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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

31
Out20

Campanha de recolha de fundos e bens para os deslocados em Moçambique

Niel Tomodachi

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No norte de Moçambique, mais de 300 mil pessoas foram obrigadas a deixar as suas casas e fugir de ataques armados. É uma crise humanitária que não tem fim. Juntos vamos ajudar estas pessoas a olhar em frente.

Pode participar através da recolha de bens ou fundos por transferência bancária (IBAN: PT50 0010 0000 3483 3480 00619) ou Ser Solidário (MB Way ou ATM). 

A recolha de bens é exclusiva aos itens na imagem abaixo. Faça o agendamento da sua doação através dos seguintes contactos: Helpo Cascais - 211537687 / migueljarimba@helpo.pt ou Helpo Ermesinde - 229744956 / silvianunes@helpo.pt.

As entregas são às 4.ª feiras, até 2 de Dezembro.

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HELPO

30
Out20

Trailer da quarta temporada de “The Crown” revela a paixão entre Carlos e Diana

Niel Tomodachi

A série da Netflix sobre a família britânica volta à plataforma de streaming já em novembro.

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A estreia da quarta temporada de “The Crown” é uma das mais aguardadas do ano na Netflix. Por isso, esta quinta-feira, 29 de outubro, a plataforma divulgou um trailer no qual é possível ver cenas em que Gillian Anderson interpreta Margaret Thatcher.

As imagens mostram os primeiros contactos entre a primeira-ministra do Reino Unido entre 1979 e 1990 e a Rainha de Inglaterra, papel desempenhado por Olivia Colman.

“À medida que a nação começa a sentir o impacto das políticas polémicas de Margaret Thatcher (Gillian Anderson), a primeira mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra, a tensão vai aumentando entre esta e a Rainha, o que apenas piora quando Thatcher conduz a nação à Guerra das Malvinas, gerando conflitos no seio da Commonwealth”, descreve a Netflix.

E continua: “Ainda que o romance de Charles com a jovem ‘lady’ Diana Spencer (Emma Corrin) sirva como conto de fadas capaz de unir o povo britânico, a família real torna-se cada vez mais dividida à porta fechada.”

A quarta temporada de “The Crown”, a popular série sobre a família britânica, tem estreia marcada para 15 de novembro. Já se sabe que a saga irá chegar às seis temporadas. 

 

30
Out20

Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama

Niel Tomodachi

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Outubro Rosa

Por todo o mundo, durante o mês de outubro, a cor rosa é utilizada para homenagear as mulheres com cancro da mama, sensibilizar para a prevenção e diagnóstico precoce e apoiar a investigação nesta área.

O movimento, conhecido por “Outubro Rosa” (Pink October), nasceu na década de 90 com o intuito de inspirar a mudança e mobilizar a sociedade para a luta contra o cancro da mama.

A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em representação da EUROPA DONNA (Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama) e através do Movimento “Vencer e Viver”, promove a iniciativa “Outubro Rosa” com a finalidade de consciencializar para a prevenção e diagnóstico precoce do cancro da mama, nomeadamente através do Rastreio, e divulgar informação e formas de apoio à mulher e família.

É neste âmbito que a Liga Portuguesa Contra o Cancro desafia a comunidade a juntar-se ao movimento “Outubro Rosa”, propondo o desenvolvimento de iniciativas ao longo deste mês, com particular destaque para os dias em que se assinalam duas importantes efemérides: 15/outubro: Dia da Saúde da Mama (Breast Health Day) e 30/outubro: Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama.

O Cancro da Mama

O cancro da mama é um problema de saúde pública, apesar de não ser dos mais letais, têm uma alta incidência e uma alta mortalidade, sobretudo na mulher (apenas 1 em cada 100 cancros se desenvolvem no homem).

​Actualmente em Portugal com uma população feminina de 5 milhões, surgem mais de 6000 novos casos de cancro da mama por ano, ou seja 11 novos casos por dia, morrendo por dia 4 mulheres com esta doença.

