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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

01
Out20

"Baunilha - Bolos ao Sabor das Estações"

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

Há lá coisa melhor do que partilhar afetos e criar memórias inesquecíveis à mesa?
Neste livro vai encontrar 65 receitas irresistíveis que acompanham o sabor das estações. Bolos simples, sobremesas requintadas e bolos festivos, incluindo receitas vegan e saudáveis, para que todos possam saborear.

Bolo Tatin de Amêndoa e Framboesa, Panna Cotta de Baunilha com Pêras Bêbedas, Brownies de Castanha, Cheesecake de Curd de Limão e Chocolate Branco, Bolo Mil Folhas com Creme Pasteleiro e Framboesas, New York Cheesecake com Compota de Cereja e Vinho do Porto são apenas algumas das receitas irresistíveis que pode encontrar no livro Baunilha - Bolos ao Sabor das Estações.

 

Sobre a Autora:

Patrícia Nascimento

01
Out20

"Porque Dormimos? - O que nos diz a ciência sobre o sono e os sonhos"

Niel Tomodachi

Sabia que dormir pode salvar a sua vida?

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Sobre o Livro:

O sono é um dos aspetos mais importantes da nossa vida, mas também um dos mais incompreendidos. Questões tão essenciais como por que razão dormimos ou por que motivo as consequências para a saúde são tão devastadoras quando não dormimos só recentemente foram compreendidas.

Apresentando descobertas científicas revolucionárias e sintetizando décadas de investigação e prática clínica, Matthew Walker, um dos maiores especialistas mundiais sobre o sono, demonstra-nos que o sono está na base de tudo o que somos física e psicologicamente:

* Melhora a nossa capacidade para aprender, memorizar e tomar decisões lógicas
* Harmoniza as emoções
* Recarrega o sistema imunitário
* Regula o metabolismo e o apetite
* Cria espaço no cérebro para a criatividade
* Melhora o humor e os níveis de energia
* Previne o cancro, a doença de Alzheimer e a diabetes
* Abranda os efeitos do envelhecimento e aumenta a longevidade

Fascinante e acessível, Porque Dormimos? é um livro fundamental, esclarecedor e extremamente acessível para nos compreendermos melhor à luz da ciência mais avançada.

 

Sobre o Autor:

Matthew Walker é professor de Neurociência e Psicologia na Universidade de Berkley e diretor do Laboratório de Sono e Neuroimagiologia na mesma universidade. Foi também professor de Psiquiatria na Universidade de Harvard. Publicou vários estudos científicos e participou em programas como 60 Minutes, Nova, BBC News e Science Friday.

 

01
Out20

"Nobel Alternativo" para ativistas do Irão e da Bielorrússia pela primeira vez

Niel Tomodachi

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Duas advogadas, do Irão e da Nicarágua, um advogado dos Estados Unidos e um ativista da Bielorrússia foram hoje distinguidos, em Estocolmo, com o "prémio Nobel Alternativo" que pretende "impulsionar mudanças sociais urgentes e duradouras".

A advogada iraniana Nastin Sotoudeh, a ativista das causas indígenas e ambientais nicaraguense Lottie Cunningham Wren, o advogado norte-americano dos direitos cívicos Bryan Stevenson e, por último, o ativista político bielorrusso Ales Bialiatski e o seu Centro dos Direitos Humanos Viasna foram os vencedores dos prémios 2020.

Esta é a primeira vez, em 41 edições, que o "Nobel Alternativo" escolheu ativistas do Irão e da Bielorrússia.

"As pessoas galardoadas com o Prémio Right Livelihood [modo de vida correto] 2020 estão unidas na luta pela igualdade, pela democracia, pela justiça e pela liberdade. Com os seus esforços para desafiar sistemas jurídicos injustos e regimes políticos ditatoriais estão a fortalecer os direitos humanos, a reforçar as sociedades civis e a denunciar os abusos institucionais", afirmou o diretor-executivo da Fundação Right Livelihood, Ole von Uxekull, em conferência de imprensa na Casa da Cultura de Estocolmo.

