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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

30
Jan20

Em quatro anos, número de sem-abrigo em Portugal sobe 157%

Niel Tomodachi

Em alguns casos, aponta a OCDE, o aumento foi considerável e Portugal aparece logo em segundo lugar. Com o maior crescimento aparece a Islândia e, em terceiro lugar, a Irlanda.

1q9a7062_770x433_acf_cropped.jpgEntre 2014 e 2018, o número de sem-abrigo em Portugal aumentou exponencialmente. Segundo os dados mais recentes da OCDE, divulgados no seu estudo “Melhores dados e políticas para combater a falta de casa”, e divulgados pelo jornal i na sua edição impressa, em apenas quatro anos há mais 157% pessoas a viver na rua em território português.

Mas não só em Portugal. O número aumentou  em mais de um terço dos 35 países da Organização Para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). De acordo com o relatório, a taxa de sem-abrigo aumentou na Austrália, no Chile, em Inglaterra, França, Islândia, Irlanda, Letónia, Luxemburgo, Países Baixos, Nova Zelândia, Portugal, Escócia, Estados Unidos e País de Gales.

Em alguns casos, acrescenta a OCDE, o aumento foi considerável e Portugal aparece logo em segundo lugar. Com o maior crescimento aparece a Islândia (aumento de 168% entre 2009 e 2017) e, em terceiro lugar, a Irlanda (107% entre 2014 e 2018).

Em dezembro passado, o Presidente da República assinalou que há um “salto de 15 vezes”  mais nas verbas do Orçamento para 2020 para a integração das pessoas em situação de sem-abrigo e destacou também o compromisso da Câmara de Lisboa.

 

29
Jan20

"The Winding Road"

Niel Tomodachi

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The Promise: Love and Loss in Modern China by Xinran

"It's from a collection of eighteen poems called "The Winding Road", wich my mother used to read to me so often they are all practically imprinted on my brain:

 

I present to you, dear friend, a golden globet of vintage wine,

An engraved zither set in jade, a feathered veil of dazzling rainbow silk,

And a silk blanket adorned with colourful flowers.

 

But as winter draws near, and the light begins to fade,

As you shed your beauty, as you shed your youth,

I wish my dear friend could hear, not echoes from the past,

But the beat of his song.

 

Do you not hear music in the wind?

 

29
Jan20

Portugal vai ter máquinas de recompensa para entrega de plástico

Niel Tomodachi

Através do Ministério do Ambiente e Ação Climática vai arrancar um projeto que visa incentivar os cidadãos portugueses a reciclar o seu plástico. O projeto passa por instalar 23 máquinas de recolha em grandes superfícies comerciais de Portugal Continental. As máquinas trocarão plásticos por recompensas.

Este sistema de incentivo recompensará o cidadão com diversas ofertas. De acordo com o Ministério do Ambiente, as recompensas serão talões de descontos para lojas e serviços, participação automática em sorteios ou mesmo donativos a instituições de caridade.

O projeto será oficializado na sexta-feira com a formalização de um contrato com a Associação Portuguesa dos Industriais de Águas Minerais Naturais e de Nascente. Para já, os locais específicos onde estarão as máquinas ainda estão por anunciar. O projeto foi financiado com 1,665 milhões de euros pelo Fundo Ambiental.

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Portugal é o terceiro país que menos recicla

De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), cada português produz quase 500 quilos de lixo por ano (dados de 2017). Este é um número inferior à média europeia. Em contrapartida, apenas 12% desse lixo é reciclado.

Estes dados fazem com que Portugal seja a terceira nação do mundo que menos recicla, atrás apenas de Israel e da Turquia. Assim sendo, este projeto de incentivo à reciclagem é bem-vindo no seu pleno. Talvez desta forma os cidadãos portugueses considerem reciclar o seu lixo (principalmente o plástico) com mais afinco.

Quais são os teus hábitos de reciclagem? Tens o hábito de separar papel, plástico e vidro colocando tudo nos respetivos contentores?

