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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

31
Mai21

Gaia: há um hotel rural com bungalows para conhecer em Lever

Niel Tomodachi

Em Lever, na freguesia mais oriental da cidade, nasceu um alojamento com casas, suítes e bungalows, rodeado por Natureza. Quem procura pernoitar em sossego mas, ainda assim, perto da movida portuense, encontra na Quinta do Pedregal Hotel & Spa uma boa opção.

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No centro de Lever, em Vila Nova de Gaia, encontra-se a Quinta do Pedregal Hotel & Spa, um turismo rural ideal para quem quer visitar o Porto, mas prefere pernoitar afastado da confusão. Trinta minutos separam a baixa portuense deste projeto familiar, único na cidade, constituído por duas casas, duas suítes e quatro românticos bungalows (aos quais se juntará em breve uma casa da árvore com banheira de hidromassagem), nomeados conforme as árvores que os rodeiam, como carvalhos, eucaliptos, pinheiros e castanheiros.

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A recuperação da antiga quinta fez-se recorrendo, no interior, a tons terrestres, madeiras reaproveitadas e cimento afagado, proporcionando um ambiente frugal mas confortável, tanto nos quartos, como no spa. No exterior destaca-se a convidativa piscina e, ao fundo da propriedade, a horta, de onde saem alguns dos legumes e vegetais usados pelo chef Diogo Gomes no restaurante do hotel, aberto do almoço ao jantar, também a quem não está alojado.

Famílias e grupos encontram pouso na Casa da Eira, com um quarto, e na Casa da Quinta, com dois quartos. Os animais de estimação são bem-vindos e recebidos pelas duas cadelas anfitriãs: Missy e Love.

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MORADA:
Rua Cavada de Meias, 109, Lever, Vila Nova de Gaia
 
TELEFONE:
925522970
 
CUSTO:
 
(Quarto duplo a partir de 100 euros por noite; bungalow a partir de 120 euros por noite (ambos com pequeno-almoço incluído))
 

31
Mai21

"O seu filho precisa de si" de Gordon Neufeld e Gabor Maté

Niel Tomodachi

Fortaleça a relação com o seu filho, ajudando-o a enfrentar os desafios do crescimento.

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Sobre o Livro:

O seu filho precisa de si é uma obra pertinente que aborda uma das tendências mais perturbadoras dos nossos tempos: as crianças estão a procurar os valores, a identidade e os códigos de conduta junto dos colegas em detrimento da família. Esta “orientação pelos pares” compromete a coesão familiar, interfere com um desenvolvimento saudável e promove uma cultura juvenil hostil e sexualizada.
O seu filho precisa de si explica as causas desta quebra decisiva da influência parental e apresenta formas de restabelecer esta ligação devolvendo-lhe o seu papel natural, abordando ainda temas como o combate ao bullying escolar e à violência juvenil, a resiliência, a autoestima, a sexualidade e a vulnerabilidade numa era digital, de redes sociais e videojogos.
Num livro repleto de conselhos práticos, técnicas e reflexões, Neufeld e Maté ajudam os pais a reconquistar a ligação com os filhos, a definir a hierarquia correta no seio da família e fazer com que as crianças se sintam seguras e compreendidas.
Reconquiste a conexão intuitiva com o seu filho, de forma a que ele compreenda que é o abrigo certo para ir e voltar das suas aventuras pelo mundo.

 

Sobre os Autores:

GORDON NEUFELD é psicólogo clínico em Vancouver, internacionalmente reconhecido como a principal autoridade sobre desenvolvimento da criança. No Neufeld Institute são organizados muitos cursos por ele criados, destinados a pais, educadores e profissionais de apoio de vários continentes. É famoso pela sua capacidade única de desbloquear as soluções para problemas aparentemente complexos na criação e educação das crianças.