"As e os laureados deste ano sublinham as crescentes ameaças que sofre a democracia a nível mundial. Para quem apoia a democracia, este é o momento de nos levantarmos e de nos apoiarmos mutuamente", sublinhou.

Sotoudeh, de 57 anos, vai receber o prémio pelo "destemido ativismo ao assumir com enorme risco pessoal a promoção das liberdades políticas e dos direitos humanos no Irão", de acordo com um júri internacional.

A advogada do estado de direito e dos direitos de presos políticos, ativistas da oposição, mulheres e menores de idade frente ao regime repressivo do Irão, foi condenada, por "incitação à corrupção e à prostituição", em março de 2019, a 38 anos de prisão e 148 chicotadas.

Pelo "encorajador empenho na reforma do sistema judicial penal dos Estados Unidos" e por "promover a reconciliação racial à luz do trauma histórico", o júri premiou Bryan Stevenson.

Stevenson, de 60 anos, e a organização que fundou em 1989 "Equal Justice Initiative" (EJI, Iniciativa por uma justiça igualitária) defendem, há décadas, condenados à morte, lutam contra a aplicação de penas excessivas no sistema penal norte-americano, que afetam de forma desproporcionada pessoas de cor e pobres.

Para o júri internacional, Lottie Cunningham Wren recebe o prémio "pela incansável dedicação à proteção dos territórios e das comunidades indígenas perante a exploração e as pilhagens".

Advogada do grupo indígena Miskito, Wren, de 61 anos, tem ajudado na defesa dos direitos das mulheres indígenas, ao estabelecer programas para diminuir a violência de género e ao ajudar a criar espaços para mulheres nos organismos decisores.

A atribuição do prémio a Ales Bialiatski e ao centro Viasna deveu-se à "determinação na luta pela consecução da democracia e dos direitos humanos na Bielorrússia", indicou o júri.

Ativista dos direitos humanos há quase 30 anos, Bialiatski, de 58 anos, fundou em 1996 o centro Viasna, em Minsk, para apoiar presos políticos naquela que é frequentemente considerada, sob o regime do Presidente Alexander Lukashenko, "a última ditadura na Europa".

Na sequência das manifestações maciças, reprimidas pelas autoridades, contras as eleições presidenciais de agosto, em que Lukashenko conquistou um sexto mandato consecutivo, o centro Viasna desempenhou um papel fundamental na defesa da liberdade de reunião e dos direitos dos detidos por protestarem, indicou a fundação.

Além do prémio monetário, a Fundação oferece aos distinguidos apoio a longo prazo e ajuda a proteger aqueles cujas vidas e liberdade estejam em perigo.

Cada um dos premiados vai receber um milhão de coroas suecas (94 mil euros), destinadas a apoiar o trabalho nas respetivas áreas e não para uso pessoal.

Num processo de nomeação aberto a qualquer pessoa, o júri recebeu 182 nomeações provenientes de 71 países.

Criados em 1980, os "Nobel Alternativo", que "honram e apoiam homens e mulheres que oferecem respostas práticas e exemplares aos desafios mais urgentes e atuais", vão ser entregues virtualmente em 03 de dezembro.

01
Out20

5 obras de Quino para conhecer — além de Mafalda

Niel Tomodachi

Ao longo de 88 anos, o cartoonista desenhou muitas outras tiras recheada de humor.

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Quem leu as histórias de Mafalda não o adivinharia: Quino era obcecado por comida. Não só por comida: pela gastronomia, pelos comensais, pelas ruas relações.

Fosse qual fosse o tema, Joaquín Tejon nunca se ficava pela superfície. Sempre no tom humorístico que lhe é característico, tentou sempre evitar oportunidades perdidas. Cada desenho era uma chance de dar uma alfinetada, de lançar uma nova visão ou simplesmente de retratar a realidade tal como ela era.