28
Jan20

"Three Obediences and Four Virtues"

Niel Tomodachi

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The Promise: Love and Loss in Modern China by Xinran

"These were a set of moral principales that dictated how a woman should act, began in ancient times and continuing right through until 1949. Confucian in origin, they set the moral standart both for how women were required to act and how men must choose their wives.

The Three Obediences dictated that a woman must obey her father as a daughter, her husband as a wife and her son as a widow. The Four Virtues were feminine morality, physical charm, propriety in speech and efficiency in housework.

These "life principales" allowed no space for women to be themselves or have control of their own lives and needs. I always believed that love, true love between Chinese women and men pre-dating my parent's generation might have only have existed in art, in those beautiful paintings, statues and works of fiction. They could only "talk love", and never display their feelings physically, educated as they were according to the Three Obediences and Four Virtues"

...............

"Sometimes, I really want to ask the young people of today what's so interesting about their love lives. To me, modern relationships just seem like a series of glorified trade-offs, as if people see love as a means to gain the upper hand in some way. I cant't make sense of it anyhow; I thought the human race was supposed to have advanced."

 

25
Jan20

"True Love?"

Niel Tomodachi

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The Promise: Love and Loss in Modern China by Xinran

"Divorce as we undestand it today is a product of modern chinese society. Up until the overthrow of the feudal imperial system in 1911, a man could disown his wife, but a woman had absolutely no right to end her marriage. Then, with the violent upheavals and political turmoil of the twentieth century, divorce (and remarriage) came to be regarded as a way of climbing the political ladder to a better life. No one would admite that the reason for their divorce was to escape from a loveless and unnatural marriage. "

"It was not until the 1980s that chinese people were truly able to decide freely about marriage, to make up their minds and look for the kind of family that they really wanted. From that point on, the word " divorce" finally became a topic which people talked about openly. Some young chinese are even trying to persuade parents who married for political reasons to divorce and find the true love that was denied them in their youth. But what these children can't understand is that it is too late for many of those tired and weather-beaten souls."

 

24
Jan20

"Talking love?"

Niel Tomodachi

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The Promise: Love and Loss in Modern China by Xinran

"Heaven will never grow old, nor will my love for you.

Our hearts are like fishing nets,

tied together by thousand threads"

....

""Talking love?" you have this saying in English?

In English, we say "dating" or "making love", not "talking love". But there are no laws to language - only what we express and what we understand. What's so especial about "talking love" in chinese?"

....

The past century has seen more upheavel than any other time in the 5.000 - year - old history of chinese civilisation. The ways in which people show love for each other have also changed in the face of war and cultural development. 

....

At home that evening, I started to look into the chinese term "talking love", and how its meaning has changed over time.

In a culture that traditionally forbade physical contact between men and women, "talking love" is a modern term, defined in the chinese dictionary as follows: "talking love" is a type of social activity. It is the process of cultivating love or interacting on the basis of love. It is mainly an exchange between two parties. Generaly, if the exchange is successful, you will marry, live together and rise the next generation. The moral requirements for "talking love" are as follows: First, respect human equality; second, consciously assume responsability for it; third, love each other with humility."

This impersonal chinese definition left me with a cold, empty feeling. The foundation of "talking love" is romance and the feelings it generates are invigorating, so how could this official annotation reduce it to something so completely void of emotion?

.....

The traumas that chinese people have lived through over the past few generations have been caged in their memories. To get them to talk about what they have witnessed, one must find a way to help them open those cages."

 

24
Jan20

Book:"Doces do Ofício"

Niel Tomodachi

O livro mais doce do ano. Siga as receitas em vídeo.

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Sobre a Obra:

Sempre sonhou fazer doces deliciosos mas nunca soube como começar?
Há anos que sonha com pavlovas, éclairs, doces de colher, tartes tatin, mil folhas, bolos, semifrios, tortas, madalenas, papos de anjo, mas acha que nunca conseguirá fazê-los?
O chef Francisco Moreira ensina-lhe, no livro do programa mais doce do canal 24 Kitchen - Doces do Ofício -, que não é assim tão difícil fazer doces e receitas de pastelaria, para qualquer ocasião e sempre com um toque diferente.