Não são conhecidas as causas exatas do cancro da mama. No entanto, foram identificados alguns fatores de risco que importa conhecer:
  • O maior fator de risco para o cancro da mama é a idade (80% de todos os tipos de cancro da mama ocorre em mulheres com mais de 50 anos);
  • Uma mulher que já tenha tido cancro numa das mamas tem maior risco de ter esta doença na outra;
  • As alterações em determinados genes, transmitidas pelos pais, estão na origem de cerca de 5 a 10% dos casos de cancro da mama;
  • O excesso de peso aumenta o risco de desenvolvimento de cancro da mama;
  • O consumo de tabaco ou o excessivo consumo de álcool estão associados ao desenvolvimento de vários cancros, incluindo o da mama;
  • Primeira menstruação em idade precoce (antes dos 12 anos) e uma menopausa tardia (após os 55 anos)

:::::::::

Movimento Vencer e Viver

Vencer e Viver é um movimento de entreajuda que visa o apoio a todas as mulheres, familiares e amigos desde o momento em que é diagnosticado um cancro da mama. Baseia-se no contacto pessoal entre a mulher que se encontra a viver uma situação de particular vulnerabilidade e uma voluntária, que vivenciou uma situação semelhante. 
​Em Portugal, é promovido e financiado pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, através dos seus Núcleos Regionais e teve início em 1981. 
 
 

Europa Donna

EUROPA DONNA (ED), a Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama, é uma organização independente, sem fins lucrativos, cujos membros filiados são organizações de países de toda a Europa. Em Portugal a Europa Donna é representada e desenvolve a sua atividade através da Liga Portuguesa Contra o Cancro. A Coligação desenvolve a sua atividade no sentido de aumentar a tomada de consciência para o cancro de mama, para mobilizar o apoio das mulheres europeias na sensibilização e educação para a saúde, o rastreio organizado, os melhores tratamentos e aumento do financiamento para a investigação.
A ED representa os interesses das mulheres europeias sobre cancro de mama perante as autoridades locais e nacionais, bem como junto das instituições da UE. 
 
 
 
 
28
Out20

Antiga cidade maia tinha sistema de filtragem de água que "ainda hoje seria eficaz"

Niel Tomodachi

Equipa de investigadores descobriu em Tikal, na Guatemala, a presença de quartzo cristalino e zeólita, dois minerais que não eram comuns na área e que são úteis para filtrar água.

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Uma equipa de antropólogos, geógrafos e biólogos da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, descobriu um sistema para purificar água que terá sido utilizado pela civilização Maia em Tikal, na Guatemala, há mais de dois mil anos e que “ainda hoje seria eficaz”. O estudo foi publicado na revista Nature e incidiu na análise de um dos reservatórios de água existentes na zona.

A equipa encontrou no reservatório Corriental — que era uma fonte de água potável para os antigos maias — provas de um sistema de filtros criado pela população. Como? Através da presença de quarzo cristalino e zeólita, dois minerais que não eram comuns na área e que são úteis para remover a contaminação por nitrogénio na água, metais pesados e micróbios, sendo utilizados na filtragem de água moderna.

Só que o quartzo e a zeólita não pertenciam àquele local, mas sim a cerca de 30 quilómetros de distância, o que indica que os maias se terão deslocado para ir recolher estes materiais, criando assim um sistema de filtragem da água. “Este sistema ainda hoje seria eficaz e os maias já o tinham descoberto há mais de 2.000 anos”, revela Kenneth Tankersley, que liderou o estudo, num comunicado citado pelo El Confidencial.

“Os maias foram a única civilização do Novo Mundo que precisava de filtrar a água, uma vez que muitas das suas cidades estavam localizadas numa paisagem cársica, num clima tropical e de monções. Embora os sistemas de filtragem de areia, cascalho, plantas e tecidos tenham sido documentados no Egito, Grécia e Sul da Ásia já no século XV a.C, faltam dados comparáveis ​​para a região maia”, explicam os investigadores no estudo.

