Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

25
Abr20

O banana bread com camadas de gelado que não vai conseguir parar de comer

Niel Tomodachi

Precisa de ir ao congelador durante uma hora, mas depois está pronto para ser devorado, fatia por fatia.

8807c97721e343cdc1fa2444cc00415b-754x394.jpg

Loucos por banana bread, esta receita é para vocês. É uma espécie de um upgrade ao tradicional pão ao qual podemos também chamar de bolo, ainda mais nesta versão, já que inclui camadas de gelado. Depois de ir ao forno, tem de passar uma hora no congelador, mas depois pode partilhar com quem quiser (ou então não).

Pode fazer a receita de banana bread que está mais habituado e depois seguir os restantes passos que indicamos. A proposta que fazemos é usar gelados de baunilha e chocolate, mas pode juntar os que mais preferir.

O truque está em fazer cortes no pão assim que tiver arrefecido, fazer camadas com os gelados e levar ao congelador por uma hora. Fica uma espécie de bolo gelado que o ideal é ser comido com uma colher já que terá tendência a derreter.

A receita é do Tasty.

O ideal é comer à colher.

Do que precisa

3 bananas

1 chávena de manteiga derretida

1 ovo

meia chávena de açúcar

1 colher de chá de extrato de baunilha

1 chávena e meia de farinha

1 colher de chá de fermento em pó

1 colher de chá de canela

1 pitada de sal

2 chávenas de gelado de baunilha

2 chávenas de gelado de chocolate

Como se faz

Comece por esmagar as bananas com um garfo até ficarem em puré. Adicione a manteiga, o ovo, o açúcar e baunilha e mexa até incorporar. De seguida, acrescente a farinha, a canela, o fermento e um pouco de sal. Volte a amassar. Leve a cozer durante 40 minutos no forno a 180 graus. O ideal é usar uma forma retangular, tipo bolo inglês. Retire do forno e deixe arrefecer completamente. 

Desenforme e forre a forma com película aderente. Corte o bolo em três com cortes horizontais. Ponha a base do bolo na forma e espalhe o gelado de baunilha. Por cima a camada do meio e junte o gelado de chocolate. Tape com a última parte do bolo, cubra com o papel aderente e leve ao congelador durante uma hora. Sirva depois em fatias.

25
Abr20

O pão saudável que pode fazer no microondas em 2 minutos

Niel Tomodachi

Só vai precisar de quatro ingredientes para experimentar a receita do blogue “A Pitada do Pai”.

87b7c57824b93b86f2dd7491e3646e14-754x394.jpg

Fazer pão em casa é uma ótima forma de poupar dinheiro e idas desnecessárias ao supermercado ou à padaria mais próxima. No entanto, a vontade de ligar o forno nem sempre é muita. A boa notícia é que existem outras soluções e recorrer ao microondas é uma delas.

A receita de Rui Marques, autor do blogue “A Pitada do Pai”, faz-se com quatro ingredientes e em apenas dois minutos.

“Claro que não fica com a mesma textura de um pão feito no forno, nem tão pouco estaladiço, mas fica saboroso e é uma opção rápida para um pequeno-almoço ou lanche”, conta.

Para quem não goste do sabor de ovo que fica, o autor recomenda retirar a película que envolve a gema. Pode fazer um corte e deixe escorrer a gema ou, então, colocar a gema num passador.

“Para ter a certeza de que o pão está cozido, pode fazer o teste do palito e ajustar os tempos, que dependem sempre de cada microondas”, acrescenta Rui Marques.

Fica fofinho.

Do que precisa (para uma dose)

— Um ovo;
— Uma colher de sopa cheia de farinha de coco (ou aveia ou coco ralado);
— Um iogurte grego (ou natural);
— Uma colher de chá de fermento.

Como se faz

Bata o ovo e junte a farinha, o iogurte e o fermento. Leve ao microondas numa taça, durante cerca de dois minutos ou, caso seja necessário, um pouco mais. Retire, abra o pão, recheie e, se quiser, pode tostar.

