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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

26
Out21

Obra de Abdulrazak Gurnah editada pela Cavalo de Ferro em 2022

Niel Tomodachi

A obra do escritor tanzaniano Abdulrazak Gurnah, vencedor do Prémio Nobel de Literatura de 2021, vai começar a ser editada em Portugal pela Cavalo de Ferro, a partir do início do próximo ano, anunciou hoje a editora.

Obra de Abdulrazak Gurnah editada pela Cavalo de Ferro em 2022

A publicação da sua obra começará em fevereiro/março de 2022 com "Afterlives", o mais recente romance do escritor que se radicou no Reino Unido em 1968 para fugir da perseguição religiosa no seu país.

Seguem-se "Paradise", a obra que revelou Abdulrazak Gurnah como escritor, em maio, e "By the Sea", em setembro.

"Paradise", de 1994, partiu de uma viagem de investigação que o autor fez à África Oriental por volta de 1990, e inclui uma referência a Joseph Conrad.

"Afterlives", publicado em 2020, é uma espécie de sequela de "Paradise", pegando-lhe no ponto em que acaba: o cenário é o início do século XX, um tempo antes do fim da colonização alemã da África Oriental em 1919.

Quanto ao romance "By the sea", editado em 2001 e o único do autor que teve publicação em Portugal, pela Difel, em 2003, com o título "Junto ao mar", foca-se na identidade e autoimagem dos refugiados.

No início de 2023, a Cavalo de Ferro prevê publicar "Desertion", romance de 2005, que usa uma história de paixão trágica para iluminar as vastas diferenças culturais na África Oriental colonizada.

"É um absoluto privilégio incluir Abdulrazak Gurnah entre os autores da Cavalo de Ferro e poder divulgar a sua obra junto dos leitores portugueses. Uma obra importante, que ajuda a repensar questões que se posicionam no centro das preocupações do mundo atual, com uma voz que ainda teima em ser considerada periférica", afirmou o editor da Cavalo de Ferro, Diogo Madre Deus.

Abdulrazak Gurnah, nascido em 1948 em Zanzibar, na Tanzânia, foi o primeiro negro africano a ser reconhecido pela Academia Sueca em mais de 30 anos, depois do nigeriano Wole Soyinka em 1986.

Todo o seu trabalho e obra foi dedicado aos legados do colonialismo, exílio e dos refugiados, temas que refletem a sua própria experiência de vida.

O autor cresceu em Zanzibar, mas após a libertação pacífica do domínio colonial britânico, em dezembro de 1963, Zanzibar passou por uma revolução que, sob o regime do Presidente Abeid Karume, levou à opressão e perseguição de cidadãos de origem árabe, e à ocorrência de massacres.

Pertencente ao grupo étnico vitimizado, após terminar a escola Abdulrazak Gurnah foi forçado a deixar a sua família e a fugir do país, a recém-formada República da Tanzânia. Tinha então 18 anos de idade.

O autor, que vive no Reino Unido desde então, foi distinguido "pela sua penetração descomprometida e compassiva dos efeitos do colonialismo e do destino dos refugiados no espaço entre culturas e continentes".

Segundo a Academia Sueca, "a dedicação de Gurnah à verdade e a sua aversão à simplificação são impressionantes. Isto pode torná-lo sombrio e intransigente, ao mesmo tempo que segue os destinos dos indivíduos com grande compaixão e compromisso inflexível".

A academia destacou ainda, na sua obra, "uma exploração interminável impulsionada pela paixão intelectual", que está presente em todos os seus livros, nomeadamente no seu mais recente romance, 'Afterlives'.

A obra do autor será ainda publicada por outras editoras do grupo Penguin Random House, no qual se inclui a Cavalo de Ferro, nomeadamente pela chancela Companhia das Letras, no Brasil, e pela Salamandra, em língua espanhola.

Ao longo da sua carreira literária, Abdulrazak Gurnah publicou dez romances e uma série de contos. O tema da perturbação dos refugiados atravessa todo o seu trabalho, e embora o suaíli fosse a sua primeira língua, o inglês tornou-se a sua ferramenta literária.