No reservatório Corriental estará “a evidência mais antiga de um sistema de purificação de água zeólita”.

 
28
Out20

Nível de fome continua "grave" em mais de 50 países

Niel Tomodachi

A última edição do Índice Global da Fome revelou que em mais de 50 países persistem níveis da fome "graves". Timor-Leste, Chade e Madagáscar é onde se regista piores índices dos níveis de fome.

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Em mais de 50 países os níveis da fome continuam “graves” e “alarmantes” e os progressos mantêm-se “demasiados lentos”, indicou a última edição do Índice Global da Fome, alertando ainda para o impacto das várias crises que agitam 2020.

“Embora a fome no mundo tenha diminuído gradualmente desde 2000, em muitos países o progresso é demasiado lento e a fome continua a ser grave. Além disso, estas regiões são altamente vulneráveis ao agravamento da insegurança alimentar e nutricional causada pela sobreposição de crises sanitárias, económicas e ambientais de 2020″, refere o Índice Global da Fome (IGF) 2020, lançado este mês e que esta quarta-feira dá o mote para uma conferência ‘online’ sobre esta temática.

Os dados do IGF apontam que em mais de 50 países do mundo os níveis da fome continuam muito elevados e alertam que, embora a Organização das Nações Unidas (ONU) tenha inscrito a erradicação da fome nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, um conjunto de 37 Estados não conseguirá atingir um nível baixo dentro dos próximos 10 anos.

“Foram identificados níveis alarmantes de fome em três países — Chade, Timor-Leste e Madagáscar — com base nos resultados do IGF. Com base noutros dados conhecidos, a fome em níveis alarmantes foi também provisoriamente identificada em mais oito países – Burundi, República Centro Africana, Comores, República Democrática do Congo, Somália, Sudão do Sul, Síria e Iémen”, menciona o documento.

 

Venezuela, Angola, Moçambique, Índia, Paquistão, Coreia do Norte ou Afeganistão constam entre os 40 países (alguns provisoriamente classificados) onde a fome está classificada como grave.

O IGF classifica e ordena as situações de fome verificadas nos países a partir de uma escala de 100 pontos, em que 0 é a melhor pontuação (sem fome) e 100 é a pior. Na prática, nenhum destes extremos é atingido, existindo assim cinco níveis de fome: baixo, moderado, grave, alarmante e extremamente alarmante.

Para organizar tal escala, o índice tem em conta quatro indicadores: subalimentação, emaciação infantil, raquitismo infantil e mortalidade infantil.

Numa escala global, a fome está atualmente classificada como “moderada“, ao registar uma pontuação de 18,2, menor do que os 28,2 pontos verificados em 2000 e que representavam então um cenário classificado como “grave”.

No entanto, segundo demonstra o relatório, os números mundiais mantêm-se demasiado elevados: quase 690 milhões de pessoas estão subalimentadas; 144 milhões de crianças sofrem de raquitismo (um sinal de subnutrição crónica); 47 milhões de crianças sofrem de emaciação (um sinal de subnutrição aguda) e, em 2018, 5,3 milhões de crianças morreram antes do seu quinto aniversário, em muitos casos como resultado da subnutrição.

Estes números variam amplamente de região para região.

Tanto na África Subsariana como no sul da Ásia, a fome é classificada como “grave”, em parte devido à grande proporção de pessoas subalimentadas e às elevadas taxas de raquitismo infantil.

“Além disso, a África Subsariana tem a taxa de mortalidade infantil mais elevada do mundo, enquanto que o sul da Ásia tem a taxa de emaciação infantil mais elevada do mundo”, acrescenta o documento.