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GABOR MATÉ é médico e autor de bestsellers como When the Body Says No, Scattered Minds e In the Realm of Hungry Ghosts. É uma autoridade muito requisitada sobre temas como o stress, a saúde mental e física, a PDAH, a parentalidade e as adições, o que o obriga a viajar constantemente para proferir palestras destinadas a profissionais de saúde, professores e públicos leigos na América do Norte e em todo o mundo.

 

"O seu filho precisa de si traz-nos ideias e perspetivas genuinamente novas sobre a parentalidade. Os autores recorrem à psicologia, à antropologia, à neurologia e às suas próprias experiências pessoais e profissionais para analisar o ‘contexto’ atual da parentalidade. É um livro que vale a pena ler, nomeadamente pelas suas implicações práticas para os pais."

Dr. Mary Pipher

"O seu filho precisa de si é uma obra visionária. Os autores mostram-nos de que forma estamos a perder o contacto com os nossos filhos, e em que medida esta perda afeta o seu desenvolvimento e ameaça o próprio tecido social. Mais importante ainda é a ajuda prática que dá aos pais, através de exemplos concretos e sugestões elucidativas, para que possam cumprir o seu papel instintivo. Um livro brilhante e bem escrito que deve ser levado a sério – muito a sério."

Peter A. Levine Ph.D.

"Com ideias originais sobre o apego entre pais e filhos e sobre a forma de os pais o recuperarem, esta obra revitaliza as famílias e acalenta a canção que soa nos corações dos filhos."

Raffi, Child Honoring Society Institute

"As ideias e perspetivas apresentadas pelos autores são educativas — até mesmo inspiradoras — para todas as pessoas que escolhem dedicar a sua vida e a sua energia aos alunos."

Bulletin of the National Association of Secondary School Principals

"Um abordagem que pode mudar, se não salvar, a vida dos nossos filhos."

National Post

 

31
Mai21

Filme "Limbo" dá o papel principal aos migrantes

Niel Tomodachi

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Um refugiado preso no limbo. É um dos filmes europeus mais esperados, depois da seleção em Cannes, Toronto e San Sebastian no ano passado e das nomeações para os prémios BAFTA.

"Limbo" é a história de um migrante e músico sírio, numa ilha ao largo da costa da Escócia, à espera de conseguir asilo na Europa. Neste filme, os migrantes desempenham os papéis principais.

Sabia que queria colocar os refugiados na frente e no centro do filme e criar uma ligação direta entre eles e o público, com a crença de que não precisávamos de uma personagem ocidental para que nos conseguissemos identificar com ela... Podemos relacionar-nos directamente com as personagens dos refugiados e encontrar parte de nós próprios nelas.
Ben Sharrock 
Realizador

 

O tom do filme é bem-humorado e excêntrico, mostrando o absurdo das situações que os estrangeiros, e muito mais os migrantes, podem ser confrontados...

Penso que se ligaram principalmente à ideia de identidade, perda de identidade ou estar num novo território, o que se sente quando não estamos no nossso ambiente e quadro familiar. Certamente a cultura britânica e a cultura árabe - tendemos a rir também dos nossos percalços e infortúnios... o equilíbrio entre a comédia e o drama é um belo reflexo da vida em geral.
Amir El-Masry 
ator
 

"Limbo" acabou de ser lançado nos Estados Unidos e chega à Europa neste verão - com a abertura gradual dos cinemas.

 

 

31
Mai21

Ana Luísa Amaral ganha Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana

Niel Tomodachi

A poetisa portuguesa Ana Luísa Amaral foi hoje galardoada com o XXX Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, que reconhece uma obra poética que contribui de forma significativa para o património cultural deste conjunto de países.

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Património Nacional Espanhol anunciou hoje a decisão deste prémio, dotado de 42.100 euros, atribuído por esta instituição e pela Universidade de Salamanca.

Segundo a agência espanhola EFE, este prémio é o mais importante reconhecimento da poesia em espanhol e português que visa premiar toda a obra poética de um autor vivo.

