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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

04
Mar20

O salame de chocolate que pode comer sem culpa faz-se com 7 ingredientes

Niel Tomodachi

A sugestão do blogue “Ele Cozinha, Ela Lava” vai surpreender até os mais desconfiados das versões saudáveis.

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É rara a festa de aniversário que não tem fatias de salame de chocolate em cima da mesa. Seja caseiro ou comprado num supermercado, é difícil resistir-lhes. O problema vem nos minutos seguintes: uma sensação enorme de culpa por ter comprometido a alimentação saudável com um doce carregado de açúcar. Mas não tem de ser assim.

Os autores do blogue “Ele Cozinha, Ela Lava”, por exemplo, criaram uma versão para comer sem culpa, ainda que com moderação. Do chocolate negro à manteiga de amendoim, vai precisar de sete ingredientes.

 

Do que precisa

— Um pacote de bolacha Maria integral;
— Duas colheres de sopa de manteiga de amendoim;
— Duas colheres de sopa de bebida vegetal ou leite;
— Uma colher de óleo de coco;
— 100 gramas de chocolate negro;
— Duas colheres de sopa de cacau em pó;
— Nozes e amêndoas largamente picadas (a gosto).

Como se faz

Comece por partir as bolachas em pedaços pequenos. Depois, derreta o chocolate em banho maria. Misture todos os ingredientes até obter uma massa homogénea.

Entretanto, numa folha de alumínio despeje o preparado e enrole tipo salame. Leve ao frigorífico durante duas a três horas e está pronto.

 

04
Mar20

“Para Sama”: a história arrepiante da jovem mãe que filmou a guerra na Síria

Niel Tomodachi

Não venceu a estatueta dourada nos Óscares, mas esteve nomeado. Estreia finalmente em Portugal esta semana.

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Foi em 2012 que Waad al-Kateab pegou numa câmara de filmar para documentar os protestos dos seus colegas estudantes universitários contra o Presidente Bashar al-Assad, na Síria. O que se passou nos anos seguintes no país do médio oriente é conhecido: uma guerra civil, ataques terroristas, milhares de mortos e milhões de refugiados que ainda não encontraram qualquer tipo de solução para os seus problemas.

Esta história tem sido contada de várias formas, seja em documentários, artigos ou livros, mas um dos registos mais interessantes — e com uma perspetiva mais emocional e pessoal — é “Para Sama”, documentário que estreou no ano passado.

O filme gravado por Waad Al-Kateab e montado pelo britânico Edward Watts esteve nomeado para o Óscar de Melhor Documentário, acabando por perder a estatueta dourada para o filme da Netflix “Uma Fábrica Americana”.

Imensas imagens captadas de forma relativamente amadora estão compiladas para mostrar a evolução dos conflitos e do dia a dia na cidade de Aleppo, uma das mais importantes (e afetadas) no país.

Waad nunca deixou de filmar o que acontecia — o cerco à cidade, a carnificina e tragédia humanitária que se seguiu, apenas deixando de lado o que acontecia fora de casa para também documentar a sua paixão crescente por um médico, Hamza (um dos poucos na cidade), e o nascimento da sua primeira filha, Sama. “Para Sama” está feito, portanto, enquanto um documentário dirigido à criança.

É, claro, um filme capaz de chocar o público — mas também de o sensibilizar para tudo o que está a acontecer e tem acontecido na Síria. Mostra-se a mãe a tentar adormecer a criança em casa, mas também o ruído repentino causado pelas bombas que explodem ali mesmo ao lado.

A insegurança paira no ar, com vários dos seus amigos assassinados e aquele bairro de Aleppo transformado num conjunto de crateras provocado pelos explosivos, entre os rebeldes, terroristas e o exército sírio ainda fiel ao regime de Assad.

O filme, que foi imensamente elogiado pela crítica especializada internacional, tem mais de uma hora e meia e chega aos cinemas portugueses esta quinta-feira, 5 de março. Em 2016, Waad al-Kateab escapou da Síria através da Turquia, levando consigo, debaixo do casaco, os discos rígidos com as filmagens, e depois conseguiu receber asilo no Reino Unido.

