando numa receita que não dá destaque algum a gorduras e açúcares.

“Não adicionei qualquer gordura (a gordura das sementes é suficiente e é mais saudável). Em vez de gordura adicionei sumo de uma laranja com 3 colheres de sopa de mel”, explica. Ficou bem saudável e, tão ou mais importante, super crocante. Tome nota que ainda são bastantes ingredientes.

Do que precisa

— Uma chávena de nozes em pedaços 
— Uma chávena de amêndoas cortadas grosseiramente
— 1/2 chávena de cajus
— 1/2 chávena de castanha do Brasil
— 4 colheres de sopa de linhaça triturada na hora
— Três colheres de sopa de sementes de girassol
— Coco laminado a gosto 
— Uma colher de sobremesa de canela
— 300g de flocos de aveia
— 4 colheres de sopa de mel 
— Sumo de uma laranja
— Uma chávena de passas
— Uma chávena de ameixas cortadinhas

Como se faz

Misture os ingredientes secos e a seguir deite o sumo de laranja misturado com o mel. Depois de bem misturado deite este preparado num tabuleiro forrado com papel vegetal (espalhe bem a mistura de modo que não fique com muita altura). Leve ao forno a 180 graus durante meia hora. “Tenha o cuidado de mexer de 10 em 10 minutos”, lembra a criadora da receita. Depois de pronto junte as passas e as ameixas. Deixe arrefecer e guarde em frascos bem fechados.

 

31
Ago21

"Todo o ar que nos rodeia" de Tom Malmquist

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

«No sábado, foi encontrado um homem morto numa gruta na floresta de Sörskogen. Apresentava cortes graves no rosto e no peito, e a polícia acredita que foi assassinado com um machado.»
A notícia tem duas décadas e está esquecida numa folha de jornal utilizada para embrulhar as delicadas peças do serviço de loiça da mãe de Tom. Quando, por ocasião do aniversário de Karin, ele vai ao sótão dos pais para as levar consigo, encontra-a e a curiosidade nasce.
Partindo da pouca informação que tem, Tom Malmquist iniciará a sua própria investigação para descobrir tudo o que puder sobre Mikael K, o homem brutalmente assassinado duas décadas antes. Quem o matou? E porquê? Mas, enquanto procura respostas para essas e outras perguntas, encontra perturbantes paralelos entre a história investigada e a sua própria vida.
Em Todo o Ar Que Nos Rodeia – uma intrigante história sobre morte, solidão e laços desfeitos – Tom Malmquist regressa ao passado e às personagens que apaixonaram os leitores do seu grande sucesso anterior, o romance Em Todos os Momentos Estamos Vivos.

 

Sobre o Autor:

Tom Malmquist nasceu em 1978, em Huddinge, na Suécia.
Começou por publicar dois livros de poesia, mas foi o seu primeiro trabalho em prosa que arrebatou a crítica. No romance Em Todos os Momentos Estamos Vivos, publicado em 2015, Tom Malmquist serve-se de episódios autobiográficos para escrever um comovente livro sobre a perda e o luto.
Com direitos vendidos para mais de vinte países, o seu primeiro romance arrecadou prémios como o Karin Boye’s Literary Prize (2015), o Albert Bonnier Scholarship Fund For Swedish Writers (2015), o Dagens Nyheter Culture Prize (2016) e o Stina and Erik Lundberg Foundation Grant (2016). Esteve nomeado para o Nordic Arts Council Prize e, em 2018, foi considerado pelo The New York Times um dos cem livros mais notáveis do ano.
Atualmente, vive em Estocolmo com a filha.

 

31
Ago21

"O Fim" de Salvatore Scibona

Niel Tomodachi

Um primeiro romance imperdível que aborda, com delicadeza e capacidade de introspeção, os grandes temas da vida.

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Sobre o  Livro:

15 de agosto de 1953. É dia de festa ruidosa e turbulenta em Elephant Park, um enclave de imigrantes italianos no norte do Ohio. Enquanto as festividades atingem um patamar frenético e trasbordam para as ruas, cinco membros da comunidade suportam o peso de um terrível segredo.