24
Abr20

Supermercados vão passar a vender máscaras de proteção a preços baixos

Niel Tomodachi

A medida chega numa altura em que muitas das atividades serão retomadas com o levantamento do estado de emergência.

a745358f0ef9af1edb7400e4865045c0-754x394.jpg

Em entrevista à rádio “Renascença“, o diretor-geral da Associação Portuguesa de Distribuição (APED) revelou esta sexta-feira, 24 de abril, que a partir do final da próxima semana vai ser possível comprar máscaras sociais em tecido ou cirúrgicas em várias lojas e supermercados.

Estes equipamentos de proteção individual poderão ser de origem nacional ou importados, mas terão preços próximos do custo de produção e chegarão numa altura em que algumas atividades serão retomadas e as autoridades recomendam que se use proteção em locais fechados.

Na mesma entrevista, Gonçalo Lobo Xavier disse ainda acreditar que os empregos agora criados no setor da produção de máscaras se vão manter depois da crise, acrescentando também que a APED apoia o uso obrigatório de máscaras por parte dos clientes durante as compras de bens essenciais.

24
Abr20

As novas máscaras portuguesas reutilizáveis são iguais para pais e filhos

Niel Tomodachi

Pertencem à marca Dora Guimarães, fundada pela bracarense com o mesmo nome.

cda8ca107947cbd243df540f383f58e9-754x394.png

Dora Guimarães herdou da mãe o gosto e jeito pela costura. Por isso, quando começou a receber pedidos de amigos e vizinhos para criar máscaras protetoras não teve de pensar muito tempo — pegou em todos os utensílios necessários e começou a produzir as propostas.

“A verdade é que idealizar peças, cruzando padrões, tecidos e pequenos detalhes diferenciadores é o que melhor sei fazer”, conta a bracarense à NiT. O resultado desta experiência está à venda na loja online da sua marca homónima e tem sido um sucesso.

Afinal, as máscaras são bastante diferentes das habituais, com tons e padrões chamativos — e muitas delas levam apliques como lantejoulas, laços “e outros pormenores que já são assinatura da marca”.

“Comecei por fazer algumas máscaras de teste primeiro. Segui todas as recomendações oficiais. Para o exterior testei 100 por cento algodão e poliéster. Para o interior usei um cetim de contacto mais agradável com a pele. Além disso, pus um elástico de três milímetros para um conforto extra na orelha. E há um detalhe: um bolso interior para a colocação do filtro”, explica.

As propostas — que são reutilizáveis e podem ser lavadas na máquina a uma temperatura de 60 graus centígrados — têm uma mais-valia: existem iguais para pais e filhos. Há acessórios entre os 12,50€ e os 15€, dependendo dos apliques. Os portes de envio já estão incluídos no preço.

24
Abr20

Portugal Market: o novo mercado online que junta dezenas de marcas portuguesas

Niel Tomodachi

Nesta plataforma encontra empresas de categorias como casa, mulher, homem, crianças e animais.

923e6ef2d2b9e91173b2bd715954bc9d-754x394.jpg

Nos últimos tempos, a pandemia de Covid-19 mudou por completo a vida de milhões de pessoas. Acabou, também, por criar uma grande rede de solidariedade entre todos. Em Portugal, por exemplo, as marcas nacionais têm-se unido numa corrente de interajuda ao promover os negócios umas das outras.

No Portugal Market encontra muitas dessas empresas. Trata-se de um novo mercado online que junta dezenas de marcas portuguesas de categorias como casa, comida, produtos para homem, mulher e animais.

Através da plataforma consegue não só ter acesso às histórias de cada uma, como a fotografias, comentários e ao site para fazer as suas compras através da Internet.

Para começar a explorar este mundo de nomes nacionais basta aceder ao projeto e escolher uma das secções. A seguir, encontra nomes como Summer Factory, Amikko, Together, Sal & Pimenta, Maria Concha, Maria Bianca, Xicalarica, Maria Pailona e Pampas, por exemplo.

Além das marcas que já estão incluídas no Portugal Market, qualquer outra portuguesa pode participar. Basta ir ao site e carregar em “Abra a Sua Loja”. Depois preenche os dados e aguarda o contacto da organização. A participação é gratuita.

24
Abr20

O pior que há em nós em tempos adversos

Niel Tomodachi

Os atos de solidariedade multiplicam-se. A união, selada pelo incerto destino partilhado, sente-se. Mas há igualmente relato de gestos nada belos: açambarcamento, violência, estigma, julgamentos sem fundamento. A pandemia também desperta o pior que há em nós.