Ana Luísa Amaral torna-se a terceira autora portuguesa a receber o prémio, depois de Sophia de Mello Breyner (2003) e Nuno Júdice (2013), e a quarta escritora lusófona a ser distinguida, numa lista que inclui também o brasileiro João Cabral de Melo Neto (1994).

Nascida em Lisboa, em abril de 1956, a escritora e professora universitária Ana Luísa Amaral vive em Leça da Palmeira desde os 9 anos e tem recebido múltiplas distinções ao longo da carreira, sendo as mais recentes o Prémio Vergílio Ferreira e o galardão espanhol Leteo.

Ana Luísa Amaral, "uma das mais relevantes poetisas da atualidade", aborda, na sua obra, traduzida para diversas línguas, "a memória e vindicação do feminismo português", considerou, no final do ano passado, o júri do prémio Vergílio Ferreira 2021, presidido pelo espanhol Antonio Sáez Delgado.

Num artigo publicado no jornal espanhol El País, no passado dia 03 de outubro, Sáez Delgado considerou Ana Luísa Amaral como "uma das mais importantes vozes das letras portuguesas das últimas três décadas".

Amaral construiu "uma obra que se desdobra, em paralelo, na poesia (sede central do seu universo literário) e através do teatro, do ensaio, da narrativa para adultos ou infantil e da tradução", referiu o também professor da Universidade de Évora, no artigo centrado no mais recente livro da escritora portuguesa, "What's in a Name", em que, disse, a autora "retoma algumas das suas preocupações fundamentais".

A obra "habita um território poético que toma como elemento central a tensão entre a observação da realidade quotidiana e a capacidade de expressão e compreensão através da palavra escrita", assinalou.

Também no ano passado, a associação das Livrarias de Madrid atribuiu-lhe o prémio Livro do Ano, na área de Poesia, pela publicação em Espanha de "What's in a name".

Doutorada em Literatura Norte-americana pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde foi professora, tem dezenas de títulos de poesia publicados desde "Minha Senhora de Quê" (1990), para além de já ter escrito teatro e ficção, incluindo vários livros para a infância.

A sua obra encontra-se traduzida e publicada em várias línguas e países, tendo obtido diversos prémios, como o Prémio Literário Correntes d'Escritas, o Premio Letterario Poesia Giuseppe Acerbi e o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores.

A sua obra poética é editada em Portugal pela Assírio & Alvim.

 

31
Mai21

Leipzig prepara próxima edição da feira do livro mais pequena

Niel Tomodachi

A Feira do Livro de Leipzig começa a preparar a edição do próximo ano, que se prevê um pouco mais pequena, mas com a imagem habitual, satisfazendo uma "necessidade" de conhecer a "tão rica" literatura lusófona.

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Depois de duas edições canceladas devido à pandemia da covid-19, o diretor da Feira do Livro de Leipzig, Oliver Zille, acredita que o evento, com mais de 500 anos de história, deverá realizar-se no próximo ano.

"Estou confiante de que a feira poderá decorrer na próxima primavera, mas não acredito que a situação pandémica mude completamente. Estaremos numa situação melhor, mas ainda numa pandemia. Teremos de ter atenção ao número de visitantes - normalmente rondam os 300 mil por edição. Não acredito que tenhamos o mesmo número no próximo ano", assumiu, em declarações à agência Lusa.

Deverá por isso ser uma edição "talvez um pouco mais pequena", mas que terá na estrutura "a mesma imagem que já conhecemos."

"Vamos ter de recomeçar, usando o que aprendemos neste período, mas também pensando numa nova perspetiva. Temos de ver como é que os nossos clientes sobreviveram à pandemia, e qual é a situação real (...)", revelou.

A edição de 2020, que contava com Portugal como País Convidado, foi cancelada. Este ano, a feira também não se realizou, antecipando, ainda assim, no festival literário "Leipzig Liest Extra" ("Leipzig Lê", em tradução literal), eventos com autores de língua portuguesa, reunidos sob a designação "Portugal Lê - Um olhar sobre o país convidado de 2022".