Em contraste, segundo salienta o IGF, os níveis de fome, por exemplo, na Europa e na Ásia Central, na América Latina e Caraíbas ou no norte de África são caracterizados como “baixos” ou “moderados”, embora a fome registe níveis elevados entre certos grupos dentro dos países destas regiões.

Sobre as várias crises que estão a agitar 2020, o IGF avisa que estas estão a agravar as perspetivas para o flagelo da fome, que é, segundo frisa o documento, “o maior fracasso moral e ético da nossa geração”.

“A pandemia da Covid-19 e a consequente recessão económica, bem como uma praga maciça de gafanhotos do deserto no Corno de África e outras crises, estão a exacerbar a insegurança alimentar e nutricional de milhões de pessoas, uma vez que estas crises vêm juntar-se à fome existente causada por conflitos, condições climáticas extremas e choques económicos”, alerta o relatório do IGF.

Apesar dos dados apresentados no documento ainda não refletirem o impacto “das catástrofes sobrepostas de 2020”, o IGF antevê que nos “pontos quentes”, onde a insegurança alimentar e a subnutrição já são graves, os atuais acontecimentos irão potenciar os riscos de “crises alimentares agudas” e de “fome crónica no futuro”.

Apesar de destacar que a experiência consolidada nas últimas duas décadas revelou a possibilidade de progressos nesta matéria, o relatório realça que a múltiplas crises que simultaneamente marcam o presente e um futuro próximo exigem “persistência” e um “esforço coletivo”, nomeadamente na reformulação dos sistemas alimentares.

“Neste momento crucial, é necessário agir para reformular os nossos sistemas alimentares para os tornar justos, saudáveis e amigos do ambiente, a fim de enfrentar as crises atuais, evitar a ocorrência de outras crises sanitárias e alimentares, e traçar um trajeto para atingir o patamar da ‘Fome Zero’ até 2030”, conclui.

O IGF, da autoria das organizações Concern Worldwide e Welthungerhilfe, e que inclui a participação de especialistas da Chatham House e do European Centre for Development Policy Management, procura de forma abrangente “medir e rastrear a fome a nível global, regional e nacional”.

Para a edição de 2020 do IGF foram avaliados dados de 132 países.

 

28
Out20

Comissão Europeia avisa cidadãos: deverá ser um Natal “diferente” para todos

Niel Tomodachi

A presidente diz que dezembro é ainda uma incógnita, mas para já a situação é "muito grave" no contexto europeu.

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"Ninguém sabe qual vai ser a situação em dezembro”, afirmou esta quarta-feira, 28 de outubro, a presidente da Comissão Europeia. Mas uma coisa é certa: no momento atual o cenário é “muito grave”, não permite qualquer tipo de relaxamento e, pelo contrário, pede que se atue “rapidamente”.

Em novas declarações, Ursula von der Leyen. citada pelo “Público“, explicou que a situação da pandemia na Europa é muito séria, “mas ainda vamos a tempo de a mudar e de travar mais uma vez a expansão do vírus, se todos assumirmos as nossas responsabilidades”. A responsável frisou que a mudança tem de começar ao nível individual e lembrou que no melhor cenário a União Europeia terá disponíveis 20 a 50 milhões de doses mensais da vacina contra o novo coronavírus a partir de abril. Incentivou ainda os governos a aumentarem os seus esforços para conter a pandemia.

Por isso e até lá, “precisamos de usar máscaras e lavar repetidamente as mãos, temos de evitar os contactos próximos, o convívio em espaços fechados e com pobre ventilação e as multidões”, destacou, começando no entanto a preparar os europeus para o que poderá ser um “Natal diferente”, sem adiantar medidas concretas sobre esta época para já. 

 

28
Out20

Histórias Para Crianças#16

Niel Tomodachi

"É só Desta Vez!" de Tracey Corderoy

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O livro perfeito para ensinar às crianças o conceito de cidadania e como juntos podemos tornar o mundo mais agradável para todos! A vida na Cidade da Harmonia corre perfeita. Até ao dia em que o Rinoceronte atira o papel de um rebuçado para o chão. Depressa a cidade se torna suja, barulhenta e MUITO mal-educada! Conseguirá alguém salvar a situação?