 

26
Out21

Visitar o Oceanário às terças-feiras passa a custar apenas 10€ para todas as idades

Niel Tomodachi

Pode visitar as mais de 500 espécies que o Oceanário tem para oferecer, bem como as duas exposições temporárias atuais.

No outono, com os primeiros dias de frio e chuva, o que apetece mesmo é arranjar programas indoors para toda a família. Caso um dos seus locais de eleição seja o Oceanário de Lisboa, vai gostar de saber que, até 23 de novembro, o espaço está com uma campanha especial: às terças-feiras a entrada só custa 10€.

Antes desta campanha, as visitas ao Oceanário chegavam a custar quase o dobro, embora os miúdos dos 4 aos 12 anos só pagassem 10€. Todos aqueles dos 13 e 64 anos pagavam 19€, enquanto que os maiores de 65 anos pagavam 13€.

A campanha Happy Day começa já esta terça-feira, 26 de outubro e inclui tudo o que o Oceanário de Lisboa tem para dar: a visita ao enorme aquário central, com mais de 500 espécies do oceano, as  elas 20 espécies de tubarões e raias, as lontras-marinhas, os pinguins e o peixe-lua, entre tantas outras.

Com este bilhete poderá ainda visitar duas exposições temporárias: “As Florestas Submersas by Takashi Amano”, onde são apresentadas várias florestas tropicais através do maior nature aquarium do mundo e a  instalação artística “ONE – O Mar como nunca o sentiu”, da artista Maya Almeida, que apresenta uma ligação profunda do Homem com o mar e invoca a grandiosidade do oceano através de uma experiência imersiva pelo território marítimo português.

A campanha é apenas válida para os bilhetes comprados na bilheteira online do Oceanário de Lisboa.

 

26
Out21

"Bhagavad Gita" de Edward Viljoen

Niel Tomodachi

Sobre o Livro:

Bhagavad Gita influenciou os grandes filósofos e pensadores, como Gandhi, que a considerou a sua enciclopédia espiritual.
Sendo ainda hoje a obra hindu mais lida em todo o mundo, Bhagavad Gita retrata o célebre diálogo entre o príncipe Arjuna e Krishna em pleno campo de batalha.
As lições que contém continuam tão valiosas como antes, oferecendo-nos a orientação necessária para ultrapassar tempos confusos e perturbadores.
Preservando a beleza de um dos maiores livros sagrados da Humanidade, esta edição dá-nos a conhecer a essência de uma das narrativas mais inspiradoras de sempre.
Fonte intemporal de sabedoria, Bhagavad Gita incentiva-nos à relação com o sagrado, à prática da devoção, à perseverança e ao compromisso com o dever da nossa alma.
Um guia para o autoconhecimento que nos ajuda a compreender a natureza humana e a sentirmo-nos mais perto do Divino.

 

Sobre o Autor:

Edward Viljoen formou-se em capelão do condado de Sonoma, tendo recebido também os diplomas de Doutor em Divindade e Doutor em Ciências Religiosas. É o diretor espiritual do Centro de Santa Rosa, na Califórnia.
Entre outras paixões, gosta de gatos, ficção científica, música e de organizar viagens para grupos a lugares do mundo onde possam experimentar novas culturas e novas maneiras de compreender o Divino.
Assim que leu a obra original Bhagavad Gita e se deparou com um vasto mistério de referências culturais, decidiu dedicar-se a esta versão simplificada de forma a tornar acessível a todos um dos maiores clássicos de espiritualidade do mundo.
Originalmente escrita em sânscrito, Bhagavad Gita foi já traduzida para todas as línguas do mundo.

 

«Acessível e envolvente, abriu-me os olhos não só para a riqueza e sabedoria de Krishna, mas também para o valor de expandir a nossa perspetiva do mundo. Uma leitura libertadora.»
Dave Edmonds

«Leia e releia este livro! Se estiver interessado no Gita, esta será uma ótima forma de começar a estudá-lo. Além disso, este livro é uma excelente forma de absorver conceitos espirituais fundamentais que transcendem todas as tradições espirituais. Viljoen escreveu na verdade uma grande cartilha espiritual para apoiar todos os caminhos.»
Rev. Mark Gilbert

«Este livro é um excelente ponto de partida para os leitores interessados num dos textos religiosos mais lidos do mundo.»
Publishers Weekly

 

26
Out21

Richard Zimler representa Portugal no Festival de Autores de Toronto

Niel Tomodachi

O escritor norte-americano naturalizado português Richard Zimler representa Portugal na 42.ª edição do Festival Internacional de Autores de Toronto, que começou no dia 21 e decorre até ao fim do mês, anunciou o Instituto Camões.