O padeiro da vila recebe uma notícia dolorosa, o joalheiro curva-se abnegadamente sobre o seu trabalho, uma costureira de cortinas fala em voz baixa pelo fio torcido de um telefone, um adolescente perturbado procura a liberdade fora da crescente multidão da festa e uma abortadeira idosa e ressentida mantém sob apertada vigilância a comunidade sobre a qual sente que está a perder o domínio.

Lentamente, à medida que estas personagens obstinadas e primorosamente desenhadas colidem entre si, torna-se evidente que, sepultada a grande profundidade nos seus corações, está a verdade há muito silenciada sobre o crime que assombrou o mundo de cada uma delas.

Criativo, explosivo, tendo em fundo as tensões raciais, espirituais e morais que deram origem à América moderna, O Fim assinala a brilhante estreia de Salvatore Scibona como uma voz nova e eletrizante na ficção americana.

 

Sobre o Autor:

Salvatore Scibona nasceu em 1975 em Cleveland, Ohio. É autor dos romances O Fim (2008) e The Volunteer (2019), de ensaios e de contos publicados em revistas literárias como a Threepenny ReviewBest New American Voices 2004The Pushcart Book of Short Stories: The Best Stories from a Quarter-Century of the Pushcart PrizeHarper's Bazaar e The New Yorker, entre outras. Foi distinguido com importantes prémios, incluindo o Guggenheim Fellowship, o Pushcart Prize, o O. Henry Award e o Whiting Award. Em 2010, foi escolhido pela The New Yorker como um dos 20 escritores mais promissores com menos de 40 anos. O Fim, o seu romance de estreia, foi finalista do National Book Award e vencedor do Young Lions Fiction Award da Biblioteca Pública de Nova Iorque.

 

«Não é de admirar que Scibona, um italo-americano que trabalhou no livro durante uma década, tenha sido incluído pela New Yorker na sua lista – “20 under 40” – de jovens escritores a ter em conta.»
The Guardian

«Faz-nos pensar não só em Faulkner, mas também em T. S. Eliot, Virgina Woolf, Gertrude Stein e James Joyce.»
The Cleveland Plain Dealer

 

30
Ago21

"1000 Anos de Alegrias e Tristezas" de Ai Weiwei

Memórias

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Em 1000 Anos de Alegrias e Tristezas, Ai Weiwei oferece-nos uma descrição impressionante da China dos últimos 1000 anos e, simultaneamente, reflecte sobre o seu processo artístico. Além de explorar as origens da sua criatividade fora de série e das suas apaixonadas convicções políticas, Weiwei revela ainda a história do seu pai, Ai Qing, outrora o poeta mais influente da China e camarada próximo e íntimo de Mao Tsé-Tung.

Durante a Revolução Cultural Chinesa, Ai Qing foi considerado de direita e condenado a trabalhos forçados. Toda a sua família, incluindo o filho, foi desterrada para uma parte remota e desolada do país a que chamavam Pequena Sibéria. nas suas memórias, Weiwei descreve uma infância no exílio e conta-nos a difícil decisão de abandonar a família para ir estudar Arte nos Estados Unidos, onde se tornou amigo de Allen Ginsberg e encontrou em Marcel Duchamp e Andy Warhol uma inspiração.

Com honestidade e sageza, descreve o seu regresso à China e a sua ascensão de artista desconhecido a estrela da cena artística internacional e activista pelos direitos humanos - sem esquecer a forma como o seu trabalho tem sido moldado pela vivência sob um regime totalitário.

 

Sobre o Autor:

Nascido em 1957, Ai Weiwei é um dos mais importantes artistas e ativistas do momento. Vive atualmente no Alentejo, em Portugal. A sua primeira exposição em Portugal, na Cordoaria Nacional, terá como título Rapture e poderá ser vista de 4 de junho a 28 de novembro de 2021.

 

 

30
Ago21

O Porto vai receber uma exposição dedicada a Leonardo Da Vinci

Niel Tomodachi

A mostra vai ficar instalada na Praça de Gomes Teixeira, de 8 de setembro a 6 de outubro.

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Pela pintura, pela criatividade ou pela visão inovadora e à frente do seu tempo, Leonardo Da Vinci é um dos génios mais conhecidos de todos os tempos. É por isso que mesmo depois de mais de 500 anos da sua morte, continua a inspirar grandes obras e exposições. O Porto vai receber uma delas.

