Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

05
Mai21

"As Crianças Invisíveis" de Patrícia Reis

Niel Tomodachi

Um romance ímpar sobre adoção, maus-tratos e abandono. Surpreendente até ao final.

500x (1).jpg

Sobre o Livro:

M. é uma criança habituada a ser usada e devolvida por famílias sucessivas como um produto que não satisfaz o cliente. Cresce numa instituição de acolhimento, onde vai descobrindo o poder da amizade e as armadilhas do desejo e da paixão. Esta é a sua história até chegar à idade adulta, atravessando um processo de invisibilidade, no qual a dor se confunde com a esperança de encontrar uma vida a que possa chamar sua. Ao seu lado existem outras crianças e ainda Conceição, a assistente social que escolhe amar M. incondicionalmente.

As Crianças Invisíveis é um romance que alia um exercício literário ímpar com um profundo trabalho de investigação sobre abandono, maus-tratos e adopção. Construindo toda a narrativa de uma maneira muito original, sem identificar o sexo das crianças, e a partir do olhar delas, a escrita límpida, poderosa e cirúrgica de Patrícia Reis conduz-nos, neste romance avassalador, através dos sonhos, do medo e da intimidade de um conjunto de personagens que percorrem a infância e a adolescência sem pai, nem mãe, nem identidade

 

Sobre a Autora:

Patrícia Reis nasceu em 1970, em Lisboa. Começou a sua carreira de jornalista n’O Independente, na revista Sábado e estagiou na revista norte-americana Time. Esteve no Expresso, fez a produção do programa de televisão Sexualidades, trabalhou na revista Marie Claire, na Elle e nos projetos especiais do diário Público. Desde 2000 que assume a edição da revista Egoísta.
Estreou-se na ficção em 2004, com a novela Cruz das Almas, a que se seguiram os romances Amor em Segunda Mão (2006), Morder-Te o Coração (2007), que integrou a lista de 50 livros finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura, No Silêncio de Deus (2008), Antes de Ser Feliz (2009), Por Este Mundo Acima (2011), Contracorpo (2013), Gramática do Medo (2016), escrito a quatro mãos com Maria Manuel Viana, A Construção do Vazio (2017) e As Crianças Invisíveis (2019). É ainda autora de obras de cariz biográfico e de livros infantojuvenis, entre os quais a coleção Diário do Micas, que tem o selo do Plano Nacional de Leitura.
A novela O que nos separa dos outros por causa de um copo de whisky (2014) ganhou por unanimidade o Prémio Nacional de Literatura da Fundação Lions. Da Meia-Noite às Seis (2021) é o seu mais recente romance.

 

05
Mai21

Raquel Salgueiro vence Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce 2021

Niel Tomodachi

A livreira e autora Raquel Salgueiro venceu a oitava edição do Prémio de Literatura Infantil Pingo Doce, na categoria de texto, com o conto "Assim como tu", foi hoje anunciado.

naom_530f2605af7a3.jpg

A história "aborda temas do quotidiano da criança e da construção da identidade. O texto prima pela elegância da linguagem e apresenta uma estrutura adequada à história", afirmou o escritor Afonso Cruz em representação do júri do prémio, citado em comunicado.

O Prémio de Literatura Infantil, criado em 2014 por aquela empresa de retalho, tem um valor monetário de 50 mil euros, a repartir em partes iguais pelos autores do texto e da ilustração. É considerado o prémio literário com o valor mais elevado em Portugal, na área do livro para a infância.

Apurado o vencedor do texto, inicia-se agora a fase do concurso na categoria de ilustração, para escolher quem irá ilustrar este conto infantil.

Raquel Salgueiro, autora de "Assim como tu", tem 48 anos, vive em Castelo de Vide e é livreira e programadora do projeto cultural Cabeçudos, de promoção do livro e da leitura.

Na nota de imprensa sobre o prémio, Raquel Salgueiro explica se inspirou na natureza da paisagem alentejana para escrever este conto para os mais novos.

"Quis escrever uma história simples, sobre pessoas, que fosse transversal e na qual todos pudessem rever-se. Enquanto seres humanos, temos características e passamos por experiências comuns, por isso, encontramos pontos de contacto com a vida de Antónia, a personagem principal", afirmou.

