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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

01
Abr21

Este ano há EDP Corrida da Mulher — e vai acontecer em formato digital

Niel Tomodachi

O IPO do Porto vai receber 1€ por cada inscrição neste evento solidário.

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Em 2020, a pandemia de Covid-19 obrigou a organização da EDP Corrida da Mulher, que acontece há vários anos no Porto, a cancelar o evento. Foi marcada para alguns meses depois, porém, mais uma vez, foi necessário adiar. Desta vez, para que isso não volte a acontecer, vai decorrer em formato digital.

As ruas não vão ficar pintadas de cor-de-rosa, mas pode vestir a T-shirt oficial que faz parte do kit de participante. É a 22 e 23 de maio, sábado e domingo, que tudo vai acontecer. 

“Os principais objetivos são motivar e inspirar a comunidade global de corredores, promover um estilo de vida ativo e saudável, mesmo nos momentos difíceis em que vivemos”, diz a organização. É por isso mesmo que não há uma distância certa para percorrer.

Como sempre, esta corrida tem uma vertente solidária e 1€ de cada inscrição reverte para o IPO do Porto, de forma a ajudar o instituto de oncologia na luta contra o cancro da mama. Ao longo das 14 edições já realizadas, foram angariados mais de 263 mil euros com a participação de 225 mil mulheres nesta iniciativa.

Este ano todos podem ajudar, já que, pela primeira vez, a EDP Corrida da Mulher é aberta a toda a família, incentivando a um convívio diferente através da prática de exercício físico. Quem não quiser correr, pode sempre caminhar, seja nas ruas perto de casa ou no parque mais próximo.

As inscrições estão a decorrer online até 18 de maio ou até o número de vagas esgotar. A participação custa 8€ por pessoa e dá direito a um kit (enviado para casa) que inclui T-shirt técnica, dorsal digital e diploma de participação que ficará disponível online no site da organização após o evento.

 

01
Abr21

Há 1.200 anos que as cerejeiras não floresciam tão cedo no Japão

Niel Tomodachi

Em causa, dizem os especialistas, estão as alterações climáticas. Por causa da pandemia de Covid-19, o governo pediu para que se limitassem as festividades tradicionais como o hanami, o hábito de fazer piqueniques à sombra das árvores.

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estação das cerejeiras em flor, sinal da chegada da Primavera no Japão, atingiu o pico nos últimos dias, bem mais cedo do que o habitual.

As famosas cerejeiras costumam pintar várias zonas do país de cor de rosa em abril mas, este ano, a temporada chegou mais cedo. Em Quioto, por exemplo, há 1.200 anos que isso que isso não acontecia tão cedo.

Em causa, dizem os especialistas, estarão as alterações climáticas que trouxeram um mês de março excecionalmente quente.

Os registos do florescer das cerejeiras no Japão datam de 812. As flores, "sakura" em japonês, duram apenas alguns dias, mas atraem milhares de curiosos aos parques. 

Este ano, o governo pediu que se limitassem as festividades tradicionais como o hanami, o hábito de fazer piqueniques, com música e bebida, para conter a pandemia de Covid-19. Ainda assim, centenas de pessoas com máscaras acorreram às imediações do Palácio Imperial de Tóquio, para tirar fotografias entre as árvores, como pode ver na galeria acima.

No domingo, Tóquio e três concelhos vizinhos saíram do estado de emergência declarado pouco depois do ano novo, quando uma terceira vaga de infeções deixou o sistema de saúde à beira do colapso. 

 

01
Abr21

"Trilogia da Cidade de K." de Agota Kristof

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Trilogia da Cidade de K. foi o título que, por sugestão do tradutor, Agota Kristof aconselhou para a edição da obra em Portugal, que reúne, num só volume, três romances (O Caderno GrandeA ProvaA Terceira Mentira).

Agota Kristof nasceu na Hungria, mas em 1956 fugiu do seu país, invadido por tropas soviéticas, para se fixar na Suíça.

A trilogia conta a história de dois gémeos, que a guerra leva a que sejam enviados da sua cidade natal para o campo, ao cuidado de uma avó que os trata com particular dureza. Para sobreviverem, criam um mundo próprio e estranho em que os acontecimentos são registados num grande caderno.

Agota Kristof fala-nos de uma Europa que, na época, estava dividida, mas também do desenraizamento, da separação e da perda de identidade criados pelas sociedades autoritárias do passado e do presente.

 

Sobre o Autor:

Agota Kristof

 

01
Abr21

Neste país da Europa há uma quinta estação do ano

Niel Tomodachi

Há um região da Estónia onde entre o inverno e a primavera há um lugar que se transforma.

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Primavera, verão, outono, inverno. Ainda que as alterações climáticas muitas vezes possam fazer das suas, a verdade é que a lógica se mantém ao longo dos milénios. Mas na Estónia há um lugar especial onde há quase uma quinta estação do ano.

Ao contrário do que acontece com as estações, em que podemos marcar um dia no calendário, aqui não há um dia específico. Simplesmente sabe-se pela experiência de todos os anos que ocorre entre março e abril.

É no Parque Nacional de Soomaa que este fenómeno (que por ali ficou conhecido como quinta estação do ano) acontece. Começa sempre com fortes inundações, que chegam a alcançar uns impressionantes cinco metros de altura, como aconteceu em 2010, um recorde nos últimos 50 anos. É um período curto mas intenso, que marca uma passagem invulgar entre o fim do inverno e o início da primavera.

