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Little Tomodachi (ともだち)

Little Tomodachi (ともだち)

04
Fev23

"Ainda Bem que a Minha Mãe Morreu" de Jennette McCurdy

Niel Tomodachi

As confissões de uma criança atriz, sobre os abusos de que foi vítima em criança.

Ainda Bem que a Minha Mãe Morreu

Sobre o Livro:

Jennette McCurdy tinha seis anos quando fez a sua primeira audição. A mãe queria torná-la uma estrela e ela não a queria desiludir, por isso sujeitou-se às restrições calóricas e a vários makeovers caseiros, entre ralhetes do tipo: "Não vês que as tuas pestanas são invisíveis? Achas que a Dakota Fanning não pinta as dela?" Até aos 16 anos era a mãe que lhe dava banho e tinha de partilhar com ela os diários, o e-mail e todo o dinheiro que recebia.

Em Ainda Bem que a Minha Mãe Morreu, Jennette narra tudo em detalhe - e conta o que aconteceu quando o sonho se realizou. ao integrar o elenco de iCarly, uma série da Nickelodeon, é projetada para a fama. Enquanto a mãe anda nas nuvens, Jennette mergulha numa espiral de ansiedade e falta de amor próprio, que se manifesta em distúrbios alimentares, vícios e relações tóxicas.

Os problemas agravam-se quando, depois de entrar na série Sam & Cat (juntamente com Ariana Grande), a mãe morre de cancro. Seriam precisos anos de terapia, e abandonar os palcos, para a atriz recuperar e decidir, pela primeira vez, fazer o que queria.

Este livro, pontuado de humor negro, conta na primeira pessoa esse trajeto, traduzindo-se numa história inspiradora sobre resiliência, independência… e o prazer de lavar o próprio cabelo sem ajuda.

 

Sobre a Autora:

Jennette McCurdy foi uma das estrelas da série iCarly, da Nickelodeon, e da sequela Sam & Cat, bem como a série Between da Netflix. Em 2017 abandonou a carreira de atriz e passou a dedicar-se à escrita e à realização. Os seus filmes foram exibidos em certames como o Festival de Cinema da Florida, Salute Your Short Film Festival e Short of the Week. Publicou ensaios no jornal digital HuffPost e no Wall Street Journal. Criou e protagonizou um espetáculo a solo, I’m Glad My Mom Died, que esgotou sessões em duas prestigiadas salas de Los Angeles, o Lyric Hyperion Theatre e o Hudson Theatre. É anfitriã do podcast Empty Inside - que está entre os mais ouvidos da Apple – e onde os seus convidados são desafiados a falar de assuntos incómodos. Vive em Los Angeles.

 

04
Fev23

" Depois do Diário" de Bas Von Benda-Beckmann

Niel Tomodachi

A história nunca antes contada sobre o que aconteceu a Anne Frank e aos outros clandestinos do Anexo depois de terem sido capturados.

Depois do Diário

Sobre o Livro:

Como foram os últimos dias dos habitantes do Anexo e qual terá sido o percurso depois da prisão, que Anne Frank não conseguiu contar no seu diário? Milhões de leitores em todo o mundo já leram o Diário de Anne Frank. Mas o que se sabe sobre o que terá acontecido à sua protagonista e aos restantes clandestinos do Anexo?

Através de testemunhos de sobreviventes e amigos, documentos oficiais e outros diários, Bas von Benda-Beckmann, historiador e investigador da Casa Anne Frank, reconstrói o que terá sucedido a essas oito pessoas depois de terem sido detidas no dia 4 de agosto de 1944.

Em janeiro de 1945, Otto Frank, pai de Anne, foi libertado de Auschwitz pelos soldados russos e, só depois de vários meses, Otto Frank viria a descobrir que era o único sobrevivente desse grupo de oito pessoas. Depois do Diário é história da viagem que Otto empreendeu.

Quem estava no Anexo com Anne Frank?
Como foram descobertos?
Quem era Anne Frank antes de ser capturada e como vivia?
Onde e como afinal morreram a mãe e as filhas da família Frank?
Quem foram os verdadeiros protagonistas deste episódio macabro?

 

Sobre o Autor:

Bas Von Benda-Beckmann (1976) é historiador e trabalha atualmente como investigador na Casa Anne Frank. É também autor de De Velser Affaire, nomeado para Prémio Libris na categoria de história e do igualmente aclamado Het Oranjehotel. A investigação e a escrita de Depois do Diário foram levadas a cabo com Erika Prins, Esther Göbel e Gertjan Broek.