Imagem-Salve-se-quem-puder-03-696x463.jpg

Quando Lorena Viúla percebeu que havia profissionais de saúde a trabalhar na linha da frente que moravam longe do hospital, ou tinham receio de continuar a vida familiar em casa, decidiu colocar à disposição de quem precisasse o seu apartamento vago em Cascais. Partilhou-o num grupo de Facebook da cidade e, logo no dia seguinte, recebeu o primeiro contacto. Mas não de quem esperava. “Alguém do prédio viu e ligou-me a empresa que faz a gestão do condomínio a informar-me que os moradores tinham medo de ser contagiados e não permitiam a situação”, conta-nos a proprietária que, apesar disso, continua empenhada em ceder a casa a quem dela precisar. Situação idêntica aconteceu no Funchal, onde dois profissionais de saúde do Hospital Nélio Mendonça tiveram de sair de um apartamento cedido depois de queixas e pressão dos moradores do prédio.

Aqui e ali surgem relatos que desafiam tanto a solidariedade como a razão. Na Austrália, uma mulher encostou uma faca ao pescoço de um homem numa disputa por causa de papel higiénico. Em Espanha, ambulâncias com idosos a quem tinha sido diagnosticado o novo coronavírus foram apedrejadas à chegada a uma localidade. No Reino Unido, um estudante de origem asiática foi espancado na rua num ato de xenofobia relacionado com a origem do SARS-CoV-2. Na Ilha de Reunião, um navio de cruzeiro foi recebido sob fortes protestos e ofensas.

“O medo coloca as pessoas em modo de ‘lutar ou fugir’, a mesma condição biológica em que estamos quando somos atacados por um leão. Muitos sistemas corporais mudam: aumenta a concentração de hormonas de stresse no sangue e diminui a capacidade de usar as partes do cérebro que nos permitem pensar com mais clareza. Sob essas condições, fazemos instintivamente o que for necessário para nos sentirmos seguros”, defende David Ropeik, ex-instrutor da Universidade de Harvard (EUA) em perceção do risco e autor do livro “How Risky Is It, Really? Why Our Fears Don’t Always Match the Facts” (Quão arriscado é, realmente? Por que razão os nossos medos nem sempre correspondem aos factos – tradução livre, sem edição em português). O especialista diz que se, por um lado, a maioria de nós se sente segura ao contribuir para uma sociedade em que todos procuram o bem comum, porque esse tipo de mundo também nos protegerá, “algumas pessoas sentem-se tão ameaçadas – em parte por causa de outros fatores das suas vidas pessoais – que este stresse as torna egoístas e interessadas apenas em proteger-se a si próprias”.

Este “modo de sobrevivência” não é ativado da mesma forma em toda a gente, concretiza o médico psiquiatra Diogo Guerreiro. “Apesar destes mecanismos de defesa serem comuns a todos nós, eles crescem por cima da nossa personalidade de base. Em pessoas com maior imaturidade emocional, com dificuldade em gerir os seus medos e angústias ou que de base têm pouca empatia, o modo de sobrevivência mais instintivo decorre sem limites e sem autocontrolo, apenas com o objetivo de aumentar a hipótese de sobrevivência do próprio – quer o perigo seja real, quer seja imaginado.”

Para o psiquiatra, esta situação mostra bem, por um lado, a importância de em tempos de crise investirmos na nossa saúde mental, “alimentando-nos e dormindo o suficiente, fazendo exercício físico, falando com as outras pessoas e limitando o excesso de notícias” e, por outro, mostra a grande responsabilidade que os agentes de informação têm, sobretudo os media e os políticos, “pois está nas suas mãos prevenir uma ‘epidemia de pandemónio’.”