"Decidimos, juntamente com Portugal, adiar o programa de País Parceiro e ter, este ano, uma pequena amostra do que será a próxima edição", apontou o diretor da Feira do Livro de Leipzig.

Participaram, de 27 a 30 de maio, entre outros, Afonso Reis Cabral, Mia Couto, Isabela Figueiredo, Ondjaki, José Luís Peixoto e Patrícia Portela.

"Não só como diretor da feira, mas também como leitor, temos muita curiosidade por conhecer os autores de Portugal, e por saber mais sobre a literatura portuguesa, não só literatura feita em Portugal, mas em língua portuguesa, de Moçambique, de Angola, da Guiné-Bissau", sublinhou Oliver Zille.

"Penso que José Saramago e Lobo Antunes já são conhecidos dos leitores alemães. Mas autores mais jovens precisam de ser promovidos, não só na Alemanha, mas também nos outros países de fala alemã (...) É uma necessidade desta literatura se tornar mais conhecida, e é uma oportunidade", acrescentou.

"É uma literatura [de língua portuguesa é] tão rica. A sua história colonial e a revolução pacífica [de 25 de Abril de 1974] são temas muito interessantes para nós, especialmente para nós da Alemanha de leste", descreveu.

Cada ano, na Alemanha, são lançados cerca de 80 mil novos títulos, e, de acordo com Zille, a Feira do Livro de Leipzig tem o trabalho de os promover, principalmente obras lançadas na primavera. Depois de dois anos de pausa do formato habitual, é altura de planear a próxima edição.

"No primeiro ano [da pandemia], tudo estava pronto. Estávamos à espera dos expositores para começar a feira. Isso significa que tivemos de reorganizar tudo, devolver o dinheiro aos nossos clientes, foi uma situação muito, muito difícil. Para dizer a verdade, foi uma confusão", explicou à agência Lusa.

"A Feira do Livro de Leipzig é parte da feira de negócios de Leipzig, que, por sua vez, pertence à cidade de Leipzig e ao estado da Saxónia. Estes parceiros tiveram em conta a longa história da feira, a forte ligação que tem com a cidade, e deram-nos o dinheiro para sobreviver o primeiro e o segundo ano, sem a realização da feira, sem receita", lembrou.

Oliver Zille está otimista, revelando que editoras e livreiros estão relativamente estáveis. Apesar disso, a dimensão e o conteúdo da feira dependerão dos próximos meses, e da evolução da crise provocada pela pandemia da covid-19.

A presença de Portugal em Leipzig em 2022, como convidado, continuará a ocorrer sob o lema "O Encontro Inesperado do Diverso", e constituirá uma "oportunidade ímpar para dar sequência à presença crescente de obras de autores de língua portuguesa no mercado alemão e ao conhecimento, por este público, da cultura literária em língua portuguesa", lia-se numa nota divulgada pelo Camões Instituto, em abril deste ano.

 

31
Mai21

"As Regras de um Cavaleiro" de Ethan Hawke

Um guia para a vida

Niel Tomodachi

Um livro raro com a extraordinária capacidade de desencadear mudanças na nossa vida

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Sobre o Livro:

Temendo não voltar da batalha, um cavaleiro escreve uma carta aos filhos, na tentativa de lhes deixar registado tudo o que aprendeu durante a vida. Numa série de reflexões sobre a solidão, a humildade, o perdão, a honestidade, a coragem, a graça, o orgulho e a paciência, entrega-lhes um verdadeiro tesouro de ética e sabedoria. A intenção é tão-somente dar aos filhos uma bússola para um caminho que terão de fazer sozinhos. As Regras de um Cavaleiro é um livro inspirador que nos faz pensar sobre aquilo que realmente importa e colocar em perspetiva as dificuldades e os problemas que enfrentamos todos os dias.