Nesta edição, que contou com mais de dois mil textos submetidos a concurso, o júri atribuiu ainda uma menção honrosa ao conto "O Senhor Alberto", de Mário Augusto Santos.

O júri integrou Afonso Cruz, David Machado, Sara Rodi, Violante Magalhães e Sara Miranda.

A fase de candidaturas para autores submeterem ilustrações ao conto de Raquel Salgueiro decorrerá entre 13 de maio e 01 de julho.

O livro ilustrado, que resulta do trabalho entre os dois vencedores - texto e ilustração - é editado habitualmente no outono.

De acordo com o regulamento, o prémio destina-se a obras inéditas em língua portuguesa, dirigidas a leitores entre os 6 e os 12 anos.

Em edições anteriores, o prémio permitiu a publicação de, entre outros, "Leituras e papas de aveia", de António Martins e Duarte Carolino, "O protesto do lobo mau", de Maria Leitão e Pedro Velho, e "O narciso com pelos no nariz", de Andreia Pereira e Ana Granado.

 

05
Mai21

Escritora Hélia Correia vence Prémio Literário Guerra Junqueiro

Niel Tomodachi

A escritora Hélia Correia venceu o Prémio Literário Guerra Junqueiro, do Festival Internacional de Literatura de Freixo de Espada de Espada à Cinta, que lhe será entregue na próxima edição, em julho, anunciou hoje a organização.

26708866.JPG

"Hélia Correia reflete a influência de Guerra Junqueiro tanto na parte literária, na sua poesia e no discurso poético da sua obra, como nas convicções políticas que sempre o entusiasmaram", escreve, no anúncio da decisão, a organização do Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL), que cabe ao município de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança.

"O legado de Guerra Junqueiro é e continuará a ser uma fonte de inspiração para a formação de muitos poetas e escritores do século XX e XXI. E, enquanto assim for, podemos celebrar em pleno a língua portuguesa", disse a curadora do prémio literário, Avelina Ferraz.

Vencedora do Prémio Camões, em 2015, Hélia Correia (1949) licenciou-se em Filologia Românica, foi professora de Português do Ensino Secundário, e destacou-se de imediato com as primeiras obras, a poesia de 'O Separar das Águas' (1981), a que se seguiu 'O Número dos Vivos' (1982) e a novela 'Montedemo' (1984), que a companhia de teatro O Bando pôs em cena, com sucesso.

Apesar do seu gosto pela poesia, foi como ficcionista que Hélia Correia afirmou o seu percurso, constituindo uma das mais consistentes revelações da novelística portuguesa da geração de 1980. Os seus contos, novelas ou romances surgem sempre, porém, impregnados do discurso poético.

É de poesia o seu mais recente livro, "Acidentes", editado no final do ano passado, e foi com a poesia de "Terceira Miséria" que venceu o prémio Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa, na Póvoa de Varzim, em 2013.

'Um Bailarino na Batalha', 'A Teia', 'A Chegada de Twainy', 'Adoecer', 'Insânia', 'Soma', 'A Casa Eterna', 'Bastardia', 'Lillias Fraser', 'Villa Celeste' e os contos de 'Vinte Degraus' são outros títulos da escritora, numa carreira literária de 40 anos.

Hélia Correia revelou, desde cedo, o gosto pelo teatro e pela Grécia Antiga, o que a levou a representar 'Édipo Rei', a escrever 'Rancor - Exercício sobre Helena', e a revisitar 'As Troianas' (com Jaime Rocha) e 'Medeia', de Eurípides, que transpôs para 'Desmesura', e 'Antígona', de Sófocles, para 'Perdição', textos que companhias como A Comuna, Espaço das Aguncheiras e A Escola da Noite puseram em cena.

Foi também a Grécia que a levou a escrever 'A Coroa de Olímpia' e 'Mopsos - O Pequeno Grego', para leitores mais novos, a quem também dedicou 'A Ilha Encantada', versão da 'Tempestade', de Shakespeare, 'A Luz de Newton' e 'Os Papagaios de Natal', livro de contos, com ilustrações de Manuel Botelho, o seu título mais antigo, publicado em 1977, pela Cooperativa de Acção Cultural - Vozes na Luta.