O caso do papel higiénico e outras compras

No início da epidemia emergiu um comportamento bizarro que viria a ser descrito como “toilet paper gate”. Muitas pessoas estavam a açambarcar papel higiénico. Houve brigas e ameaças de morte. As prateleiras dos supermercados ficaram vazias e o Mundo perplexo. Muitos explicaram o fenómeno através da nossa difícil relação com o nojo, mas David Ropeik tem uma leitura mais abrangente do fenómeno: perante uma ameaça com tantas incógnitas, a compra em grande quantidade – seja do que for – parece-nos algo que podemos fazer para nos protegermos, precisamente porque sentimos que não sabemos o que fazer. “Pode parecer ridículo brigar por papel higiénico, mas o que está em jogo, quando as pessoas estão neste estado alterado, é muito mais do que papel higiénico: é a sensação de controlo e segurança que ele representa.”

Mas isto não significa que compras em grandes quantidades – normalmente definidas como açambarcamento – sejam uma reação irracional. Pelo contrário. José Manuel Palma-Oliveira, especialista em análise, perceção e comunicação de risco e professor da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, garante que não há traço algum de pânico neste tipo de ações, antes um processo de tomada decisão que individualmente não é desprovido de sentido, apesar de coletivamente se revelar trágico. “É um fenómeno que está largamente estudado pela economia comportamental a que chamamos ‘dilema social’. Verifica-se quando existe uma contradição entre a racionalidade individual, que é limitada, e a racionalidade coletiva: se fizermos aquilo que nos parece melhor do ponto de vista individual, o efeito do ponto de vista coletivo resulta em que fiquemos todos pior.” O especialista dá um exemplo extremo para ilustrar a ideia: “Quando há um incêndio numa discoteca, individualmente, o comportamento mais racional é correr para a saída. Mas isso significa que as pessoas vão todas ao mesmo tempo para a porta, fazendo com que seja impossível abri-la e morre muita gente”.

José Manuel Palma-Oliveira acredita estes comportamentos estão também a surgir porque a comunicação de risco não está a ser feita da melhor maneira. Por muito contraintuitivo que pareça, explica, “o que a ciência diz sobre a comunicação de risco é que é melhor pecar por excesso do que por defeito. Um gestor de risco é alarmista no início e, depois, se for o caso, desdramatiza. Em Portugal, como numa série de outros países, foi feito o oposto, e, quando se passa da desdramatização ao estado de alerta, as pessoas ficam mais desconfiadas, mais stressadas e mais dispostas a acreditarem em teorias da conspiração sem fundamento”.

Eu, tu, ele, nós

Stephen Reicher é professor de Psicologia na Universidade de Saint Andrews, trabalha ativamente na resposta à Covid-19 no Reino Unido e é uma autoridade mundial em psicologia das multidões. A sua leitura dos comportamentos durante a pandemia foca-se menos no “eu” e mais no “nós” e, para Reicher, toda a evidência aponta para que a observância das regras está a ser elevada. Complicado é quando as pessoas se convencem que esse não é o caso. “É um problema real que os media se foquem nos relativamente poucos exemplos de não conformidade, fazendo-os parecer mais comuns do que realmente são. Isso tem consequências perigosas: as pessoas convencem-se de que os outros são todos egoístas, o que mina a identidade coletiva que une as pessoas e as faz lidar melhor com situações difíceis”, aponta à NM. “Portanto, embora existam algumas pessoas que atacam ambulâncias – e que isso seja impressionante – não devemos fazê-lo parecer comum nem esquecer que a maioria das pessoas está a ser solidária.”

Quando as pessoas não obedecem, continua Stephen Reicher, isso geralmente tem mais que ver com a capacidade prática de cumprir do que com a vontade. Sugerir que é apenas uma questão de fraqueza psicológica individual é procurar explicações no lugar errado. “Sabemos que quando as decisões são vistas como equitativas e boas para o grupo, as pessoas aceitam-nas, ainda que individualmente possam sair prejudicadas. É quando as decisões são vistas como injustas – por exemplo, forçando todos a ficar em casa, mesmo que alguns não se possam dar a esse luxo – que as pessoas começam a ficar tensas. Mas, aqui, tanto o problema como a solução residem menos na psicologia individual e mais em questões políticas. E a disfuncionalidade dos sistemas não deve ser atribuída à disfuncionalidade individual.”