 

04
Mar20

Associação precisa de voluntários para dar colinho a bebés

Niel Tomodachi

Centro de apoio criou um apelo no Facebook onde pede pessoas com disponibilidade para dar mimo. A resposta foi avassaladora.

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Pegar num bebé, dar-lhe colo e mimo, acalmá-lo e fazê-lo sentir o calor e contacto humano, conversar com ele e garantir que ele ouve a nossa voz: tudo isto são das coisas mais simples e mais importantes que acontecem nos primeiros meses e até anos de vida de uma criança, tal como têm defendido sucessivamente vários especialistas em todo o mundo.

Nos Estados Unidos, por exemplo, existe mesmo a figura de acarinhadores ou abraçadores de bebés em alguns hospitais e centros de acolhimento: pessoas, normalmente voluntárias, que são treinadas ou recrutadas para falarem com os bebés, segurá-los, falar, cantar, pegar — quando as famílias não o podem fazer, ou não existe família que o faça.

Agora, em Torres Vedras, um pedido de uma associação está-se a tornar absolutamente viral, por ser tão simples e no entanto essencial: o Centro de Acolhimento Temporário Para Crianças em Risco (CAT) Renascer, desta região do distrito de Lisboa, está a precisar de “Voluntários para Colinho”.

O pedido é feito numa partilha de Facebook que teve, em poucos dias, mais de oito mil partilhas e milhares de comentários por parte de pessoas interessadas em ajudar, ou apenas a tirar dúvidas.

Conforme explica na sua publicação, este CAT tem atualmente em sua casa três bebés, com menos de seis meses, “a precisar de muito colinho, estimulação e tempo só para eles”.

Para ser voluntário de colinho só precisa de ter mais de 18 anos; ter disponibilidade duas a três horas por semana, durante o fim de semana ou de segunda a sexta-feira no período da tarde; e finalmente, “ter muitos miminhos para dar”.

Sendo este um trabalho totalmente voluntário, o centro oferece apenas um seguro além, claro, da oportunidade incrível de ajudar bebés da maneira mais recompensadora possível.

O Centro de Acolhimento Temporário Para Crianças em Risco Renascer, em Vale Rosas, diz ser uma resposta social do Centro Comunitário de Torres Vedras, destinado a acolher crianças dos 0 aos 12 anos em situação de perigo.

“São muitas vezes crianças privadas do meio familiar, vítimas de violência, negligência ou maus tratos, provenientes de famílias cuja situação exija apoio transitório que permita a estabilização de vida familiar”, explica-se na sua página.

O CAT Renascer pressupõe o acolhimento temporário até 6 meses podendo, no entanto, prologar-se de acordo com as características de cada criança e a definição do seu projeto de vida, é ainda explicado. No total, o Renascer tem a capacidade para 12 crianças.

Nos milhares de comentários, pessoas de literalmente todo o País elogiam a iniciativa e lamentam apenas não o poderem (ou não saberem como) fazer noutros locais: Coimbra, Guimarães, Porto, Lisboa, Algarve, são apenas algumas das zonas referidas.

Nas respostas à publicação, há também quem se voluntarie para ir propositadamente de Lisboa dar colinho aos bebés, outros pedem instruções para dar roupa ou bens e até para fazer doações através do IRS.

A quem levanta receios sobre a escolha dos voluntários, o CAT esclarece que todo o processo de selecção será feito com todo o cuidado e dentro da legalidade que a situação o exige, sendo a dado ponto necessária, por exemplo, a apresentação de documentos como o registo criminal.

 

Source: https://nit.pt/

04
Mar20

As 22 fotos nomeadas para o World Press Photo

Niel Tomodachi

As seis melhores fotografias do jornalismo e as três melhores histórias fotográficas já foram reveladas pelo World Press Photo. As vencedoras serão conhecidas a 16 de abril. Conheça as 22 nomeadas.