Apesar de Mafalda ter sido um dos seus primeiros trabalhos e, de longe, o mais bem sucedido, Quino lançou dezenas de obras, a última das quais em 2016, numa compilação de desenhos inéditos.

Depois de arrumada a saga de Mafalda, supostamente por ter esgotado todas as suas ideias para a personagem, lançou-se a outras inspirações. Quino morreu esta quarta-feira, 30 de setembro, aos 88 anos, uma semana depois de sofrer um AVC. No dia da morte, recordamos algumas das obras que ficam.

“La Buena Mesa” (1980)

O ato simples de se sentar à mesa de um restaurante e pedir um café era, por si só, digno de atenção de Quino. Fê-lo na banda desenhada “La Buena Mesa”, que lançou em 1980.

Nela, aborda todas as situações comuns com que nos deparamos no dia a dia, sobretudo as que envolvem comida. Qualquer tipo de comida.

O tema mais recorrente? Os percalços, desentendimentos e zangas entre clientes e empregados de mesa — sem nunca deixar de apontar o dedo aos glutões e aos preciosismos da alta cozinha.

“Si… Cariño” (1987)

Desta vez, a política ficou posta de lado. Não há críticas mordazes a políticos corruptos. Aqui, o tema é o amor.

O humor certeiro de Quino aborda aqui tudo o que envolve as nossas relações como seres humanos, da atração ao sexo, das serenadas desastradas à infelicidade da vida em conjunto.

“Humano se Nace” (1991)

Nascemos humanos e o resto é ditado pelo caos que é a vida. Neste livro, Quino explora a condição humana em todas as vertentes. Sempre com muita ironia.

Do extraterreste que é apanhado num mal-entendido ao juiz incapaz de observar o ridículo, o cartoonista aborda a saúde, a moral, a religião, enfim, uma visão ampla sobre a sociedade — no seu tom muito característico.

“La Aventura de Comer” (2007)

Quase trinta anos depois, Quino voltou ao ataque com a mira apontada ao mundo da comida. A obra é uma espécie de segunda parte da que foi lançada em 1980.

Chefs caprichosos, clientes desrespeitosos e empregados furiosos partilharam espaço nas tiras com glutões, avarentos e ricos.

“Simplemente Quino” (2016)

Foi a última obra do cartoonista, que serviu para compilar bandas desenhadas perdidas no tempo e que acabaram por nunca ser publicadas.

Também por ser uma compilação, não tem um tema que una as diversas páginas, mas cobre todo o amplo espectro de interesses e de assuntos que Quino tocou numa carreira de oito décadas.

Sempre ao seu estilo, seja a comentar a velhice, o amor ou a religião, muitas das vezes não precisa sequer de recorrer a palavras. Basta-lhe o dom de criar sentimentos com um par de traços de um lápis.

01
Out20

“Os Rapazes do Grupo”: o filme gay que promete ser a nova sensação da Netflix

Niel Tomodachi

Jim Parsons, Matt Bomer, Andrew Rannells e Zachary Quinto são alguns dos atores que participam nesta história.

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Estreou em 1968 enquanto peça de teatro na Broadway, numa altura em que os movimentos pela liberação dos homossexuais nos EUA ainda não tinham tido o seu efeito — e antes da crise relacionada com a SIDA que se seguiu. Agora, “Os Rapazes do Grupo” é o novo filme da Netflix.

A produção chegou à plataforma de streaming esta quarta-feira, 30 de setembro, e é uma adaptação da peça de teatro que estreou na Broadway em 2018 — uma versão atualizada (mas não muito) da história original da peça de Mart Crowley, que também chegaria aos cinemas em 1970, numa adaptação realizada por William Friedkin.

O mesmo acontece agora, nos tempos modernos. Dois anos depois da Broadway, chega o filme, e com o mesmo elenco de estrelas. Alguns dos mais famosos atores homossexuais da indústria de Hollywood participam neste projeto.