Mas isso tem acontecido. As redes sociais têm-se enchido de denúncias de estabelecimentos “ilegalmente” abertos, fotos de pessoas com carrinhos de compras “demasiado” cheios, comentários irados a imagens que mostram filas de trânsito de gente que anda “a passear”. Estes julgamentos sumários nada nos dizem sobre as pessoas visadas, mas antes sobre quem os profere, sustenta Paul Conway, professor assistente de Psicologia da Universidade do Estado da Florida, que investiga a psicologia da moralidade e da justiça. “As pessoas tendem a usar os seus próprios pensamentos, sentimentos e circunstâncias da vida para entender como os outros pensam, sentem e vivem”, explica em entrevista por email à “Notícias Magazine”. E exemplifica: é difícil empatizar com alguém que está com fome quando nos sentimos cheios ou alguém que está com frio quando estamos com calor.

“O que isso significa, olhando para o tipo de julgamentos feitos durante a pandemia, é que quem faz posts negativos sobre alguém com um carrinho cheio está apenas a pensar, ‘Eu não precisaria de tudo aquilo para mim’. Já uma pessoa que tenha uma família numerosa ou alargada tem menos probabilidade de pensar isso por causa da experiência pessoal de comprar para muita gente.” E por aí fora: quem pode ficar em casa tem dificuldade em pensar que quem anda na rua tem de ir trabalhar. Quem não tem um cão considera os passeios com animais supérfluos, quem não faz desporto acha as corridas ou passeios higiénicos desnecessários. “O medo aumenta essas tendências e leva a essa exposição nas redes sociais, como um castigo a quem se julga que não está a cumprir com os preceitos morais.”

Sempre o medo. Todos teremos de aprender a lidar com ele sem atacar os outros. As consequências desses ataques podem ser graves. Stephen Reicher resume-o bem: “Durante esta pandemia, a resiliência não é uma qualidade dos indivíduos, é algo que alcançamos juntos. Este sentido do ‘nós’ é habitual em tempos de crise, mas também é frágil e pode ser prejudicado por histórias que nos dizem que todos os outros são egoístas e pouco merecedores de confiança. Porque é quando se quebra o sentido de comunhão que começamos a agir de forma egoísta”.

 

Source: https://www.noticiasmagazine.pt/2020/o-pior-que-ha-em-nos-em-tempos-adversos/estilos/248308/

24
Abr20

Este bolo arco-íris tem 7 camadas de gelado e foi criado para a quarentena

Niel Tomodachi

Chama-se #vaificartudobem e está disponível na Gato Gelados. O melhor é que não tem açúcar, é tudo adoçado com stevia.

3eb83e3dc4f2211adacde4a5b8019bda-754x394.jpg

O arco-íris é o símbolo do momento. Várias são as janelas e varandas que ostentam um exemplar desenhado pelos miúdos de casa casa. É uma mensagem de esperança nesta altura de pandemia que também chegou às sobremesas. A Gato Gelados, em Lisboa, criou um bolo com sete camadas coloridas ao qual deu o nome de #vaificartudobem.

O melhor de tudo é que os gelados da marca não têm açúcar, são adoçados com stevia, e por isso podemos dizer que é uma sobremesa saudável. A base do bolo é feita com bolacha. Depois é composto por sete camadas de gelado de cores diferentes, tal como um arco-íris.

 

São elas: morango, laranja, banana, abacate, romã, mirtilo e açaí. Esta é a ordem, de cima para baixo. O bolo pode ser encomendado inteiro (25€/kg) ou à fatia (3,50€). A Gato Gelados faz entregas em toda a cidade de Lisboa. Para o pedir só tem de contactar a marca pelo Instagram ou pelo WhatsApp através do número de telemóvel 967 528 336.

O espaço na Rua do Grilo, no Beato, continua aberto mas apenas em regime de take-away (além das entregas ao domicílio). O projeto foi criado por João Vaz no final de 2018. Todas as versões que faz são adoçadas com stevia, em vez do tradicional açúcar.

Há gelados fixos, como o de chocolate, avelã ou morango, mas também os sazonais e as edições especiais, como esta #vaificartudobem, ou aqueles que são dedicados a efemérides.

23
Abr20

DOAR SEM CUSTOS: É possível, simples, gratuito e… transformador!

Niel Tomodachi

acreditar_irs_2020.jpg

0,5% do seu IRS pode parecer pouco, mas para a Acreditar é uma ajuda fundamental no apoio que dá às famílias. Esta contribuição não representa qualquer custo para o cidadão, ela é deduzida ao Estado. Basta colocar o nosso contribuinte na sua Declaração de IRS.