Repleto de sabedoria e de ensinamentos valiosos, e com uma narrativa comovente, mas simples e completa, é um autêntico guia espiritual sobre as questões filosóficas da existência humana.

 

Sobre o Autor:

Ethan Hawke é escritor, argumentista e ator. Foi nomeado quatro vezes para os Óscares, duas como argumentista e duas como ator. Protagonizou filmes como O Clube dos Poetas Mortos, Dia de Treino, Gattaca, a trilogia Antes do Amanhecer e Boyhood, de Richard Linklater. É também autor de romances como The Hottest State e Ash Wednesday. Vive em Brooklyn com os quatro filhos e a mulher, ilustradora do livro As Regras para um Cavaleiro, Ryan Hawke.

 

«Um código de honra e sabedoria.»
The New Yorker

«Leia este livro e lembre-se de como os gestos mais simples podem ser poderosos se alimentados pela paixão e pelo propósito.»
The Free Lance-Star

«Vai adorar as reflexões e a sabedoria deste livro e também o enredo comovente.»
Metro

«Ethan Hawke lembra-nos que a vida é uma dádiva de valor incalculável.»
Booklist

 

30
Mai21

O outro lado do Capuchinho

Niel Tomodachi

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A partir da da história original e bem conhecida “Capuchinho Vermelho”, o espetáculo “As aventuras do Lobo Faminto e a Capuchinho Vermelho” pretende desconstruir a narrativa de forma cómica. A peça junta a “manipulação de marionetas e a história é contada pela Avó do Capuchinho”, conta Tiago Lourenço.

O encenador e diretor artístico da Porta 27 explica que e o principal objetivo é sensibilizar “o público, e principalmente os mais pequenos, a verem sempre os dois lados da moeda”.

O conceito da peça passa por chamar a atenção que poderá haver mais do que uma versão da história e que tudo difere consoante a interpretação ou a forma como é contada. Neste caso em concreto, o lobo não quis comer a Capuchinho porque era vegetariano e pretendia apenas chegar até ao cesto onde havia fruta e legumes.

O espetáculo, interpretado por Tiago Lourenço e Iúri dos Santos, dura aproximadamente 55 minutos e define como a Porta 27 quer ver ser reconhecido o seu percurso artístico.

Devido à situação pandémica e cumprindo às regras da Direção-Geral da Saúde, estão disponíveis apenas 63 lugares.

***

Teatro Sá da Bandeira – Estúdio Latino, Porto
5 e 6 de junho
Preços entre seis euros (crianças dos três aos dez anos) e sete euros (adultos)

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30
Mai21

"De Olhos Postos no Amanhã" de Éloi Laurent

Valorizar o bem-estar, a resiliência e a sustentabilidade no século XXI

Niel Tomodachi

A obsessão pelo crescimento económico impede-nos de compreender o mundo, da mesma forma que nos incapacita para o mudar

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Sobre o Livro:

A avidez de crescimento não nos deixa ver com clareza o bem-estar económico, é cega ao bem-estar humano, surda ao sofrimento social e muda quanto ao estado do planeta.

Neste livro, o autor defende que precisamos de abandonar a utilização de indicadores como o crescimento do PIB e, em vez desses, adotar outros como o bem-estar, a resiliência e a sustentabilidade. Pois, ao fazê-lo, os países serão capazes de mudar o seu foco num crescimento infinito e irrealista, passando a dar maior importância à justiça social e à qualidade de vida dos seus cidadãos.

Éloi Laurent levanta o véu sobre tudo o que o crescimento esconde: o efeito corrosivo das desigualdades, a recessão democrática, o fim do lazer, a globalização da solidão, o fardo que a economia representa para a biosfera.

 

Sobre o Autor:

Éloi Laurent é economista sénior no OFCE (Observatório Francês das Conjunturas Económicas), professor em Sciences Po (Instituto de Estudos Políticos de Paris) e professor convidado nas Universidades de Stanford e Harvard. É autor de vários livros e escreve regularmente na imprensa. Vive em Paris.