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Já foram anunciadas as fotografias nomeadas para o World Press Photo, a mais prestigiada distinção de fotojornalismo mundial. É uma tradição que se mantém desde 1955 e que este ano escolheu seis imagens favoritas e as três melhores histórias fotográficas com base nas quase 74 mil fotografias enviadas para apreciação do público. Há luto, protesto e juventude entre elas, como pode ver na fotogaleria.

De acordo com o comunicado de imprensa da organização, mais de quatro mil fotógrafos de 125 países candidataram-se ao World Press Photo. Os vencedores só serão conhecidos a 16 de abril num evento em Amesterdão e ganharão 10 mil euros. Todos os nomeados poderão participar em workshops, encontros e apresentações nos Países Baixos a seguir à revelação dos vencedores.

Além das fotografias nomeadas nas categorias de “Melhor Fotografia e “Melhor História Fotográfica”, o World Press Photo também destacou as melhores imagens nas categorias “Assuntos Contemporâneos”, “Notícias Gerais”, “Ambiente”, “Natureza”, “Projetos a Longo-Termo”, “Retratos”, “Notícias Urgentes” e “Desporto”.

Todas as fotografias vencedoras vão estar em exposição a 18 de abril no De Nieuwe Kerk em Amesterdão, mas viajarão depois por 120 cidades em 50 países. Estima-se que mais de cinco milhões de pessoas visitarão as exposições para ver as melhores fotografias que o jornalismo pelo mundo fora foi capaz de produzir.

Veja parte delas na fotogaleria.

03
Mar20

Kokuga. O minimalismo aplicado às flores

Niel Tomodachi

Prefere flores estranhas e usa poucas nos seus arranjos. De ascendência japonesa, Nathan Kunigami veio para Portugal ser florista e trouxe consigo o minimalismo dentro de uma jarra (ou de uma rede).

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Foram precisos três continentes e dois oceanos para Nathan Kunigami se dedicar às flores. O nome denuncia a origem japonesa, assim como os próprios arranjos que saem do seu estúdio em Lisboa: minimais, quase austeros, até mesmo estranhos.

Nathan tem 31 anos, viveu toda a vida no Rio de Janeiro e em 2018 veio para Portugal mudar de vida. O lado materno é brasileiro, o paterno japonês, e foi numa viagem ao Japão que o agora florista descobriu a arte do ikebana – e no fundo de onde vinha metade de si.

O florista em pleno processo criativo. © Gonçalo F. Santos

“O ikebana é uma técnica milenar japonesa de arranjos florais”, explica, sentado no sofá da sala, um open space que inclui também o seu atelier. “Existem diferentes escolas que ensinam diferentes formas de arranjos florais, e o que eu faço na verdade nem se pode chamar de ikebana, porque para se ser um mestre as pessoas estudam muitos anos, é algo extremamente complicado e com muitas regras.” No seu caso, aprendeu as técnicas base numa aula particular em Tóquio com uma artista local, que marcou através do Airbnb Experiences na tal viagem ao Japão, há dois anos. Gostou tanto do curso que pediu recomendações de livros, foi à procura das tesouras certas – as que ainda hoje tem na bancada de trabalho – e voltou para o Rio de Janeiro com um novo hobby de fim de semana.

Nessa altura, as flores dividiam o tempo – ou o pouco que restava dele – com o cargo de responsável de marketing de uma cadeia hoteleira internacional. “Fazia arranjos para mim, para praticar”, recorda Nathan, que partilhava o que fazia no Instagram sob o nome Kokuga, nome esse que viria a batizar a marca, mais tarde.

Kokuga

Esta foi uma das primeiras criações da Kokuga e continua a ser, até hoje, uma das favoritas de Nathan. “No início, eu seguia muito as regras e aqui foi quando me soltei. Gosto bastante deste movimento que consegui criar e do ar meio alienígena do arranjo.” © Kokuga

“Era o apelido original dos meus avós, embora não seja o meu”, diz. “Quando eles foram para o Rio, houve um erro de tradução e ficou Kunigami, mas era o apelido original da família e acaba por ser uma homenagem ao meu lado japonês, porque acho que foi daí que tudo surgiu.”