É o caso de Jim Parsons, Matt Bomer, Andrew Rannells ou Zachary Quinto, além de o elenco incluir ainda Charlie Carver, Robin de Jesus, Brian Hutchison, Tuc Watkins, Brian Dole e Mark Thomas Young, entre outros. 

O filme realizado por Joe Mantello foi produzido por Ryan Murphy, como parte do acordo milionário que o famoso produtor assinou com a Netflix há dois anos. Esta é a história de um grupo de amigos gay, numa altura em que a comunidade LGBT — se é que podemos sequer dizer que existia uma — ainda não se tinha aceitado a si própria.

Muitas das personagens refletem as inseguranças ou o ódio próprio que existia entre os homossexuais da altura — frustrados pela sociedade americana dos anos 60 e a tentarem adaptar-se às circunstâncias. Daí que, com todas as mudanças sociais que existiram desde essa época, este filme esteja a ser algo criticado por apresentar uma visão retrógada.

A ideia foi mesmo fazerem um remake de uma história que marcou aquele tempo e que está na história da comunidade gay americana — mesmo que hoje em dia tenha de ser vista com outros olhos, enquadrando toda a narrativa num contexto muito próprio, distante da realidade atual.

Esta é uma história sobre um grupo de amigos gays que se reúne em casa de um dos protagonistas, Michael, em Manhattan, em Nova Iorque, para celebrar o aniversário de outra personagem, Harold.

É uma festa caseira com vários tipos de protagonistas. Há um casal cujos parceiros têm visões totalmente diferentes sobre a monogamia; melancólico e solitário, Bernard é o único negro do grupo; há o exuberante e orgulhoso Emory; há um stripper masculino que está ali como presente para o aniversariante; e Alan, um amigo de Michael que aparentemente é um homossexual não assumido, mas cuja participação na festa vai acabar por correr mal.

Entre copos, os amigos vão jogar um jogo que envolve ligarem a antigas paixões ou namorados para confessarem o que sentiam (ou ainda sentem) por eles. Esse será o elemento que irá entreter as personagens na festa mas também levá-las a todas as imensas intrigas que se irão desenrolar pela noite fora.

A crítica internacional parece dividir-se em relação ao filme. Há quem o considere inapropriado em 2020, mas também quem o defenda por representar uma nova versão sensação de um registo histórico que foi a peça e o filme original de “Os Rapazes do Grupo”. Também há quem elogie imenso o trabalho dos atores e quem os acuse de serem superficiais nas suas interpretações. O melhor é ver por si mesmo. A nova versão desta produção tem a duração de duas horas e um minuto.

01
Out20

O incrível bolo de laranja (sem açúcar) que se prepara em 10 minutos

Niel Tomodachi

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Quem nunca devorou um bolo de laranja sem dó nem piedade que atire a primeira fatia. Acompanha-nos desde os dias em casa dos nossos avós até hoje. No entanto, as versões mais antigas não são as mais amigas da dieta, uma vez que contêm muito açúcar. Mas há soluções.

A nutricionista Maria Gama, autora do blogue NiT “Põe-te na Linha”, sugere uma versão sem açúcar e deliciosa. Só precisa de oito ingredientes e dez minutos — o forno trata do resto.

 

“Esta receita é da ‘Mamã Paleo’ e adorei. Só fui adaptando consoante o que tenho em casa “, confessa, acrescentando que é uma ótima opção como sobremesa.

Do que precisa

— Quatro ovos;
— 100 mililitros de claras;
— Raspa de uma laranja + laranja;
— 60 gramas de farinha de arroz;
— 40 gramas de farinha de aveia;
— Três colheres de sopa de azeite;
— Uma colher de sobremesa de mel;
— Uma colher de chá de fermento para bolos;
— Uma gota de essência de baunilha (opcional).

Como se faz

Bata as claras em castelo (as claras dos ovos juntamente com os 100 mililitros de claras pasteurizadas).

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