 

30
Mai21

"O Segredo dos Templários" de Lynn Picknett e Clive Prince

A Verdade Escondida pela História

Niel Tomodachi

Como um grupo de cavaleiros corajosos guardou a identidade de Cristo e protegeu o Santo Graal

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Sobre o Livro:

No decurso das suas investigações sobre o Sudário de Turim e Leonardo da Vinci, Lynn Picknett e Clive Prince descobriram indícios fortíssimos a respeito de um dos segredos mais bem guardados da história. Isso levou-os a mergulhar no mundo misterioso da mais alta espiritualidade europeia.

Investigando grupos tão misteriosos como a Maçonaria, os Cátaros, os Rosacruzes e os Templários, começaram a delinear todo um novo mundo religioso, e aos poucos foram desvendando uma outra história do cristianismo - secreta e preservada ao longo dos séculos -, cuja divulgação iria certamente abalar os alicerces da Igreja. Durante esse périplo, viajaram pelo coração herético da Europa e descobriram duas grandes vertentes da heresia antiga - a extrema reverência por João Batista e a «igreja secreta» de Maria Madalena. Foi essa jornada que trouxe luz à história obscura dos Templários e a uma cruzada banhada de sangue no seio da própria Igreja, além de a uma série de mensagens codificadas em obras de arte e nas mais majestosas catedrais góticas da Europa.

O Segredo dos Templários é o resultado de uma busca fascinante pela verdade, apresentando uma visão nova e surpreendente dos reais motivos dos fundadores do Cristianismo. Cuidadosa e exaustivamente documentada, esta é uma obra que revela uma história ocultada ao longo dos séculos e cujo capítulo final ainda está por ser escrito.

 

Sobre os Autores:

Lynn Picknett vive em Londres e é investigadora de mistérios históricos e religiosos. Lynn foi jornalista, apresentadora de televisão, editora de livros e adjunta da publicação The Unexplained.
Desde que conheceu Clive Prince, em 1989, decidiram abandonar os seus empregos tradicionais para se concentrarem na investigação histórica. Isso conduziu-os a uma jornada incrível, muitas vezes frustrante e às vezes até perigosa, mas nunca menos do que fascinante, por entre temas como a história do Cristianismo, as origens ocultas da ciência, a Segunda Guerra Mundial ou os mitos do antigo Egito.
Ao longo dos anos, apareceram em muitos programas de televisão e rádio, incluindo o James Whale Show, o This Morning, o Ireland's Big Bite, o Sky News e o Good Morning America. Além dos livros, dão conferências para o público em geral, apresentando-se regularmente para a Saunière Society, a Questing Conference, a Fortean Times UnConvention e um pouco por todo o mundo, desde o Reino Unido à Holanda, à Alemanha e até aos Estados Unidos.

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Clive Prince vive em Londres e é investigador de mistérios históricos e religiosos. Clive trabalhou como analista de sistemas para uma importante instituição britânica.
Desde que se conheceram, em 1989, decidiram abandonar os seus empregos tradicionais para se concentrarem na investigação histórica. Isso conduziu-os a uma jornada incrível, muitas vezes frustrante e às vezes até perigosa, mas nunca menos do que fascinante, por entre temas como a história do Cristianismo, as origens ocultas da ciência, a Segunda Guerra Mundial ou os mitos do antigo Egito.
Ao longo dos anos, apareceram em muitos programas de televisão e rádio, incluindo o James Whale Show, o This Morning, o Ireland's Big Bite, o Sky News e o Good Mor ning America. Além dos livros, dão conferências para o público em geral, apresentando-se regularmente para a Saunière Society, a Questing Conference, a Fortean Times UnConvention e um pouco por todo o mundo, desde o Reino Unido à Holanda, à Alemanha e até aos Estados Unidos.

 

«Uma investigação histórica sensacional!»
Washington Post

 

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