São 66 receitas para partilhar; levar de viagem; beber com o café; leves e frescas para os dias de maior calor; para pequenos-almoços em família; coloridas; para cortar à fatia; para o chá das 5; de sabor português ou de outros além-fronteiras; para um bom piquenique; e muitos outros momentos.

E cada uma é acompanhada de um vídeo que vai tornar ainda mais fácil confecioná-las.

 

"Doces do Ofício" de Francisco Moreira 

 

24
Jan20

Costureiras voluntárias preparam 1500 vestidos e calções para doar a Cabo Verde

Niel Tomodachi

Desde Novembro de 2017, o grupo de Santa Maria da Feira já produziu para crianças dos dois aos 12 anos mais de 850 vestidos e 2500 calções.

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Um grupo de costureiras voluntárias de Santa Maria da Feira está a preparar com materiais doados 1500 vestidos e calções de criança, propondo-se até Fevereiro fazer a oferta dessas peças a povoações carenciadas de Cabo Verde.

A iniciativa das artesãs desse concelho do distrito de Aveiro integra o projecto internacional “Dress a Girl Around the World – Veste uma Menina em todo o Mundo”, que em Portugal também cria vestuário para rapazes, conta com 60 grupos dispersos por todo o país e tem na Feira a sua maior comunidade, com cerca de 200 voluntários dos 7 aos 84 anos.


A coordenadora local do projecto é Virgínia Familiar, que explica que a missão da equipa – constituída na sua maioria por costureiras, mas também por electricistas, afinadores de máquinas e outros técnicos – é garantir uma peça de roupa nova a crianças de países em desenvolvimento que “muito provavelmente” nunca tiveram vestuário a estrear.

“O movimento fundador começou por propor um vestido novo para as meninas se sentirem melhor e mais cuidadas, o que ajuda à sua auto-estima e afirmação”, explica a responsável. Contudo, “depois das primeiras entregas feitas por Portugal, percebeu-se que os meninos ficavam tristes por não receberem nada e então decidimos também criar calções para eles”, acrescenta.

Desde Novembro de 2017, o grupo de Santa Maria da Feira já produziu para crianças dos dois aos 12 anos mais de 850 vestidos e 2500 calções – sempre acompanhados por cuecas. Resultando de tecidos, linhas e elásticos doados por particulares e por empresas de produção ou revenda têxtil, as peças privilegiam o algodão, que é o material mais saudável e ajustado às diferentes temperaturas dos territórios a que esse vestuário se destina, e apostam também em padrões coloridos, pela sua componente optimista e motivadora.

Sempre que possível, o corte das peças adopta modelos que possam ajustar-se a diferentes fases do crescimento da criança e o trabalho final é complementado com elementos decorativos – também doados – como “fitas de viés e de cetim, peitilhos em croché e rendas”.

Virgínia Familiar realça que a confecção desse vestuário é sempre realizada num encontro de registo familiar e informal, “para o projecto também cumprir a sua missão de lutar contra o isolamento social e as pessoas não se acomodarem a fazerem sozinhas em casa aquilo que podem fazer com outras”, em espírito de convívio e partilha.

Esses encontros verificam-se com periodicidade mensal a trimestral no Salão Paroquial de Mosteirô, onde se reúnem para o efeito mais de 32 máquinas de costura disponibilizadas por voluntários do grupo – muito dos quais não sabem costurar e se dedicam a tarefas “igualmente importantes como cortar linhas, passar a ferro, compor os kits de peça e cueca, organizar tudo por tamanhos, etc.”.

 

24
Jan20

Cooking: Puré de maçã com iogurte e canela

Niel Tomodachi

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Ontem reparei que tinha muitas maçãs cá por casa. Então decidimos fazer esta receita para os nossos próximos pequenos almoços! Esta sobremesa também é excelente para quem sofre de problemas gastrointestinais. Delicie-se!