 

04
Fev23

"Uma Herança" de Miguel Bonnefoy

Niel Tomodachi

Uma Herança

Sobre o Livro:

A casa na Calle Santo Domingo abrigou três gerações da mesma família. O patriarca chegara no final do século XIX vindo de Lons-le-Saunier, em França. Trazia num bolso um pedaço de videira e no outro um punhado de trocos. Queria emigrar para a Califórnia, mas um golpe do destino desviou-o para o Chile. Ao chegar, um mal-entendido na alfândega fez com que fosse rebaptizado com o nome da sua terra natal - e assim nascia a família Lonsonier.

Anos mais tarde, o filho Lazare regressaria das trincheiras infernais da Primeira Guerra Mundial para se instalar nessa mesma casa com a mulher, Thérèse, construindo no jardim o mais belo aviário dos Andes, que serviria de berço à filha de ambos, Margot. A criança, cuja primeira visão do mundo foi a de cinquenta pássaros nos seus poleiros, cedo começou a sonhar com as alturas, tornando-se uma aviadora pioneira e mãe de um revolucionário, Ilario Da.

Ao longo do século XX, de duas guerras mundiais e de dois continentes, os Lonsonier mantiveram viva a lenda de um misterioso tio desaparecido em França. Mas quando uma tragédia se abate sobre a família, será essa figura mítica a guiá-los de volta a casa.

 

Sobre o Autor:

Miguel Bonnefoy nasceu em França em 1986, filho de mãe venezuelana e de pai chileno. Cresceu na Venezuela e em Portugal, onde frequentou o Liceu Francês. Em 2013, foi galardoado com o Prix du Jeune Écrivain. Uma Herança foi aclamado pela crítica em França, tendo sido vencedor do Prémio dos Livreiros Franceses e finalista dos prémios Goncourt, Goncourt des Lycéens, Femina<7i>, Femina des Lycéens e Grande Prémio da Academia Francesa. Bonnefoy vive atualmente em Berlim.

 

04
Fev23

"Tudo o que Precisa de Saber sobre o Seu Filho" de Maria Montessori

Niel Tomodachi

Tudo o que Precisa de Saber sobre o Seu Filho

Sobre o Livro:

O Guia Montessori para o desenvolvimento físico e mental da criança nos primeiros anos de vida.
Maria Montessori dizia que tinha escrito este livro para que pais, professores e educadores pudessem conhecer, entender e aplicar o seu método de forma clara, natural e o mais simples possível, nos primeiros anos de vida das crianças. Nada podia ser mais verdadeiro, de facto, e basta ler uma página para perceber que a fundadora de uma das linhas de pedagogia mais populares e seguidas em todo o mundo é uma grande comunicadora.

Em Tudo o Que Precisa de Saber Sobre o Seu Filho, Maria Montessori analisa o início da vida dos nossos ­filhos, tanto no que diz respeito ao desenvolvimento físico como ao psicológico, enquanto nos introduz aos princípios fundamentais do método e às suas aplicações. De forma muito acessível, a autora simpli­fica os grandes conceitos teóricos e práticos da pedagogia Montessori, para que nós - pais, professors e educadores - possamos dar às crianças alegria e serenidade nos primeiros e determinantes anos das suas vidas.

DESCUBRA ISTO E MUITO MAIS
• Como ajudar a criança a ajudar-se a si própria
• Quais são as leis naturais do desenvolvimento
• Como são os primeiros três anos de vida
• O que é a felicidade da realização
• Qual é a chave para a saúde e o desenvolvimento mentais

 

Sobre a Autora:

Maria Montessori nasceu no dia 31 de agosto de 1870 em Itália e, desde tenra idade, teve de lutar contra as limitações impostas às mulheres pela sociedade. Enfrentando a resistência do pai, mas munida do apoio da mãe, Montessori formou-se com distinção na Faculdade de Medicina da Universidade de Roma em 1896. Ao fazê-lo, tornou-se uma das primeiras médicas italianas. Em 1900, assumiu o cargo de diretora de uma escola para crianças com deficiência e começou a investigar extensivamente o desenvolvimento e a educação na primeira infância. O sucesso desse trabalho estimulou o seu desejo de testar com todas as crianças os métodos de ensino que criara. Em 1907, o governo italiano deu-lhe essa oportunidade, e Montessori fundou a Casa de Crianças, na qual os professores eram encorajados a dar um passo atrás e a seguir os pupilos, isto é, a deixar que os interesses naturais destes assumissem a liderança. Ao longo do tempo, Montessori ajustou os seus métodos por tentativa e erro. Os seus escritos serviram para espalhar o Método Montessori por toda a Europa e pelos Estados Unidos. Quando a Segunda Guerra Mundial começou, viu-se forçada a fugir para a Índia, e a maioria das escolas que formara fechou.