Todos os anos, descreve a BBC, o Parque Nacional de Soomaa submerge, precipitando a tal época do ano que, para a população local, há muito que se tornou algo de identidade e pertença. Para a maioria de nós, se o boletim meteorológico antecipar grandes chuvas, a nossa preocupação é ter botas e um chapéu de chuva disponível. E se calhar suspirar fundo em antecipação do que aí vem.

Para Aivar Ruukel, guia do parque que falou com a cadeia de televisão britânica, este é mesmo o dia mais antecipado do ano. Antes da chegada da primavera propriamente dita, Ruukel espreita o estado do tempo pela janela, ansioso que possa ser este o dia em que vai pegar na sua haabjas, uma canoa tradicional, e lançar-se ao lago.

Fotografia de Martin Koitmäe.
 

“Lembro-me de o meu pai me trazer aqui quando era miúdo e nunca o esqueci.” É sempre um desafio, reconhece. “É preciso perceber onde se pode remar em segurança quando as cheias chegam e há sempre um risco inerente em navegar águas tão geladas.”

Quando as chuvas chegam, esta região no sudoeste da Estónia torna-se uma inesperada e gigantesca bacia. No verão, o fluxo médio de água por segundo em Soomaa é de cinco a dez metros cúbicos, segundo números de Jana Põldnurk, chefe de hidrologia da Agência Ambiental da Estónia. Nesta altura especial do ano, é dez vezes maior.

Moram cerca de 70 pessoas na região e são descendentes de gerações que, ao longo das décadas, enfrentaram esta quinta estação. Em certas alturas, há habitações parcialmente submersas, o que quer dizer que poderão estar semanas sem sair de casa (algo com que hoje em dia é bem mais fácil identificar-nos embora por razões muito diferentes e sem as mesmas imagens impressionantes da natureza).

Da mesma forma, também a vegetação é submersa, com o rio a ficar pontuado aqui e ali de flores que as fortes chuvas trouxeram ao de cima. Conta-se que em 1931, o ano de maiores inundações ali de que há memória, com cheias superiores a 5,50 metros de altura, a população local conseguiu proteger-se guardando provisões para semanas a fio e montando até embarcações improvisadas para o gado. Construíram ainda pontes suspensas temporárias e recorreram às tais canoas tradicionais para se deslocarem.

Hoje em dia, Soomaa, que se encontra junto da região montanhosa de Sakala Uplands, é um lugar protegido, tendo até sido reconhecido como Destino Europeu de Excelência pela Comissão Europeia. A quinta estação é uma das atrações mas o parque nacional vai recebendo turismo ao longo do ano, sempre em espírito sustentável, para não descaracterizar este curioso lugar que a natureza ajudou a esculpir.

Chegar a Sooma é relativamente fácil a partir de Talín, capital do país. Fica a cerca de 145 quilómetros de distância em estrada nacional. Há voos de ida e volta a partir de 300€, com voo de ligação a partir de França. Não se esqueça de consultar sempre as restrições relativamente à Covid-19 antes de qualquer viagem. O site Visit Estonia adianta que há viagens de canoa que se podem fazer no parque nacional por 25€ por pessoa durante a quinta estação do ano.

 

01
Abr21

Três maneiras de preparar amêndoas da Páscoa caseiras

As sugestões são do Mercadão.

Niel Tomodachi

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Há Páscoa sem amêndoas, mas com elas tudo fica mais doce. Este ano, o Mercadão - marketplace de entregas rápidas, sugere três maneiras de fazer amêndoas caseiras:

Amêndoas caramelizadas: "as amêndoas de preparação mais simples apenas necessitam de dois ingredientes: açúcar e amêndoas ao natural. Numa frigideira, começar por juntar água ao açúcar, deixando ferver e mexendo até formar uma calda. Depois de formada a calda, juntar as amêndoas e continuar a mexer. Quando as amêndoas apresentarem um tom caramelizado estão prontas: basta retirá-las da panela, separá-las e deixá-las arrefecer numa superfície antiaderente", dizem em comunicado.

Amêndoas cobertas de chocolate: "para os mais gulosos as amêndoas cobertas são sempre uma boa opção. Açúcar, chocolate em pó, canela e amêndoas ao natural são os ingredientes necessários. Numa frigideira, começar por juntar a água e o açúcar, deixando ferver. De seguida, juntar o chocolate e a canela, sempre a gosto. Quando os ingredientes estiverem misturados e começar a formar-se uma pasta, juntar as amêndoas e envolvê-las durante 2 minutos. Por fim, retirá-las da frigideira e deixá-las arrefecer numa superfície antiaderente, o mais espalhadas possível", sugerem.

Amêndoas torradas salgadas: "para aqueles que preferem o sabor salgado ao doce, as amêndoas também podem ter um toque de sal: basta ter amêndoas ao natural, azeite e sal. Primeiro, envolver as amêndoas no azeite e sal a gosto. De seguida, colocar as amêndoas numa frigideira e levar ao lume. Depois de alguns minutos em lume médio, quando começarem a ganhar uma cor tostada estão prontas a retirar e deixar arrefecer separadas e espalhadas", rematam.

 

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