 

"O Jaime é uma Sereia" de Jessica Love 

(Vencedor do Prémio BolognaRagazzi, na categoria Opera Prima.)

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Todos os sábados de manhã, o Jaime vai com a avó à natação.

Mas no dia em que vê três mulheres vestidas de sereias no metro, tudo muda.

O Jaime fica maravilhado. Quando chega a casa, só consegue pensar numa coisa: tornar-se também ele uma sereia.
Mas o que irá dizer a avó?

Belo e terno, o livro de estreia de Jessica Love é uma maravilhosa celebração da individualidade e uma vitória do amor incondicional.

 

"O Pequeno Livro da Vida" Maria Inês Almeida

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A vida é muita coisa e nela muitas coisas passam. Transformam-se, vão-se embora. O sono termina. Uma pequena ferida cura-se. Há encontros e desencontros.

Momentos felizes e outros que nos fazem chorar. A vida é a nossa história, é memória que permanecerá para sempre.

Um pequeno livro ilustrado, puro e muito delicado, para todos os leitores, dos zero aos cem anos.

 

"Isto Não é uma Selva" de Susanna Isern

(Quando a protagonista começou a dizer não, a sua casa transformou-se numa selva)

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Tudo começou no dia em que a Paula decidiu dizer que não. Dizer que não era fantástico. a Paula podia fazer o que quisesse...

Mas então algo aconteceu... a sua casa transformou-se numa autêntica selva com árvores, lianas, vegetação frondosa... e com todos os animais a pavonearem-se à sua volta.

 

"Não Tenho Medo do Escuro" de Jakub Cenkl e Helena Haraštová 

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Ultrapassar a fase típica do medo do escuro vai ser mais fácil com a ajuda deste livro! Ao longo das páginas a criança poderá identificar-se com os medos do personagem principal, mas em todas elas o medo não passa de fruto da sua imaginação -basta puxar as abas, acender as luzes e perceber que afinal nada há a temer. Uma ajuda indispensável para superar os medos das crianças.

 

"Lar Doce Lar" de Francesca Pirrone 

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Nina está sem casa há alguns meses e pensa: «Como vou sobreviver ao inverno sem abrigo?"

Então, pergunta às amigas: «Alguma de vocês me pode hospedar?» e as respostas não são o que ela esperava...

Um livro que aborda o conceito da hospitalidade, perpassando a partilha, a solidariedade e a amizade.

 

28
Out20

"Para lá de Marte e Vénus"

Niel Tomodachi

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Sobre o Livro:

O maior especialista internacional na área dos relacionamentos está de volta.
Há mais de 20 anos que John Gray ajuda casais de todo o mundo a fortalecerem a comunicação e a cumplicidade.
Na azáfama dos dias de hoje, as mulheres trabalham lado a lado com os homens e os homens assumem mais responsabilidades em casa e na educação dos filhos, por isso os desafios nas relações são ainda maiores. Tanto os homens como as mulheres têm novas necessidades, que passam pela satisfação emocional, respeito, afeto, partilha, romance e liberdade. Mas, ainda que a dinâmica das relações se tenha alterado, a nossa biologia permanece a de sempre.
Com a sua vasta experiência e o recurso a exercícios simples, John Gray traz-nos novas ferramentas e conselhos que nos ajudam a manter a chama acesa.
Para lá de Marte e Vénus é uma leitura obrigatória para quem quer levar a sua relação a um nível mais profundo de intimidade.