 

«O Método Montessori é educação científica. Na sua base, estão o conhecimento da infância. A educação é uma ajuda para a vida. É a proteção da vida.»
Maria Montessori

 

04
Fev23

“Os Pólos da Nossa Terra”: teatro para toda a família

Niel Tomodachi

A Aurora, uma menina de 7 anos, tem um trabalho sobre as regiões polares para apresentar na escola. Mas… onde ficam os pólos da nossa Terra? Quem lá vive? Os pinguins moram no Pólo Norte ou no Pólo Sul? Tanta coisa para descobrir e aprender!

“Os Pólos da Nossa Terra” é uma peça de teatro para toda a família que pretende promover, através da arte teatral, a educação ambiental, transmitindo às crianças a importância das regiões polares para a vida na Terra e sensibilizando para o aquecimento do Planeta e suas consequências. Sendo que todos os conteúdos da peça foram revistos e aprovados por cientistas polares portugueses no âmbito do Projecto Latitude60!

Com a ajuda de atores e marionetas divertidas vais aprender ou reforçar pequenos gestos que todos podemos fazer no nosso dia-a-dia para diminuir a poluição e assim contribuir para um ambiente mais limpo. A iniciativa é do grupo de teatro Cativar, os bilhetes custam 7€ e podem ser reservados através do email reservas@cativar.com.

O espetáculo, para toda a família mas aconselhado particularmente para idades dos 4 aos 10 anos, acontece este sábado, 4 de fevereiro, pelas 16 horas, na Fábrica do Braço de Prata, em Lisboa.

Mas há mais: nos sábados seguintes, a Cativar leva novas peças divertidas, importantes e educativas ao mesmo local! Então, no sábado dia 11 o tema é a Internet em “Navega Segur@”; uma semana depois, no dia 18, há “A Cigarra e a Formiga”; e a 25 “O reino de pernas pró ar”. Podes saber tudo no site da companhia.

 

04
Fev23

“Daninhos” é o novo livro de contos de Manuel Gonçalves

Niel Tomodachi

A nova obra do autor prossegue com alguns dos temas e personagens do primeiro livro lançado em 2014.

Em “Daninhos”, cada personagem tem direito ao seu conto. E os dez contos, além de contarem individualmente a sua história, percorrem um arco que, em conjunto, conta também uma outra narrativa.

O livro, lançado em janeiro, é o segundo do escritor Manuel Gonçalves. “Cada conto tem como título o nome do protagonista, sendo que todos os protagonistas têm em comum a sua origem, a mesma aldeia.”

A aldeia é descrita em “Xisto”, a primeira obra do escritor de 56 anos, lançada em 2014. Apesar das ligações evidentes entre os trabalhos, adverte que “ler este livro não implica o conhecimento do primeiro”. “Este é um livro independente. Quem tiver lido o primeiro livro percebe a relação, uma vez que têm a aldeia como origem comum. Quem desconhecer estes factos, vai ler na mesma dez histórias ligadas entre si.”

“Cada uma das personagens, numa circunstância específica, viu o seu presente ou o seu futuro condenado por um conjunto de circunstâncias”, explica sobre a obra. “Como alguém já me disse sobre este livro, é mais sobre as desventuras das personagens do que sobre as suas aventuras.”

Em “Daninhos”, fala-se sobre “a memória e a desconfiança”, “a mentira e a traição”. “Fala sobre situações que de alguma forma comprometem o destino de cada uma das personagens.”

“Daninhos” tem apresentação oficial marcada para domingo, 5 de fevereiro, no Lisbon Soho Club, pelas 17 horas. Está à venda nas livrarias por 14€.

 

04
Fev23

As melhores livrarias de Lisboa (são realmente imperdíveis)

Niel Tomodachi

Das lojas históricas às mais recentes, de primeiras edições a estantes dedicadas ao desenho. A capital é o sonho dos amantes de livros.