Entre 8 de setembro e 6 de outubro, a Praça de Gomes Teixeira, também conhecida como Praça dos Leões, receberá a exposição itinerante “Leonardo da Vinci – Observa, Questiona e Experimenta”. O espaço irá transformar-se numa espécie de museu a céu aberto onde será possível encontrar maquetes em escala de algumas das suas criações, jogos, experiências de realidade aumentada e até objetos com os quais é permitido interagir.

“Aproximar o pensamento de Leonardo da Vinci e a sua atitude perante a vida para fomentar a curiosidade, o espírito crítico e o desejo de saber através da observação e das experiências constituem alguns dos objetivos desta exposição itinerante”, explica a Ágora no seu site.

A exposição “Leonardo da Vinci – Observa, Questiona e Experimenta” poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 12 horas e as 13h30 e das 16h30 às 20h30; ou aos fins de semana das 10 horas às 13 horas e das 16h30 às 20h30. Há ainda um horário destinado aos pequenos grupos, de segunda a sexta-feir,a entre as 9 horas e as 12 horas e das 14h30 às 16h30. As reservas deverão ser feitas através de telefone 215 562 495.

A organização desta exposição sobre o génio italiano resulta de uma parceria entre a Fundação “la Caixa”, o BPI, a Fundação Vicente Ferrer e a Câmara do Porto.

 

30
Ago21

Frederico Pedreira vence Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz

Niel Tomodachi

O escritor Frederico Pedreira venceu o Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz/Fundação Millennium bcp, com o romance "A Lição do Sonâmbulo", publicado em 2020 pela Companhia das Ilhas, anunciou hoje a fundação.

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A atribuição do prémio a Frederico Pedreira foi decidida por unanimidade do júri, constituído por Bruno Vieira Amaral, Isabel Lucas, Luísa Mellid-Franco, Manuel Pereira Cardoso e Maria Helena Santana, que considerou tratar-se de "uma narrativa original de tipo autobiográfico que tira sentido existencial do quotidiano familiar burguês".

"Há, por parte do sujeito que narra, um trabalho de reconstituição de si mesmo e de uma época a partir do lugar central da casa, gerando no leitor empatia imediata que progressivamente se complexifica, afastando-se de uma exploração meramente sentimental", acrescentou.

"A lição do sonâmbulo" é uma autobiografia romanceada, em que o autor recua até à sua infância, recriando um passado assente em memórias e imaginação.

Para o júri do prémio, "mais do que uma escavação arqueológica da infância e de um tempo, a rememoração funciona aqui como um dispositivo literário que tudo submete ao poder evocativo da linguagem e do minucioso sentido de observação do narrador".

Este romance já havia sido distinguido com o Prémio de Literatura da União Europeia, em maio deste ano, tendo o júri se manifestado "muito impressionado pela qualidade" da escrita de Frederico Pedreira e pela "forma como o autor usa a ficção como uma ferramenta para a investigação autobiográfica".

Frederico Pedreira nasceu em 1983, publicou vários livros de prosa e de poesia, e traduziu poetas como W. B. Yeats e Louise Glück, assim como ensaios de G. K. Chesterton e George Orwell, ou romances de Dickens, Swift, Wells, Hardy e Banville, entre outros.

Em 2016, venceu o Prémio INCM/Vasco Graça Moura na categoria de Ensaio, com "Uma Aproximação à Estranheza".

Os outros autores que estavam nomeados para a edição deste ano do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz/Fundação Millennium bcp eram Amadú Dafé, Ana Bárbara Pedrosa, Mafalda Damas Revés e Paulo Rodrigues Ferreira.

Na edição anterior (2019), foi contemplada a obra 'Luanda Lisboa Paraíso', de Djaimilia Pereira de Almeida.

O prémio tem um valor pecuniário de 10 mil euros e contempla, de dois em dois anos, uma obra ficcional de autor português com idade não superior a 40 anos.

O objetivo deste prémio é promover e incentivar a produção de obras literárias em língua portuguesa, bem como homenagear Eça de Queiroz.

A entrega do prémio terá lugar no dia 2 de outubro na sede da Fundação Eça de Queiroz, em Tormes.

