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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

25
Jan20

"True Love?"

ともだち

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The Promise: Love and Loss in Modern China by Xinran

"Divorce as we undestand it today is a product of modern chinese society. Up until the overthrow of the feudal imperial system in 1911, a man could disown his wife, but a woman had absolutely no right to end her marriage. Then, with the violent upheavals and political turmoil of the twentieth century, divorce (and remarriage) came to be regarded as a way of climbing the political ladder to a better life. No one would admite that the reason for their divorce was to escape from a loveless and unnatural marriage. "

"It was not until the 1980s that chinese people were truly able to decide freely about marriage, to make up their minds and look for the kind of family that they really wanted. From that point on, the word " divorce" finally became a topic which people talked about openly. Some young chinese are even trying to persuade parents who married for political reasons to divorce and find the true love that was denied them in their youth. But what these children can't understand is that it is too late for many of those tired and weather-beaten souls."

 

24
Jan20

"Talking love?"

ともだち

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The Promise: Love and Loss in Modern China by Xinran

"Heaven will never grow old, nor will my love for you.

Our hearts are like fishing nets,

tied together by thousand threads"

....

""Talking love?" you have this saying in English?

In English, we say "dating" or "making love", not "talking love". But there are no laws to language - only what we express and what we understand. What's so especial about "talking love" in chinese?"

....

The past century has seen more upheavel than any other time in the 5.000 - year - old history of chinese civilisation. The ways in which people show love for each other have also changed in the face of war and cultural development. 

....

At home that evening, I started to look into the chinese term "talking love", and how its meaning has changed over time.

In a culture that traditionally forbade physical contact between men and women, "talking love" is a modern term, defined in the chinese dictionary as follows: "talking love" is a type of social activity. It is the process of cultivating love or interacting on the basis of love. It is mainly an exchange between two parties. Generaly, if the exchange is successful, you will marry, live together and rise the next generation. The moral requirements for "talking love" are as follows: First, respect human equality; second, consciously assume responsability for it; third, love each other with humility."

This impersonal chinese definition left me with a cold, empty feeling. The foundation of "talking love" is romance and the feelings it generates are invigorating, so how could this official annotation reduce it to something so completely void of emotion?

.....

The traumas that chinese people have lived through over the past few generations have been caged in their memories. To get them to talk about what they have witnessed, one must find a way to help them open those cages."

 

24
Jan20

Book:"Doces do Ofício"

ともだち

O livro mais doce do ano. Siga as receitas em vídeo.

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Sobre a Obra:

Sempre sonhou fazer doces deliciosos mas nunca soube como começar?
Há anos que sonha com pavlovas, éclairs, doces de colher, tartes tatin, mil folhas, bolos, semifrios, tortas, madalenas, papos de anjo, mas acha que nunca conseguirá fazê-los?
O chef Francisco Moreira ensina-lhe, no livro do programa mais doce do canal 24 Kitchen - Doces do Ofício -, que não é assim tão difícil fazer doces e receitas de pastelaria, para qualquer ocasião e sempre com um toque diferente.

São 66 receitas para partilhar; levar de viagem; beber com o café; leves e frescas para os dias de maior calor; para pequenos-almoços em família; coloridas; para cortar à fatia; para o chá das 5; de sabor português ou de outros além-fronteiras; para um bom piquenique; e muitos outros momentos.

E cada uma é acompanhada de um vídeo que vai tornar ainda mais fácil confecioná-las.

 

"Doces do Ofício" de Francisco Moreira 

 

24
Jan20

Costureiras voluntárias preparam 1500 vestidos e calções para doar a Cabo Verde

ともだち

Desde Novembro de 2017, o grupo de Santa Maria da Feira já produziu para crianças dos dois aos 12 anos mais de 850 vestidos e 2500 calções.