Uma amiga, que costumava ver as fotografias, encomendou três arranjos para a inauguração de uma loja. “Foi o meu primeiro cliente e a partir daí percebi que podia fazer isto”, diz. Nessa altura, já não estava satisfeito com o trabalho, “queria sair da vida empresarial” e tinha falado com o namorado, hoje marido e então a viver em São Francisco, de morarem juntos noutra cidade. “Apaixonámo-nos por Lisboa e viemos em setembro de 2018. A mudança era uma forma de tentar perceber se este negócio era viável. Comecei oficialmente em janeiro e, depois deste primeiro ano, a boa notícia é que acho que sim. As coisas estão a ir devagar, porque é um negócio novo, mas estão a andar. Existe um mercado que quer este tipo de arranjo diferente.”

De cubos de vidro a redes metálicas, os recipientes usados vão muito além das tradicionais jarras. Normalmente, as criações são feitas à medida dos recipientes, muitos deles comprados na Feira da Ladra, perto do atelier.

“Diferente” é um dos adjetivos que usa para apresentar o seu estilo. Outro é minimalista. “Eu não uso muitas flores, não faço arranjos muito cheios”, diz. O exemplo mais literal será quando colocou um único antúrio, escuro e seco, no centro de uma rede metálica. “É muito específico, não é toda a gente que gosta.”

Tecnicamente, e voltando à tradição japonesa dos arranjos florais, Nathan identifica-se com uma corrente chamada moribana por ser “uma abordagem mais contemporânea”. Mas, mais uma vez, fala de liberdade no momento de agarrar nas tesouras.

Na bancada de trabalho estão várias ferramentas vindas do Japão, umas de florista, outras de restaurantes. © Gonçalo F. Santos

“Muitos artistas que fazem uma ikebana freestyle seguem esta escola, mas mesmo assim há muitas regras: os arranjos têm de ter uns graus específicos de inclinação, por exemplo. Eu não sigo nenhuma regra, mas posso dizer que encontrei o meu estilo através dessa técnica. Gosto do desequilíbrio que existe na moribana. São arranjos bastante assimétricos, os japoneses dizem que são um pouco inspirados na própria paisagem do Japão, nas montanhas e nos lagos.”

Para além da assimetria, o florista aposta em flores diferentes, ou até mesmo em elementos estranhos e inesperados, como espigas de milho secas, plantas aéreas ou o corno de um chifre que incorporou num arranjo com estrelícias dos Açores e que comprou na Feira da Ladra. “Nunca fiz nenhum arranjo com rosas. Nada contra as rosas, mas nunca aconteceu”, diz, entre risos. Ao invés das flores tradicionalmente mais românticas, o florista tem entre as suas preferências espécies como a banksia, a craspédia e os antúrios. “Não sei porquê, mas acho-os estranhos. É por isso que gosto deles.”

Os antúrios são uns dos favoritos do florista. © Kokuga

De 15 em 15 dias compra flores frescas no Marl, o mercado abastecedor de Lisboa, mas também usa espécies que secou previamente – o que explica o galho que tem atravessado na parede do atelier, com uma série de ramos pendurados de cabeça para baixo, como morcegos.

“Normalmente, quando vou às compras, não vou com uma ideia pré definida do que quero, e não tenho um modelo, cada arranjo é único. Como uso poucos elementos, gosto de tirar partido do próprio formato da flor.”