 

Sobre o Autor:

Reconhecido internacionalmente como especialista nas áreas da comunicação e dos relacionamentos, John Gray é autor de 12 bestsellers e realiza seminários de desenvolvimento pessoal há mais de 30 anos.
É terapeuta familiar certificado pela National Academy for Certified Therapists, editor-consultor do The Family Journal e membro de várias associações de aconselhamento matrimonial e familiar.
Em 1992, publicou Os Homens são de Marte, as Mulheres são de Vénus, que se tornou um bestseller internacional, traduzido para dezenas de países, e o tema central de todos os seus livros posteriores.

 

28
Out20

Vem aí uma série de “Assassin’s Creed” na Netflix

Niel Tomodachi

O primeiro jogo estreou em 2007 e foi um êxito imediato, vendendo mais de 155 milhões de cópias desde então. 

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A Netflix não tem só apostado em séries e filmes com guiões originais, mas também em adaptações de videojogos. Depois de “The Witcher“, que estreou o ano passado e já tem uma segunda temporada confirmada, chega a vez de mais um jogo ser transformado numa produção televisiva. “Assassin’s Creed” é a próxima série em desenvolvimento na plataforma de streaming.

A notícia já foi confirmada pela Netflix nas redes sociais e faz parte de um acordo entre o serviço de streaming e a empresa de videojogos Ubisoft, para desenvolver conteúdo a partir dos seus jogos mais vendidos — seja em formato de imagem real (live action) ou en produções animadas.

“Há mais de dez anos, milhões de fãs em todo o mundo ajudaram a tornar o jogo num franchise épico”, disse em comunicado o responsável pela da Ubisoft, Jason Altam. “Estamos muito entusiasmados para criar uma série de ‘Assassin’s Creed’ com a Netflix e desenvolver uma saga dentro deste universo”, acrescentou. 

O jogo explora a guerra entre os rivais secretos dos assassinos e os templários que utilizam máquinas avançadas para aceder às memórias dos assassinos em diferentes períodos temporais (tudo para chegar a um artefacto poderoso). Ainda assim, esta não é a primeira adaptação do videojogo ao ecrã. Em 2016, um filme com Michael Fassbender chegou aos cinemas, mas a crítica e os fãs não gostaram do resultado final. 

A Ubisoft está ainda a desenvolver outros projetos com a Netflix, nomeadamente os filmes “Tom Clancy´s The Division” e “Beyond Good & Evil”. A nova adaptação já está em desenvolvimento, mas só deverá estrear, na melhor das hipóteses, em 2021 ou 2022. 

28
Out20

Os inesperados hambúrgueres de atum que pode fazer com apenas 4 ingredientes

Niel Tomodachi

Esta deliciosa e saudável receita é ótima para almoços ou jantares rápidos e nutritivos.

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Os hambúrgueres são uma espécie de bicho papão da dieta. Tememos pelos números apresentados na balança só de pensar neles. A boa notícia é que não tem de ser assim. Existem centenas de versões de hambúrgueres que têm tanto de saudáveis como de saborosos.

Esta sugestão da autora do blogue “Healthy Snack Time” é uma inesperada receita em que o atum e a courgette são os principais ingredientes. A melhor parte é que, no total, só precisa de quatro para a confeção.

 

“Fiz estes hambúrgueres em três tempos e são tão completos que podem ser acompanhados só com tomatinhos cereja ou com um cuscuz com ervas aromáticas”, revela Isabel Lopes.

Do que precisa (para cerca de dez unidades)

—  Dois ovos;
— Uma courgette crua;
— Duas colheres de sopa de linhaça dourada moída;
— Duas latas de atum ao natural;
— Temperos a gosto (ervas finas, alho, pimentão doce, pimenta preta).

Como se faz

Comece por ralar a courgette com casca e escorrer um pouco. Acrescente a linhaça e envolva. Adicione o atum desfeito e misture bem. Em seguida, tempere a gosto.

Depois, bata os dois ovos e acrescente ao preparado. Entretanto, aqueça a frigideira antiaderente. Coloque uma colher de sopa generosa do preparado e deixe dourar dos dois lados. Repita até terminar o preparado.

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