Richard Zimler representa Portugal no Festival de Autores de Toronto

festival do Canadá conta com a participação de nomes de referência da literatura internacional, tais como a canadiana Margaret Atwood, o norte-americano Paul Auster, ou o moçambicano Mia Couto.

A decorrer pela segunda vez em formato exclusivamente 'online', o Toronto International Festival of Authors (TIFA) tem este ano Richard Zimler a representar Portugal, com a obra "O Evangelho segundo Lázaro", editado em 2016 pela Porto Editora.

Este livro aborda uma cena bíblica em que Jesus Cristo ressuscita um amigo próximo de nome Lázaro.

Segundo o autor, em parte alguma do Evangelho segundo São João - que contém este episódio -, é mencionado como aconteceu ou o motivo do milagre, uma "lacuna" que Zimler pretende preencher, narrando a história na perspetiva de Lázaro.

A intervenção do escritor decorre através de uma entrevista em português e legendada em inglês, conduzida pela jornalista Anabela Mota-Ribeiro, que estará disponível até ao último dia do festival através do 'site' oficial.

Além da entrevista, o autor de obras como "Meia-noite ou o princípio do mundo", "Goa ou o guardião da Aurora" e "O último cabalista de Lisboa" vai participar em sessões virtuais com alunos dos programas de português das universidades de York e Toronto, para promover a literatura e língua portuguesas.

O nome de Richard Zimler foi sugerido à direção do festival canadiano no verão de 2021 pelo Camões/Coordenação de Ensino Português no Estrangeiro e pela Embaixada de Portugal no Canadá, no âmbito de uma parceria entre estas entidades e o festival.

Richard Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque.

Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University.

Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco e em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto.

Desde 1996, publicou doze romances, uma coletânea de contos e seis livros para crianças.

A sua obra encontra-se traduzida para 23 línguas, tendo sido distinguida com importantes prémios literários como o Prémio National Endowment of the Arts Fellowship in Fiction (EUA), o Prémio Herodotus (EUA), pelo livro "O Último Cabalista de Lisboa", o Prémio Alberto Benveniste, pelo livro "Goa ou o Guardião da Aurora", e o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância, pelo livro "O cão que comia a chuva".

 

26
Out21

“Ampliando Famílias”: Associação AMPLOS lança guias de apoio a famílias de pessoas LGBTI e comunidades escolares

Texto by ESQREVER

Niel Tomodachi

AMPLOS – Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e Identidade de Género, tem a decorrer o Projeto Ampliando Famílias sob a coordenação técnica da Mestre Ana Silva e a consultoria científica da Professora Doutora Sandra Saleiro. O projeto visa a conceção de materiais informativos/didáticos acerca das questões LGBTI, especificamente dirigidos a famílias de pessoas LGBTI e a intervenientes de ação comunitária e nas comunidades escolares – capacitando o público-alvo, enquanto mediadores ativos no combate à discriminação. Conhecer esta ferramenta de trabalho é essencial para a inclusão da diversidade.

Os guias focam-se em três áreas específicas:

– Guia para famílias de pessoas trans*
– Guia para famílias de pessoas lésbicas, gays, bissexuais (LGB+)
– Guia para intervenientes na ação comunitária e escolar sobre orientação sexual e identidade de género

Tendo em conta a importância da informação no combate ao preconceito e à discriminação, e sendo a disseminação dessa mesma informação um dos objetivos do projeto Ampliando Famílias, a AMPLOS disponibiliza-se para efetuar sessões de divulgação e apresentação dos guias nas instituições de intervenção comunitária e nas comunidades escolares.

Poderão entrar em contacto com a Associação através do site da mesma.