O lado experimental da Kokuga começa na própria casa do criador da marca. Na sala de jantar, por exemplo, aquilo que parece um candeeiro moderno é, na verdade, uma casca de árvore apanhada em Sintra. © Gonçalo F. Santos

Entre os trabalhos feitos neste primeiro ano com a Kokuga contam-se montras de lojas, hotéis, galerias de arte e casamentos pequenos, mas a maioria são arranjos para a casa de clientes individuais. Um arranjo pode ir dos 45 aos 80€, dependendo do tamanho, e há também outra modalidade verdadeiramente personalizada que começa com uma visita ao espaço a intervencionar (a partir de 120€). Nesses casos, as flores saem das jarras para ocupar cubos de vidro e redes metálicas, ou simplesmente flutuar, presas com fios de nylon. “Tenho feito uns testes mais próximos da escultura e é também uma área de que gosto muito”, conclui o florista. A sala de jantar de casa é um dos melhores exemplos do que fala. Por cima da mesa, aquilo que parece um candeeiro moderno e retorcido é, na verdade, uma casca de árvore que apanhou em Sintra.

Artigo publicado originalmente na revista Observador Lifestyle nº 6 (novembro de 2019).

 
03
Mar20

Supper Club: os novos jantares secretos do Porto são servidos num jardim

Niel Tomodachi

O ROSA ET AL Townhouse vai receber eventos especiais ao longo do ano. São sempre convidados diferentes chefs.

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O ROSA ET AL Townhouse, no Porto, vai abrir o jardim para um conjunto de jantares especiais que vão acontecer durante todo o ano. O primeiro Supper Club já está marcado. Acontece no domingo, 8 de março. As reservas são limitadas, por isso o melhor é não demorar muito a reservar. Há 24 lugares na mesa do exterior, mais 16 na sala.

Os Supper Clubs vão sempre acontecer nos primeiros 10 dias de cada mês. O principal objetivo é criar um ambiente de casa e juntar várias pessoas em comunidade. São jantares informais e intimistas com destaque para pratos da dieta atlântica. Serão utilizados produtos orgânicos, de origem local e regional.

 

Neste primeiro evento de 2020, Bruno Caseiro, do restaurante Cavalariça, na Comporta, é o chef convidado. Os jantares vão durar três horas e terão cinco momentos. O menu só será revelado no dia, mas existem opções vegan e vegetarianas se preferir. Custa 50€ por pessoa. O pairing de vinhos fica por mais 20€. Serão da responsabilidade da Niepoort.

Patrícia e Emanuel Sousa, os irmãos e proprietários do projeto, vão criar também um conjunto de workshops e marterclasses também dedicados à portuguesa e com direito a degustação no final. Vão acontecer sempre duas vezes por mês, mas ainda não há datas fechadas, por enquanto. Serão apenas para oito pessoas e custam 80€.

O ROSA ET AL Townhouse lançou também um livro com histórias do espaço e receitas criadas pelos irmão responsáveis pelo projeto. Está à venda por 45€, mas nos dias dos eventos fica mais barato.

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localização, contactos e horários

morada

ROSA ET AL Townhouse [ver mapa]
Rua do Rosário, 233
4050-524 Porto

localizações
Porto, Cedofeita

 

02
Mar20

O novo Kit Kat Gold (com sabor a caramelo) já chegou a Portugal

Niel Tomodachi

Já está disponível nos vários supermercados do País em embalagens individuais ou em packs com três unidades.

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Depois do Kit Kat Ruby, com chocolate cor-de-rosa, e do Green Tea Matcha, com um tom mais esverdeado, aí está mais uma versão do conhecido chocolate. Chama-se Gold, tem sabor a caramelo e já se encontra à venda em Portugal nos vários supermercados.

O Kit Kat Gold surgiu pela primeira vez em 2018, como edição limitada na Austrália e na Nova Zelândia. No início do ano passou a estar disponível no Reino Unido e na Rússia, com a promessa de a oferta se alargar a outros países da Europa. Dito e feito. Em Portugal está disponível em supermercados e também nas lojas com produtos de todo o mundo.

 

Junta a típica bolacha, chocolate branco e pedaços de caramelo. Por exemplo, no Continente, encontra-se à venda e formato individual, com 41 gramas, por 1,29€; mas também num pack com três unidades (3,69€).