Entre outros prémios, Hélia Correia recebeu o PEN Club e o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco e o Grande Prémio de Romance e Novela, ambos da Associação Portuguesa de Escritores.

O FFIL divulgou igualmente os autores distinguidos com o Prémio Literário Guerra Junqueiro Lusofonia 2021: Albertino Bragança (São Tomé e Príncipe), Vera Duarte Pina (Cabo Verde), Abraão Bezerra Batista (Brasil), Abdulai Sila (Guiné-Bissau), Luís Carlos Patraquim (Moçambique), Agustín Nze Nfumu (Guiné Equatorial), João Tala (Angola) e Xanana Gusmão (Timor-Leste).

O Prémio Literário Guerra Junqueiro, que em 2020 foi alargado à Lusofonia, "é um importante contributo para um movimento criador de uma união cultural lusófona e responsável", disse a curadora, Avelina Ferraz.

Este ano o prémio reúne escritores dos nove países da união lusófona e de língua oficial portuguesa

"Ter Guerra Junqueiro como filho da terra é, por si só, motivo de orgulho. Perceber que existe uma ligação afetiva e efetiva ao património das letras e da cultura das palavras, torna esta missão cultural ainda mais desafiadora junto das nossas comunidades na Diáspora", disse Maria do Céu Quintas, presidente da Câmara de Freixo de Espada à Cinta e anfitriã do Prémio Guerra Junqueiro em Portugal, citada pelo comunicado de anúncio dos vencedores.

O primeiro autor homenageado pelo FFIL foi o poeta e político Manuel Alegre, seguindo-se o poeta Nuno Júdice, em 2018, o prosador José Jorge Letria, em 2019, a poeta, ensaísta, tradutora e professora Ana Luísa Amaral, no ano passado. O ano de 2021 é o de Hélia Correia.

 

05
Mai21

Meghan Markle vai publicar o seu primeiro livro no próximo mês

Niel Tomodachi

A duquesa de Sussex criou uma história infantil chamada “The Bench”, relacionada com a paternidade.

b5c5073d4752236d9f21653c0f5383ee-754x394.jpg

Depois da produtora de entretenimento que está a colaborar com a Netflix e o Spotify, Meghan Markle continua a explorar novos projetos e anunciou esta terça-feira, 4 de maio, que vai lançar um livro infantil a 8 de junho. Chama-se “The Bench” e ainda não há informações sobre se vai ser editado em Portugal.

O livro centra-se na relação entre pais e filhos a partir da perspetiva da mãe. A ideia surgiu com um poema que Meghan Markle escreveu no Dia do Pai para o seu marido, o Príncipe Harry. O casal tem um filho, Archie, que está prestes a celebrar o segundo aniversário, e vão ter uma bebé que vai nascer no verão.

Será uma publicação da Random House Books for Young Readers.
 

O livro conta com ilustrações de Christian Robinson. Meghan Markle é uma fã de literatura há muito tempo e ao longo dos anos tem dito em entrevistas como gostava de passar essa paixão pela leitura aos seus filhos.

 

03
Mai21

As panquecas de trigo sarraceno que vai querer comer todos os dias

Niel Tomodachi

As panquecas são uma boa forma de começar ou dia ou resolver um lanche ao melhor estilo. Se for saudável, ainda melhor.

80438b105577a5bee618c2906fea53b3-754x394.jpg

As panquecas fazem-se de mil e uma maneiras — e há propostas muito saudáveis e simples de fazer. Desta vez sugerimos uma à base de trigo sarraceno, uma sugestão da nutricionista Bárbara de Almeida Araújo, apreciadora dos benefícios deste “pseudocereal”.

Uma das razões que tem levado o trigo sarraceno a ser cada vez mais uma escolha na cozinha é o facto de ser “isento de glúten e por isso apto para celíacos”, explicava-nos na altura a responsável do projeto “Manias de uma Dietista”. Além do mais, é ainda rico em ferro, cobre, magnésio, fósforo, vitaminas do complexo B, antioxidantes, fibra e valor proteico.

São, portanto, muitas as razões para começar a fazer um pouco mais de experiências lá por casa. O que nos traz à receita de Bárbara de Almeida Araújo de panquecas à base de trigo sarraceno.