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Um grupo de costureiras voluntárias de Santa Maria da Feira está a preparar com materiais doados 1500 vestidos e calções de criança, propondo-se até Fevereiro fazer a oferta dessas peças a povoações carenciadas de Cabo Verde.

A iniciativa das artesãs desse concelho do distrito de Aveiro integra o projecto internacional “Dress a Girl Around the World – Veste uma Menina em todo o Mundo”, que em Portugal também cria vestuário para rapazes, conta com 60 grupos dispersos por todo o país e tem na Feira a sua maior comunidade, com cerca de 200 voluntários dos 7 aos 84 anos.


A coordenadora local do projecto é Virgínia Familiar, que explica que a missão da equipa – constituída na sua maioria por costureiras, mas também por electricistas, afinadores de máquinas e outros técnicos – é garantir uma peça de roupa nova a crianças de países em desenvolvimento que “muito provavelmente” nunca tiveram vestuário a estrear.

“O movimento fundador começou por propor um vestido novo para as meninas se sentirem melhor e mais cuidadas, o que ajuda à sua auto-estima e afirmação”, explica a responsável. Contudo, “depois das primeiras entregas feitas por Portugal, percebeu-se que os meninos ficavam tristes por não receberem nada e então decidimos também criar calções para eles”, acrescenta.

Desde Novembro de 2017, o grupo de Santa Maria da Feira já produziu para crianças dos dois aos 12 anos mais de 850 vestidos e 2500 calções – sempre acompanhados por cuecas. Resultando de tecidos, linhas e elásticos doados por particulares e por empresas de produção ou revenda têxtil, as peças privilegiam o algodão, que é o material mais saudável e ajustado às diferentes temperaturas dos territórios a que esse vestuário se destina, e apostam também em padrões coloridos, pela sua componente optimista e motivadora.

Sempre que possível, o corte das peças adopta modelos que possam ajustar-se a diferentes fases do crescimento da criança e o trabalho final é complementado com elementos decorativos – também doados – como “fitas de viés e de cetim, peitilhos em croché e rendas”.

Virgínia Familiar realça que a confecção desse vestuário é sempre realizada num encontro de registo familiar e informal, “para o projecto também cumprir a sua missão de lutar contra o isolamento social e as pessoas não se acomodarem a fazerem sozinhas em casa aquilo que podem fazer com outras”, em espírito de convívio e partilha.

Esses encontros verificam-se com periodicidade mensal a trimestral no Salão Paroquial de Mosteirô, onde se reúnem para o efeito mais de 32 máquinas de costura disponibilizadas por voluntários do grupo – muito dos quais não sabem costurar e se dedicam a tarefas “igualmente importantes como cortar linhas, passar a ferro, compor os kits de peça e cueca, organizar tudo por tamanhos, etc.”.

 

24
Jan20

Cooking: Puré de maçã com iogurte e canela

ともだち

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Ontem reparei que tinha muitas maçãs cá por casa. Então decidimos fazer esta receita para os nossos próximos pequenos almoços! Esta sobremesa também é excelente para quem sofre de problemas gastrointestinais. Delicie-se!

Ingredientes (4 pessoas):

 4 maçãs

125g (um copo) de iogurte natural simples (ou de soja)

3 colheres de amêndoas raladas e torradas

Canela em pó q.b

Água

2 claras de ovos (opcional)

Hortelã (opcional)

Preparação:

Coloque num tacho com água e canela as maçãs, devidamente descascadas e descaroçadas, em lume brando

Enquanto as maçãs estão no lume, coloque numa taça o iogurte natural com canela e misture bem

Quando as maçãs estiverem cozidas, triture-as fazendo puré e misture com o iogurte

Coloque a mistura em tacinhas individuais e polvilhe com canela a gosto

Caso deseje enfeitar as tacinhas na hora de servir, bata as claras de ovo em castelo e coloque no topo de cada tacinha

Para colorir, junte ainda pedaços de maçã e folhas de hortelã

Dica: Para que as claras em castelo fiquem firmes, junte uma pitada de sal. Verá que as claras ficarão mais firmes e consistentes.