Ingredientes (4 pessoas):

 4 maçãs

125g (um copo) de iogurte natural simples (ou de soja)

3 colheres de amêndoas raladas e torradas

Canela em pó q.b

Água

2 claras de ovos (opcional)

Hortelã (opcional)

Preparação:

Coloque num tacho com água e canela as maçãs, devidamente descascadas e descaroçadas, em lume brando

Enquanto as maçãs estão no lume, coloque numa taça o iogurte natural com canela e misture bem

Quando as maçãs estiverem cozidas, triture-as fazendo puré e misture com o iogurte

Coloque a mistura em tacinhas individuais e polvilhe com canela a gosto

Caso deseje enfeitar as tacinhas na hora de servir, bata as claras de ovo em castelo e coloque no topo de cada tacinha

Para colorir, junte ainda pedaços de maçã e folhas de hortelã

Dica: Para que as claras em castelo fiquem firmes, junte uma pitada de sal. Verá que as claras ficarão mais firmes e consistentes.

 

20
Jan20

Há uma loja em Aveiro com produtos amigos do ambiente

Niel Tomodachi

Loja de duas amigas preocupadas com a defesa da saúde e do ambiente abriu no verão passado, no centro de Aveiro, com uma oferta diversificada.

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É uma loja de produtos amigos do ambiente, naturais, sem químicos nem aditivos, alguns deles vegan, inaugurada em junho, no centro de Aveiro, por duas amigas que partilhavam outro negócio: a casa de chá Doce Infusão.

Sandra Branco e Sónia Amaro juntaram alguns artigos que já vendiam no salão de chá (como garrafas e copos reutilizáveis, ou um substituto da película aderente feito com cera de abelha) a outros que encomendavam pela internet para uso próprio (caso de certos produtos de higiene). O resultado foi a loja Rota das Cores, que reflete a preocupação da dupla em proteger saúde e ambiente. O nome está associado, por um lado, à direção a tomar para defender o planeta; e, por outro, às cores dos chás – afinal, foi por aí que tudo começou.

 

Produtos naturais, biológicos e reutilizáveis, visando diminuir a pegada ecológica de cada um, a diferentes níveis, disputam a atenção. A oferta é diversa. Há desde fios de algodão orgânico, com tinturas naturais, para malha e crochê, até livros ou detergentes a granel, próprios para lavar e amaciar a roupa, limpar o chão ou os vidros. Para os transportar, são disponibilizados frascos, embora muitas pessoas já levem recipientes próprios, devidamente etiquetados, para voltar a encher.

Os clientes também encontram ali champôs e amaciadores sólidos, cosméticos vegan, discos desmaquilhantes para lavar e tornar a usar, colorações naturais para o cabelo e óleos essenciais. Sem esquecer artigos de higiene íntima feminina, como copos menstruais ou pensos higiénicos de pano, laváveis na máquina.

 

área alimentar não é descurada. Das prateleiras espreitam chás biológicos, bolachas, chocolates vegan, especiarias ou flor de sal. Há filtros de carvão para a água, sacos reutilizáveis para combater o uso de plástico na hora de comprar vegetais e frutas, e ainda tábuas de madeira, talheres de bambu, taças de coco e, em jeito de complemento, peças de cerâmica com o selo Bordallo Pinheiro, que a seleção da loja abrange produtos portugueses.

De marca nacional é também algum do calçado ecológico disponível, concretamente, das marcas Lemon Jelly e Zouri. Esta última integra nos seus modelos plástico recolhido de praias, borracha natural e piñatex (tecido feito com folhas de ananás). A mudança em curso não conhece fronteiras.

::::::::::::::::::

MORADA: Rua Combatentes da Grande Guerra, 74, Aveiro
TELEFONE: 234061251
HORÁRIO: Das 11h às 19h. Encerra ao domingo.
 
 
 

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