A literatura, tal como qualquer outra arte, conhece-se às camadas. Começamos pelas amplas estantes das grandes livrarias, apaixonamo-nos por um ou outro tema, um ou outro ator. Escavamos cada vez mais fundo.

À medida que escavamos, vamos procurando mais e mais. Vamos aprofundando o tema e, aos poucos, damos por nós profundos conhecedores de um nicho, seja a poesia, o desenho, a banda desenhada ou as viagens. É preciso encontrar quem alimente este vício e, neste aspeto, a sorte é toda dos lisboetas.

Apesar do encerramento de várias lojas históricas nos últimos anos, Lisboa está recheada de livrarias, das mais antigas como a Bertrand — perdão, a mais antiga em funcionamento em todo o mundo — ou a Ferin, às mais recentes Tantos Livros, Livreiros e Menina e Moça. Em cada uma delas é possível encontrar preciosidades e um espaço adaptado a cada um.

Há livrarias amplas, arejadas, que servem de espaço de galeria, para eventos; e há também as mais aconchegantes, que primam pela intimidade — e pelo cuidado e personalização do atendimento; além daquelas que, sabendo bem o que acompanha um bom livro, oferecem espaços de café e restaurante, petiscos e bebidas.

Um dos destaques vai para a Tantos Livros, Livreiros, instalada desde 2020 nas Avenidas Novas. Entre novidades e livros em segunda mão, ficção e categorias técnicas, para adultos e miúdos, têm um catálogo impressionante com cerca de 71 mil títulos disponíveis.

Numa onda mais relaxada, pode passar pela Menina e Moça, em plena Rua Cor de Rosa, no Cais do Sodré, um café literário que não destoa do ambiente boémio que o rodeia. Mas para quem prefere as estantes com história, vale a pena conhecer a Livraria Ler, que foi referência no pré-25 de abril. Ali passavam, à socapa, muitos livros proibidos pelo regime.

 

03
Fev23

"Retrato de uma Desconhecida" de Daniel Silva

Niel Tomodachi

Retrato de uma Desconhecida

Sobre o Livro:

Na nova e deslumbrante obra-prima de Daniel Silva, autor número um do top de vendas do The New York Times, Gabriel Allon embrenha-se numa aventura trepidante para descobrir o maior falsificador de arte de todos os tempos.

Após o seu afastamento dos serviços secretos israelitas, o lendário espião e restaurador de arte Gabriel Allon instala-se discretamente em Veneza, o único lugar onde conseguiu ter paz. A sua bela esposa, Chiara, dirige a Restauro Tiepolo e os seus dois filhos de tenra idade frequentam uma scuola elementare do bairro. Enquanto isso, Gabriel dedica os dias a deambular pela ruas e pelos canais da cidade aquática, libertando-se dos demónios do seu passado trágico e violento.

Mas quando Julian Isherwood, o extravagante marchand de arte londrino, lhe pede para investigar as circunstâncias que rodeiam a redescoberta e lucrativa venda de um quadro centenário, Gabriel não demora a descobrir que a obra em questão, o retrato de uma mulher anónima atribuído a Anton van Dyck, é quase com toda a certeza uma falsificação feita com uma mestria diabólica.

Para encontrar a misteriosa personagem que pintou o quadro — e desvendar uma fraude multimilionária na cúspide do mundo da arte —, Gabriel arquiteta um dos planos mais complexos da sua carreira. E para ser bem-sucedido, vai ter de se converter na imagem especular do homem que persegue: o maior falsificador de quadros da história.

 

Sobre o Autor:

Daniel Silva foi jornalista e trabalhou para a UPI, primeiro em Washington e depois no Cairo, como correspondente para o Médio Oriente. Nesse período cobriu diversos conflitos políticos e a guerra Irão-Iraque. Conheceu a sua mulher, correspondente da NBC, e regressaram aos Estados Unidos, onde Daniel Silva foi produtor da CNN durante vários anos, tendo sido responsável por alguns programas muito populares, como Crossfire, The International Hour e The World Yoday, entre outros. Em 1997, logo após o êxito do seu primeiro livro, The Unlikely Spy, Daniel Silva resolveu dedicar-se por completo à escrita, tendo entretanto publicado diversos best-sellers mundiais.
O Washington Post coloca-o «entre os melhores jovens autores norte-americanos de literatura de espionagem» e é com frequência comparado a Graham Greene e a John Le Carré. Vive em Washington D. C., com a mulher e dois filhos.