 

26
Out21

Catarina Furtado sobe ao palco principal da WebSummit pelos direitos das mulheres

Niel Tomodachi

A apresentadora vai abordar o tema do ativismo feminista no evento que decorre na Altice Arena (Lisboa), de 1 a 4 de novembro.

Enquanto Embaixadora de Boa Vontade do UNFPA, Fundo das Nações Unidas para a População,  Catarina Furtado vai participar naquele que é o maior evento tecnológico do mundo, a WebSummit 2021. A informação foi confirmada esta terça-feira, 26 de outubro.

No dia 3 de novembro às 16h10, no palco principal da WebSummit, irá acontecer uma conversa entre Catarina Furtado e Sofia Nunes, co-fundadora da Mambu, com moderação de Charlotte Jee, jornalista da MIT Technology Review.

A apresentadora deverá chamar a atenção para a importância dos meios e tecnologias digitais no combate às desigualdades, às violências e discriminações em matéria de género, saúde sexual e reprodutiva, direitos e oportunidades.

Em discussão, estará também a relação entre o ativismo feminista e as redes sociais e, nesse sentido, a Embaixadora do UNFPA irá aproveitar a ocasião para desafiar todos e todas a utilizar o digital como megafone de reivindicação e watchdog, contribuindo para um mundo mais justo e igualitário, promovendo os direitos humanos.

O evento deste ano está marcado para a Altice Arena, em Lisboa, entre 1 e 4 de novembro. A comediante Amy Poehler, o presidente da Microsoft Brad Smith, a comissária europeia Margrethe Vestager e o jogador de futebol Gerard Pique irão juntar-se aos mais de mil oradores, às cerca de 1250 startups, aos 1500 jornalistas e mais de 700 investidores, numa cimeira na qual serão discutidos temas como a importância da tecnologia na sociedade.

 
26
Out21

"As Melhores Crónicas de Amor" de Miguel Esteves Cardoso

Niel Tomodachi

Crónicas dos primeiros amores, paixões, namoros, ciúmes, casamentos, os piropos, a tristeza, o ódio, as almas gémeas, ou, simplesmente, sobre o amor.

Wook.pt - As Melhores Crónicas de Amor

Sobre o Livro:

Miguel Esteves Cardoso escreveu num dos textos que compõem este livro que é comum dizer-se que não há amor como o primeiro. Há amores maiores, amores melhores, amores mais bem pensados e apaixonadamente vividos. Há amores mais duradouros (quase todos), mas não há amor como o primeiro. Para MEC, é o primeiro amor o único que estraga o coração e o deixa estragado. Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer «alto e pára o baile», amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos que se discutem e debatem. Todos eles dão maior prazer do que o primeiro.

É nestas crónicas sobre os primeiros amores, as paixões, os namoros, os ciúmes, os casamentos, os piropos, a tristeza, o ódio, as almas gémeas, ou, simplesmente, sobre o amor - até porque, para MEC, tudo o que de bom por amor foi dito precisa de ser dito outra vez - que encontramos muitas das mais memoráveis páginas - daquelas que se enviam às pessoas de quem se gosta - de um dos maiores escritores de língua portuguesa.

 

Sobre o Autor:

Miguel Esteves Cardoso (MEC) nasceu em Lisboa, em 1955, e quis ser escritor desde que se lembra de ler. Tem duas filhas, Sara e Tristana Esteves Cardoso, e um casamento muito feliz com Maria João Esteves Cardoso. Autor de uma obra que abarca todos os géneros, MEC foi o primeiro influenciador do país, mesmo antes de se falar em influenciadores. Há quatro décadas que traça o mais original e belo retrato de um dos mais antigos países do mundo, chamado Portugal.

 

25
Out21

"A Noite dos Assassinos" de Howard Blum

A história não contada do plano de Hitler para matar Roosevelt, Churchill e Stalin

Niel Tomodachi

Uma história real repleta de suspense acerca de uma missão impossível e de um homem que enfrentou o desafio e evitou uma catástrofe mundial.