 

20
Jan20

Há uma loja em Aveiro com produtos amigos do ambiente

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Loja de duas amigas preocupadas com a defesa da saúde e do ambiente abriu no verão passado, no centro de Aveiro, com uma oferta diversificada.

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É uma loja de produtos amigos do ambiente, naturais, sem químicos nem aditivos, alguns deles vegan, inaugurada em junho, no centro de Aveiro, por duas amigas que partilhavam outro negócio: a casa de chá Doce Infusão.

Sandra Branco e Sónia Amaro juntaram alguns artigos que já vendiam no salão de chá (como garrafas e copos reutilizáveis, ou um substituto da película aderente feito com cera de abelha) a outros que encomendavam pela internet para uso próprio (caso de certos produtos de higiene). O resultado foi a loja Rota das Cores, que reflete a preocupação da dupla em proteger saúde e ambiente. O nome está associado, por um lado, à direção a tomar para defender o planeta; e, por outro, às cores dos chás – afinal, foi por aí que tudo começou.

 

Produtos naturais, biológicos e reutilizáveis, visando diminuir a pegada ecológica de cada um, a diferentes níveis, disputam a atenção. A oferta é diversa. Há desde fios de algodão orgânico, com tinturas naturais, para malha e crochê, até livros ou detergentes a granel, próprios para lavar e amaciar a roupa, limpar o chão ou os vidros. Para os transportar, são disponibilizados frascos, embora muitas pessoas já levem recipientes próprios, devidamente etiquetados, para voltar a encher.

Os clientes também encontram ali champôs e amaciadores sólidos, cosméticos vegan, discos desmaquilhantes para lavar e tornar a usar, colorações naturais para o cabelo e óleos essenciais. Sem esquecer artigos de higiene íntima feminina, como copos menstruais ou pensos higiénicos de pano, laváveis na máquina.

 

área alimentar não é descurada. Das prateleiras espreitam chás biológicos, bolachas, chocolates vegan, especiarias ou flor de sal. Há filtros de carvão para a água, sacos reutilizáveis para combater o uso de plástico na hora de comprar vegetais e frutas, e ainda tábuas de madeira, talheres de bambu, taças de coco e, em jeito de complemento, peças de cerâmica com o selo Bordallo Pinheiro, que a seleção da loja abrange produtos portugueses.

De marca nacional é também algum do calçado ecológico disponível, concretamente, das marcas Lemon Jelly e Zouri. Esta última integra nos seus modelos plástico recolhido de praias, borracha natural e piñatex (tecido feito com folhas de ananás). A mudança em curso não conhece fronteiras.

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MORADA: Rua Combatentes da Grande Guerra, 74, Aveiro
TELEFONE: 234061251
HORÁRIO: Das 11h às 19h. Encerra ao domingo.
 
 
 
19
Jan20

Book: "É Vegan, É Fácil"

ともだち

60 receitas deliciosas com 5 ingredientes

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Sobre a Obra: 

«Uma dieta variada, nutritiva e saborosa sem alimentos de origem animal? Deve ser tão complicado…»
Nada mais falso! A cozinha vegan pode ser fácil, acessível e muito saborosa. Este livro apresenta 60 receitas de entradas, pequenos-almoços, petiscos, pratos completos e sobremesas, cada uma com apenas 5 ingredientes, todos eles fáceis de encontrar em qualquer supermercado. Com uma introdução sobre os ingredientes básicos da cozinha vegan e a sua componente nutricional, este livro é perfeito para veganos principiantes, vegetarianos curiosos e carnívoros gulosos!

 

Sobre o Autor:

Denise Smart é food stylist e autora de receitas com mais de 20 anos de experiência. Colaborou com alguns dos chefs e agências mais prestigiados do Reino Unido.