Nota: Para além da consignação do IRS pode prescindir do reembolso dos 15% do IVA que tem direito a receber e doá-los à Acreditar, permitindo-nos alargar o apoio prestado às famílias.

Com este seu gesto ajuda a Acreditar a promover a esperança em centenas de famílias.

Ganhamos e agradecemos todos.

https://www.acreditar.org.pt

23
Abr20

Estão à venda as primeiras máscaras reutilizáveis certificadas em Portugal

Niel Tomodachi

Pode encontrá-las online, em branco ou preto, disponíveis em packs de cinco.

b82b5322c87473f8dc22d5b0d2dfdcaf-754x394.jpg

Desde 13 de abril que a Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda o uso de máscaras comunitárias pela população em geral em espaços públicos fechados com muitas pessoas, como supermercados e transportes públicos. Esta quinta-feira, 23 de abril, Graça Freitas garantiu que o mercado está a funcionar para as oferecer.

A produção está a ser realizada de acordo com os critérios de qualidade definidos pelo Infarmed. No entanto, a diretora-geral da Saúde reforça que o seu uso deve acontecer “quando não for possível manter o distanciamento social”.

Ao final da noite de quarta-feira, dia 22, o Citeve revelou no site oficial que já certificou as máscaras de utilização comunitária, também designadas como de “nível 3”, criadas por seis empresas. Uma delas, inclusive, já está à vender o produto. É na loja online da portuense Daily Day que pode encontrar packs de cinco unidades, em preto ou branco, por 20€.

“A @dailyday.porto é a primeira marca a ter máscaras certificadas pelo CITEVE, nível 3 (certificado 4277/2020) É uma honra poder contribuir no combate à pandemia do Covid-19″, diz a empresa fez nas redes sociais.

São 100 por cento algodão e estão preparadas para cinco lavagens, sendo que pode ler-se que o equipamento está “em análise para aumento do número de lavagens”.

23
Abr20

Figurinista portuguesa cria T-shirt solidária (e está a ajudar o Cantinho da Milu)

Niel Tomodachi

Mia Lourenço criou uma proposta com um arco-íris, no qual uma das faixas coloridas é substituída por padrão leopardo.

f1290186a5d0b1ceab27f4e77c0c5d68-1-754x394.jpg

Mia Lourenço é figurinista de profissão e já esteve nomeada para os prémios Sophia da Academia de Cinema Português com os filmes “Soldado Milhões”, “A Mãe é que Sabe”, “Amor Impossível” e “Os Gatos Não Têm Vertigens”.

Em tempos de pandemia de Covid-19, a portuguesa aproveitou a sua criatividade e pintou à mão uma T-shirt com um arco-íris em que uma das faixas coloridas foi substituída pelo padrão leopardo. Partilhou a peça nas redes sociais e seguiram-se várias mensagens de pessoas que queriam uma igual.

Surgiu assim um novo projeto com cariz solidário. Mia Lourenço já está a produzir as T-shirts, que podem ser encomendadas por mensagem privada através do seu Instagram oficial. Cada uma custa 15€ — valor a que acrescem os portes de envio via CTT.

As peças são 100 por cento de algodão, de fabrico português e pintadas à mão com tintas de tecido. Podem ser lavadas na máquina a uma temperatura de 40 graus.

Para apoiar quem mais precisa, a figurinista decidiu juntar uma vertente solidária ao novo projeto. Assim, por cada T-shirt vendida, ela doa 1€ ao Cantinho da Milú, uma associação que alberga cerca de 750 cães.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Quotes:

“How wonderful it is that nobody need wait a single moment before starting to improve the world.” ― Anne Frank

Pesquisar

Nelson's bookshelf: currently-reading

Alfie - O Gato do Bairro
tagged: currently-reading

goodreads.com

2022 Reading Challenge

2022 Reading Challenge
Nelson has read 0 books toward his goal of 50 books.
hide

Arquivo

    1. 2022
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Afiliado Wook

WOOK - www.wook.pt

Comunidade Bertand

Afiliado Miniso

Read the Printed Word!

Em destaque no SAPO Blogs
pub