Novidades Livros (21 a 27 de outubro de 2021) - Notícias sobre Literatura e  Livros - Cardápio

Sobre o Livro:

1 de junho de 1943. O aeroporto da Portela, em Lisboa, fervilha de agitação. O espião alemão aguarda pacientemente para fazer a chamada. Quando o telefone finalmente toca na Embaixada da Alemanha em Lisboa é ditada uma sentença de morte. Mas, a operação fracassa. No avião que cai nos céus de Lisboa não está Winston Churchill, o alvo a abater, mas um sósia.

Nesse mesmo ano em novembro, os três líderes aliados Franklin D. Roosevelt, Winston Churchill e Joseph Stalin reúnem-se secretamente em Teerão. Mas os nazis descobrem o plano e Hitler vê aqui uma oportunidade. Embora a guerra esteja perdida acredita que, com novos líderes aliados, as negociações dos tratados de paz possam vir a ser mais benéficas para a Alemanha. Uma equipa de elite, altamente treinada e armada, liderada pelo capitão das SS Otto Skorzeny, conhecido como «O homem mais perigoso da Europa», é reunida e largada de paraquedas no Irão. Têm seis dias para completar a sua missão.

O agente dos serviços secretos norte-americano Mike Riley, um irlandês que se descreve como tendo «mais músculos que cérebro», responsável pela segurança pessoal de Roosevelt, terá de trabalhar com o agente soviético da NKVD, antecessora da KGB, para salvar os três líderes mundiais.

Em A Noite dos Assassinos, Howard Blum, autor best-seller do New York Times, revela a fascinante história secreta da conspiração nazi para matar os três homens mais importantes e fortemente protegidos do mundo. Um plano que, se tivesse sido bem-sucedido, teria mudado o curso da História e o futuro do mundo ocidental.

 

Sobre o Autor:

Howard Blum é um escritor e jornalista norte-americano. Ex-repórter do The New York Times e do The Village Voice, é editor colaborador da Vanity Fair. É autor de vários livros de não ficção, best-sellers do The New York Times, como Dark Invasion ou American Lightning, vencedor do Edgar Award, bem como Wanted!The Gold ExodusGangland e The Floor of Heaven. Enquanto jornalista do The New York Times, foi nomeado duas vezes para o Prémio Pulitzer por reportagens de investigação. Vive no Connecticut e é pai de três filhos.

 

25
Out21

Novo gadget da Fujifilm imprime fotografias do telemóvel em película instantânea

Niel Tomodachi

A impressora da marca japonesa está à venda desde esta sexta-feira em Portugal. Custa 149,99€ e está disponível em duas cores.

A mais recente novidade da Fujifilm foi anunciada ao final da tarde desta quinta-feira, 21 de outubro, e promete vir a fazer sucesso no mercado português. A marca japonesa desenvolveu uma nova impressora, que permite imprimir de forma imediata fotografias ou imagens do telemóvel na película instantânea da instax.

Chama-se instax Link WIDE e vem complementar o lançamento da primeira aposta nesta categoria, a instax mini Link, lançada em 2019.

Esta nova versão cria impressões instantâneas de alta qualidade a partir da galeria de imagens de um smartphone — só precisa de instalar app gratuita (disponível para os sistemas Android e iOS) e de se ligar à impressora via Bluetooth. 

fujifilm
Cada carregamento de bateria serve para 100 impressões.
 

A aplicação disponibiliza uma série de opções de impressão enquanto o bluetooth permite uma transferência rápida e sem fios entre o smartphone e o gadget da Fujifilm. Cada carga de bateria é capaz de gerar cerca de 100 impressões instantâneas.

Há dois modos de impressão: instax Rich, que acentua cores fortes e quentes, ou instax Natural, que destaca os tons naturais da imagem. A app conta com cerca de 30 filtros, capacidades de colagem, stickers e templates para as molduras.

A instax Link WIDe está à venda em Ash White (um tom de branco acinzentado) e Mocha Gray (um tipo de cinzento escuro) desde esta sexta-feira, 22 de outubro. Vai encontrá-la, por exemplo, nas lojas físicas e online da Fnac por 149,99€. Já os filmes instantâneos vêm em caixas de 10 unidades e custam entre 9,99€ e 10,99€.

 

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