 

19
Jan20

Easy Flora: os novos vasos sustentáveis são portugueses e feitos em cerâmica

ともだち

O Easy Flora Self-Watering Pot é um vaso autoirrigável que acaba com as plantas e ervas aromáticas secas — sem ter de se preocupar com a rega diária.

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As ervas aromáticas podem ser grandes aliadas na cozinha — sobretudo para quem gosta de enriquecer receitas, realçar sabores e acrescentar aquela frescura incrível a uma simples refeição.

Porém, o problema é sempre o mesmo: como é que conseguimos manter as ervas vivas, verdes e frescas durante uma semana? Bom, até agora existiam duas opções: ou utilizávamos vasos de plástico para as deixar crescer de forma lenta e natural; ou estávamos constantemente a comprá-las aos molhos nos supermercados. 

Agora há mais uma solução. Paulo Destapado e Filipa Alcobia Ferreira, 25 e 26 anos, respetivamente, são os responsáveis pelo lançamento do Easy Flora Self-Watering Pot (produto Fapor) — um vaso autoirrigável feito 100 por cento em cerâmica e que garante que as plantas e ervas aromáticas se mantêm frescas durante sete dias, sem ter de se preocupar com a sua rega.

“Este é um novo produto que acreditamos fazer todo o sentido para um público que se preocupa cada vez mais em ter uma alimentação saudável, rica em vegetais e ervas, e que combate a utilização do plástico com foco na preservação do nosso planeta”, explicam à NiT os responsáveis pelo novo conceito.

Juntos, Filipa e Paulo quiseram disponibilizar um produto que fosse uma resposta simples e prática a uma necessidade comum de muitas pessoas. “Sabemos que as plantas e ervas aromáticas enriquecem receitas e até ajudam na decoração. Mas como é que as conseguimos manter frescas?”.

A resposta foi óbvia: um vaso autoirrigável. Além de facilitar o dia a dia, o vaso simboliza a preservação do meio ambiente. “Sabemos que são os pequenos gestos e as pequenas mudanças que, implementadas todos os dias, se tornam rotinas. Foi com esta premissa que foi criado o produto que, facilitando a vida das pessoas, as ajuda simultaneamente a proteger o nosso planeta”, contam.

Nasceu assim, a 11 de dezembro de 2019, o Easy Flora Self-Watering Pot. A preocupação principal foi aliar a estética à funcionalidade e, para isso, utilizaram-se matérias primas naturais. A criação e confeção do vaso ficou a cargo da Fapor — uma grande fábrica de faianças na Batalha — e que utiliza uma pasta de origem 100 por cento portuguesa e natural, composta por areia, caulino, argilas e peças de cerâmica recicladas. 

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O Easy Flora Self-Watering Pot é então composto por duas partes diferentes: a superior, onde coloca a planta; e a inferior, onde está o reservatório para a água. Só precisa de encher esse reservatório, colocar a planta no orifício e deixar o vaso numa zona luminosa da sua cozinha. E já está. Durante sete dias não terá de se preocupar com a frescura das ervas. Depois, só tem voltar a encher o reservatório — tão simples quanto isso.

“Não quisemos descurar a importância de conseguirmos um vaso com um design sóbrio e simples, que resultasse numa peça de decoração que fica bem em qualquer cozinha”, explicam os responsáveis. 

O Easy Flora Self-Watering Pot está disponível em duas cores, branco e cinza, e custa 36.90€. Pode comprá-lo online, através do site da marca portuguesa. As encomendas podem ser feitas para vários países da Europa, Estados Unidos e Canadá. Em encomendas superiores a 40€, para Portugal continental, nem precisa de pagar os portes de envio (5€). Também não paga portes se optar pela entrega em mão na zona de Lisboa.

Pode ainda utilizar o código promocional NIT2020, válido até 20 de fevereiro, para receber 10% de desconto na sua primeira compra.