 

30
Ago21

As pizzas em cone que se fazem em casa em poucos minutos

Niel Tomodachi

Esqueça as pizzas redondas e as versões em calzone. Há uma nova moda que pode rechear como quiser.

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Pizzas redondas, retangulares e ovais. São vários os formatos que se encontram nos restaurantes. Também as versões em cone passaram a fazer parte de alguns projetos e até deram origem a negócios de street food. São fáceis de comer, podem chegar com o que quiser e fazem-se em poucos minutos.

Pode fazer de raiz uma base de pizza mais básica ou usar uma versão pré-feita, que o efeito será o mesmo. No blogue “Receitas Sem Fronteiras”, a combinação que fazem é bastante simples, mas claro é possível juntar os ingredientes de que mais gostar.

Os cones têm de ser cozidos no forno durante alguns minutos previamente. Depois é que junta o recheio só mesmo para derreter o queijo que se compõe aos restantes produtos que adicionar. No máximo, em 20 minutos, já tem o snack pronto.

 

Do que precisa

1 dose de massa de pizza

80 gramas de carne picada

8 rodelas de pepperoni

1 pimento verde cortado em tiras

100 gramas de mozzarella ralada

400 ml de molho de tomate

1 colher de molho barbecue

azeite q.b

sal e pimenta q.b

 

Como se faz

Comece por preparar os cones. Estenda a massa de pizza e corte em tiras longas com seis centímetros de largura. Enrole para um num cone de papel de alumínio. Comece a enrolar pela parte mais aberta do cone. Leve os cones de massa a assar no forno por 12 minutos a 200ºC. Deixe arrefecer antes de colocar os restantes ingredientes no interior. 

Refogue a carne com os pimentos. No fundo dos cones junte uma colher de sopa de molho de tomate. Junte a carne e os pimentos, o queijo ralado e umas rodelas de pepperoni em cada um. Leve ao forno durante oito minutos até o queijo derreter.

 

30
Ago21

"As Crónicas" de António Lobo Antunes

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

As crónicas reunidas no presente volume resultam de uma selecção feita a partir de mais de quatrocentos textos publicados pelas Publicações Dom Quixote em cinco volumes independentes entre 1998 e 2013. Inclui também uma seleção de crónicas inéditas em livro.

Numa escrita mais intimista do que a dos seus romances, as crónicas de António Lobo Antunes abordam uma vastíssima panóplia de temas que incluem não só a infância, a família, as mulheres, os amigos, os amores e os desamores, a vida e a morte, mas também relatos sobre pessoas anónimas encontradas ocasionalmente, apontamentos de viagem ou sobre pequenos restaurantes de bairro e, como não podia faltar, algumas notas sobre a escrita e os livros.

Com esta selecção de quase duas centenas de textos, pretendeu-se oferecer ao leitor uma amostra realmente abrangente da versatilidade e do talento de António Lobo Antunes como cronista.

 

Sobre o Autor:

António Lobo Antunes nasceu em Lisboa, em 1942. Estudou na Faculdade de Medicina de Lisboa e especializou-se em Psiquiatria. Exerceu, durante vários anos, a profissão de médico psiquiatra. Em 1970 foi mobilizado para o serviço militar. Embarcou para Angola no ano seguinte, tendo regressado em 1973. Em 1979 publicou os seus primeiros livros, Memória de Elefante e Os Cus de Judas, seguindo-se, em 1980, Conhecimento do Inferno. Estes primeiros livros transformaram-no imediatamente num dos autores contemporâneos mais lidos e discutidos no âmbito nacional e internacional. Todo o seu trabalho literário tem sido, ao longo dos anos, objeto dos mais diversos estudos, académicos ou não, e dos mais importantes prémios, nacionais e internacionais, entre os quais se contam o Prémio Juan Rulfo, 2008, Prémio Camões, 2007, Prémio Jerusalém, 2005, Prémio Ovidio, 2003 e Prémio Europeu de Literatura, 2001. A obra de António Lobo Antunes encontra-se traduzida em inúmeros países e recentemente foi anunciada a sua edição na prestigiosa coleção Pléiade.