Do que precisa

— Quatro colheres de sopa de farinha de trigo sarraceno;
— Duas colheres de sopa de açúcar de coco;
— Uma colher de chá de fermento;
— Oito colheres de sopa de leite de coco.

Como se faz

Em primeiro lugar, comece por misturar todos os ingredientes. Aqueça bem a frigideira antiaderente e deite uma porção da massa. Deixe cozer durante dois a três minutos (pode tapar com uma tampa). Vire e deixe durante mais dois a três minutos ao lume. Repita o processo até a massa acabar. De seguida, é só servir-se, acompanhando ao seu gosto.

 

03
Mai21

No Porto, os cães estão ajudar os idosos a regressar à vida ativa — de forma gratuita

Niel Tomodachi

Quem quiser receber formação como terapeuta também se pode inscrever.

7bf3067d74f7529b413897c97b3b20f3-754x394.jpg

Depois de meses de confinamento e isolamento, o regresso à vida e à circulação será sempre progressivo — e nem sempre será fácil, sobretudo para os mais idosos. Mas uma associação decidiu ajudar.

A Associação Portuguesa para a Intervenção com Animais de Ajuda Social (Ânimas) está a desenvolver um projeto para motivar os idosos a regressarem à vida ativa com o auxílio de cães. A participação no programa é gratuita e quem quiser receber formação como terapeuta também se pode inscrever, anuncia o portal de notícias da Câmara do Porto.

O Projeto Envolver é especialmente dirigido à população idosa, a mais afetada pela necessidade de isolamento causada pela pandemia da Covid-19, tendo sido a maior parte referenciada pelos serviços sociais e está, neste momento, a ser desenvolvido na freguesia de Paranhos.

“Com o confinamento [os idosos] perderam os grupos de amigos, as universidades seniores, os grupos corais, a própria igreja, que deixou de ter as celebrações, entre outras atividades, e o que pensámos foi em criar algo que os motivasse a saírem da ‘cabana’ deles”, explica Abílio Leite, presidente da Ânimas, à Lusa, citado pelo canal.

“O cão acalma a pessoa, reduz o nível de stress, reduz a tensão arterial, facilita a libertação de hormonas, como a oxitocina, o que faz com que as pessoas fiquem mais bem-dispostas”, adianta o responsável da associação, que, desde 2002, desenvolve projetos que potenciam a interação dos animais com os humanos, numa lógica de ajuda social. As inscrições podem ser feitas online.

 

03
Mai21

Tudo o que há para saber sobre “House of the Dragon”, o spinoff de “A Guerra dos Tronos”

Niel Tomodachi

As gravações arrancaram terça-feira, 27 de abril, nas praias e castelos do sudoeste britânico.

00487ea8da1b8b040ccef77607fcbedf-754x394.jpg

Matt Smith e Emma D’Arcy de longos cabelos brancos, à boa moda dos Targaryen. Foi desta forma que arrancaram as gravações de uma das mais esperadas séries dos próximos anos: “House of the Dragon”, o promissor spinoff de “A Guerra dos Tronos”.

No centro de todas as atenções estiveram os dois atores já com as vestes da família que estará no centro da história da nova milionária produção da “HBO”. As imagens, captadas à distância, quebraram a muralha de secretismo e revelaram, pelo menos, um dos locais de filmagens, na costa sudoeste do Reino Unido, na Cornualha.

Ambos de cabelo platinado — o traço genético que habitualmente distingue os Targaryen dos outros mortais —, parecem conversar numa praia ventosa, embora não se saiba para onde partiram depois da gravação.

Suspeita-se que grande parte das filmagens terá lugar na região, já que, revela o “The Daily Mail”, equipas de produção foram vistas um pouco por toda a área, incluindo o castelo de St. Michael Mount.

Não foram as únicas pistas. No castelo também foi avistado o símbolo de um cavalo marinho, símbolo de uma das antigas casas do mundo fantástico de George R.R. Martin, a Casa Velaryon.

As gravações já começaram
 

Mesmo antes dos atores se aventurarem no ríspido tempo britânico, arrancaram a produção com uma leitura conjunta nesta segunda-feira, 26 de abril, onde se juntou grande parte do elenco que irá contar a história passada 300 anos antes dos eventos de “A Guerra dos Tronos”.