 

02
Mar20

GADO GADO

Niel Tomodachi

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Gado Gado is a popular food in Indonesia. Consisting of various vegetables and grains such as potatoes, cabbage, bean sprouts, green beans, protein supplement with tofu and hard-boiled eggs Eaten with peanut sauce similar to satay close to the guest salad of our satay Is a food made from sliced ​​meat Or cut into cubes May be pork, chicken, beef, lamb, goat, fish, etc. Skewered with bamboo skewers. Then grill on the firewood or charcoal stove Served with strong flavorings (which vary by recipe). Satay originated from Java or Sumatra in Indonesia. But still popular in other countries, such as Malaysia, Singapore, the Philippines as well as Thailand Or even the Netherlands, who adopted the culture with their colonies

Gado Gado is one of the most popular food in Indonesia. Similar to a salad Which consists of mung beans, potatoes, bean sprouts, tofu, hard-boiled eggs, cabbage, prawn crackers Eaten with peanut sauce that looks like a satay sauce. However, with herbs in the sauce such as coriander root, shallot, garlic, lemongrass, so that when eaten, it will not feel greasy too much

The steps to do this. The formula is

  1. Method To make flour, mix hot water with 4 cups sago flour for 10 minutes, then pour the excess water out.
  2. How to make fish, clean fish and cut into pieces. Bring other ingredients Stir together and mix the fish until cooked.
  3. How to make a side dish Stir well-pounded ingredients in hot oil until fragrant, add salt, water and garnish with red peppers.
  4. How to make a side dish Stir well-pounded ingredients in hot oil until fragrant, add salt, water, garnish with red peppers.

 

02
Mar20

TOFU CUCUMBER SALAD

Niel Tomodachi

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Ingredients for 4

  • 200 gm tofu
  • 2 sprigs cilantro
  • 1 stalk scallions
  • 2 cucumber
  • 1/4 cup roasted peanuts
  • 2 tomato

For Dressing

  • 2 tablespoon peanut butter
  • 1 teaspoon rice vinegar
  • 1/2 teaspoon ginger
  • 1/2 teaspoon garlic
  • 1 teaspoon soy sauce
  • 1 teaspoon sesame oil
  • 1/2 teaspoon sugar
  • 1/4 teaspoon peppercorns

Method

  1. To prepare the salad, cut the tofu into half inch pieces carefully. Quarter and slice the cucumber in the same size of about half inch. Cut the tomatoes and chop the cilantro and the scallion greens roughly. Combine them together in a bowl and refrigerate.
  2. Now, prepare the spicy peanut dressing, and for that mix together peanut butter, soy sauce, rice vinegar, sesame oil, finely sliced ginger, sugar, finely chopped garlic and ground peppercorns in a medium bowl.
  3. Take out the salad bowl from the refrigerator and pour the prepared spicy peanut dressing on it. Toss well and your salad is ready. Enjoy! It is filling and highly nutritious!

 

02
Mar20

Festas do Povo de Campo Maior são candidatas a património da UNESCO

Niel Tomodachi

Este evento é conhecido pelas milhares de flores em papel espalhadas pelas ruas.

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As Festas do Povo de Campo Maior, em Portalegre, vão ser a candidatura portuguesa a Património Cultural Imaterial da UNESCO. Este evento é conhecido por apresentar ruas, sobretudo no centro histórico, com milhares de flores feitas em papel pela população. 

“O processo está entregue” na Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura em Paris, França, e “será a candidatura portuguesa em 2021”, disse, citado pela “TSF”, o presidente da Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva.

Desde dezembro de 2018, que estas festas estão inscritas no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. O processo para fazer parte da UNESCO, revela o responsável, está em curso há alguns anos.

Sem periodicidade, as Festas do Povo de Campo Maior já anunciaram que vão voltar este ano, entre 29 de agosto e 6 de setembro, anunciou a organização a 1 de março.

Nestas festas alentejanas, o tema escolhido por cada rua é mantido em segredo até à noite em que tudo é montado. Para já, de acordo com o “Tribuna Alentejo”, estará confirmada a participação de 60 ruas. A última vez que estas festas foram realizadas foi em 2015. Nessa altura havia 100 ruas enfeitadas e a cidade recebeu cerca de 700 mil visitantes.

 

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