 

30
Ago21

"Os Sinais do Medo" de Ana Zanatti

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

"Nada mais tocante do que a nossa nudez mas as convenções, os tabus, a hipocrisia dos falsos moralismos, fazem-nos às vezes representar papéis que não são nossos, usar máscaras que nos desumanizam e tornam infelizes, apenas pelo medo da reprovação da família, dos amigos, da sociedade. Tememos não ser amados por sermos diferentes do que é suposto ser. Nascemos, vivemos e morremos ao lado de amigos e familiares que se dizem íntimos mas para quem somos e nos são, desconhecidos.
Numa família, raras são as pessoas que se conhecem, amam e aceitam verdadeiramente. Queremos o amor dos nossos pais, mas eles própros nos entregam no berço, o papel que nos esperam ver desempenhar vida fora. Com pouca margem de improviso e criatividade, porque a criatividade faz de nós seres únicos e a diferença paga-se caro. A maior miséria que podemos herdar é o medo que através de gerações, aparece personificado pela incompreensão e desamor, pela guerra, intolerância e ausência de compaixão, de saber estar ao lado de quem sofre. Pela farsa que ele nos leva a representar. As personagens do livro, comungam em gerações diferentes, da mesma mágoa escondida. Cada uma vive à sua maneira, com aceitação, revolta, desânimo, tristeza, impotência ou desespero as consequências de uma sexualidade reprimida porque mal vista ou considerada aberrante.
Um medo disfarçado de juiz da moral e dos costumes, que transforma o amor e o sexo em catos vergonhosos quando deviam ser belos e libertadores."

 

Sobre a Autora:

Ana Zanatti nasceu em Lisboa em 1949. Ao longo de 47 anos tem exercido a atividade de atriz no teatro, cinema e televisão e foi, em simultâneo, durante 26 anos, apresentadora da RTP. Autora e coautora de canções, programas de rádio e televisão, documentários e séries, tradutora de peças de teatro, publicou o primeiro romance em 2003. Tem contos e poemas publicados em diversas antologias e colaborou com jornais e revistas, desde o extinto semanário SETE à revista literária Os meus livros, e às revistas Biosofia, Elle e Egoísta, entre outras.
Dedica-se a causas como a Condição Feminina (em 1984 foi uma das 25 mulheres escolhidas para representar Portugal, em Bruxelas, pela Comissão da Condição Feminina da CEE), Defesa dos Direitos LGBT, Conservação da Natureza e Defesa do Ambiente, Defesa dos Direitos Humanos e dos Animais. Recebeu os Prémios Rede Ex Aequo em 2009 e 2012 e o Prémio Arco-Íris em 2011.

 

29
Ago21

"O Deserto dos Tártaros" de Dino Buzzati

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

«Um dos romances mais importantes da história da Literatura mundial.» — Umberto Eco
Recém-nomeado oficial, Giovanni Drogo é destacado para a inóspita Fortaleza Bastiani, situada no limite do deserto, outrora reino dos míticos Tártaros. Uma vez lá chegado, Drogo é contaminado pelo clima heróico e ávido de glória que parece petrificar, numa espera perene, oficiais e soldados. Passam-se meses e anos, devorando juventude e sonhos. Todos aguardam o dia em que os inimigos virão do Norte e a guerra terá início.

Uma das obras-primas do século XX, que projectou a fama internacional de Buzzati, O Deserto dos Tártaros foi publicado em 1940 e adaptado ao teatro por Albert Camus e ao cinema, num filme de culto realizado por Valerio Zurlini.

 

Sobre o Autor:

Dino Buzzati (Belluno, 1906 – Milão, 1972) é autor de uma vasta produção narrativa que inclui volumes de contos, romances, peças de teatro, poesia e obras que conjugam texto com ilustração.
O seu universo temático singular, junção de existencialismo e de uma visão fantástica e absurda do real, inclui os romances O Segredo do Bosque Velho e O Deserto dos Tártaros, este último adaptado ao cinema em 1976; os volumes de contos Os Sete MensageirosPânico no Scala e A Derrocada da Baliverna; a novela gráfica Poema a Fumetti, de 1969; ou o livro infantil ilustrado La Famosa Invasione degli Orsi in Sicilia. A publicação de Sessenta Contos, em 1958, mereceu ao autor a atribuição do prestigiado prémio Strega.

 

«Um dos romances mais importantes da história da Literatura mundial.»
Umberto Eco

 

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