Com as gravações a arrancarem em abril, conforme anteriormente previsto, resta esperar que a previsão da estreia em 2022 também seja cumprida. Até lá, contamos-lhe tudo o que se sabe e o que se pode esperar do grande regresso das histórias de George R. R. Martin à televisão.

Quem é quem

O elenco está praticamente fechado, com um dos papéis principais a cair nos braços de Emma D’Arcy, atriz britânica de 28 anos com uma curta carreira na televisão. Irá interpretar a princesa Rhaenyra Targaryen, filha do rei Viserys e herdeira legítima ao Trono de Ferro. Adorada pelo povo e pelos lordes de Westeros, é também uma Targaryen com jeito para conduzir os temidos dragões.

Ao seu lado nas primeiras imagens das gravações estava Matt Smith, mais conhecido como o primeiro príncipe Filipe das duas primeiras temporadas de “The Crown”. Ao ator caberá o papel de Daemon Targaryen, irmão mais novo do rei, tio de Rhaenyra, guerreiro e antigo capitão da guarda de King’s Landing.

Paddy Considine (“Peaky Blinders”) ficará com a coroa de Viserys I, descrito como um homem decente e afetuoso. Ao seu lado estará Olivia Cooke (“Sound of Metal”) no papel de Alicent Hightower, a rainha e madrasta de Rhaenyra que, sem surpresas, prefere ver como herdeiros do trono os seus filhos de outro casamento.

O elenco compõe-se com Rhys Ifans (“Notting Hill”) no papel da Mão do Rei, Otto Hightower, pai de Alicent; Sonoya Mizuno (“La La Land” e “Ex Machina”) no papel de Mysaria, amiga próxima de Daemon Targaryen; Steve Toussaint será Lord Corlys Velaryon, casado com a rainha Targaryen que nunca o foi, Rhaenys Velaryon, que ficará a cargo de Eve Best (“O Discurso do Rei”). Por fim, Fabien Frankel (“A Serpente”), que fará de Criston Cole, membro da Guarda do Rei que deixou os serviços de Rhaenyra por causa de um romance misterioso.

A vida louca dos Targaryen

300 anos antes dos eventos de “A Guerra dos Tronos”, as personagens eram outras mas a sede de poder mantinha-se intacta. No centro da história está, mais uma vez, a sucessão e o direito tomar o controlo do reino no Trono de Ferro.
A narrativa inspira-se em “Fire & Blood”, o livro de George R.R. Martin publicado em 2018 e que aprofunda o passado da Casa Targaryen, desde a chegada de Aegon o Conquistador aos eventos que serão abordados em “House of the Dragon”.

Sob o comando dos Targaryen, numa época em que os dragões dominavam tudo e todos, habilmente comandados pelos seus mestres de cabelos platinados, Westeros prepara-se para uma nova batalha. A guerra civil que se seguiu recebeu o nome de “Dance of the Dragons”, a Dança dos Dragões.

A batalha opôs dois herdeiros ao trono, Rhaenyra e o seu meio-irmão Aegon II, num confronto que definiu muito do que seria o futuro da então mais temida e poderosa casa de Westeros.

No comando da série

Com David Benioff e D.B. Weiss fora dos planos, um velho conhecido de “A Guerra dos Tronos” foi chamado para liderar a produção. Miguel Sapochnik, realizador de alguns dos mais famosos episódios da série, é agora um dos showrunners, ao lado de Ryan Condal — este último um dos argumentistas que trabalhou lado a lado com George R.R. Martin.

Outra fantástica notícia é o regresso do compositor Ramin Djawadi, o autor dos temas originais que sobressaíram durante as oito temporadas de “A Guerra dos Tronos” e tornaram momentos fantásticos em cenas inesquecíveis.

E agora, quanto teremos que esperar?

Tudo indica que a série nunca chegará à televisão antes de 2022, sempre no formato já anunciado de 10 episódios.