Filipa Alcobia Ferreira e Paulo Destapado acreditam que este produto reutilizável fará todo o sentido para as casa, cafés ou restaurantes portugueses. “Ajudará a reduzir o desperdício, poupar e ser mais eficientes”.

Além disso, os responsáveis pretendem apostar na exportação do Easy Flora Self-Watering Pot e vão dar já um passo na sua internacionalização, com a presença na feira Maison & Objet que decorre entre 17 e 21 de janeiro, em Paris, França.

 

19
Jan20

Vila Real vai plantar um milhão de árvores — já este ano

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Na serra do Marão já está a decorrer a plantação de cerca de quatro mil árvores de espécies autóctones.

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Um milhão de novas árvores: é essa a meta de Vila Real para o final de 2020, anunciou esta sexta-feira, 17 de janeiro, o presidente da autarquia.

Segundo explica Rui Santos à Lusa, citada pelo “Público“, as plantações vão acontecer devido a várias parcerias e concentram-se sobretudo nas áreas afetadas pelos incêndios florestais.

Na serra do Marão está já a decorrer a plantação de cerca de quatro mil árvores de espécies autóctones como carvalhos, pinheiro bravo e bétulas, uma ação no âmbito do programa Floresta Comum.

 

19
Jan20

"Precisamos de ajuda!" Rendas altas em Paris forçam fecho da mais famosa livraria gay

ともだち

Os proprietários de uma das mais famosas livrarias LGBT do mundo têm até março para abandonar a loja onde estão alocados desde 1983. Mas não é caso único: o bairro gay de Marais está a mudar e a transformar-se num centro de lojas de luxo, alerta a comunidade local.

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É uma sina à qual já poucos estabelecimentos parisienses conseguem fugir: o fecho de portas devido às rendas cada vez mais elevadas. A atual crise imobiliária da cidade não passa ao lado da livraria LGBT mais conhecida de França, considerada uma das melhores do mundo, Les Mots à La Bouche, forçada a fechar devido ao aumento da renda. "Património cultural em perigo", lê-se num cartaz pendurado na sua montra. E apelam, num outro colado à porta: "precisamos da sua ajuda!".

A livraria não é só uma das mais famosas do mundo para a comunidade LGBT, é já um ponto histórico no bairro gay de Paris, no distrito de Marais, segundo o The Guardian Foi em 1983 que ali se instalou, prevendo uma vida longa num bairro onde efervescia uma vida diferente, mais aberta a esta comunidade. Cerca de 40 anos depois, chega a ordem de despejo: os proprietários têm até março deste ano para encontrarem uma nova morada.

"A autarquia de Paris promove uma história gay de Marais, e até pinta as paredes com arco-íris, mas não ter a nossa livraria aqui parece absurdo", comentou o gerente da livraria, Sébastien Grisez.

Este é apenas mais um dos vários casos de estabelecimentos comerciais que têm vindo a fechar nesta zona, ao mesmo passo que a especulação imobiliária ocupa a cidade de Paris. O proprietário lembra que "há dez anos havia muito mais bares gays aqui, agora restam apenas alguns".

Sébastien Grisez acredita que este é também um sinal de que "a sociologia gay está a mudar", uma vez que "as pessoas estão mais espalhadas", tendo "menos necessidade de se encontrarem em bares, quando podem encontrar-se em aplicações [de telemóvel]". "Mas ao mesmo tempo as pessoas lamentam que este ponto de encontro [a livraria] no bairro esteja a desaparecer", diz.

De acordo com o The Guardian, estima-se que haja mais alugueres na aplicação Airbnb do que residentes em Marais, em determinadas alturas do ano. E, de acordo com os funcionários do comércio antigo que ainda vai resistindo na zona, os bares e outros espaços que identificavam este como o bairro da comunidade LGBT estão a ser substituídos por lojas de moda de luxo. "O Marais gay está a morrer", disse uma funcionária de um cabaré, em entrevista ao jornal britânico.

 

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