 

«Uma voz incontornável a nível mundial do romance de espionagem.»
The Washington Post

 

03
Fev23

A meia-maratona que percorre as margens do Douro está de volta

Niel Tomodachi

A atividade Douro Verde terá lugar em Ribadouro a 26 de março. Também terá uma caminhada e prova de estafeta para ser feita em grupo.

A Meia Maratona Douro Verde está de volta para uma segunda edição, que vai acontecer a 26 de março. O evento é organizado pelo Clube Náutico Ribadouro em conjunto com a Eventsport e a Portocargo Runners. É a prova perfeita para aqueles que adoram correr ao pé da água, com grande parte do caminho a percorrer as margens do rio Douro que flui por Ribadouro (Baião).

Tem início marcado para as 10 horas e conta com atividades diferentes. Os mais resistentes poderão participar na meia-maratona de 21 quilómetros. Quem deseja correr em equipa pode optar pela meia-maratona em estafeta, com duas repetições de dez quilómetros. O evento conta ainda com uma caminhada de dez quilómetros.

Apesar das diferentes características, há algo que as une: todas elas passarão perto de espelhos de água, com grandes encostas verdes como pano de fundo. “Quer de um lado, quer do outro, encontramos paisagens únicas, deslumbrantes e de rara beleza, com um microclima propício à prática do desporto”, descreve a organização.

Também pode contar com um prémio de 5.600€, que será divido pelos vencedores das provas. Tal como na primeira edição, a especialista em corridas de fundo e meio fundo Fernanda Ribeiro, a atleta portuguesa mais medalhada de sempre, é a madrinha da prova.

A meia-maratona tem um custo de 15€, enquanto a prova de estafeta custa 25€. Já a participação na caminhada tem um valor associado de 8€. As inscrições podem ser feitas através do site da prova até às 23h50 de 25 de março.

 

03
Fev23

Série de BD japonesa de Taiyo Matsumoto começa a ser editada em Portugal

Niel Tomodachi

A série de banda desenhada japonesa "Sunny", de Taiyo Matsumoto, sobre a vida numa casa de acolhimento para crianças, começa a ser publicada este mês em Portugal, com selo da editora Devir.

Série de BD japonesa de Taiyo Matsumoto começa a ser editada em Portugal

'Sunny' é uma série de uma mangá (designação para a banda desenhada japonesa) publicada originalmente a partir de 2010 numa revista no Japão, e condensada, mais tarde, em seis volumes, cuja edição chega agora ao mercado português.

O primeiro volume, com mais de 400 páginas, apresenta uma galeria de personagens composta sobretudo por crianças, que coabitam numa casa de acolhimento, por terem ficado órfãs ou sido abandonadas pelos pais.

A narrativa começa com a chegada de um novo rapaz, Sei, que é recebido entre a indiferença e a estranheza pelas outras crianças.

Na história, Taiyo Matsumoto desenha as relações entre todos os habitantes da casa de acolhimento e as angústias individuais pela ausência dos pais, as dores de crescimento, o dia-a-dia na escola.

O ponto de refúgio para todos eles é "Sunny", um carro abandonado num terreno junto à casa de abrigo e no qual as crianças se abstraem da realidade.

Numa entrevista em 2015, Taiyo Matsumoto disse que desde sempre quis desenhar esta história, porque ele próprio viveu durante alguns anos em casas de acolhimento, mas rejeita que "Sunny" seja totalmente autobiográfico.

Matsumoto, com 56 anos, publicou os primeiros trabalhos em banda desenhada em 1987 na revista Afternoon. Nessa altura "a descoberta da banda desenhada europeia, aos 20 anos, abriu-lhe novas perspetivas e influenciou tanto a variedade temática da sua obra -- que transita entre o desporto, a comédia familiar, relato social ou o épico de ficção científica -- quanto o estilo artístico", refere a editora Devir em nota biográfica.

Da obra já publicada pelo autor japonês, destaca-se "Tekkon Kinkreet" (1993), BD também protagonizada por dois órfãos, já adaptada para animação, "Ping Pong" (1996), que teve direito a uma transposição para filme em imagem real, e "Les chats du Louvre" (2017).

Taiyo Matsumoto soma vários prémios, entre os quais um de excelência em mangá, em 2007, no Japão, e um Eisner, em 2020, nos Estados Unidos.

 

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