 

01
Mai21

"A Mão que Mata" de Lourenço Seruya

Niel Tomodachi

Alguém está disposto a tudo para esconder um terrível segredo

IP116CE108_1000x.jpg

Sobre o Livro:

Numa fria manhã de inverno, é encontrado um cadáver numa mansão na Serra de Sintra.
A família Ávila estava aí reunida para formalizar as partilhas patrimoniais, na sequência do falecimento do patriarca e jamais imaginava que o processo seria interrompido daquela forma.
O Inspetor Bruno Saraiva e a sua brigada da PJ são chamados a investigar, deparando-se com um caso peculiar: a vítima não era propriamente adorada pelos familiares, mas também ninguém tinha motivos para a querer morta. Terá o homicídio resultado de um assalto?

As opiniões dividem-se e a família Ávila não parece muito disposta a colaborar com a polícia.
Até que é encontrado um segundo cadáver na mansão…

Bruno Saraiva não tem dúvidas que o assassino está naquela casa, mas não tem ninguém que o apoie nesta teoria. Sem provas concretas que sustentem a sua crença, o Inspetor faz uma viagem-relâmpago a uma aldeia do Norte. Aí, toma conhecimento de uma informação que o põe no encalço do assassino: alguém que está disposto a tudo para esconder um terrível segredo.

 

Sobre o Autor:

Lourenço Seruya nasceu em Lisboa, no final do século xx. Depois de uma breve passagem pela área da Comunicação, concluiu em 2015 o Curso de Formação de Atores da ACT – Escola de Atores. Desde 2011 que representa em Teatro, Televisão e Cinema. Do seu currículo constam cinco espetáculos teatrais, mais de vinte filmes e outras tantas participações em séries e novelas. Paralelamente ao trabalho de ator, dá aulas de expressão dramática a crianças e adultos. Fã convicto de literatura policial, elege como principais referências Agatha Christie e Camilla Läckberg. Tem um irmão gémeo.

 

01
Mai21

Vão abrir em Portugal cafés da marca que emprega portadores de distúrbios mentais

Niel Tomodachi

Lisboa e Cascais vão receber os primeiros cafés-restaurantes da Joyeux no País.

4b546e5ea06123b9d37e7d793ef94cda-754x394.jpg

Foi em 2017, em Rennes, França que abriu o primeiro Joyeux, contando entre os seus empregados com pessoas portadoras de trissomia 21, diagnosticadas com autismo e outros distúrbios de foro mental.

O projeto solidário e inclusivo fez escola, com uma ementa onde os produtos frescos estavam em destaque. Agora, o conceito vai chegar a Portugal. O primeiro espaço deve abrir em Lisboa, ainda em 2021, seguindo-se Cascais, durante o próximo ano.

Segundo a “Marketeer”, a parceria fechada entre a Fundação Émeraude Solidaire e a Associação Vilacomvida permitirá a abertura, até 2026, de cinco a sete cafés-restaurante Joyeux em Portugal.

Confirmando-se estas previsões, isto poderá representar nos próximos anos cerca de cem novos postos de trabalho direcionados para pessoas que têm maior dificuldade no acesso ao mercado de trabalho.

Filipa Pinto Coelho, presidente da Associação VilacomVida, explica no site da organização como estas dificuldades se continuam a verificar.

“As empresas privadas, com mais de 10 colaboradores, empregam menos de 0,5 por cento das pessoas portadoras de distúrbios mentais e cognitivos e a administração pública menos de 2,3 cento.”

“A maioria destas pessoas”, prossegue, “não tem acesso ao mercado de trabalho, a taxa de desemprego da população em geral decresceu 18,8 por cento entre 2011-2016, enquanto a população portadora de deficiência viu a mesma taxa aumentar 26,7 por cento, o que representa uma taxa de desemprego duas vezes superior na população portadora de deficiência”.

Este projeto quer também dar um sinal de que é possível inverter esta tendência.

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Quotes:

"We need four hugs a day for survival. We need eight hugs for maintenance. And we need twelve hugs a day for growth." - Virginia Satir

Pesquisar

Nelson's bookshelf: currently-reading

Alfie - O Gato do Bairro
tagged: currently-reading

goodreads.com

2021 Reading Challenge

2021 Reading Challenge
Nelson has read 1 book toward his goal of 25 books.
hide

Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Afiliado Wook

WOOK - www.wook.pt

Comunidade Bertand

Read the Printed Word!

Em destaque no SAPO Blogs
pub